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terça-feira, maio 23, 2017
Madona em Portugal
Depois de passar a última semana em Lisboa, a cantora pop Madonna aproveitou esta segunda-feira para visitar o Alentejo, e parar em Beringel onde juntamente com os filhos partilhou a roda de oleiro com António Mestre. Este ficou bastante surpreendido com a visita mas ainda mais com a habilidade de Madonna a trabalhar as peças de de barro. O entusiasmo foi tanto que a cantora e o mestre Oleiro irão em conjunto criar uma fábrica de peças para exportar para todo o mundo.
domingo, abril 23, 2017
domingo, abril 02, 2017
segunda-feira, dezembro 26, 2016
Arqueologia no Alentejo
Mas subsistia uma lacuna: a população das aldeias de Beja, que durante
anos olhou à distância o trabalho de dezenas de arqueólogos envolvidos nos
trabalhos do PMIPA, comentava com frequência: “Eles chegam, retiram e levam e
nós sem saber o que é que eles andam a fazer.” Foi este lapso de informação que
Miguel Serra procurou, em parte, reparar, transmitindo o conhecimento histórico
acumulado entre 1995 e 2016 através da iniciativa “12 Lugares, 12 Meses, 12
Histórias — A Idade do Bronze na região de Beja”, organizada pela Câmara de
Beja em parceria com a empresa de arqueologia Palimpsesto.
Assim, entre Janeiro e Dezembro de 2016, uma vez por mês e sempre a um
sábado, foram programadas para as 12 freguesias do concelho de Beja percursos
pedestres, que variaram entre os 4,5 e os 14,5 quilómetros. Os itinerários
escolhidos contemplaram alguns sítios onde houve alguma descoberta arqueológica
de artefactos da Idade do Bronze, para além da observação e interpretação da
paisagem.
Na véspera de cada caminhada, à noite, era realizada na sede das juntas
de freguesia uma conferência sobre os sítios arqueológicos identificados no
local, e datados de entre o ano 2000 e 800 a.C.. “Tivemos conferências com meia
dúzia de pessoas e outras com dezenas de participantes, quase sempre marcadas
com debates intensos que se prolongavam durante horas”, refere o arqueólogo.
Ficou patente o desconhecimento sobre os resultados das pesquisas arqueológicas
relativas à Idade do Bronze realizadas nas 12 freguesias. Com efeito, a
informação recolhida “não tem sido divulgada para além de relatórios técnicos”,
acentua Miguel Serra. Uma situação que quis mudar.
Este esforço de transmissão de conhecimento acabou por recompensar os
dois lados porque, durante as discussões, surgia, por vezes, a indicação de
vestígios arqueológicos que a população conhecia há muito e que tinham sido
encontrados, na maior parte das vezes, no decorrer de trabalhos agrícolas.
Com estas visitas, cresceu a sensiblização e tornou-se recorrente o
desejo de ver parte do património arqueológico exposto nas terras onde foram
realizadas descobertas, assim como os locais onde foram recolhidos acessíveis a
quem os quisesse visitar. “Que pena essas coisas não ficarem à vista para
outros verem”, era um lamento comum, que demonstrava o secreto desejo de ver na
terra gente vinda de fora para contemplar o património descoberto.
Por se tratar de intervenções arqueológicas de salvamento devido às
obras de Alqueva, as acções passam pela recolha das peças, faz-se a avaliação
do seu contexto cronológico e geográfico e depois os locais onde foram
descobertos são inevitavelmente destruídos para a instalação das
infra-estruturas de rega.
Emília Pereira, 67 anos de idade, que participou num dos percursos
pedestres, confessou ao PÚBLICO a sua desolação por não ver “as tais ruínas dos
romanos”, pensando talvez que os vestígios descobertos tivessem a
monumentalidade que se observa, por exemplo, em Itália, no Egipto ou na Grécia.
No entanto, os esclarecimentos prestados por Miguel Serra acabavam por situar
os mais frustrados na verdadeira dimensão daquilo que a caminhada a pé se
propunha alcançar, ou seja, conhecer a história das comunidades que viveram
naqueles mesmos locais durante a Idade do Bronze, como faziam o culto dos
mortos ou como ocupavam a paisagem.
