segunda-feira, abril 30, 2007
INFORMAÇÕES SOBRE MEDICAMENTOS
sábado, abril 28, 2007
28 DE ABRIL; NADA A COMEMORAR!
quinta-feira, abril 26, 2007
quarta-feira, abril 18, 2007
OUTROS ESPAÇOS, OUTROS BLOGS
quarta-feira, abril 11, 2007
ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS
sábado, abril 07, 2007
AS RAIZES DA VIOLÊNCIA EM TIMOR LESTE
quinta-feira, março 08, 2007
O ÚLTIMO VÔO SOBRE TIMOR
Tomei emprestado o título do livro para esta minha crónica de hoje...Até 1975 poucos haviam por esse mundo fóra que tivessem ouvido falar de Timor, enquanto Província Ultramarina portuguesa (colónia). Até mesmo a generalidade dos portugueses pouco daquelas terras conheciam, a não ser o "b, a, ba" das cartilhas de geografia do ensino primário que referiam o nome de duas ou três cidades, de uma ou duas montanhas e um resumo da organização política. domingo, fevereiro 25, 2007
PLANTE UMA ÁRVORE
A cidade de Campinas, onde actualmente resido, é uma das mais arborizadas do Brasil. Esta afirmação e a respectiva constatação seria um grande orgulho para os seus habitantes, não fôsse o facto lamentável de se verificar que aqui ocorre diàriamente um grande desmatamento. É isso! Desmatamento parece ser a grande moda neste país. Olhamos para a Amazónia e vemos as grandes barbaridades que ali se praticam e sentimos que nada podemos fazer para estancá-las. Olhamos para esta cidade e notamos, em escala infinitamente menor, mas dentro das respectivas proporções um mal tamanho tal e qual. O morador de certa rua acha que a árvore existente defronte à sua casa solta muitas folhas no chão; ele não pega a vassoura para varrer essas folhas ou, sentindo que está sendo maçante esse trabalho de todos os dias em determinada época do ano, pega a serra elétrica, o machado e a picarêta. Um outro faz o mesmo se achar que já se saturou de ver aquela árvore todos os dias... Um outro abriu um ponto de venda de sorvetes e colocou aquela placa de propaganda, mas que aquele Ipê roxo lindíssimo obstruía a visão e ele usou dos mesmod métodos. E assim se contam mil motivos e outras tantas acções drásticas. Temos que fazer alguma coisa para mudar esta situação. Pela minha parte, plantei há sete anos atrás um Ipê amarelo, a única árvore do meu lado da ruae que deu as primeiras flores o ano passado. E estou escrevendo estas linhas com a esperança que sejam lidas por alguns visitantes da minha página e passem o recado para a frente... São duas pequenas acções, mas também podem, juntamente com outras, ser parte do nascimento de um grande movimento nacional ou até mesmo mundial.
Estima-se que a população de nosso planeta seja de mais de 6 bilhões de habitantes. Se cada cidadão capaz, plantar uma árvore que o represente e mais outra para compensar a que uma criança ou incapaz deixará de plantar, serão no mínimo 6 bilhões de árvores. Ao longo da minha vida já plantei muitas e pretendo continuar plantando.
Procure as instituições que doam mudas e plante também a sua árvore. Denuncie os desmatamentos. Impeça algum conhecido seu de destruir uma árvore. Se não houver jeito e tiver que retirar uma, plante mais três em seu lugar ou próximo dele. Jamais arranque árvores de matas ciliares (ao longo de rios, ao redor de lagos, riachos, etc) ou próximas de mananciais .Ajude a arrumar o nosso Planeta.
