A Vila medieval de Monsaraz, é dos lugares mais lindos do Alentejo.
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domingo, dezembro 20, 2015
quarta-feira, dezembro 16, 2015
Mantas de Reguengos
LANIFÍCIOS ALENTEJANOS APAIXONAM KENZO |
Kenzo Takada é um estilista japonês que fundou a marca mundial de perfumes, cosméticos e roupas KENZO. Há 3 anos e depois de ouvir falar da Fábrica Alentejana de Lanifícios, Kenzo Takada decidiu vir pelo seu próprio pé visitar a fábrica em Reguengos de Monsaraz (Évora). Foi o início da exportação para o Japão dos lanifícios manufaturados da Fábrica Alentejana. Desde então a KENZO é um dos mais prestigiados clientes da Fábrica Alentejana, que exporta para o Japão tecidos para a KENZO HOME e tecidos para os coletes KENZO.
Kenzo Takada é um estilista japonês que fundou a marca mundial de perfumes, cosméticos e roupas KENZO. Há 3 anos e depois de ouvir falar da Fábrica Alentejana de Lanifícios, Kenzo Takada decidiu vir pelo seu próprio pé visitar a fábrica em Reguengos de Monsaraz (Évora). Foi o início da exportação para o Japão dos lanifícios manufaturados da Fábrica Alentejana. Desde então a KENZO é um dos mais prestigiados clientes da Fábrica Alentejana, que exporta para o Japão tecidos para a KENZO HOME e tecidos para os coletes KENZO.
Não foi por acaso que a fábrica que produz as tradicionais Mantas de
Reguengos mereceu esta semana uma visita de Hiroshi Azuma, Embaixador do
Japão em Portugal, acompanhado pelo Presidente da Câmara José Calixto,
no âmbito de uma visita que fez à Cidade Europeia do Vinho 2015.
A Fábrica Alentejana de Lanifícios foi criada oficialmente nos anos 1930. Em 1958 foi-lhe atribuída, em Bruxelas, a medalha de ouro para o melhor design e qualidade. Desde então e com altos e baixos tem preservado o saber e a arte da tecelagem manual, feita em teares como os que existiam há 100 anos. Tudo pela tenacidade e talento de Mizette Nielsen, holandesa a gerir a fábrica há cerca de 40 anos. Exporta para vários países do mundo e tem merecido distinções relevantes sendo que a mais recente foi feita pelo The New York Times, onde apontava o local como visita obrigatória.
Saiba mais em:http://tribunaalentejo.pt/tribuna/artigo/lanif%C3%ADcios-alentejanos-apaixonam-kenzo
A Fábrica Alentejana de Lanifícios foi criada oficialmente nos anos 1930. Em 1958 foi-lhe atribuída, em Bruxelas, a medalha de ouro para o melhor design e qualidade. Desde então e com altos e baixos tem preservado o saber e a arte da tecelagem manual, feita em teares como os que existiam há 100 anos. Tudo pela tenacidade e talento de Mizette Nielsen, holandesa a gerir a fábrica há cerca de 40 anos. Exporta para vários países do mundo e tem merecido distinções relevantes sendo que a mais recente foi feita pelo The New York Times, onde apontava o local como visita obrigatória.
Saiba mais em:http://tribunaalentejo.pt/tribuna/artigo/lanif%C3%ADcios-alentejanos-apaixonam-kenzo
quarta-feira, outubro 28, 2015
segunda-feira, outubro 12, 2015
Arredores de Estremoz
El conejo del Alentejo
-
Tres restaurantes para comer en el campo a media hora de Badajoz
-
J. R. ALONSO DE LA TORRE
Me encantó el lugar. Si no te fijas bien, parece una granja antes que un restaurante. Tiene un porche con sombra, un comedor pequeño y aseado con las mesas apretadas y un ambiente de casa de comidas que evoca otros tiempos. Cuando entré, me golpeó en la nariz un aroma a estofado delicioso, sonaba desbocada la válvula de una olla exprés y la cocinera trajinaba en los fogones mientras me comentaba los platos que preparaba: sardinas, ensopado, patatas fritas chips, que cortaba con destreza, migas contundentes y unos cachelos o patatas cocidas con piel que acompañarían el bacalao, el cordero o la ternera.
