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domingo, janeiro 17, 2021

A Corrupção Mata

Arena Amazônia, orçada em 499 milhões de reais, custou 669,5 milhões. TCU apontou superfaturamento de 86,5milhões. O Brasil e suas prioridades. a conta chegou.

Hoje é notícia em todo o Mundo a morte de doentes com Covid e outros males, por falta de oxigénio nos hospitais da região. E o estádio está lá sem uso, abandonado. 

 

                                                                    A CORRUPÇÃO MATA!


terça-feira, dezembro 25, 2012

Gorjeta

Lembro-me muito bem do meu primeiro emprego. Aliás, o termo “emprego” não é bem aplicado e acho melhor usar “trabalho”, pois eu não recebia salário pelo que fazia. Vivia só de gorjetas...
Isso passou-se quando eu tinha de 12 anos. Chegaram as férias escolares e lá me mandaram entregar roupas na Tinturaria Baioa  em Évora. Saía com um balaio na cabeça e dentro deste uma ou várias peças de roupa. Normalmente o cliente dava-me uma gorjeta ou simplesmente me dizia obrigado.
Não vou hoje aqui abordar o tema emprego, em relação aos que tive, pois isso é assunto para outra oportunidade. O assunto em questão, hoje, é a gorjeta que eu até pensei que se escrevia com guê e é, na verdade, com jota... E já vou avisando os meus amigos brasileiros que eu pronuncio o alfabeto à maneira portuguesa, algo que também acontece em alguns lugares do Norte e Nordeste do Brasil.
Na minha pesquisa encontrei muita coisa sobre a dita gorjeta. Soube que significa garganta; goela; pescoço; cachaço. E é também a parte mais estreita da quilha de uma embarcação. O vocábulo é originário do latim “gurga” e passou pelo francês “gorge”. Passou para o português “gorja”. O sufixo “eta” é uma assimilação do francês “ette”. Está aí o porquê da minha teimosia em usar gorgeta e não gorjeta até então... Encontrei, também, que é uma pequena gratificação a quem prestou um serviço; espórtula; alvíssaras; escopro delgado para trabalhar o mármore. A etimologia da palavra refere-se a garganta, ou seja, um valor para que o indivíduo vá depois beber um copo, molhar a garganta...
“Minha terra tem palmeiras,/Onde canta o sabiá;/As aves que aqui gorjeiam,/Não gorjeiam como lá.”
É interessante o facto de eu não ter encontrado em lugar algum uma equivalência a suborno ou corrupção. Para mim é as duas coisas e sempre pensei assim. É a forma mais primária de corrupção, tanto activa como passiva. O sujeito que dá a gorjeta fá-lo numa expectativa de "compra" daquele que a recebe (...). E este pede-a ou aceita-a como um hábito para que possa servir bem (...).
Já que anteriormente volvi à minha juventude, torno a fazê-lo. Lembrei-me que nos idos 1960 o governo português baixou uma lei proibindo as gorjetas. Não entendo como me consigo lembrar destes detalhes quando já estou a caminho dos setenta, mas acho que isso é bom... Então, fui com alguns amigos, que tinha ali entre o Desterro, Intendente e Campo de Sant’Ana onde morava, até às Avenidas Novas, mais especìficamente a Avenida de Roma. Ali a vida nocturna de Lisboa bombava a todo o vapor, como bomba hoje nas Docas.
Todos armados em carapaus de corrida, fazíamos aquela pose de quem quer aparecer e é um Zé ninguém. Coisas da idade e da década famosa. E foi então que começou a confusão. Têsos, como sempre, pagamos a conta e deixámos a gorjeta sobre a mesa. O empregado correu atrás de nós para nos devolver aquela quantia, frisando que não podia aceitar ao abrigo das novas leis. E nós insistíamos, mas sem sucesso.
Não sei mais se a lei foi feita com base no meu conceito sobre gorjeta, mas acho que sim. Todavia, o tempo passou e tudo voltou ao que era dantes. Gorjeta é uma quantia que se paga separadamente ao empregado de mesa e a outros profissionais dos mais variados ramos, espontânea ou compulsòriamente. É diferente de uma esmola porque é dada em função da satisfação do cliente pelo serviço prestado.
Afinal, o que me traz aqui, em pleno Dia de Natal, a escrever sobre a gorjeta? Porque o meu saco está mais cheio que o do Papai Noel por causa dessa maldita que eu tanto abomino.
Foi a semana inteira um tal de bater à minha porta para cobrar as “boas festas”, ou seja, a tal gorjeta. O tipo do caminhão do lixo, o gari que varre a rua, o entregador do jornal e outros. Tem outros que colocam a caixinha de papelão na sua área de serviço à espera que os clientes (eu e outros) a encham. E cobram isso se o freguês tenta passar despercebido.
Todos eles são empregados registrados e auferem os benefícios das leis trabalhistas. Ganham férias, 13º e outras coisas mais. Porque razão eu terei que lhes pagar essa tal de gorjeta!?