Episódio histórico concernente:
Em 1857, devido a grave seca que se abateu sobre o Rio de Janeiro, a mando de D.PEDRO II, desapropriaram-se fazendas ocupadas pelas plantações de café .Sob a incumbência do Major Archer, primeiro administrador da Floresta, foram plantadas, entre 1861 e 1874, cem mil árvores com a ajuda de seis africanos - Constantino, Eleuthério, Leopoldo, Manoel, Matheus, Maria -- e alguns outros assistentes. Conseguiram recuperar os mananciais do Rio de Janeiro num processo que transformou o local na maior floresta urbana do mundo e acabaram com a seca. Os gestos do imperador Pedro II na preservação das águas e das matas no século XIX, ainda não foram igualados, mesmo que a necessidade de plantio de florestas tivesse crescido agudamente no século XX. Ele resume, como um ícone, a atuação de todos os brasileiros na defesa das águas, das florestas e do meio ambiente entre os séculos XVI e XIX. Se certos historiadores tentam apagar da memória esse gesto que deu certo, não têm como esconder a mata tropical do Corcovado, sobre a qual brilha o Cristo Redentor. A floresta da Tijuca, onde o país orgulhosamente levou em visita todos os chefes de Estado que participavam da Rio-92, continua sendo um caso único.
RENOVE O OXIGÊNIO-PLANTETA!!!
sábado, fevereiro 24, 2007
NOTÍCIAS DE TIMOR
Missão: Reforço do Subagrupamento Bravo
Mais 60 militares da GNR estão a caminho de Timor
O aumento da presença de militares da GNR em Timor, actualmente de 143 homens, foi admitido ontem pelo Ministério da Administração Interna. Para o titular da pasta, António Costa, há a possibilidade de destacar mais dois pelotões (60 militares), mas é necessário regular uma série de questões com a ONU.“Primeiro é necessário que as Nações Unidas assinem com Portugal o acordo de integração das nossas forças na missão das Nações Unidas, que tem estado a decorrer sem acordo. Depois é preciso que as condições materiais necessárias possam ser garantidas para que a missão se concretize”, disse António Costa.Um ponto sensível é a questão dos custos, dado que cabe à ONU pagar 60 por cento das despesas da participação da GNR nesta missão internacional, o que não está a ser cumprido. O ministro da Administração Interna afirmou que o actual contingente irá cumprir a missão até Junho, mas sublinhou que para o reforçar é fundamental que a ONU “também complete todos os arranjos administrativos”. A missão de Portugal em Timor implica “aumento de pessoal, reforço de equipamento e maior despesa”, sustentou. Ora, sem o acordo da ONU, têm sido Portugal e o Estado de Timor-Leste a pagar a factura. “É necessário que as Nações Unidas concretizem rapidamente a sua parte do acordo”, porque “Portugal e Timor têm cumprido”, afirmou António Costa. “Uma coisa é estarmos disponíveis, outra é haver acordo para o envio dessas forças”, concluiu.
TIROTEIO EM DÍLI FAZ UM MORTOUm timorense foi morto e dois outros ficaram gravemente feridos num incidente, ontem de manhã, com as Forças de Estabilização Internacional (ISF), no aeroporto de Díli. Numa curta declaração feita à imprensa junto ao local do acontecimento, um porta-voz das ISF declarou que o incidente ocorreu quando um soldado das ISF “respondeu disparando” a um ataque. “As ISF darão cooperação total à polícia das Nações Unidas durante as investigações do incidente”, refere a declaração. O tiroteio aconteceu horas depois de o Conselho de Segurança ter aprovado o reforço e prolongamento por um ano da Missão Internacional de Paz e de Ramos-Horta anunciar que vai candidatar-se à presidência da República, contando com o apoio do actual chefe de Estado, Xanana Gusmão. O actual primeiro-ministro diz que só tomou a decisão depois de lhe ter sido manifestado apoio de diferentes sectores da sociedade timorense.
In "Correio da Manhã" ed. 24-02-2007
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
MANHÃ, TRISTE MANHÃ...
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
NAQUELE TEMPO...
“Ordinariamente, todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o ESTADISTA. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?”
