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segunda-feira, fevereiro 22, 2010

sexta-feira, janeiro 01, 2010

Catástrofes


“Vamos enterrar os mortos e cuidar dos vivos!” --- Mais ou menos (…) fôram essas as palavras de frase proferida pelo Marquês de Pombal após a detruição da baixa de Lisboa quando do terramoto e maremoto de 1755. Hoje, conhecedores da palavra “tsunami”, muitos a colocam em substituição a “maremoto”.
Hoje coloquei no Twitter a seguinte mensagem: “Temos que dedicar mais atenção e tempo às causas e combatê-las quando possível, ao invés de nos plantarmos chorando os efeitos e desgraças.”. É quase a mesma sentença do Marquês, mas num só aspecto, pois as causas de uma tragédia são bem diferentes das outras. Aquela foi natural e as actuais têm a mão do bicho homem a cutucar a Natureza.
Os interesses são distintos, mas a burrice é a mesma. Uns constroem resorts e hoteis nas encostas das montanhas beirando o mar, em princípio com a ideia de dar prazer aos futuros clientes, mas visando principalmente o lucro. Jamais se agarram a estudos ambientais e até chegam a ludibriar as leis em concluio com os que deveriam zelar pela sua aplicação.
Outros, sem casa, sem isto e aquilo (…) constroem os seus barracos nas várzeas dos rios, nas margens dos córregos e nas encostas dos morros, tudo sem qualquer estudo ou preocupação.
Nos lugares virgens é raríssimo acontecerem movimentações de terras, desmoronamentos e as enchentes nada mais são do que o espreguiçar dos rios além dos seus leitos.
Nos lugares onde o homem mexe, essas alterações passam a ser frequentes. Os rios são mais caudalosos porque há mais impermeabilização nas localidades e, assim, detonam tudo no seu caminho e ao redor dos seus leitos. As construções populares nunca têm análise técnica e os locais são sempre invadidos. As mais ricas até podem ter essas análises nas suas fundações, mas desprezam a circunvalação.
Está mais do que na hora das autoridades se debruçarem sobre estas questões, mas sempre com o espírito correto da isenção. É de extrema importância que cada prefeitura tenha um gabinete de engenharia geotécnica ou que recorra a serviços de profissionais dessa área. De nada adianta virem com decretações de estado de calamidade e outros que tal, pois até aqui visam os votos de eleição próxima e só.

quarta-feira, maio 20, 2009

Solidariedade: Não!

Da mesma maneira que eu fiz neste espaço, muitos outros também o fizeram, pois a todos revolta o porquê das grandes catástrofes a que assistimos ùltimamente no Norte, Sul e Nordeste do Brasil. Ninguém aponta como vilão o aquecimento solar ou a revolta da Natureza. Os grandes culpados são aqueles a quem um dia o Presidente denominou de "picaretas" e isso e o porquê todos nós sabemos.
Alguns deles mandam-nos lixar. Outros, como o que colocou resposta no Painel do Leitor (Folha de S. Paulo) a críticas recebidas, sacodem o capote com a mesma ladainha de sempre.
Só isto e o histórico do que sempre acontece quando todos somos chamados a ser solidários --- e que somos --- desperta-nos um sentimento de raiva e a decisão de nunca mais ajudar. Eu não ajudo mais! Eles têm obrigação de gerir os seus Estados ou Municípios com ética e responsabilidade. Aqueles que neles votaram ou venham a votar deverão começar a perceber o que está certo e errado e não ficar aguardando esmolas eternamente.
Do Norte passo para o Sul para meter o cacête num tal de Ismael Ratzkob (nome estranho...), que se apropriou de doações de todos nós solidários com o povo sofrido de Santa Catarina e as vendia quando foi preso. Justifica-se ele do seguinte modo:
-- "É sobra de donativos e as Prefeituras não têm onde colocar. Vão fazer um buraco grande, colocar tudo dentro e depois tapar com terra. Vendo porque me foi doado e eu faço com o material o que quiser. Não paguei um centavo por esses produtos. Eu tive custos para ir lá buscar e vendo barato. Quanto aos alimentos, é tudo sobra; são produtos que estão vencendo ou já vencidos e vou doá-los para os meus funcionários ou pegar para mim."
A minha liberdade de expressão não é tão livre assim e, por isso mesmo, se até as insinuações cabíveis são auto censuradas, muito mais o é aquilo que realmente penso como solução para estes crimes hediondos.
Calem-se os apelos próximos ou distantes e que valores mais altos se levantem!...

quinta-feira, maio 07, 2009

Maranhão

São milhares de desabrigados no Maranhão por causa das enchentes que, afinal, se repetem ano após ano. É muita miséria, muita desgraça.
Aqui de longe, misturamos pena com revolta e pensamos sobre o quanto a família Sarney e outros que são os "grandes" do pedaço se preocupam com tudo isso na verdade. O grande culpado é sempre o "aquecimento global"...