sexta-feira, junho 03, 2011

Bruxelas gasta muito!

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, gastou 28 mil euros em 2009 numa estadia de quatro dias em Nova Iorque, indica o relatório. Barroso levou uma comitiva de oito pessoas que ficaram no hotel de cinco estrelas New York Peninsula, onde cada quarto custou 780 euros por noite. A viagem foi realizada aquando da Cimeira da ONU para as Mudanças Climáticas e excedeu largamente o tecto de 275 euros por noite e por pessoa previsto pela CE. Em reacção oficial, a Comissão alega que os gastos não foram excessivos, uma vez que os preços estavam inflacionados devido à realização da cimeira.

In Correio da Manhã

Alerto todos os meus patrícios que vão votar neste Domingo, que Durão Barroso pertence aos quadros do PSD. Assim, pensem bem ao trocar as moscas e deixarem lá a merda. Tem que limpar a merda também e usar um poderoso desinfectante...

segunda-feira, dezembro 27, 2010

Dez sugestões


Tomei a liberdade de passar para o meu blog esta matéria que foi publicada num outro blog do qual sou seguidor:  http://jardimdeurtigas.blogspot.com/  . Serve para Portugal e para o Brasil...


Sr. Dr. Mário Soares,

Sou um cidadão que trabalha, paga impostos, para que o Sr. e todos os restantes políticos de Portugal andem na boa vida.

Há dias, ouvi o Sr., doutamente, nas TV's, a avisar o povo português para que não se pusesse com greves, porque ainda ia ser pior. Ouvi o Sr. perguntar onde estava a alternativa ao aumento de impostos, aqui estou eu para lhe dar a alternativa. Aqui lhe deixo 10 medidas que me vieram à mente assim, de repente:

1.    Acabar com as pensões vitalícias e restantes mordomias de todos os ex-presidentes da República (os senhores foram PR's, receberam os seus salários pelo serviço prestado à Pátria, não têm de ter benesses por esse facto);


2.    Acabar com as pensões vitalícias e / ou pensões em vigor dos primeiros-ministros, ministros, deputados e outros quadros (os Srs deputados receberam o seu ordenado aquando da sua actividade como deputado, não têm nada que ter pensões vitalícias nem serem reformados ao fim de 12 anos ; quando muito recebem uma percentagem na reforma, mas aos 65 anos de idade como os restantes portugueses - veja-se o caso do Sr. António Seguro que na casa dos 40 anos de idade já tem direito a reforma da Assembleia da República);


3.    Reduzir o nº de deputados para 100;


4.    Reduzir o nº de ministérios e secretarias de estado, institutos, fundações e outras entidades criadas artificialmente, a maioria das quais desnecessárias e muitas vezes até redundantes, apenas para dar emprego aos "boys", como é o caso, por exemplo, do Instituto das Descobertas, que dá emprego a 32 chulos que não têm nada para "descobrir".