(Eça de Queiroz, 1867 em “O distrito de Évora”)
terça-feira, fevereiro 20, 2007
PORTUGAL VALE A PENA!
sábado, fevereiro 17, 2007
GUERRA JUNQUEIRO
FÓRMULA 1
BENEFÍCIOS DA BÔRRA DE CAFÉ
CAFÉ. A NOVA ARMA CONTRA O MOSQUITO DA DENGUE!
Esta seria, sem dúvida, uma manchete que despertaria a atenção e o interesse de todos quantos a lêssem ou ouvissem em qualquer um dos meios de comunicação.
Mas, porque razão não existe essa divulgação, uma vez que está constatada a sua veracidade? Simples: As prefeituras arrecadam todos os anos uma polpuda verba extra orçamentária, por parte do Governo Federal, por conta do temível mosquitinho!!!
Assim, cabe a este blogueiro e a tantas outras pessoas fazer essa divulgação com as ferramentas que temos à mão, na expectativa de preenchermos um universo imenso que venha a ter conhecimento de algo importantíssimo para a saúde pública. Finalmente, no bôca-a-bôca o conhecimento se popularizará.
É importante lembrar: Verão e dengue andam juntos!
TRANSCRIÇÃO:
Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto),durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.
O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias.
A borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas tem custo zero. O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusivamente sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal.
Os especialistas em saúde pública, entre eles médicos sanitaristas, estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da ameaça da Dengue 3, possível de acontecer devido às fortes enxurradas de final de ano, surge outra ameaça,proveniente do exterior: a da Dengue tipo 4.
Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína da borra de café por mililitro de água bloqueia o desenvolvimento da larva no segundo de seus quatro estágios e reduz o tempo de vida dos mosquitos adultos.
Em seu estudo ela demonstrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas esterases, responsáveis por processos fisiológicos fundamentais como o metabolismo hormonal e da reprodução, podendo ser essa a causa dos
efeitos verificados sobre a larva e o inseto adulto.
A solução com cafeína pode ser feita com duas colheres de sopa de borra de café para cada meio copo de água, o que facilita o uso pela população de baixa renda e pode ser aplicada em pratos que ficam sob vasos com plantas, dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos, jardins e hortas. O mosquito se desenvolve até mesmo na película fina de água que às vezes se forma sobre a terra endurecida dos jardins e hortas; também na água dos ralos e de outros recipientes com água parada (pneus,garrafas, latas, caixas d'água etc.).
"A borra não precisa ser diluída em água para ser usada", diz a bióloga.
Pode ser colocada diretamente nos recipientes, já que a água que escorre depois de regar as plantas vai diluí-la. Ou seja: ela recomenda que a borra de café passe a ser usada, também, como um adubo ecologicamente correto. Atualmente, o método mais usado no combate ao Aedes aegypti é a aspersão dos inseticidas organofosforados, altamente tóxicos para homens, animais e plantas.
Que tal colaborarmos, repassando a msg e aplicando a borra de café???
Luciana Rocha Antunes
Bióloga - especialista em Gestão Ambiental
Mestranda em Agroecologia e Desenv. Rural
UFSCar e Embrapa Meio Ambiente
Tel: +55 19 81567751
lurantunes@yahoo. com.br
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
MAIORIDADE PENAL
sábado, fevereiro 03, 2007
ROMANCE GRAMATICAL
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
DR. HAMILTON NAKI
Hamilton Naki, um sul-africano negro, de 78 anos, morreu no final de maio. A notícia não rendeu manchetes, mas a história dele é uma das mais extraordinárias do século 20. "The Economist" contou-a em seu obituário desta semana.
