quinta-feira, junho 14, 2012
sexta-feira, janeiro 20, 2012
domingo, abril 10, 2011
Tiririca
Salário: R$ 26.700,00 Ajuda Custo: R$ 35.053,00 Auxilio Moradia: R$ 3.000,00 Auxilio Gabinete: R$ 60.000,00 Despesa Médica pessoal e familiar: Ilimitada e internacional (livre escolha de medicos e clinicas). Telefone Celular: R$ Ilimitado. Ainda como bônus anual: R$ (+ 2 salários = 53.400,00). Passagens e estadia: primeira classe ou executiva sempre. Reuniões no exterior: dois congressos ou equivalente todo ano. Mensalão: A combinar... Custo médio mensal: R$ 250.000,00 Aposentadoria: total depois de oito anos e com pagamento integral. Fonte de custeio: Nosso bolso!
Dá para chamar ele de palhaço?
Pense bem, quem é o palhaço!?
|
terça-feira, novembro 02, 2010
Ditadura Silenciosa
quinta-feira, julho 15, 2010
Séca-Pimenteiro
domingo, fevereiro 14, 2010
quarta-feira, setembro 30, 2009
Actualidade
Em 1896 Guerra Junqueiro, escritor português, escreveu:
quinta-feira, agosto 20, 2009
Sonhos e realidades
sexta-feira, junho 05, 2009
Está explicado!
Quando Deus fez o Mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas algumas virtudes. Assim:
domingo, abril 19, 2009
Conversa entre amigos
Recebi um e-mail do meu amigo Charneca, um conterrâneo que, como eu, vive no Brasil no Estado do Mato Grosso.
Abaixo tomo a liberdade de transcrever o seu teor na íntegra, bem como a minha resposta ao seu apelo. Em clima de mês de Abril, que nós portugueses vivenciamos com uma sensibilidade própria, esta conversa entre amigos é muito pertinente.
Meus amigos,
Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal, o Eddie. Dizia-lhe eu à boa maneira portuguesa de “coitadinhos”:
Sabes Eddie, nós os portugueses somos pobres...
Esta foi a sua resposta:
João, como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capaz de pagar por um litro de gasolina mais do triplo do que pago eu?
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade, de telefone móvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços bancários e cartas de crédito ao triplo que nos custam nos EUA, ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 dólares o equivalente 20.000? Podem dar 8.000 dólares de presente ao vosso governo e nós não.
Não te entendo.
Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2% de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 20% ainda pagais impostos municipais
Além disso, são vocês que têm “impostos de luxo” como são os impostos na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc, que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300% do valor original e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários, impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das empresas, de circulação automóvel.
Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.
Sois pobres onde João?
Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e de Empresas ligadas ao Estado
Deixa-te de merdas João, sois pobres onde?
Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais ou menos os vossos 2000 €. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações municipais, enquanto que nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.
Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar
Vocês não são pobres, gastam muito mal o vosso dinheiro.
Que vou responder ao Eddie?
Por favor dêem-me sugestões.
___________________________________
Minha sugestão:
Reunamo-nos no nosso Alentejo (como da outra vez...) e comecemos a planear um 26 de Abril. Corrijamos tudo o que se desvirtuou na sequência daquele 25 e, numa adaptação aos novos tempos, introduzamos as medidas necessárias de modo a que o amigo Eddie mude o seu conceito perante uma nova realidade.
Um grande abraço.
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
sexta-feira, outubro 03, 2008
O óbvio...
quarta-feira, setembro 03, 2008
domingo, agosto 24, 2008
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
PARTIDO SOCIALISTA
quinta-feira, janeiro 17, 2008
DIVULGAÇÃO (II)
VALE A PENA LER E DIVULGAR
Mas era uma vez um senhor chamado Jorge Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve. Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores.
Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo?
sexta-feira, novembro 23, 2007
quarta-feira, novembro 21, 2007
sexta-feira, novembro 16, 2007
REVELAÇÕES
Timor Lorosae
O TERRITÓRIO ESTAVA "DESTINADO" À INDONÉSIA DESDE 1963
A integração de Timor-Leste na República Indonésia foi acordada secretamente em Washington por quatro potências anglófonas, em 1963, revelou à Lusa Moisés Silva Fernandes, investigador de ciências políticas e de relações internacionais da Universidade de Lisboa.
Por Henrique Botequilha da Agência Lusa
Através da análise de documentos da época, Moisés Silva Fernandes verificou que altos responsáveis políticos do Reino Unido, Austrália, Estados Unidos da América e Nova Zelândia tiveram dois encontros em 1963, em Washington, onde "chegaram a acordo sobre a incorporação de Timor-Leste, numa política de apaziguamento em relação à Indonésia", afirma o investigador. "Estes encontros foram secretos, Portugal nunca foi informado de nada", adianta.
Um dos documentos analisados por Moisés Silva Fernandes é um telegrama remetido em 13 de Fevereiro de 1963, pela embaixada australiana em Washington para o seu ministro dos Negócios Estrangeiros, em Camberra, no qual dava conta do acordo obtido pelas quatro partes, que nessa data se encontravam na capital norte-americana para a primeira das suas reuniões. "Sobre Timor, todos concordámos que mais tarde ou mais cedo a Indonésia vai apoderar-se da parte portuguesa da ilha de Timor e todos à volta da mesa tornaram bem claro que os seus governos não estavam preparados para envolver forças militares para evitar esta situação", lê-se no relatório da diplomacia australiana.
Noutro dos documentos encontrados pelo investigador português no Arquivo Nacional da Austrália, e recentemente abertos à consulta pública, consta um outro texto, escrito pelo embaixador da Austrália em Jacarta para o seu primeiro-ministro, Robert Menzies, datado de 7 de Março de 1963 e com a classificação "top secret". "Devemos ao mesmo tempo convencer os indonésios que não teremos objecções a uma eventual incorporação do Timor português na Indonésia, desde que isto venha a ocorrer através do uso de meios aceitáveis", afirma o diplomata australiano, confirmando o acordo obtido em Washington.
Em Outubro de 1963, os quatro países anglófonos voltaram a reunir consenso sobre Timor-Leste em Washington. "O ideal do nosso ponto de vista seria que os portugueses cedessem Timor de boa vontade e de um modo que a transferência para a Indonésia não seja o resultado de uma agressão ou de um movimento cínico apaziguador para o Presidente (indonésio) Sukarno, lê-se num documento secreto de preparação da diplomacia londrina para o segundo encontro quadripartido e agora encontrado por Moisés Silva Fernandes no arquivo do "Foreign Office" britânico.
Para o investigador português, a interpretação destes novos dados é clara. "Onde outros podem ver 'realpolitik', eu vejo cinismo", comenta. A Indonésia invadiu Timor-Leste em 7 de Dezembro de 1975, 12 anos após estas reuniões secretas, e, com o silêncio das potências ocidentais, ocupou o território até à consulta popular de 30 de Agosto de 1999, cujo resultado conduziu à independência do país asiático de expressão portuguesa.
Moisés Silva Fernandes vai revelar as suas conclusões, do ponto de vista académico, sexta-feira, 16 de Novembro, num seminário na Universidade de Oxford sobre assuntos portugueses e lusófonos. Mais tarde, planeia escrever um artigo sobre as suas revelações históricas a propósito de Timor-Leste, em inglês, na revista científica de estudos internacionais South European Society & Politics e incluir os novos elementos históricos, em português, num livro dedicado aos anos de 1974 e 1975 em Timor-Leste, a lançar em 2008.
In "Notícias Lusófonas"
domingo, novembro 11, 2007
DIPLOMACIA ATROPELADA








