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terça-feira, outubro 21, 2008

Eloá --- este não era seu mundo

Mais de uma semana absorvendo a massificação de notícias, comentários e debates sobre o sequestro e morte da mocinha Eloá, cheguei a um ponto de não suportar mais e acredito que não estou só nesse meu comportamento natural. Porém, tenho a certeza que muito pano para mangas tudo isso ainda vai dar. Não só pelo facto em si, com desdobramentos judiciais, mas por muitas novidades que surgirão. Eis a notícia de hoje:
Agência Estado - Em meio ao drama do seqüestro de Eloá Cristina Pimentel, a Polícia Civil de Alagoas acredita ter encontrado um foragido acusado de participar do assassinato do delegado Ricardo Lessa, irmão do ex-governador Ronaldo Lessa: o fugitivo seria o pai da adolescente.
Não comentarei nada a respeito disto nem de outras "fofocas" que rolam por aí, no que tange à família e relacionamentos. Aguardemos o desenlace de tudo...

segunda-feira, abril 07, 2008

NÃO SOMOS TODOS IGUAIS

Não gosto muito de escrever sobre estes assuntos e mesmo pouco ou nada converso a respeito com as pessoas do meu relacionamento. São acontecimentos de grande impacto psicológico e eu particularmente, a eles sou muito sensível sobremaneira. Mesmo não sendo meus filhos ou netos, acabo por ficar transtornado e triste e o meu semblante deixa transparecer isso, mais por se tratar de crianças inocentes e puras.
Os casos da menina Madlleine em Portugal; o do menino Hélio no Rio de Janeiro; e agora o da menina Isabella em São Paulo, nenhum mais do que outro, todos são casos muito dramáticos. Não me vou ocupar com cada um deles, mas abordarei este último por ainda fazer parte de todo o noticiário na imprensa e por estarem bem vivas na minha memória as imagens desta história ainda se desenrolando.
Está tudo muito confuso e parece que a polícia ainda não chegou a uma conclusão (?). As investigações são sempre complexas e morosas nestes casos. Não obstante, o pai da menina e a madrasta estão sob prisão temporária, decisão que é muito polémica e discutível e sobre a qual também não me compete opinar.
O que aqui vou colocar é o facto de terem corrido na frente dos nossos olhos centenas de imagens em que o foco principal era a mãe biológica de Isabella. Essas mesmas imagens devem ter corrido os cinco continentes e, assim, convido os leitores a pensarem junto comigo: não vi, em qualquer uma delas, uma expressão de tristeza ou mesmo a postura que seria normal numa mãe que acabara de perder uma filhinha tão tràgicamente!
Faço questão de sublinhar que a minha admiração aqui postada não é isinuante de modo algum e, por isso mesmo, abstive-me de colocar reticências. É simplesmente um contraste sobre o que a meu respeito escrevi no primeiro parágrafo e o que me dá ser observado no comportamento de outrém.