Naki era um grande cirurgião. Foi ele quem retirou do corpo da doadora o coração transplantado para o peito de Louis Washkanky, em dezembro de 1967, na cidade do Cabo, na África do Sul, na primeira operação de transplante cardíaco humano bem-sucedida. É um trabalho delicadíssimo. O coração doado tem de ser retirado e preservado com o máximo cuidado. Naki era talvez o segundo homem mais importante na equipe que fez o primeiro transplante cardíaco da história. Mas não podia aparecer porque era negro no país do apartheid.
O cirurgião-chefe do grupo, o branco Christian Barnard, tornou-se uma celebridade instantânea. Mas Hamilton Naki não podia nem sair nas fotografias da equipe. Quando apareceu numa, por descuido, o hospital informou que era um faxineiro.
Naki usava jaleco e máscara, mas jamais estudara medicina ou cirurgia. Tinha largado a escola aos 14 anos. Era jardineiro na Escola de Medicina da Cidade do Cabo. Mas aprendia depressa e era curioso. Tornou-se o faz-tudo na clínica cirúrgica da escola, onde os médicos brancos treinavam as técnicas de transplante em cães e porcos. Começou limpando os chiqueiros. Aprendeu cirurgia assistindo experiências com animais. Tornou-se um cirurgião excepcional, a tal ponto que Barnard requisitou-o para sua equipe. Era uma quebra das leis sul-africanas. Naki, negro, não podia operar pacientes nem tocar no sangue de brancos. Mas o hospital abriu uma excepção para ele. Virou um cirurgião, mas clandestino. Era o melhor, dava aulas aos estudantes brancos, mas ganhava salário de técnico de laboratório, o máximo que o hospital podia pagar a um negro. Vivia num barraco sem luz elétrica nem água corrente, num gueto da periferia. Depois que o apartheid acabou, ganhou uma condecoração e um diploma de médico honorário.
Ele nunca reclamou das injustiças que sofreu durante toda a vida. Este assunto foi matéria de quase todos os grandes jornais norte-americanos. Não se tem notícia de sua divulgação na imprensa brasileira. A versão em português foi extraída da página de hoje da Aliança Cooperativista Nacional - Unimed. A foto de rosto foi obtida na página da Internet do “The Washington Post”, dos Estados Unidos, e a outra na do “The Age”, da Austrália.
sábado, janeiro 27, 2007
ARQUIVO DO MINISTÉRIO DO ULTRAMAR
Gulbenkian vai recuperar arquivo do Ministério do Ultramar
O extinto Arquivo do Ministério do Ultramar vai ser reconstituído no âmbito de um projecto financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, hoje iniciado através de um protocolo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
O protocolo foi assinado no Palácio das Necessidades, em Lisboa, pelo presidente da Fundação, Emílio Rui Vilar, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, e pelo coordenador científico do projecto, o historiador José Mattoso.
Na cerimónia, o presidente da Fundação revelou que o projecto para tornar estes documentos acessíveis ao público surgiu depois do professor José Mattos o ter alertado para a necessidade «indispensável e urgente» de tratar o espólio, disperso por vários ministérios desde a extinção do Ministério do Ultramar, em 1974.
«A Gulbenkian tem já uma tradição de recuperação deste património, portanto ficámos conscientes da importância histórica da preservação da memória e da divulgação destes arquivos», salientou Rui Vilar.
O protocolo assinala o arranque do Projecto de Reconstituição Virtual do extinto Arquivo do Ministério do Ultramar, estando previstas colaborações institucionais com outros ministérios que detenham partes desse vasto espólio.
Esta primeira fase abrange os arquivos existentes no Instituto de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD) e do Instituto Histórico Diplomático, ambos sob a tutela do MNE, e será financiada com 100 mil euros pela Gulbenkian.
Segundo o professor José Mattoso, trata-se de «uma monstruosa tarefa até agora considerada sem solução» e terá a participação de uma equipa organizada pela empresa BSAFE, composta por oito arquivistas e especialistas de diversas áreas.
