domingo, julho 22, 2007

VOANDO NO TEMPO

Campanha de propaganda na TV: "A melhor manutenção do Mundo em Air Bus!"
Acidente em S. Paulo - 1996: O reverso não funcionou e os dispositivos de reserva também não.
Explosão em 1997 - 1997: Indicado um professor como bombista. Não foi bomba.
Julho - 1998: Aterrou em Guarapari (ES) pensando ser Vitória (ES).
Setembro - 2001: Soltou-se peça da turbina e furou a fuselagem. Uma passageira morreu.
Agosto - 2002: Dois aviões da mesma companhia caiem no mesmo dia.
Abril - 2002: Uma porta se abriu e um passageiro quase caíu.
Em Curitiba - 2003: Atravessou a pista. Reverso com defeito. Excesso de carga.
Novembro - 2003: Florianópolis.
Acrescentando mais o seguinte: Helicóptero novíssimo caíu e matou o presidente da companhia. Pneus velhos estourando. Só os aviões Fokker desta companhia teem problemas; no resto do mundo não. Muitos acidentes não fôram noticiados: Navegantes, Rio, Cuiabá. Cortes nos custos de manutenção. Pessoal sem folgas. Vôos com pouco combustível. Falta de treinamento. Rotatividade de mão de obra.

sábado, julho 21, 2007

TIMOR --- O IMPASSE

A convocação das eleições antecipadas surge na sequência da dissolução do Parlamento e poderá ocorrer, entre outros, em caso de grave crise institucional que não permita a formação de governo. Mas não pode ser dissolvido nos seis meses posteriores à sua eleição. Além disso, o país é muito pobre e jamais poderá seguir um exemplo como muitas vezes vimos na Itália, realizando eleições antecipadas frequentemente devido a instabilidades por causa de governos minoritários.
Que bom seria poder transplantar essas situações por que tanto passaram os italianos, pois era um sinal de que tudo ía correndo bem fóra dos meandros da política, com o país em progresso constante e os timorenses felizes e alienados de detalhes outros que não empregos e paz.
Não conheço bem o senhor Mário Carrascalão. Foi governador de Timor indicado pelo governo indonésio nos tempos de chumbo. Talvez ele sempre tenha tido o interesse de zelar pelo seu povo, bem lá no fundo, com todas as cautelas indispensáveis. Porém, parece ser ele o maior entrave a uma solução para o actual impasse de governabilidade e eu fico meio confuso.

TEMPOS E VENTOS

Confesso que começo a ficar preocupado.
Jamais pensei em ter que escrever algo a respeito e a ter que juntar esses três símbolos como ilustração...
Recordo-me daquelas juventudes ligadas às ditaduras fascistas na Alemanha de Hitler, no Portugal de Salazar, na Espanha de Franco e outras que tanto, quando me deparo com posturas semelhantes nos dias de hoje aqui no Brasil. Será que eu estou exagerando? Talvez! Mas estou ficando muito preocupado e acho que devemos tomar certos cuidados.
Nestas paragens da Internet e não só, pois também se constata o mesmo nas conversas de rua e outros locais, há reacções muito agressivas quando algo se escreve ou se comenta como crítica ao governo instalado ou a alguns elementos do mesmo. E essas reacções são por parte de postulantes jóvens, muitos dos quais desfalcados de conhecimentos da história recente. Nota-se que essas pessoas estão totalmente cegas e obcecadas. Fanáticas, mesmo.
Cronistas ou comentaristas da mídea em geral são atacados sem escrúpulos, mercê daquilo que escrevem ou comentam sobre fatos relevantes que acontecem no dia-a-dia e que, de algum modo colocam em cheque algum membro do governo, principalmente se este é do PT.
Pessoalmente, uso muito a Internet para me comunicar com os meus amigos, entre outras coisas. Muitos, até mesmo a maioria, são amigos virtuais que vou conhecendo gradativamente e, a certa altura, elejo um pequeno grupo que passa a ser especial pela abertura e confiança. É normal receber e-mails com matérias de cunho político e anexos com charges, audio e vídeo. Costumo partilhá-los com os demais e acaba por se tornar uma espécie de corrente. O interessante é que algumas vezes acabo por receber de alguns dos amigos referidos (não os do grupo especial) manifestações de protesto e até ofensivas, como foi um caso de ontem que me incutiu a escrever estas linhas hoje. Chegam essas pessoas a agir como se fôsse eu o autor daquilo que lhes enviei... E até antecipam não estar receptivos a réplica.
É preocupante!

sexta-feira, julho 20, 2007

E, por favor, não inventem de dar o nome daquele que hoje acabou de falecer, a qualquer aeroporto!!! Seria uma grande MALVADEZA!

