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domingo, julho 07, 2019

O Berço

Esta é a minha cidade natal. Estremoz (Alentejo). Mundialmente conhecida por participação importante na história de Portugal, pelos mármores, arte barrística, vinhos e celebridades como eu... Nesse cinturão de muralhas medievais eu nasci. Bem guardado, protegido, como os Reis.

segunda-feira, agosto 13, 2018

sexta-feira, maio 26, 2017

Vinhos Especiais

O melhor vinho tinto blend do Mundo. Classificação da conceituada revista "Decanter". É produzido na cidade de Estremoz, minha terra, por Tiago Cabaço Winery.☑️

quinta-feira, abril 06, 2017

Carnes de Estremoz

O presunto "Varanegra Gourmet" e os Torresmos de Rissol de Estremoz foram premiados com medalhas de Ouro no 7º Concurso Nacional de Enchidos, Ensacados e Presuntos Tradicionais Portugueses.
Esta iniciativa, que o CNEMA promove em conjunto com a Qualifica, realizadas em prova cega, têm como objectivo estimular a produção de qualidade, dar a conhecer os melhores produtos nas diferentes regiões do país, incentivar o seu consumo, promover o encontro de produtores, empresas, técnicos e apreciadores.
Os dois premiados são produto da Salsicharia Estremocence, uma empresa familiar com mais de 35 anos de história, que é hoje uma referência no setor agroalimentar nacional e internacional.

sexta-feira, novembro 25, 2016

Romãs


Acredito que uma das coisas mais gostosas da vida é, com quase 100 anos de idade, voltar a fazer algo que muito fiz na minha infância --- "roubar" fruta do quintal alheio.

Lembro-me tão bem como se hoje tivesse acontecido que, naqueles tempos de tenra idade, na minha cidade natal de Estremoz (Portugal), subia o muro do quintal da D. Conceição, atrás da Rua dos Telheiros, e lá mesmo abocanhava aquelas  lindas e saborosas romãs. Enormes e muito doces. Rachadas de  maduras, era porta de entrada para as formigas que eu acabava  de incluir no bolo alimentar e saborear. Só me apercebia de  algo diferente por causa de um gostinho acre. Dizia-se que  comer formiga fazia os olhos bonitos e talvez seja por isso que  eu me envolvi com algumas belas mulheres muitos anos mais  tarde...

 Há anos que na minha rua, aqui no Brasil, existe um terreno  murado cheio de árvores de frutos diversos, de muitas espécies; pitangas, carambolas, nêsperas, ameixas, laranjas, limões, acerolas, romãs, etc., etc., tudo perdido porque o proprietário faleceu e os herdeiros só esporàdicamente aparecem.

Nunca liguei para aquela fartura e tão pouco alguma vez pensei em pular o muro. Mas lamentava o desperdício quando pensava na multidão de pessoas carentes ávidas de saborear algo a que não têm acesso.

Mercê de um problema de saúde que carrego e para o qual a romã é um dos melhores "medicamentos" naturais, que dizem ser muito eficaz, comprei alguns desses frutos importados, muito caros, e comecei a "namorar" aquelas amadurecendo por cima do muro...

Lembrei-me que tinha um cano de ferro bem comprido entre os badulaques que costumo guardar. Tinha, também, um suporte de extintor da minha velha kombi. Cortei este e soldei-o naquele. Fiz uma garra longa e nenhuma romã escapou. Todas maduras, inclusivamente as bem pequenas. Ainda por lá ficaram muitas mais a aguardar-me para uma segunda apanha...

quinta-feira, maio 12, 2016

Evoramonte

Um dos lugares que mais gosto no Alentejo. Ao fundo vê-se Estremoz. Aqui, foi assinada a Convenção de Evoramonte que colocou um ponto final na disputa entre D. Pedro IV (I do Brasil) e D. Miguel.

segunda-feira, dezembro 28, 2015

A Banda



Com 175anos, a banda da  Sociedade Filarmónica Luzitana de Estremoz é a mais antiga de Portugal em atividade ininterrupta!
Até 1910, a banda designava-se por Real Filarmónica Luzitana, uma banda que foi “Real”, pois animava as festas e os jantares no Paço Ducal de Vila Viçosa no tempo do rei D. Carlos.
Após a implantação da República passou a denominar-se Sociedade Filarmónica Luzitana.
Sem qualquer interrupção, esta banda aposta nos jovens para garantir a sua continuidade!

segunda-feira, outubro 12, 2015

Arredores de Estremoz

Na minha navegação pela Internet, saltou-me à vista este artigo escrito por um e referente a outro cidadão espanhol, cujo tema são os arredores da minha querida Estremoz. Conheço pessoalmente todos os lugares aludidos e, por isso também, a publicação muito me sensibilizou.