«Os arquivos dispersos remontam ao início do século XX e encontram-se em grande desorganização. Em Portugal não se procedeu a uma integração destes arquivos de uma forma regular e esta documentação tornou-se inacessível», lamentou o historiador.
José Mattoso referiu ainda que «há um interesse crescente dos países europeus com ligações a África e dos próprios países africanos, sobretudo as ex-colónias portuguesas, em conhecer e estudar o seu passado».
«Esta é uma tarefa da responsabilidade do Estado, mas devido ao constrangimento financeiro da administração pública não é actualmente uma prioridade, justificando-se a intervenção das entidades privadas», considerou, comentando que este protocolo com a Gulbenkian «formaliza um acordo exemplar».
O ministro Luís Amado elogiou a iniciativa da Fundação, «que teve a generosidade de desenvolver este grande projecto».
«Temos uma história muito rica que é preciso cuidar e a Gulbenkian tem feito um trabalho brilhante neste domínio, na tentativa de preservação dessa memória», sublinhou.
Os responsáveis pelo projecto vão partir de um primeiro diagnóstico já realizado pela Gulbenkian, mas desconhecem quanto tempo irá demorar a recolha e o tratamento da documentação, cuja dimensão real se desconhece, finda a qual será disponibilizada online.
José Mattoso disse à Lusa que os arquivos «vão manter-se património do Estado e será a administração pública que irá decidir quais dos documentos tratados poderão ser consultados pelo público».
«Não é possível quantificá-los. Sabemos que são muitos quilómetros de arquivos diversos que foram sendo acumulados e cujo estado real está também por avaliar», comentou.
Entre os milhares de documentos contam-se comunicações, cartas e outros documentos oficiais da antiga polícia política (PIDE), registos sobre os movimentos independentistas das ex-colónias portuguesas, obras públicas e levantamentos sobre os recursos territoriais.
Diário Digital / Lusa
25-01-2007 13:10:00
domingo, janeiro 21, 2007
PARAÍSO CHAMADO TIMOR
Naqueles tempos, durante a semana ía várias vezes à praia da Areia Branca. No caminho desfrutávamos vistas como esta dos "beiros" dos pescadores na areia aguardando para saír ou chegando da faina.
A "Areia Branca" era uma praia tranquila, como muitas outras nas cercanias de Díli, mas tinha alguns melhoramentos para nos proporcionar um melhor bem estar.
Timor dáva-nos essa tranquilidade em qualquer lugar.
No meu caso, usufruindo de um previlégio que poucos tiveram, levava junto a esposa e a filhinha timorense.
Outras vezes ía decidido a fazer uma das coisas que mais gostava: mergulhar!
E como era deslumbrante toda aquela vida submarina!!!
Um banco maravilhoso de corais! Guardo, até hoje, uma colecção de conchas apanhadas por mim.
sexta-feira, janeiro 19, 2007
PROFESSORES PARA TIMOR
sábado, janeiro 06, 2007
GOLPE DO TELEFONE - Utilidade Pública -
terça-feira, janeiro 02, 2007
ÉTICA. O QUE É ISSO?