quarta-feira, julho 18, 2007

TRAGÉDIA ANUNCIADA

Não encontrei outro título para a minha crónica que mais apropriado fôsse. Infelizmente!
A actual situação caótica em que se encontra a aviação civil brasileira não nasceu ontem, não vem desde o acidente com o avião da Gol, há dez meses atrás e, até mesmo, não começou quando daquele acidente com outro avião da TAM, no mesmo aeroporto de Congonhas, o qual caíu sobre os prédios circundantes. Como costumamos dizer por aqui, "o buraco é mais em baixo"...
O aeroporto de Congonhas é o mais movimentado do país e localiza-se no coração da cidade de São Paulo. Isso, por si só, já é um absurdo. Há anos atrás percebeu-se isso e resolveu-se construir um grande aeroporto internacional em área aberta, ficando aquele para as linhas da ponte aérea Rio - S. Paulo e outras domésticas.
Cometeram-se dois erros crassos! Construiram o novo em Guarulhos numa região que tem nevoeiros 300 dias por ano. Não se deu muita atenção a Congonhas que acabou por ficar saturado outra vez. E, quanto ao de Viracopos, na cidade de Campinas (78 km de S. Paulo), que já operava com vôos internacionais e numa região que tem um dos melhores climas do país, nem pensar em mexer, não obstante o grande número de vozes que se levantaram elegendo-o como a melhor e única opção viável. Sempre os interesses pessoais de uma minoria prevaleceram, em detrimento dos da sociedade como um todo.
Já faz um bom tempo que se levantou nòvamente a hipótese de Viracopos como solução para os muitos problemas que se vêem avolumando nos outros aeroportos. A coisa começou a ganhar força. Ampliaram-se algumas instalações. Porém, arrasta-se há muito tempo a aprovação de licenças ambientais e outras, surgindo a cada dia novos empecilhos. Outra vez estamos diante de interesses ocultos... Viracopos é a solução! Com a construção da segunda pista e de novas instalações que estejam de acordo com a capacidade, construa-se, também, a linha ferroviária que ligue Campinas a São Paulo.
Esse acidente de ontem não se deveu aos insolúveis (?) problemas de controle do espaço aéreo ou à confusão que reina nas entidades de gestão. Já era esperado que algo ocorresse com a liberação de uma pista mal reformada e com obras inacabadas. No dia anterior já houvera um sinal de aviso quando da derrapagem de um pequeno avião.

TRAGÉDIA ANUNCIADA

Nenhum outro título poderia dar à minha crónica de hoje, pois que es

terça-feira, julho 17, 2007

COMO TUDO ACONTECEU

O avião é um Air Bus 320 que saíu da cidade de Porto Alegre com destino a São Paulo. Tem capacidade para 170 pessoas. Ele espatifou-se dentro do prédio e tudo está envolto num mar de chamas.

NOTÍCIA

Nunca pensei que no meu blog viesse a publicar notícias do momento. Agora, quando são 19 horas (Brasília) um avião de passageiros derrapou na pista do mais movimentado aeroporto do Brasil (Congonhas - São Paulo), atravessou uma das mais movimentadas avenidas, bateu num posto de gasolina e num hangar. Parece haver vítimas.
Depois comentarei este e outros problemas relacionados com o sector da aviação no Brasil.

sexta-feira, julho 13, 2007

JOGOS PAN AMERICANOS

Depois de uma viagem de negócios à cidade de São Paulo, com a qual ocupei a manhã e parte da tarde de hoje, regressei a Campinas. O percurso de 160 km (ida e volta) é feito com tranquilidade, pois a malha viária é de muito boa qualidade. As andanças por lá é que são extenuantes e, porque assim, procurei descansar um pouco neste resto de dia.
Por volta das 18 horas alguém me veio chamar para assistir na televisão à cerimónia de abertura dos Jogos Pan Americanos, que teem lugar na cidade do Rio de Janeiro. Não fui e também não dei explicações sobre o porquê. Preferi chamar os meus dois cachorros e com eles fui dar um passeio por algumas ruas aqui do meu bairro. Eles adoram passear e eu preciso perder um pouco da barriga... No regresso a casa, liguei o computador e comecei a escrever estas linhas no meu blog. Depois vou ler os e-mails e dar uma olhada nas minhas páginas de relacionamento.
Não estou assistindo às festividades na televisão e também não assistirei ao desenrolar desses Jogos nos dias seguintes. Apesar de ser um eterno apaixonado por desportos, principalmente os ditos olímpicos, pois que alguns cheguei a praticar, resolvi fazer, assim, o meu boicote.
Uma organização que foi planeada para custar 375 milhões de reais (US$ milhões) e acabou custando dez vezes mais (3,750 bilhões!!!) sem que para tal houvesse uma justificativa e informações concretas aos contribuintes como eu, é coisa que cheira mal. Cada um, cada qual. A minha manifestação de repúdio é esta!

quarta-feira, julho 11, 2007

COPA AMÉRICA

O Uruguai é sempre uma pedra so sapato quando joga contra o Brasil e desta vez não foi diferente. Porém, o Dr. Oscar Ruiz (ele é advogado...) ajeitou as coisas e conseguimos passar por essa...