No decorrer de uma das caminhadas, o arqueólogo pára junto a uma linha
de água e descreve como ele próprio participou no levantamento de um povoado
que ali existiu e de onde é possível observar, à distância de alguns
quilómetros, a cidade de Beja. Na altura em que a comunidade da Idade do Bronze
ali esteve instalada, a colina onde hoje se situa a capital do Baixo Alentejo
“terá permanecido desabitada até à Idade do Ferro”, explicou Miguel Serra,
perante a surpresa de alguns dos caminhantes.
O arqueólogo continua a contar como há 2000 anos “surgiram povoados
abertos na planície com as suas cabanas redondas e silos escavados na rocha e
cemitérios com sepulturas em pedra assinaladas por estela gravadas ou câmaras
subterrâneas contendo mortos e dádivas.”
Esta época é marcada pela importância dada à exploração dos ricos
recursos naturais do território que é hoje a região de Beja e pela sua ocupação
extensiva, como o provam as centenas de sítios arqueológicos actualmente
conhecidos. Ao longo da Idade do Bronze, as comunidades encontravam-se
envolvidas num processo transformador de larga escala que abrangeu todo o
ocidente peninsular e que implicou uma grande abertura destas populações ao
exterior.
Miguel Serra realça a presença de material oriundo do Egipto nas
sepulturas daquela época, postas agora a descoberto, e revela que as primeiras
peças de bronze identificadas no sudoeste peninsular, onde se insere a região
de Beja, “vieram do oriente antes da chegada dos Fenícios”, assim como “o
âmbar, da região do Báltico.” Naquela época da pré-história já se realizavam
“trocas de produtos, de ideias, de tecnologias e até de pessoas” vindas de
grandes distâncias, referiu o investigador, que consegue espantar quem o ouvia
quando frisou que “os povos que aqui viveram durante a Idade do Bronze não eram
assim tão primitivos como por vezes se pensa.”
Umas vezes à chuva e outras sob o intenso calor do verão, quase 600
participantes ficaram a conhecer melhor a sua terra. Outros vindos do
Algarve, Alto Alentejo, Lisboa e até do estrangeiro aprofundaram os seus
conhecimentos sobre a pré-história do sul de Portugal.
Miguel Serra admite que Beja possa ser “dos poucos locais do país a
discutir a Idade do Bronze” dado o grau de conhecimentos já veiculado.
Ao todo, foram percorridos mais de uma centena de quilómetros pelas 12
freguesias do concelho de Beja. Nas 13 conferências realizadas participaram
cerca de 250 pessoas. Durante os percursos pedestres foram visitados 21 sítios
arqueológicos e outros 102 foram mencionados no decorrer dos debates. Os
números surpreendem o arqueólogo, que não anteviu a vontade das comunidades de
hoje conhecerem como viviam as que as antecederam.
Terminada a última caminhada da iniciativa “12 Lugares, 12 Meses, 12
Histórias — A Idade do Bronze na região de Beja”, no passado dia 17 Dezembro na
freguesia de São Matias, ficou a expectativa em muitos dos quase 600
participantes — na sua esmagadora maioria com idades acima dos 50 anos e alguns
rondavam os quase 80 anos — de poderem vir a participar em novas caminhadas
para conhecer mais sobre a história da sua terra. Ficam a aguardar que a Câmara
de Beja dê continuidade à experiência que custou aos cofres municipais 1500
euros. Uma das caminhantes com 68 anos expressou ao PÚBLICO o seu orgulho em
conhecer “o importante passado histórico” da terra onde nasce, a qual “não foi
ensinado na escola” dos filhos e netos, mas que ele agora pode ensinar.