En Flor da Coutada es difícil comer, postre y vino incluidos, por más de 15 euros. Escojo este restaurante para empezar una trilogía de encantadoras casas de comidas campestres situadas en los alrededores de Borba y Estremoz, a media hora de Badajoz.
Flor da Coutada está en un paraje llamado Monte da Vinha. Para llegar a él, hay que coger el cruce de la N-381, dirección Serra da Ossa, situado entre la entrada a Estremoz desde la N-4 de Badajoz a Lisboa y el cruce con el acceso a la autovía. Hay que circular unos tres kilómetros por la N-381 y a la derecha, en medio del campo, Flor da Coutada.
15 kilómetros antes, siempre por la N-4 en dirección a Lisboa, tenemos otros dos sencillos restaurantes de campiña. Justo antes de que la nacional llegué a Borba desde Badajoz, un cruce a la derecha indica Orada. Hay que tomar esa carretera y circular por ella camino de Alcaraviça, una aldeíta de Borba que destaca por sus dos restaurantes tradicionales.
El primero es la Tasca dos Coelhos, cuya dirección señala un cartel: un cruce a la izquierda de la carretera de Orada. Esta tasca de los conejos es uno de los restaurantes más alentejanos que conozco: sencillo hasta decir basta y sin ningún lujo (el retrete de caballeros era de los de agujero en el suelo la última vez que lo visité), pero con unas sopas de tomate con bandejas de tropezones de pan, de longaniza, de morcilla, de torreznos y de pimientos que alimenta a una familia. Y después, conejo, claro: estofado en una salsa hecha con sus menudillos, en tartera de barro, acompañado por bandeja de ensalada de pimientos o de tomate y bandeja de patatas fritas. Si han tomado sopa, con media ración basta para dos, pero en fin, ustedes deciden. Con café, entrantes, vino y algún helado, calculen 25 euros la pareja.
El último restaurante de nuestra ruta campestre se llama O Espalha Brasas. Para llegar a él, deben seguir recto hacia Orada en lugar de coger la dirección de la Tasca dos Coelhos. Unos pocos kilómetros más adelante, un cartel indica a la izquierda el lugar donde, en una sala acristalada y con mucho aparcamiento, puede usted disfrutar con una sopa de gallina excelente, con un cabrito asado, más conejo en tartera o más sopa de tomate tremenda. También tienen bacalao con espinacas, carrilleras de cerdo, gallina de campo. El vino de la casa, servido en jarras, se puede beber y de postre, como novedad, tarta de queso. ¿El precio? Low cost como todo lo que les recomendamos: les costará trabajo llegar a 30 euros la pareja. ¡Ah, invitan a licor digestivo!
sábado, agosto 22, 2015
Vinhos do Alentejo
Herdade das Servas convida a pisar uvas em lagares de mármore
A Herdade das Servas inaugura nesta colheita de 2015 os seus lagares de mármore, uma novidade na vindima deste ano, com um programa criado propositadamente para partilhar a experiência de pisar as uvas nestes lagares de pedra tão pouco usuais no Alentejo. Pisa a pé nos lagares da Herdade das Servas, é esta a proposta para um dia de vindima. O convite está feito, venha sentir o Alentejo de corpo e alma na Herdade das Servas!
O programa de vindimas da Herdade das Servas começa com uma introdução sobre o projecto na zona de recepção dos visitantes, seguida de uma visita à adega e à cave de estágio das barricas. Posto isto, é tempo de meter mãos-à-obra, na mesa de escolha, onde é feita a selecção das melhores uvas. A pisa das uvas é feita ainda antes do almoço, nos novos lagares de pedra mármore. Depois há uma aprova de vinhos, já a pensar no almoço, que será servido no Restaurante Herdade das Servas, com um Menu de Vindimas preparado pela chefe Maria da Fé.