5.    Acabar com as mordomias na Assembleia da República e no Governo, e ao invés de andarem em carros de luxo, andarem em viaturas mais baratas, ou de transportes públicos, como nos países ricos do Norte da Europa (veja-se que no dia em que se anunciou o aumento dos impostos por falta de dinheiro, o Estado adquiriu viaturas na ordem dos 140 mil € cada para os VIP's que nos visitarão, como se não houvesse viaturas a requisitar aos Ministérios para tal);


6.    Acabar com os subsídios de reintegração social atribuídos aos vereadores, aos presidentes de Câmara, e outras entidades (multiplique-se o número de vereadores existentes pelo número de municípios e veja-se a enormidade e imoralidade que por aí grassa);


7.    Acabar com as reformas múltiplas, sendo que um cidadão só poderá ter uma única reforma (ao invés de duas e três, como muitos têm);


8.    Criar um tecto para as reformas, sendo que nenhuma poderá ser maior que o vencimento do PR;


9.    Acabar com o sigilo bancário;


10.  Criar um quadro da administração do Estado, de modo a que quando um governo mude, não mudem dezenas de milhares de lugares na administração do Estado, sendo que o critério para a escolha dos lugares passe a ser o mesmo que um ministro/político adopta na escolha de um médico para lhe tratar uma doença ou lhe fazer uma operação cirúrgica ( porque nesta situação eles não vão buscar os “boys” do partido, mas sim os mais competentes, pois é a “vidinha” deles que está em jogo e não o dinheiro do erário público ).


Com estas simples 10 medidas, a classe política que vai desgraçando o nosso amado Portugal, daria o exemplo e deixaria um sinal inequívoco de que afinal, vale a pena fazer sacrifícios e que o dinheiro dos portugueses não é esbanjado em Fundações duvidosas e em obras de fachada sumptuosas.

Enquanto isso não acontecer, eu não acredito no Sr. Mário Soares e não acredito em nenhum político desde o Bloco de Esquerda ao CDS, nem lhes reconheço autoridade moral para dizerem ao povo o que deve fazer, porque o tal povo de que os políticos muito falam, jamais fará o que quer que seja contra a sua consciência, mesmo se o Estado o apele. Se os políticos por conveniência se ajudam entre si para fazer passar este OE, ao povo cabe fazer derrubar e paralisar este governo nas ruas.

Zé do Povo

Portugal

terça-feira, dezembro 29, 2009

Mata e esfola…

O cidadão britânico, um tal de Akmal Shaikh, foi hoje executado na China. Cumpria pena por contrabando e tráfico de drogas.
Dizia-se inocente da mesma maneira que a maioria dos condenados e vários governos e organizações pediram clemência.
Logo esse governo britânico a chiar tanto, quando mata sem dó nem piedade inocentes reais como o do brasileiro Jean Charles. Hipocrisia!
Envieem a sua armada para lá como fizeram nas Malvinas e verão o que é bom para a tosse…
Existem leis e posturas de alguns países que, independentemente das suas orientações religiosas e culturais são condenáveis por todo o mundo civilizado. Mas este tipo de lei que condena à morte traficantes e políticos corruptos só tem que ser respeitada e, digo até, copiada. Isso melhoraria muito a situação em países que nós tão bem conhecemos.
Muitos figurões certamente sentem um certo mal estar  quando tomam conhecimento de notícias como esta. Não é verdade?

terça-feira, julho 29, 2008

Pitoresco

Os bafômetros usados pela Polícia Rodoviária Federal custaram ao governo R$ 6.798,53.

O mesmo aparelho, conhecido como etilómetro, modelo Alco-sensor IV, pode ser adquirido através do site Ebay por R$ 152,00...