| Não! Acredito que não esteja só. Não quero crer que eu seja um único exemplar de espécie em extinção. Porém, não vejo ninguém a apontar o dedo; não leio nada a respeito;não escuto um grito de revolta. Naquele ou no outro jornal impresso não se lê uma crítica ou denúncia sobre a má qualidade de um produto ou sobre uma propaganda enganosa de empresa que do mesmo seja cliente. Nas rádios é a mesma coisa e nas redes de televisão também. É o materialismo sobrepondo-se ao moralismo e de maneira arrasadora. Há tempos que determinada rede de rádio e televisão vem gritando e esperneando por causa de monopólio de uma outra com relação às transmissões de jogos de futebol, sendo que a primeira dedica grande parte do seu tempo de transmissão ao desporto ao contrário do que acontece na última. Sempre dei razão a essa reclamação, pois que me via privado de assistir a um jogo importante, simplesmente porque a emissora monopolista optava pela exibição de mais um capítulo daquela novela, que é o seu carro chefe, não abrindo mão dos direitos de transmissão do jogo para qualquer uma outra. Últimamente até que fez um acordo com uma terceira e lhe empurrou algumas migalhas. A outra esbraveava ainda mais e até entrou ou pensou em entrar com uma acção na Justiça. Há poucos dias, a que tanto reclamou, que tanto bateu, que tanto xingou, fez um acordo com a do monopólio e vai receber as migalhas daquela terceira que agora ficou isolada. Retirou ou decidiu não entrar com a acção... E, pasmem, não ventila nada sobre esse acordo mas faz uma propaganda e tanto à sua nova grelha de transmissão de jogos de futebol. Temos também aquele programa de empréstimos de capital, por parte das Financeiras e Bancos, destinado aos aposentados e que lhes será descontado em folha pela entidade pagadora dos seus benefícios. Para os que emprestam o dinheiro é um verdadeiro negócio da China, sem riscos e com garantia total. O número dessas instituições aumentou assustadoramente e em qualquer esquina vemos uma. Em contrapartida, aquele coitado que ganha 500 paus por mês e se beneficia de um empréstimo de 3 mil, chega num momento em que terá que fazer um outro para poder pagar aquele e a bola de neve vai aumentando. Chega a hora em que não tem para comer até que a sua conta esteja liquidada. A propaganda paga que os meios de comunicação fazem desse programa é impressionante. Nada contra. Tudo a favor... Ninguém explica a esses coitados que tudo não passa de uma arapuca. Não vou deixar de assistir a um ou outro programa de televisão, não deixarei de pagar a assinatura do meu jornal e não desligarei o meu rádio de cabeceira que fica ligado 24 horas, por causa de toda essa falta de ética. Afinal, tenho que estar actualizado para poder criticar e sentir o meio em que estou vivendo. |
segunda-feira, janeiro 01, 2007
MANUAIS DA CÂMERA DIGITAL SONY W5
| Tive grandes dificuldades em tentar traduzir os manuais em inglês, principalmente pelo tamanho. Numa pesquisa na Internet também foi difícil encontrar alguma coisa grátis... mas encontrei. Por isso, proponho-me a ajudar outros utentes desta câmera que tenham as mesmas dificuldades. http://www.sonydigital-link.com/manuals/manuals.asp?l=pt&sc=DSC&searchModelName=DSC-W5 MANUAL DA CAMERA SONY W5 Até à página 106 – Espanhol Da 107 em diante – Português http://pdf.crse.com/manuals/2586553321.pdf “LEIA ISTO PRIMEIRO” Resumo das instruções de operação |
terça-feira, dezembro 26, 2006
MENSAGEM DE RAMOS HORTA A BIN LADEN