O programa não fica completo sem a oferta de uma t-shirt de vindima, um diploma de participação e uma garrafa de vinho para que possa reviver esta experiência mais tarde, em sua casa. O programa está disponível por marcação através dos contactos da Herdade das Servas, 269 322 949 e info@herdadedasservas.com, com um preço de 50 ou 25 euros por pessoa, caso inclua ou não o almoço.
Programa de vindimas na Herdade das Servas: Pisa a Pé em Lagares de Mármore e Almoço
- Recepção dos participantes
- Visita à adega, zona de vinificação e cave de estágio
- Selecção das uvas na mesa de escolha
- Pisa a pé em lagares de mármore
- Prova de vinhos
- Almoço no restaurante Herdade das Servas
- Oferta de t-shirt de vindima, diploma de participação e garrafa de vinho
Publicado em 20 de Agosto em Notícias
sexta-feira, agosto 07, 2015
terça-feira, junho 09, 2015
Comadres alentejanas
- Então diga lá quais foram as suas dúvidas, pode ser que eu a possa ajudar.
- Olhe, não sei o que é... sexo oral!?
- Isso tá-se mesmo a ver o que é: Sexo de hora a hora...
- Então e sexo anal?
- Isso é... sexo de ano a ano.
- E homossexual?
- Oh comadre! Vossemecê não percebe mesmo nada disto. Tá-se mesmo a ver que é um detergente para lavar os tomates!
domingo, maio 31, 2015
Cidades do Alentejo
Muitas das cidades do Alentejo mantêm as suas características medievais. Terena é uma delas.Ao fundo a muralha do castelo que, certamente, foi mouro antes de ser cristão.
O Povo alentejano tem um refinado gosto pessoal e aplica-o na decoração das ruas e das suas habitações. Em qualquer época do ano há uma maneira específica de viver tudo isso e sempre com invejável paz de espírito.
Todos os cidadãos do Mundo deveriam, pelo menos uma vez na vida, escolher Portugal como destino de férias e, claro, colocar o Alentejo no roteiro. Tenho a certeza que considerariam uma segunda oportunidade...
quarta-feira, abril 22, 2015
segunda-feira, abril 06, 2015
Festejar a Páscoa
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Os crentes festejam, religiosamente, o Domingo de
Páscoa, mas o grande dia dos eborenses da minha geração era a
“Segunda-feira de Festa”, feriado municipal, em que tinha lugar uma
celebração de raiz popular. Numa tradição vinda dos avós, muitas
famílias de Évora comiam o assado no Alto de São Bento, uma colina de
granito, arborizada e fresca, a cerca de 2 km das Portas da Lagoa, na
direcção de Arraiolos, onde, há mais de 3000 anos, existiu um castro da
Idade do Ferro. Reminiscência pagã, a anunciar a primavera, esta romaria
popular, no dia a seguir ao Domingo de Páscoa, não tinha deuses nem
santos. Para mim e para a maioria dos que ali confraternizavam, São
Bento era apenas o nome de uma pequena elevação do terreno com três ou
quatro moinhos abandonados e em ruína. Seguras com pedras, para que o vento as não levantasse, as toalhas brancas eram mostruários das muitas e variadas confecções ao dispor e regalo da família e de um ou outro que passasse ou se juntasse ao grupo. Dessas confecções, ficaram-me na memória o ensopado trazido de casa feito e aquecido ali em flume de chão improvisado com pedras, o borrego com ervilhas, a costeletas panadas, o coelho frito, as filhoses, os pasteis de grão, a enxovalhada e outros bolos caseiros. Mas havia sempre uma iguaria comum a todas, própria desse dia. Era o assado, ou seja, a perna de borrego tostadinha, com batatinhas novas e muita cebola, em assadeira de barro queimada pelo forno de lenha. Como acompanhamento havia, por tradição, salada de alface muito segadinha.
