Mostrar mensagens com a etiqueta Évora. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Évora. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, agosto 22, 2008

Évora e Évora

Há uns anos atrás, quando efervescia a violência em Timor, ainda sob o domínio indonésio, havia grande movimentação por esse Mundo fóra, inclusivamente no Brasil. Tendo-me ligado a alguns núcleos com o intuito de haver um grito mais forte, certo dia recebi um telefonema de uma rádio estatal ligada à cultura. Queriam algumas informações sobre a minha vivência naquele território e opiniões sobre a situação.
A certa altura do diálogo, o director da rádio perguntou-me sobre a minha origem, tendo-lhe respondido ser de Évora (na verdade sou de Estremoz, mas sempre me refiro a Évora como minha cidade por lá ter passado toda a minha adolescência) e aí ele fez a maior confusão porque, na verdade, com esse nome só conhecia Cesária Évora, a grande cantora cabo-verdiana. Suou-me muito estranho isso, em se tratando de uma rádio cultural...
Agora temos Nelson Évora o atleta que acaba de conquistar para Portugal uma medalha de ouro no atletismo olímpico. É português, mas nasceu em Cabo Verde e, possívelmente pertence à família da grande diva Cesária (?).
Assim, Évora vai tendo o seu nome cada vez mais difundido pelo Mundo. Porém, é interessante que todos se lembrem ou venham a conhecer a cidade que tem o seu nome ligado a todos os eventos da história de Portugal e não só.

sábado, agosto 02, 2008

Voando alto

Depois do acordo assinado no passado sábado (26 de Julho) entre a empresa brasileira Embraer e o governo português para a instalação de duas fábricas em Évora, foram celebrados no Salão Nobre dos Paços do Concelho os contratos relativos à cedência de terrenos entre a Embraer e a Câmara Municipal de Évora.

Numa cerimónia presidida pela ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, e em que também participou o coordenador do Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho, o Presidente da autarquia eborense, José Ernesto D’Oliveira, considerou que a instalação destas duas unidades fabris terá “um efeito multiplicador na nossa economia e na afirmação de Évora Como Cidade do Conhecimento”.

Satisfeito por receber o investimento brasileiro, o presidente da Câmara Municipal de Évora disse ser este o “momento de esquecer os que teimam permanecer na postura de Velhos do Restelo”. Abrindo a “janela do futuro”, o autarca alentejano apontou o “caminho do sucesso”, que passa, além da indústria aeronáutica, por uma estação na ligação ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Madrid, pela Universidade e pelo turismo de qualidade.

“O resultado disto tudo é o sucesso e a excelência”, afirmou José Ernesto Oliveira, no “início de uma grande viagem” que torna Évora na “capital da indústria aeronáutica” em Portugal. A autarquia vai disponibilizar à empresa brasileira terrenos a custos reduzidos, redução nas taxas e impostos municipais e facilidade nas infra-estruturas. Além de outros investimentos ligados ao sector aeronáutico, nomeadamente uma unidade de helicópteros, para a cidade alentejana está também previsto um outro projecto para a construção de aviões, o Skylander, promovido pelo grupo francês GECI Internacional.

O projecto do Skylander, da responsabilidade da Sky Aircraft Industries, criada pela GECI em parceria com investidores portugueses, envolve um investimento de mais de 100 milhões de euros, incluindo a construção de uma fábrica também na zona do aeródromo municipal de Évora. A Sky Aircraft Industries prevê produzir 1.100 aviões, entre 2011 e 2027, estando o voo do primeiro protótipo previsto para finais de 2009. O projecto, que já reúne mais de 400 promessas de compra, muitas delas para o Dubai, prevê criar 3.000 postos de trabalho, 900 directos e os restantes indirectos.

O início do cluster aeronáutico em Portugal.

O ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, destacou, entretanto, o carácter “estruturante” do projecto que a empresa brasileira de aeronáutica Embraer vai concretizar em Évora, afirmando-se convicto que constituirá a base para o desenvolvimento de um cluster aeronáutico.

“O que é essencial são as condições que estão criadas para o desenvolvimento do cluster aeronáutico”, afirmou Nuno Severiano Teixeira, após a assinatura de acordos para a instalação de duas unidades fabris junto do Aeródromo Municipal de Évora.

A brasileira Embraer, a terceira maior empresa mundial de fabrico de aeronaves, vai instalar em Évora uma unidade para fabrico de estruturas metálicas (asas) e outra para produção de materiais compósitos (caudas), num investimento inicial de 148 milhões de euros e que recebe incentivos do governo português.

Os dois “centros de excelência”, como são classificados pela Embraer, permitirão criar cerca e 570 postos de trabalho directos e mais de mil indirectos.

“É importante que o cluster aeronáutico dê os primeiros passos na cidade de Évora”, declarou Nuno Severiano Teixeira, manifestando esperança que este projecto “possa dar um impulso” a novos investimentos nacionais e estrangeiros no sector aeronáutico. O ministro destacou ainda o “salto qualitativo” que o projecto permite a Portugal dar, passando da manutenção aeronáutica para a fabricação de componentes para aviões.

segunda-feira, julho 30, 2007

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

Temperaturas elevadíssimas em Portugal; acima da média. Entre os 40 e 0s 44 graus em várias cidades, principalmente na região centro-sul. Évora em alerta vermelho!
No Alentejo sempre houve temperaturas elevadas nesta época do ano, mas as coisas estão ficando mais dramáticas e espalhando-se para outras regiões que, normalmente, eram mais temperadas. São as alterações climáticas pelas quais todo o Mundo está passando. Vamos ver quando se começam a tomar medidas concretas, se é que se venham a tomar algum dia.

sábado, maio 26, 2007

JANELAS DE ÉVORA

Hoje tive a ideia de colocar aqui algo diferente e, ao invés de publicar uma crónica sobre o que quer que fôsse, procurei nos meus arquivos algumas das fotos que pessoalmente tirei na cidade de Évora. São algumas das muitas janelas que o visitante vai observando em cada uma das ruas pelas quais vai passando. Elas retratam, com os seus estilos, as várias épocas da antiquíssima "cidade museu".