terça-feira, julho 15, 2008

Juizes, Polícias e Ladrões

Há muito tempo formulo a mim próprio uma pergunta e não obtenho resposta. Ou tenho uma resposta e ela não se coaduna com o que acontece no dia-a-dia e, assim, volto a perguntar. Temos as chamadas ciências exactas e, porque exactas, das suas leis e traçados não poderemos fugir. É pão, pão; queijo, queijo...
Quanto ao Direito, que não é uma ciência exacta, sabe-se que os que estudam essa área lêem os mesmos livros, os mesmos códigos e abrigam-se na Constituição vigente. Saiem dos bancos das Faculdades nivelados no mesmo saber. Há margens de interpretação das leis e chega-se a criar jurisprudência nas altas esferas judiciais quando dúvidas imperam. Até aí está tudo muito bem; está tudo muito bom.
Para um certo indivíduo é expedida por um juiz de primeira instância uma ordem de prisão e a polícia cumpre a mesma. Não se passam 24 horas, um outro juiz de instância superior estuda um pedido de habeas corpus e manda que se solte o preso. Um juiz emite uma ordem qualquer e o outro anula-a com uma liminar. Processos existem que são julgados em primeira instância e, por cucessivos recursos, passam à segunda e terceira. Há casos em que o condenado em primeira instância já recorra à terceira e última ou, nem mesmo sendo condenado, já "vai reclamar" lá em cima no Supremo. Será, então, que essa margem de interpretação das leis é tão elástica assim que cada Juiz uma sentença? Porra! --- aprendi que Código é uma colecção ordenada de preceitos, normas, cláusulas e de artigos sobre direito, administração, etc., etc.. A margem de interpretação deveria ser nula ou quase nula.
Anos e mais anos se passam e não chega a hora de se dar um basta em tudo isso. Há muitos anos que as coisas e processam assim. Não há justiça ou, há um tipo de justiça para cada um. E o foco agora virou-se para esta situação porque começaram a mergulhar na águas dos tubarões e estes não são como as sardinhas. Por isso tanta agitação.
Talvez (quem sabe (?), agora se comece a mudar alguma coisa. No pretérito dia 6 escrevi aqui um artigo com o título "Façam as suas apostas" e relacionava-se com a extradição do ex-banqueiro Cacciola. Lá eu dizia que o melhor que lhe aconteceria era voltar para o Brasil pois que, após um tempinho preso, ganharia nòvamente a liberdade. Agora é possível que as coisas não sejam exactamente assim.
Imaginemos, então, que tudo se coloque no prumo e nível. Todos os tubarões dentro da jaula, de preferência numa jaula comum. Uma prisão preventiva para que haja tempo e espaço para a Justiça recolocar a venda nos olhos e, enfim, agir dentro da lei e da ordem. Iríamos ter conhecimento de coisas do arco da velha, até mesmo em que circunstâncias certos juizes fôram nomeados nos três governos --- Collor, FHC e Lula.

quarta-feira, agosto 01, 2007

DUAS FACES DA MOEDA

Os vários tele-jornais a que assisti na noite de ontem mostraram as mesmas imagens relacionadas com a guarda de documentos secretos nos cofres do Congresso Nacional. Eram gravações do conteúdo das caixas pretas do avião recentemente acidentado. "Top secret"; "Confidencial". Isto foi decretado. Foi liberado esse conteúdo aos "nobres" deputados, como subsídio aos conhecimentos para poderem avançar nas investigações de causas e problemas.
Os tele-espectadores mais incautos decerto se sensibilizaram com toda aquela pompa e circunstância. Abre porta aqui, fecha porta ali, abre cofre, fecha cofre e tudo com aquele ar de responsabilidade suprema. Os outros, como eu, arreganharam as narinas mostrando aquela conhecidíssima carêta que significa não acreditarmos em nada do que está sendo combinado e assumido por eles que, entre si se tratam por nobres. Aliás, tratamento exigido a nós , plebeus.
Hoje pela manhã, como todos os dias faço, levantei-me da cama, passei pela cozinha, bebi um gole de café e acendi o primeiro cigarro do dia. Fui até à área central da casa e peguei o jornal que assino e fechei-me no banheiro. Ali eu sento-me no "trono" e passo uma vista de olhos pelas principais notícias. Só depois tomo banho e me preparo para ir trabalhar. E não foi que os meus pressentimentos eram correctos!? Pois lá estava estampado na primeira página uma série de detalhes dos muitos que compõem o todo que havia sido guardado nos cofres e fechado a sete chaves...
Um dia antes, no mesmo e noutros jornais, estava estampada a foto de Nelson Piquet e sua espôsa, sentados cada um numa carteira de sala de aulas. Sim! esse mesmo. O grande ex-campeão de Fórmula 1. Estavam ali porque acumularam pontos por faltas cometidas no trânsito, como excesso de velocidade, por exemplo. Ultrapassaram o limite de 20 e isso retira-lhes a carteira de habilitação. Para a renovar, precisam assistir às aulas e fazer um novo exame. Vexatório isso? Não. Deixaram-se fotografar e liberaram a publicação do facto com toda a humildade. e sem demagogias.
E porque razão eu coloco no mesmo espaço dois assuntos que em nada teem a ver um com o outro? Simples. É que eu acho que tem e muito. São muitos os casos em que um indivíduo na mesma situação se vale do nome e, por portas e travessas, consegue uma carteira nova sem o menor esforço. Outros simplesmente pagam por esse serviço.
Miremo-nos nos dois exemplos e imitemos os que são realmente nobres.