Os meus pais não apreciavam estas festanças de comezainas, com muito pó, muitas moscas e bebedeiras à mistura. Mas eu sempre gostei e muitas foram as vezes em que, adolescente, passei esse dia no Alto de São Bento, saltando de chaparro em chaparro ou, o que é o mesmo, de família em família, saboreando o que de muito bom por lá havia. Os mantimentos e o vinho para um dia inteiro eram propositadamente abundantes a contar com os muitos amigos, que sempre apareciam de mãos nos bolsos. Havia quem levasse música em grafonola de dar corda, permitindo baile e animação até às tantas.
O Nem eu nem o povo aqui em festa sabíamos que dois anos depois da conquista de Évora, em 1165, por Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, e do foral que lhe foi dado por D. Afonso Henriques, se erguia, no sopé desta colina, uma pequena ermida dedicada a São Bento. Frade italiano nascido no ano de 480, em Núrsia, foi o fundador do monaquismo ocidental e o criador da Ordem Beneditina, organização religiosa que alude ao seu nome. Mais de um século depois, em 1274, nascia sobre esta ermida o convento de São Bento de Castris, da Ordem de Cister, uma das mais antigas instituições religiosas femininas. Fundado, por D. Urraca Ximenes, este local tornou-se motivo de peregrinação que o tempo fez esquecer como tal, mas que permaneceu como pólo de confraternização popular.
Também não sabíamos que este local ficou na história de Portugal, durante a revolução de 1383-1385, conduzida pelo Mestre de Avis. À época, era abadessa do convento Dona Joana Peres Ferreirim (dama da família de Dona Leonor Teles, rainha a quem o povo cognominou de Aleivosa). Segundo Fernão Lopes, a infeliz religiosa, que se escondera na Sé Catedral, durante os tumultos, foi encontrada e arrastada pela multidão, até à Praça do Geraldo, onde morreu às mãos do povo.
Logo pela manhã partiam, uns a pé, outros em carroças, carregadas de cestos, garrafões, mantas e cadeirinhas, para ali se instalarem o dia todo, à sombra de uma azinheira ou de um sobreiro. Pela encosta da colina virada para a cidade fervilhava a animação. Cada árvore, uma família.
António Galopim de Carvalho
domingo, abril 05, 2015
Alqueva
No caso de alguns destes produtos, na zona agrícola do Alqueva, a produtividade chega a ser três vezes superior à média do resto do mundo.
O jornal Expresso cruzou dados do INE, da FAO (Nações Unidas) a informações da EDIA - empresa que gere o regadio de Alqueva - e testemunhos de alguns produtores – as conclusões a que chegaram foram surpreendentes.
No Alqueva, produz-se uma média de 14 toneladas de milho por hectare contra às 5,5 toneladas a nível mundial; no que respeita ao tomate, no Alqueva produzem-se 100 toneladas e no resto do mundo 33,6; quanto às uvas de mesa são 30 toneladas que ficam bem acima das 9,6 toneladas a nível mundial.
Estas notícias sobre a produtividade do Alqueva já são mundialmente famosas e já existem investimentos na zona de várias nacionalidades diferentes: Marrocos, França, Itália, África do Sul, Itália, Escócia e a Espanha, claro, que lidera os que mais investem no Alqueva.
Os produtos alentejanos do Alqueva têm qualidade e são vendidas a grandes multinacionais: grande parte da produção de cebolas vai para o MacDonalds e de amendoins para a PepsiCO.
Também em destaque, sobretudo na Grã-Bretanha e norte da Europa, tem estado as uvas sem grainhas.
A vantagem desta área alentejana, e que lhe providencia características únicas, deve-se, essencialmente a três causas: a terra é praticamente virgem, sem químicos e sem fungos (durante décadas só se plantaram cereais), há abundância de água nos meses mais quentes e tem uma larga exposição ao sol (com consequências nos processos de fotossíntese das plantas e influência direta no sabor e qualidade das mesmas).
O facto de as colheitas no Alqueva se anteciparem ao normal em duas a três semanas, é também um fator diferenciador face à concorrência e que atribui ao Alqueva uma clara vantagem, para mais não sendo produtos provenientes de estufas, como é o caso na maioria dos produtos espanhóis, com influência na qualidade e no preço.