Alqueva dá mas também tira
A transformação do modelo agrícola na zona sob
influência do Alqueva está a privar muitas das comunidades que nela residem de
poder circular. Como o PÚBLICO constatou nas caminhadas que acompanhou, muitos
caminhos naturais e vicinais estão a desaparecer. Cancelas e arame farpado vedam
as passagens e ninguém controla este ascendente desmesurado que cerceou os
acessos ao rio Guadiana
“Algumas das caminhadas que foram efectuadas já não são repetíveis
porque os caminhos já não existem” refere Miguel Serra, explicando que numa
delas “tivemos que abrir e fechar 14 cancelas na sua maioria de aparcamentos de
gado para chegar a um sítio arqueológico que estava no nosso itinerário.”
Caminhos naturais estão cortados por manchas de olival sem fim ou por
aparcamentos de gado que se seguem uns aos outros e que foram percorridos pelas
comunidades locais ao longo de séculos.
O arqueólogo alerta para uma das sequências deste estado de coisas. “Se
não houver condições de acesso aos sítios a informação sobre eles morre, até
porque os indivíduos munidos de detectores de metais delapidam sítios
arqueológicos importantes” por se encontrarem, como é óbvio, isolados.
In Público
segunda-feira, dezembro 12, 2016
terça-feira, agosto 30, 2016
quarta-feira, agosto 24, 2016
terça-feira, maio 31, 2016
domingo, maio 29, 2016
quinta-feira, maio 12, 2016
Evoramonte
Um dos lugares que mais gosto no Alentejo. Ao fundo vê-se Estremoz. Aqui, foi assinada a Convenção de Evoramonte que colocou um ponto final na disputa entre D. Pedro IV (I do Brasil) e D. Miguel.
segunda-feira, abril 04, 2016
Uma janela
Um dia, que eu acredito virá, você visitará a minha Évora no Alentejo e vai ficar abismado com tanta monumentalidade e beleza. Verá janelas como esta e ficará postado...
quinta-feira, fevereiro 11, 2016
quarta-feira, janeiro 20, 2016
Gastronomia alentejana
Pézinhos de Porco Alentejano de Coentrada
Ingredientes:
8 pés de porco Alentejano
1 ramo de coentros frescos
100g de banha
1 folha de louro
3 colheres de sopa de farinha de trigo
2 colheres de sopa de vinagre
sal
fatias de pão Alentenjano
Começa-se por chamuscar e lavar muito bem os pézinhos.
Abrem-se ao meio, salgam-se e ficam três dias em sal.
Depois, de limpar o sal ao fim desse tempo vão a cozer muito bem.
Num almofariz, pisa-se os alhos, com sal e os coentros.
Num tacho, deita-se a banha e aloura-se o piso.
Junta-se o louro, envolve-se tudo muito bem e deita-se um pouco de água onde
foram cozidos os pézinhos.
Depois, junta-se a farinha e o vinagre e deixa-se apurar.
Serve-se os pézinhos sobre as fatias de pão frito.
domingo, dezembro 20, 2015
quarta-feira, dezembro 16, 2015
Mantas de Reguengos
LANIFÍCIOS ALENTEJANOS APAIXONAM KENZO |
Kenzo Takada é um estilista japonês que fundou a marca mundial de perfumes, cosméticos e roupas KENZO. Há 3 anos e depois de ouvir falar da Fábrica Alentejana de Lanifícios, Kenzo Takada decidiu vir pelo seu próprio pé visitar a fábrica em Reguengos de Monsaraz (Évora). Foi o início da exportação para o Japão dos lanifícios manufaturados da Fábrica Alentejana. Desde então a KENZO é um dos mais prestigiados clientes da Fábrica Alentejana, que exporta para o Japão tecidos para a KENZO HOME e tecidos para os coletes KENZO.
Kenzo Takada é um estilista japonês que fundou a marca mundial de perfumes, cosméticos e roupas KENZO. Há 3 anos e depois de ouvir falar da Fábrica Alentejana de Lanifícios, Kenzo Takada decidiu vir pelo seu próprio pé visitar a fábrica em Reguengos de Monsaraz (Évora). Foi o início da exportação para o Japão dos lanifícios manufaturados da Fábrica Alentejana. Desde então a KENZO é um dos mais prestigiados clientes da Fábrica Alentejana, que exporta para o Japão tecidos para a KENZO HOME e tecidos para os coletes KENZO.
