Nestes últimos dias temos presenciado decisões incríveis tomadas pelo governo de Israel e, principalmente, ouvido imbecilidades como esta de Binyamin Netanyahu: "Não há decisão da ONU que possa romper 4.000 anos de vínculos entre o povo de Israel e a sua terra".
Fico muito triste quando leio na imprensa este tipo de desabafo que, afinal, não é próprimente um desabafo e sim uma ideia teimosa e uma bestialidade exacerbada.
Fico desapontado quando a Europa, ao longo dos anos, nunca foi capaz de tomar decisões que abrandassem essa irracionalidade de líderes israelitas imbecis.
Fico impressionado ao ver o avanço da ocupação da Palestina sob o real apoio dos EEUU e o dar de ombros e fechar de olhos de outros que acabam por ser coniventes quando deveríam ser oponentes.
Fico revoltado quando um país como o Brasil faz leis que penalizam com muito agravo a liberdade de expressão na crítica aos judeus. Críticas pertinentes que acabam por ser consideradas um crime maior que um latrocínio, em relação ao cumprimento da pena.
Lastimo muito quando quase nada se publica nos meios de informação a respeito desta ocupação criminosa e não se forma opinião dando a conhecer aos mais desinformados o que verdadeiramente se passa naquela região desde 1947.
Não tenho nada contra o povo judeu e até acredito, como sempre acreditei, que na Palestina poderíam viver todos juntos em plena harmonia. Bastava para tal a marginalização da religião em relação ao Estado e a proibição de fundamentalismos descabidos inaceitáveis em pleno século XXI.
Os portugueses como eu, naturais do Alentejo, temos uma relação de identidade muito próxima a árabes e judeus. Frequentemente somos até chamados de mouros pelos meus compatriotas do norte, mas isso em nada nos intimida ou envergonha, antes pelo contrário. Do mesmo modo que os nossos vizinhos do sul da Espanha, corre-nos um pouco desse sangue nas veias. É uma mistura interessante e a mesma jamais me poderia colocar contra o povo judeu ou árabe.
Fico pensando, porém, que os avós de Binyamin Netanyahu não sofreram o holocausto alemão. Se tivessem sido jogados nas câmaras de gás, ele não existiria. Porque razão, então, ele e outros como ele são verdadeiras bestas humanas, reais terroristas?
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terça-feira, dezembro 04, 2012
segunda-feira, janeiro 05, 2009
Holocaustos
Quando o Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, diz não ter existido o holocausto, os judeus ficam arrepiados de raiva. Mas, porque razão eles ficam assim com tanto repúdio, uma vez que eles próprios levam a cabo um verdadeiro holocausto na Palestina há tantos anos!? --- Uma verdadeira hipocrisia! E hipócritas são, também, muitos dos governantes mundiais que ora condenam uma ou outra das partes envolvidas, mudando até mesmo de lado consoante a direção dos ventos...
Não sou historiador nem profundo pesquisador sobre o assunto, sendo os meus conhecimentos sòmente de cultura geral, porém suficientes e bem mastigados para que tenha formado um bolo alimentar de opinião sólida e coerente. Acho que o povo deste Planeta tem que começar a inteirar-se sobre as realidades de problemas como este e pressionar os seus respectivos governantes a debater e a agir com lucidez e alienados de interesses outros.
Em 29 de Novembro de 1947 a ONU decretou a divisão da Palestina (grande erro) em 53% para judeus e 47% para palestinos (outro erro na divisão de percentagens). Foi criado o Estado de Israel e, até aos nossos dias, não foi criado o da Palestina. Para mim, pessoalmente, todo o território foi, é e sempre será Palestina...
Já naquele tempo do êxodus, a Grâ Bretanha (sempre grande vilão nas medidas tomadas aqui e ali) acusava a Agência Judaica de manter dois movimentos armados e, assim, nascia aquilo a que eles, judeus, denominam de terroristas quando se referem aos outros... Não fôsse trágico, seria cómico. A verdade é que, gradativamente, a divisão inicial de 53% x 47% passou para 78% x 22%. E ainda, separados, Cisjordânia e Gaza são territórios militarmente ocupados desde 1967.
E Jerusalém? --- A cidade fica na Cisjordânia, território Palestino. A cada dia Israel ocupa um pouco mais do seu espaço e pretende tomá-la toda para si. A ONU mais uma vez resolveu: metade de cada uma das partes envolvidas na disputa e denominado como cidade internacional o miôlo religioso. Lindo e comovente...