In http://tribunaalentejo.pt
quinta-feira, fevereiro 26, 2015
Praias do Alentejo
Zambujeira do Mar
É uma freguesia portuguesa do concelho de Odemira no meu Alentejo.
A sua costa é debruada a falésias e pequenas praias que, fora das época alta turística, são paraísos usados por poucos. Destacam-se, além da praia central da Zambujeira, as praias dos Alteirinhos, Nossa Senhora, Arquinha e Tonel.
Em Agosto realizam-se os três maiores eventos do calendário zambujeirense: na 1.ª quinzena do mês, o Festival do Sudoeste, o maior dos festivais de música de Verão do país, sediado a alguns quilómetros da aldeia; a 15 de Agosto, as festas religiosas e procissão dedicadas à padroeira local, Nossa Senhora do Mar; a 29 de Agosto, a feira anual.
Uma das mais conhecidas e frequentadas praias da região e um dos seus principais cartões-de-visita. Fica na foz de um curso de água, junto à localidade. Na extremidade sul onde foi erigida uma ermida, formam-se perigosas correntes que podem arrastar os mais desprevenidos. Bastante popular para o surf e bodyboard.
Possui um Camping e, por isso, ali passei algumas temporadas...
É uma freguesia portuguesa do concelho de Odemira no meu Alentejo.
A sua costa é debruada a falésias e pequenas praias que, fora das época alta turística, são paraísos usados por poucos. Destacam-se, além da praia central da Zambujeira, as praias dos Alteirinhos, Nossa Senhora, Arquinha e Tonel.
Em Agosto realizam-se os três maiores eventos do calendário zambujeirense: na 1.ª quinzena do mês, o Festival do Sudoeste, o maior dos festivais de música de Verão do país, sediado a alguns quilómetros da aldeia; a 15 de Agosto, as festas religiosas e procissão dedicadas à padroeira local, Nossa Senhora do Mar; a 29 de Agosto, a feira anual.
Uma das mais conhecidas e frequentadas praias da região e um dos seus principais cartões-de-visita. Fica na foz de um curso de água, junto à localidade. Na extremidade sul onde foi erigida uma ermida, formam-se perigosas correntes que podem arrastar os mais desprevenidos. Bastante popular para o surf e bodyboard.
Possui um Camping e, por isso, ali passei algumas temporadas...
segunda-feira, fevereiro 23, 2015
domingo, novembro 23, 2014
É alentejano, é bom!
Chama-se Sant’iago, tem um mês, nasceu no Alentejo e é a primeira
cerveja biológica da Península Ibérica. Água, malte, lúpulo e levedura
em meio litro de néctar engarrafado em Évora. Tal como Templus, irmão
mais velho em forma de gin, Sant’iago é produzido artesanalmente, “com
métodos ancestrais” e produtos biológicos. Foram precisos 25 mil euros
para avançar com o projeto.A cerveja não é o produto estreia da Oficina de Espíritos, a única destilaria/cervejaria do mundo biológica, que, num mês vendeu as quatro mil garrafas e cerca de dois mil litros da bebida que produziu no Alentejo e que seguiram para supermercados biológicos. João Monteiro, relações públicas da empresa – que começou por se chamar 3Bicos – explica que a decisão de produzir a cerveja foi natural.
“Quem tem uma destilaria, também tem uma cervejaria. O processo é o mesmo, com a diferença de que a cerveja fermenta e os destilados vão para o alambique”, revela. O álcool é produzido na cervejaria, extraído da cevada e do trigo, biológicos, mas os cereais são importados da Bélgica. “Tudo o resto é português”, diz.A Sant’iago é a novidade da empresa para 2014 e os proprietários já têm planos de internacionalização. Para a semana, está agendada uma visita a Espanha e Angola e Moçambique são outros mercados que estão na mira dos empreendedores. Quando sai da cervejaria, cada garrafa custa dois euros, mas o preço de venda ao público depende da loja. “Sabemos que é possível encontrar uma garrafa de Sant’iago a 2,60 euros num sítio e a seis euros noutro”, explica João Monteiro. Na Taberna Moderna, em Lisboa, também é possível beber o néctar de cevada alentejano.