Não foi por acaso que a fábrica que produz as tradicionais Mantas de
Reguengos mereceu esta semana uma visita de Hiroshi Azuma, Embaixador do
Japão em Portugal, acompanhado pelo Presidente da Câmara José Calixto,
no âmbito de uma visita que fez à Cidade Europeia do Vinho 2015.
A Fábrica Alentejana de Lanifícios foi criada oficialmente nos anos 1930. Em 1958 foi-lhe atribuída, em Bruxelas, a medalha de ouro para o melhor design e qualidade. Desde então e com altos e baixos tem preservado o saber e a arte da tecelagem manual, feita em teares como os que existiam há 100 anos. Tudo pela tenacidade e talento de Mizette Nielsen, holandesa a gerir a fábrica há cerca de 40 anos. Exporta para vários países do mundo e tem merecido distinções relevantes sendo que a mais recente foi feita pelo The New York Times, onde apontava o local como visita obrigatória.
Saiba mais em:http://tribunaalentejo.pt/tribuna/artigo/lanif%C3%ADcios-alentejanos-apaixonam-kenzo
A Fábrica Alentejana de Lanifícios foi criada oficialmente nos anos 1930. Em 1958 foi-lhe atribuída, em Bruxelas, a medalha de ouro para o melhor design e qualidade. Desde então e com altos e baixos tem preservado o saber e a arte da tecelagem manual, feita em teares como os que existiam há 100 anos. Tudo pela tenacidade e talento de Mizette Nielsen, holandesa a gerir a fábrica há cerca de 40 anos. Exporta para vários países do mundo e tem merecido distinções relevantes sendo que a mais recente foi feita pelo The New York Times, onde apontava o local como visita obrigatória.
Saiba mais em:http://tribunaalentejo.pt/tribuna/artigo/lanif%C3%ADcios-alentejanos-apaixonam-kenzo
quarta-feira, outubro 28, 2015
segunda-feira, outubro 12, 2015
Arredores de Estremoz
El conejo del Alentejo
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Tres restaurantes para comer en el campo a media hora de Badajoz
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J. R. ALONSO DE LA TORRE
Me encantó el lugar. Si no te fijas bien, parece una granja antes que un restaurante. Tiene un porche con sombra, un comedor pequeño y aseado con las mesas apretadas y un ambiente de casa de comidas que evoca otros tiempos. Cuando entré, me golpeó en la nariz un aroma a estofado delicioso, sonaba desbocada la válvula de una olla exprés y la cocinera trajinaba en los fogones mientras me comentaba los platos que preparaba: sardinas, ensopado, patatas fritas chips, que cortaba con destreza, migas contundentes y unos cachelos o patatas cocidas con piel que acompañarían el bacalao, el cordero o la ternera.
En Flor da Coutada es difícil comer, postre y vino incluidos, por más de 15 euros. Escojo este restaurante para empezar una trilogía de encantadoras casas de comidas campestres situadas en los alrededores de Borba y Estremoz, a media hora de Badajoz.
Flor da Coutada está en un paraje llamado Monte da Vinha. Para llegar a él, hay que coger el cruce de la N-381, dirección Serra da Ossa, situado entre la entrada a Estremoz desde la N-4 de Badajoz a Lisboa y el cruce con el acceso a la autovía. Hay que circular unos tres kilómetros por la N-381 y a la derecha, en medio del campo, Flor da Coutada.
15 kilómetros antes, siempre por la N-4 en dirección a Lisboa, tenemos otros dos sencillos restaurantes de campiña. Justo antes de que la nacional llegué a Borba desde Badajoz, un cruce a la derecha indica Orada. Hay que tomar esa carretera y circular por ella camino de Alcaraviça, una aldeíta de Borba que destaca por sus dos restaurantes tradicionales.