Calem-se aqueles que vociferam tratar-se de uma guerra religiosa, porque não é e nunca foi. Em Jerusalém é totalmente viável a coexistência das 3 religiões e a totalidade do território também é possível ser ocupada por dois países distintos, desde que se respeitem mutuamente. Quando, desde o começo, sempre imperou o espírito expansionista judaico com o desrespeito a resoluções da ONU e este desrespeito conluiado pelos EEUU; quando os palestinos são massacrados, escravizados, só resta uma alternativa: transformarem-se em meninos e homens bomba.
Em todo o mundo multidões se reúnem em protesto e nelas estão englobados árabes, palestinos, judeus e outros. Eles coabitam os mesmos espaços e todos condenam essa guerra suja dos últimos dias. Os governantes deverão meditar sobre isto.
sábado, novembro 08, 2008
O porco e a vaca...
Um avião caiu na floresta. Restaram apenas três sobreviventes: um indiano, um judeu e um argentino.
Caminhando entre as árvores da grande floresta, encontraram uma pequena casa e pediram para passar a noite. O dono da casa disse:
- Minha casa é muito pequena, posso acomodar somente duas pessoas. Um terá que dormir no curral. O indiano respondeu:
- Eu dormirei no curral, sou indiano e hinduísta, necessito praticar o bem. Após uns 30 minutos, batem à porta da casa. Era o indiano, que disse:
- Não posso ficar no curral. Lá tem uma vaca, que é um animal sagrado. Eu não posso dormir junto a um animal sagrado. Então o judeu respondeu:
- Eu dormirei no curral. Somos um povo muito humilde e sem preconceitos. Após uns 30 minutos, batem à porta da casa. Era o judeu, que disse:
- Não posso ficar no curral. Lá tem um porco, que é um animal impuro. Eu não posso dormir junto a um animal que não seja puro. Então, o argentino, 'muy chateado da vida', aceitou dormir no curral. Após uns 30 minutos, batem à porta da casa. Eram o porco e a vaca.
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
CONTRADIÇÕES
Na minha caixa de correio, na Internet, estou recebendo este texto enviado por amigos que entraram nessa corrente. A alguns dos mais chegados respondi com uma pequena nota comentando o assunto e, como continúo recebendo, resolvi publicar no blog como uma participação da minha parte, não sem meter a colher, apesar da minha convicção sobre quanto é melindroso este tema.
Numa primeira leitura do texto conclui-se que o mesmo foi elaborado por um cidadão judeu, quiçá americano...
Não me dei ao trabalho de uma pesquisa sobre exactamente o que Eisenhower tenha ou não dito, mas sempre fico com um pé atrás quando de certos tipos de propaganda americana. Porém, isso não vem tanto ao caso. Todavia reconheço que tem sido atendido totalmente o apelo do ex-presidente no decorrer destas seis décadas.
Estranho muito a revolta manifestada por alguns perante decisões como a do Reino Unido, pois evidencia uma grande contradição ao se comparar com o que sucedeu no Carnaval do Rio de Janeiro, onde a Associação Israelita recorreu à Justiça para proibir a exibição desse tema no desfile de uma das escolas de samba. Não entendo! Essas imagens seriam vistas por muito mais de 40 milhões em todo o mundo...
Exactamente, como foi previsto há cerca de 60 anos
É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças aliadas, General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos.
E o motivo, ele assim explanou: ' Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, em algum ponto ao longo da história, algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca aconteceu'.
'Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam'.
(Edmund Burke)
Relembrando:
Esta semana, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque 'ofendia' a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu...
Este é um presságio assustador sobre o medo que está atingindo o mundo, e o quão facilmente cada país está se deixando levar.
Estamos há mais de 60 anos do término da Segunda Guerra Mundial.
Este email está sendo enviado como uma corrente, em memória dos 6 milhões de judeus,20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, e 1900 padres católicos que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados , mortos de fome e humilhados , enquanto Alemanha e Rússia olhavam em outras direcções.
Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, sustentando que o 'Holocausto é um mito', torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.
A intenção em enviar este email, é que ele seja lido por 40 milhões de pessoas em todo o mundo.
Seja um elo desta corrente e ajude a enviar o email para o mundo todo.
Não o apague. Você gastará, apenas, um minuto do seu tempo a reencaminhá-lo.
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