“Só existem três destilarias/cervejarias no mundo, uma no Reino Unido, outra nos Estados Unidos da América e outra em Portugal. A nossa é a única que é certificada biologicamente. Pelo menos, que nós tenhamos conhecimento”, adianta o relações públicas. A que sabe a Sant’iago? A cerveja, explica João Monteiro.
“Não querendo fazer frente a nenhuma cerveja artesanal, porque não as conheço a todas, penso que as pessoas que começaram a fazer cerveja artesanal quiseram começar a inventar. E nós tentámos fazer uma cerveja que soubesse a cerveja. É uma cerveja feita de cevada, como algumas cervejas industriais, só que é feita com métodos ancestrais”Na primeira ronda de produção, João Monteiro e os sócios optaram por produzir quatro mil garrafas, mas é possível que tenham de aumentar a capacidade de produção em breve, que, neste momento, é de mil a 1500 garrafas por semana. “No próximo mês, podemos ter de quadruplicar a produção, mas temos de ter os pés bem assentes na terra. Uma coisa é um produto novo, que a pessoa compra por ser novo e depois não volta a comprar. Mas esse não é o feedback que temos tido. O feedback tem sido precisamente o contrário. As pessoas vão, compram uma garrafa e depois voltam para comprar cinco ou seis. Vamos esperar mais um mês para ver se o entusiasmo não é apenas por ser novidade”, revela.
Um vodka portuguesa e também biológica poderá ser a novidade da Oficina de Espíritos para o próximo ano e, entretanto, os empreendedores já estão a ensaiar um whisky alentejano. “Mas o whisky é uma coisa que leva o seu tempo a estagiar. Por isso, é provável que saia para o mercado lá para 2017″, revelou João Monteiro.
In Observador - http://observador.pt/2014/11/20/primeira-cerveja-biologica-iberica-nasceu-alentejo/
domingo, novembro 16, 2014
Monsaraz
Sempre que escrevo algo sobre o meu Alentejo, miro Estremoz (minha cidade natal) e Évora (minha cidade de adopção). Porém, o Alentejo é muito grande e totalmente belo, o que transforma numa certa injustiça focar este ou aquele lugar especialmente...
Porque curta é a vida de cada um de nós, nem os mais privilegiados terão a possibilidade de conhecer pessoalmente todos os recantos maravilhosos da Planície ardente. Mas, dentro da disponibilidade da agenda fisiológica de cada um, inscreva-se Monsaraz como uma das prioridades.
Vista do alto, como é o caso da foto de José Calixto, a pequena vila medieval parece um navio... O seu interior preserva as calçadas e tudo o mais das povoações fortificadas de antanho.
Turísticamente está bem aproveitada com um comércio típico e, principalmente, com excelentes pontos gastronómicos. A 30 kms de Évora, em direção à fronteira com a Espanha, poderá e deverá ser incluída numa meia dúzia de roteiros planeados.
Porque curta é a vida de cada um de nós, nem os mais privilegiados terão a possibilidade de conhecer pessoalmente todos os recantos maravilhosos da Planície ardente. Mas, dentro da disponibilidade da agenda fisiológica de cada um, inscreva-se Monsaraz como uma das prioridades.
Vista do alto, como é o caso da foto de José Calixto, a pequena vila medieval parece um navio... O seu interior preserva as calçadas e tudo o mais das povoações fortificadas de antanho.
Turísticamente está bem aproveitada com um comércio típico e, principalmente, com excelentes pontos gastronómicos. A 30 kms de Évora, em direção à fronteira com a Espanha, poderá e deverá ser incluída numa meia dúzia de roteiros planeados.
segunda-feira, novembro 03, 2014
Alentejanices
Um carpinteiro alentejano entra no posto da GNR e diz ao guarda de serviço:
- Sô guarda acabê de ser assaltado por um comunista!
- Por um comunista? pergunta o guarda - então conhece-o, não?
- Nã conheço nã senhori!
- então qual a razão que o leva a fazer crer que foi um comunista?