El conejo del Alentejo

  • Tres restaurantes para comer en el campo a media hora de Badajoz

Felipe Pla es amigo en Facebook, que es una amistad moderna que tiene su gracia. Felipe se ha convertido en uno de mis gurús de la gastronomía portuguesa. Felipe es de Badajoz (su apellido lo dice todo) y gusta de recorrer ambas lados de la frontera en bici. Este verano, pedaleó por los caminos de la Serra da Ossa, cerca de Estremoz, y se detuvo a comer en un restaurante humilde y campestre llamado Flor da Coutada. Inmediatamente tomé nota y hace un par de semanas me acerqué por allí.
Me encantó el lugar. Si no te fijas bien, parece una granja antes que un restaurante. Tiene un porche con sombra, un comedor pequeño y aseado con las mesas apretadas y un ambiente de casa de comidas que evoca otros tiempos. Cuando entré, me golpeó en la nariz un aroma a estofado delicioso, sonaba desbocada la válvula de una olla exprés y la cocinera trajinaba en los fogones mientras me comentaba los platos que preparaba: sardinas, ensopado, patatas fritas chips, que cortaba con destreza, migas contundentes y unos cachelos o patatas cocidas con piel que acompañarían el bacalao, el cordero o la ternera.
En Flor da Coutada es difícil comer, postre y vino incluidos, por más de 15 euros. Escojo este restaurante para empezar una trilogía de encantadoras casas de comidas campestres situadas en los alrededores de Borba y Estremoz, a media hora de Badajoz.
Flor da Coutada está en un paraje llamado Monte da Vinha. Para llegar a él, hay que coger el cruce de la N-381, dirección Serra da Ossa, situado entre la entrada a Estremoz desde la N-4 de Badajoz a Lisboa y el cruce con el acceso a la autovía. Hay que circular unos tres kilómetros por la N-381 y a la derecha, en medio del campo, Flor da Coutada.
15 kilómetros antes, siempre por la N-4 en dirección a Lisboa, tenemos otros dos sencillos restaurantes de campiña. Justo antes de que la nacional llegué a Borba desde Badajoz, un cruce a la derecha indica Orada. Hay que tomar esa carretera y circular por ella camino de Alcaraviça, una aldeíta de Borba que destaca por sus dos restaurantes tradicionales.
El primero es la Tasca dos Coelhos, cuya dirección señala un cartel: un cruce a la izquierda de la carretera de Orada. Esta tasca de los conejos es uno de los restaurantes más alentejanos que conozco: sencillo hasta decir basta y sin ningún lujo (el retrete de caballeros era de los de agujero en el suelo la última vez que lo visité), pero con unas sopas de tomate con bandejas de tropezones de pan, de longaniza, de morcilla, de torreznos y de pimientos que alimenta a una familia. Y después, conejo, claro: estofado en una salsa hecha con sus menudillos, en tartera de barro, acompañado por bandeja de ensalada de pimientos o de tomate y bandeja de patatas fritas. Si han tomado sopa, con media ración basta para dos, pero en fin, ustedes deciden. Con café, entrantes, vino y algún helado, calculen 25 euros la pareja.
El último restaurante de nuestra ruta campestre se llama O Espalha Brasas. Para llegar a él, deben seguir recto hacia Orada en lugar de coger la dirección de la Tasca dos Coelhos. Unos pocos kilómetros más adelante, un cartel indica a la izquierda el lugar donde, en una sala acristalada y con mucho aparcamiento, puede usted disfrutar con una sopa de gallina excelente, con un cabrito asado, más conejo en tartera o más sopa de tomate tremenda. También tienen bacalao con espinacas, carrilleras de cerdo, gallina de campo. El vino de la casa, servido en jarras, se puede beber y de postre, como novedad, tarta de queso. ¿El precio? Low cost como todo lo que les recomendamos: les costará trabajo llegar a 30 euros la pareja. ¡Ah, invitan a licor digestivo!

sexta-feira, novembro 28, 2014

Vinhos --- Estremocense premiado

O Vinho Monte da Pestana branco 2013, produzido pelo Monte Seis Reis, em Estremoz, foi distinguido com uma medalha de ouro no 1º Concurso de Vinhos do Crédito Agrícola, organizado em parceria com a Associação de Escanções de Portugal.
O concurso decorreu nos passados dias 20 e 21 de Novembro, na FIL, em Lisboa, durante a Feira Portugal Agro. No total, participaram 175 produtores com 280 vinhos brancos e tintos de todo o país.
O vinho premiado é um vinho com alguma complexidade, de perfil inovador e carismático. Na nota de prova oficial do Monte da Pestana branco 2013 pode ler-se “sobressai a fruta e a frescura das castas. Na boca é revelador de boa acidez, com final agradável e intenso.”
Um vinho estremocense ousado e espontâneo que vai certamente conquistar os apreciadores.



In:  https://www.facebook.com/municipioestremoz

quarta-feira, agosto 06, 2014

Branca de Neve

Estremoz, a minha cidade natal no Alentejo, talvez seja a mais branca das cidades alentejanas. O Município enveredou por uma campanha de renovação da caiação ou pintura, o que é muito louvável. Voltará, assim, ao seu esplendor que acirra muito a curiosidade dos forasteiros de todo o Mundo.
(Foto do Município de Estremoz)