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Por achar muito importante e oportuno e por se tratar de assunto directamente ligado a Timor, origem da criação deste blog, tomo a liberdade de transcrever o artigo abaixo.Ramos-Horta pede compaixão ao "irmão" Bin Laden 26.12.2006 - 11h09 PUBLICO.PT, APO primeiro-ministro timorense, José Ramos-Horta, enviou felicitações de Natal a Osama bin Laden e pediu compaixão ao "irmão" líder da rede terrorista Al Qaeda.A mensagem surgiu em resposta a um pedido da estação britânica BBC, que convidou o Nobel da Paz e outros líderes mundiais e personalidades internacionais a endereçarem uma mensagem natalícia a um indivíduo ou grupo à sua escolha.Ramos-Horta pediu compaixão a Bin Laden, que apelidou de "irmão". "Não odeio um único muçulmano, não odeio um único indonésio", afirmou Ramos-Horta. "Essa é a única diferença entre você e eu, meu irmão Osama bin Laden."Em declarações à rádio Antena 1, Ramos-Horta explica que tratou Bin Laden por "irmão" porque considera todos os seres humanos "filhos do mesmo criador".O Nobel da Paz sugeriu ainda a Bin Laden "que abandone o ódio e a violência e use meios pacíficos para fazer vingar os direitos, a justiça que ele reivindica em relação aos muçulmanos, em relação ao povo palestiniano" ."Eu decidi fazer algo diferente — não o óbvio, o evidente — e fazer uma mensagem dirigida a Osama Bin Laden. E fiz a mensagem no sentido de que, fazendo a diferença entre mim e ele, ele revela um profundo ódio em relação a cristãos, europeus, americanos por séculos de humilhação dos muçulmanos, pelo que está a acontecer aos palestinianos" , resumiu em declarações à rádio portuguesa."Eu, que partilho com ele o mesmo Deus — o Deus que ensina amor a compaixão —, sendo de Timor-leste, país católico, invadido pelo maior país muçulmano do mundo. E eu, que perdi também irmãos, irmãs nesta guerra, irmãos meus de sangue e também timorenses não tenho ódio em relação a nenhum muçulmano ou a algum indonésio", justificou.In jornal "Público"
segunda-feira, dezembro 25, 2006
PORTA GIRATÓRIA
sábado, dezembro 23, 2006
|
"Meu Natal Timor
Meu primeiro Natal!
Quantos anos tinha?
Nunca o soube ao certo!
Minha mãe-menina
Fez o seu presépio
Uma encosta arrancada a Ramelau
Com uma gruta ausente
Cheia de maromak
E perfume de coco
.Um búfalo e um kuda
E o bafo quente dos seus pulmões.
E o menino sobre a palha de arroz
E folhas de cafeeiro.
Um menino branco
Igual aos que chegavam de longe.
- Inan, quem é?-
É o Maromak filho e teu irmão!
E eu recuei, porque via no berço
Um menino rosado
Um menino branco
Igual aos que chegavam de longe.
- Ele é mais do que todos teu irmão...-
Mas como pode ser meu irmão ?-
É teu irmão: Firma-Lhe bem os olhos, meu Amor!
E eu obedecendo
Firmei-me todo n' EleE vejo-O desde então
Também da minha cor.
Poema de Ruy Belo |
domingo, dezembro 17, 2006
CAMPEÃO MUNDIAL
|
Em Portugal sempre fui um grande torcedor do BENFICA. Acho que pelas cores vermelho e branco. Quando emigrei para o Brasil na década de 70 o meu primeiro endereço foi na cidade de Rio Grande no Estado do Rio Grande do Sul; mais tarde em Porto Alegre e Canoas. E no Rio Grande do Sul para quem eu iria torcer? Vermelho e branco, igualzinho ao BENFICA, com uma massa de torcedores incrível e popular e no auge de grandes campanhas, só poderia ser o INTERNACIONAL.
até hoje o meu coração é vermelho e branco; é vermelho e branco o meu coração!!!
HOJE FÔMOS CAMPEÕES EM TÓQUIO! CAMPEÕES DO MUNDO!
Por uma série de factores, esse grito estava encravado, atravessado na minha garganta. Pelos insucessos do BENFICA naqueles anos em que se denominava Taça Intercontinental e porque o grande rival do INTERNACIONAL, o GRÉMIO, já tem esse título...
Saudações COLORADAS para todos em todo o MUNDO! |
sábado, dezembro 16, 2006
LÍNGUA PORTUGUESA
| Apenas e somente a Língua Portuguesa permite escrever isto Pedro Paulo Pereira Pinto Pires, pequeno pintor, português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirinéus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. – Paris! Paris! - proferiu Pedro Paulo. – Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para a província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: – Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. – Porque pintas porcarias? – Papai – proferiu Pedro Paulo –, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto, pararei. (E achamos nós o máximo quando conseguimos dizer: 'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma'!...) Autor desconhecido |