- A razão Sô guarda é que eli entrô na carpintaria, pegô no martelo e foi-se!
sábado, novembro 01, 2014
quarta-feira, agosto 06, 2014
Branca de Neve
Estremoz, a minha cidade natal no Alentejo, talvez seja a mais branca das cidades alentejanas. O Município enveredou por uma campanha de renovação da caiação ou pintura, o que é muito louvável. Voltará, assim, ao seu esplendor que acirra muito a curiosidade dos forasteiros de todo o Mundo.
(Foto do Município de Estremoz)
(Foto do Município de Estremoz)
sexta-feira, julho 25, 2014
Os 10 melhores
Clique no link abaixo e vote nos vinhos do Alentejo...
http://www.10best.com/awards/travel/best-wine-region-to-visit/
http://www.10best.com/awards/travel/best-wine-region-to-visit/
quarta-feira, julho 23, 2014
Mais um degrau
The Guardian destaca Alentejo como a “nova Toscana”
Comida, vinho, cortiça, paisagens, arquitetura. São muitos os elogios que o The Guardian faz. Para o jornal, o Alentejo é o "celeiro" e a "alma gastronómica" de Portugal.

O jornal refere que a região é ignorada por muitos, em detrimento da capital e do AlgarveLuis Davilla
O Alentejo tem sido apontado como a “nova Toscana” ou a “Toscana mais acessível”, explica o jornal britânico The Guardian num artigo publicado a 10 de maio. O escritor Adrian Mourby dá conta de uma região rica em comida, vinho e cortiça. O “celeiro de Portugal”, como é descrita a região, é também um destino ignorado por muitos e merecedor de mais atenção.
Desta vez não há espaço para falar da capital portuguesa ou das temperaturas e praias algarvias. O artigo inicia-se à mesa de um restaurante em Évora, onde queijo, carne de porco preto e manteiga de alho são as estrelas. O enfoque na comida típica alentejana, “rica em ingredientes”, é claro e o autor encara a região como a “alma gastronómica do país”.
Além da diversidade de paladares, é dado destaque à cultura e às paisagens. E, a par de Évora e das suas travessas labirínticas, o autor refere-se, ainda, à vila raiana de Monsaraz, Montemor-o-Novo e Beja .
Uma vez aguçada a curiosidade, o artigo adota o formato de guia. Adrian Mourby enumera algumas sugestões de onde comer, beber, dormir e o que visitar. O L’ And Vineyards, como sugestão na primeira categoria, é considerado um “resort de sonho para enófilos”, enquanto o Convento da Cartuxa é referido a propósito do vinho.
Esta não é a primeira vez que o Alentejo é elogiado pelos média internacionais. Para o The Telegraph, é o “paraíso para os amantes da gastronomia” e, de acordo com a revista de viagens National Geographic, um dos 21 destinos a visitar em 2014.
In http://observador.pt
Desta vez não há espaço para falar da capital portuguesa ou das temperaturas e praias algarvias. O artigo inicia-se à mesa de um restaurante em Évora, onde queijo, carne de porco preto e manteiga de alho são as estrelas. O enfoque na comida típica alentejana, “rica em ingredientes”, é claro e o autor encara a região como a “alma gastronómica do país”.
Além da diversidade de paladares, é dado destaque à cultura e às paisagens. E, a par de Évora e das suas travessas labirínticas, o autor refere-se, ainda, à vila raiana de Monsaraz, Montemor-o-Novo e Beja .
Uma vez aguçada a curiosidade, o artigo adota o formato de guia. Adrian Mourby enumera algumas sugestões de onde comer, beber, dormir e o que visitar. O L’ And Vineyards, como sugestão na primeira categoria, é considerado um “resort de sonho para enófilos”, enquanto o Convento da Cartuxa é referido a propósito do vinho.
Esta não é a primeira vez que o Alentejo é elogiado pelos média internacionais. Para o The Telegraph, é o “paraíso para os amantes da gastronomia” e, de acordo com a revista de viagens National Geographic, um dos 21 destinos a visitar em 2014.
In http://observador.pt
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