domingo, julho 08, 2007

SANTIFICADOS E IDOLATRADOS

Para os brasileiros, neste caso, a imagem diz mais que mil palavras. Porém, para outros que me dão a honra de visitar o meu blog e que não estão familiarizados com muito do que ocorre no campo da política tupiniquim, devo escrever um pouco a respeito desta foto.
Trata-se da recepção apoteótica que o ex-senador Roriz teve no seu reduto eleitoral, dois dias após ter renunciado ao mandato para escapar a um julgamento no Conselho de Ética do Senado, o que lhe permitirá concorrer a outras eleições.
Este optou por trilhar o mesmo caminho de outros dos seus colegas em mandatos anteriores que, quando acuados devido a quebra de decôro parlamentar, por corrupção ou outros actos ilícitos, vieram a ser eleitos nòvamente na eleição seguinte a que concorreram. A esperança ou até mesmo a certeza que tudo assim acontecerá, é o que estampa no seu rosto aquele sorriso cínico que observamos e que nos chega a enojar. Como aquele povão que o rodeia tem pensamento diferente (possívelmente, nem pensa...), continuaremos à mercê desses políticos de geração em geração. O que poderemos fazer?

quinta-feira, junho 14, 2007

RELAXAR E GOZAR

O título desta minha crónica é sugestivo... Mas não é nada disso que eu quero abordar. Tomei-o emprestado da sugestão que a ministra do turismo (Brasil) apresentou aos brasileiros que viajam e sofrem transtornos nas esperas de embarque nos aeroportos e, aqui sim, maliciosamente com pitada de erotismo, sua marca registada como sexóloga e política incompetente. Isto, porém, é matéria prima interessante para um outro artigo que talvez venha a postar neste espaço.
Ùltimamente comecei a interessar-me por questões aeronáuticas, por acaso. Por isso escrevi ante-ontem algo relacionado com a novela da construção do novo aeroporto em Portugal. Talvez pese o facto de familiares estarem ou terem estado envolvidos directamente com a aviação e, por conseguinte, uma das minhas veias, com esse DNA, ter sido cutucada...
Na verdade, as minhas palavras de hoje são um apêndice à pequena crónica anterior, subordinada ao título "Ota ou Alcochête?". Quem a leu ou tiver oportunidade de o vir a fazer, decerto reparou ou reparará no jargão muito usado por aqui sobre o coveiro, um tanto ou quanto chulo, confesso, que deu dimensão ao parágrafo e vincou nas entrelinhas aquilo que não quiz dizer directamente...
O novo projecto sobre Alcochête é de autoria de Francisco Van Zeller. Disse ele que "ninguém nunca saberá quanto custou ou quem pagou". E eu acrescento: é oportuno dizer?...
E quem é Van Zeller? --- Conheço essa família de nome e com alguns membros tive um relacionamento profissional quando vivi e trabalhei em Évora. Sei que os seus tentáculos abraçam muito do Alentejo e Ribatejo. Aqueles que residem em Portugal saberão muito mais do quase nada que eu sei e, assim, poderão responder à minha pergunta.
Sabem quem eram os donos da companhia de aviação "Portugália"?
Sabem porque motivos a "TAP" comprou a "Portugália"?
Eu tenho respostas para essas perguntas e posso apostar que existe uma relação com este saco de gatos dos aeroportos. Sugiro que investiguem!
Chegado ao fim da crónica, sabe-se o porquê do título da mesma. Relaxe e goze (com outro sentido que não aquele que a ministra deu...). Relaxe quando lê ou escuta o que quer que seja que se relacione com este assunto. Depois goze, faça graça, dê risada.