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segunda-feira, outubro 14, 2019

Aeroporto de Beja

Um país pequeno, mas rico em vias de comunicação terrestres, na generalidade. Não pode desprezar um aeroporto a cerca de 150 km da capital e 100 da principal zona turística, Algarve. 
Queremos Beja a funcionar a 100%...
Alentejo também é Portugal
ugal.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

OTA

Afinal o novo aeroporto vai continuar a chamar-se Aeroporto da OTA (Obra Transferida para Alcochete)

sexta-feira, julho 27, 2007

VÊR PARA CRÊR

Existem no contorno do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, pelo menos 17 edifiícios que os pilotos das aeronaves dizem constituir um perigo para os vôos. Como foi aprovada a construção dos mesmos, não se sabe, por enquanto... Porém, se um levantamento criterioso e sério fôr determinado, é capaz de sair muito rato desse buraco... Claro que isso não surpreendia mais ninguém, pois essas coisas são uma constante aqui e em qualquer lugar.
Huff!!! Será que está surgindo uma luz no fundo do túnel? Um desses edifícios, quando do licenciamento, recebeu sinal vermelho da Aeronáutica para a sua construção, pois seria um conjunto de flats e a zona não era apropriada para tal. O proprietário alterou o termo "flats" para "escritórios comerciais" e, consequentemente, recebeu a aprovação. Porém, parece que a única alteração foi no que estava escrito no pedido de licença e, por isso, o Prefeito mandou interditar o prédio e, pessoalmente, assistiu à colocação de grandes blocos de concreto para bloqueio dos acessos.
Após acirrado bate-bôca entre as partes, a interdição manteve-se e o Prefeito ameaçou: "Se constatadas mais irregularidades e as mesmas tiverem a gravidade que deiam força à decisão, o prédio será demolido e eu assistirei pessoalmente ao evento!" Não exactamente com estas palavras, mas foi isso que ele disse.
Se se vier a concretizar essa ameaça, eu estarei lá pessoalmente para assistir e tenho a certeza que alguns milhares de pessoas do povo, como eu, estarão lá também. A vêr vamos... Como dizia o outro...

domingo, julho 22, 2007

AEROPORTO DE VIRACOPOS

As três imagens acima são do Google Earth e referem-se a três momentos do Aeroporto de Viracopos. Aqueles que se interessam por conhecer mais profundamente os problemas e soluções inerentes à aviação civil do Brasil, devem acessar essa página do Google Earth digitando "Aeroporto de Viracopos, Campinas, Brasil" no campo de pesquisa. Um sobrevôo pela região mostrará o quanto de espaço livre ainda existe e que daria para construir mais duas pistas de 3.500 metros, além da ampliação dos edifícios e construção de outros anexos. Estaria aqui, finalmente, o maior e mais seguro aeroporto da América do Sul. É importante salientar que, durante o período dessa ampliação, a área que está construída poderá continuar a ser usada para desafogamento dos aeroportos de Cumbica e Congonhas.
Campinas dista 80 km de São Paulo. Tem duas boas auto-estradas nessa ligação das cidades. Com a construção de um ramal ferroviário moderno, 30 minutos seríam suficientes para fazer esse percurso, o que representa menos tempo que aquele que se gasta de Cumbica ao centro de São Paulo...
"Cumbica" na língua Tupi-Guarani significa "Nuvem baixa". Quando se projectou este grande aeroporto muito se alertou para o grande e constante problema dos nevoeiros e sempre se sugeriu outro lugar, principalmente Viracopos que tem o melhor clima da região. Aqui já existia uma infra-extrutura e chegavam e saíam vôos internacionais. Mas não! Os interesses ocultos prevaleceram e Cumbica foi construído. Durante muito tempo, todos os dias os aviões eram impossibilitados de aterrar (aterrizar) ali, por causa do nevoeiro, e tinham que ser desviados para Campinas...
Há necessidade de fazer uma campanha muito forte em defesa de Viracopos! Apesar dos pesares, ainda existem renitências. Senhores, haja coerência. Dou o meu grito aqui e faço a minha parte.

quarta-feira, julho 18, 2007

TRAGÉDIA ANUNCIADA

Não encontrei outro título para a minha crónica que mais apropriado fôsse. Infelizmente!
A actual situação caótica em que se encontra a aviação civil brasileira não nasceu ontem, não vem desde o acidente com o avião da Gol, há dez meses atrás e, até mesmo, não começou quando daquele acidente com outro avião da TAM, no mesmo aeroporto de Congonhas, o qual caíu sobre os prédios circundantes. Como costumamos dizer por aqui, "o buraco é mais em baixo"...
O aeroporto de Congonhas é o mais movimentado do país e localiza-se no coração da cidade de São Paulo. Isso, por si só, já é um absurdo. Há anos atrás percebeu-se isso e resolveu-se construir um grande aeroporto internacional em área aberta, ficando aquele para as linhas da ponte aérea Rio - S. Paulo e outras domésticas.
Cometeram-se dois erros crassos! Construiram o novo em Guarulhos numa região que tem nevoeiros 300 dias por ano. Não se deu muita atenção a Congonhas que acabou por ficar saturado outra vez. E, quanto ao de Viracopos, na cidade de Campinas (78 km de S. Paulo), que já operava com vôos internacionais e numa região que tem um dos melhores climas do país, nem pensar em mexer, não obstante o grande número de vozes que se levantaram elegendo-o como a melhor e única opção viável. Sempre os interesses pessoais de uma minoria prevaleceram, em detrimento dos da sociedade como um todo.
Já faz um bom tempo que se levantou nòvamente a hipótese de Viracopos como solução para os muitos problemas que se vêem avolumando nos outros aeroportos. A coisa começou a ganhar força. Ampliaram-se algumas instalações. Porém, arrasta-se há muito tempo a aprovação de licenças ambientais e outras, surgindo a cada dia novos empecilhos. Outra vez estamos diante de interesses ocultos... Viracopos é a solução! Com a construção da segunda pista e de novas instalações que estejam de acordo com a capacidade, construa-se, também, a linha ferroviária que ligue Campinas a São Paulo.
Esse acidente de ontem não se deveu aos insolúveis (?) problemas de controle do espaço aéreo ou à confusão que reina nas entidades de gestão. Já era esperado que algo ocorresse com a liberação de uma pista mal reformada e com obras inacabadas. No dia anterior já houvera um sinal de aviso quando da derrapagem de um pequeno avião.