El primero es la Tasca dos Coelhos, cuya dirección señala un cartel: un cruce a la izquierda de la carretera de Orada. Esta tasca de los conejos es uno de los restaurantes más alentejanos que conozco: sencillo hasta decir basta y sin ningún lujo (el retrete de caballeros era de los de agujero en el suelo la última vez que lo visité), pero con unas sopas de tomate con bandejas de tropezones de pan, de longaniza, de morcilla, de torreznos y de pimientos que alimenta a una familia. Y después, conejo, claro: estofado en una salsa hecha con sus menudillos, en tartera de barro, acompañado por bandeja de ensalada de pimientos o de tomate y bandeja de patatas fritas. Si han tomado sopa, con media ración basta para dos, pero en fin, ustedes deciden. Con café, entrantes, vino y algún helado, calculen 25 euros la pareja.
El último restaurante de nuestra ruta campestre se llama O Espalha Brasas. Para llegar a él, deben seguir recto hacia Orada en lugar de coger la dirección de la Tasca dos Coelhos. Unos pocos kilómetros más adelante, un cartel indica a la izquierda el lugar donde, en una sala acristalada y con mucho aparcamiento, puede usted disfrutar con una sopa de gallina excelente, con un cabrito asado, más conejo en tartera o más sopa de tomate tremenda. También tienen bacalao con espinacas, carrilleras de cerdo, gallina de campo. El vino de la casa, servido en jarras, se puede beber y de postre, como novedad, tarta de queso. ¿El precio? Low cost como todo lo que les recomendamos: les costará trabajo llegar a 30 euros la pareja. ¡Ah, invitan a licor digestivo!
sábado, agosto 22, 2015
Vinhos do Alentejo
Herdade das Servas convida a pisar uvas em lagares de mármore
A Herdade das Servas inaugura nesta colheita de 2015 os seus lagares de mármore, uma novidade na vindima deste ano, com um programa criado propositadamente para partilhar a experiência de pisar as uvas nestes lagares de pedra tão pouco usuais no Alentejo. Pisa a pé nos lagares da Herdade das Servas, é esta a proposta para um dia de vindima. O convite está feito, venha sentir o Alentejo de corpo e alma na Herdade das Servas!
O programa de vindimas da Herdade das Servas começa com uma introdução sobre o projecto na zona de recepção dos visitantes, seguida de uma visita à adega e à cave de estágio das barricas. Posto isto, é tempo de meter mãos-à-obra, na mesa de escolha, onde é feita a selecção das melhores uvas. A pisa das uvas é feita ainda antes do almoço, nos novos lagares de pedra mármore. Depois há uma aprova de vinhos, já a pensar no almoço, que será servido no Restaurante Herdade das Servas, com um Menu de Vindimas preparado pela chefe Maria da Fé.
O programa não fica completo sem a oferta de uma t-shirt de vindima, um diploma de participação e uma garrafa de vinho para que possa reviver esta experiência mais tarde, em sua casa. O programa está disponível por marcação através dos contactos da Herdade das Servas, 269 322 949 e info@herdadedasservas.com, com um preço de 50 ou 25 euros por pessoa, caso inclua ou não o almoço.
Programa de vindimas na Herdade das Servas: Pisa a Pé em Lagares de Mármore e Almoço
- Recepção dos participantes
- Visita à adega, zona de vinificação e cave de estágio
- Selecção das uvas na mesa de escolha
- Pisa a pé em lagares de mármore
- Prova de vinhos
- Almoço no restaurante Herdade das Servas
- Oferta de t-shirt de vindima, diploma de participação e garrafa de vinho
Publicado em 20 de Agosto em Notícias
sexta-feira, agosto 07, 2015
terça-feira, junho 09, 2015
Comadres alentejanas
- Então diga lá quais foram as suas dúvidas, pode ser que eu a possa ajudar.
- Olhe, não sei o que é... sexo oral!?
- Isso tá-se mesmo a ver o que é: Sexo de hora a hora...
- Então e sexo anal?
- Isso é... sexo de ano a ano.
- E homossexual?
- Oh comadre! Vossemecê não percebe mesmo nada disto. Tá-se mesmo a ver que é um detergente para lavar os tomates!
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