Não vou tirar os méritos à seleção brasileira, pois esta jogou melhor, independentemente da minha torcida. Porém, um bom advogado resolve muita coisa; dá até nó em pindo d'água...

Parabéns Brasil!

terça-feira, julho 10, 2007

MINEIROS

Dois compadres caipiras estavam bem sossegados, fumando os seus cigarrinhos de palha e proseando. Conversa vai, conversa vem, eis que a certa altura um pergunta para o outro:
- Cumpádi, u quê qui ocê acha dessi negóço de NUDEIZ ?
No que o outro respondeu:
- Achu bão, sô!
O outro ficou assim, pensativo, meditativo... E perguntou de novo:
- Ocê acha bão pur caus di quê, cumpádi?
E o outro:
- Uai! É mió NUDÊIS du qui NU NOSSO, né não sô?

segunda-feira, julho 09, 2007

O ARTIGO 106

Comentei ontem sobre o problemático artigo da Constituição. Hoje transcrevo matéria a respeito do mesmo e publicado na Internet.
Timor: Luta eleitoral continua em batalha de interpretações.
A nomeação do primeiro-ministro em Timor-Leste levantou uma discussão jurídica e uma guerra de legitimidades, depois de uma aliança da oposição se apresentar como alternativa à Fretilin, vencedora das eleições sem maioria absoluta.
No centro do debate, e da circulação de acusações e ameaças veladas de crise e, porventura, de violência política, está o artigo 106º da Constituição da República Democrática de Timor-Leste.
«O Primeiro-Ministro é indigitado pelo partido ou pela aliança de partidos com maioria parlamentar e nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos políticos representados no Parlamento Nacional, diz o ponto 1 do artigo 106º.
Para a Fretilin, a vitória sem maioria absoluta, com apenas 29 por cento dos votos, e pelo menos 21 deputados antes de qualquer coligação, não põe em causa a legitimidade eleitoral para governar nos próximos cinco anos. »Não abdicamos da vitória, em qualquer cenário«, declarou à agência Lusa o secretário-geral do partido Mari Alkatiri, ex-primeiro-ministro e um dos nomes possíveis para a chefia do próximo governo.
Uma aliança de quatro partidos (com o apoio não formalizado de um outro) apresentou-se sexta-feira garantindo uma maioria de pelo menos 36 dos 65 deputados do Parlamento e propondo a formação de governo. »É absurdo pôr em causa a legitimidade constitucional e política de um governo formado por uma aliança maioritária de oposição«, declarou à Lusa o constitucionalista português Pedro Bacelar de Vasconcellos. »Timor-Leste tem um sistema proporcional, não tem um sistema maioritário. Não estamos em Inglaterra«, afirmou Pedro Bacelar de Vasconcellos, que em diferentes ocasiões assessorou a Presidência da República timorense. O constitucionalista acrescentou que »a competência exclusiva« do Presidente na nomeação do primeiro-ministro não o torna dependente de uma indigitação feita pelo partido vencedor, alertando apenas para »cautelas de procedimento« que devem ser seguidas na situação actual. »Este cenário não tem nada de extraordinário e, como outros cenários possíveis, foi previsto há muito tempo, incluindo pelo principal redactor da Constituição, o próprio Mari Alkatiri«, adiantou o constitucionalista.
No mesmo sentido vai a opinião do especialista australiano Damien Kingsbury, professor associado da Universidade de Deakin, Melbourne, Austrália. »Alkatiri deve estar a sonhar se pensa seriamente que um partido com uma minoria de lugares no Parlamento tem uma legitimidade política maior do que uma coligação maioritária«, escreveu Damien Kingsbury no debate que tem acontecido informalmente na internet através da organização East Timor Action Network. Damien Kingsbury sublinha que o artigo 106º deixa espaço para um governo em minoria, »como em qualquer democracia parlamentar«, mas também, expressamente, »para uma alternativa« de coligação.
Dois juristas internacionais ouvidos pela Lusa em Díli argumentam que o convite para primeiro-ministro deve »respeitar a vontade do eleitorado« que votou na Fretilin. »Caso contrário, para que serviram estas eleições?«, interrogam. Estes juristas acrescentam que a »aliança de partidos« prevista no artigo 106º » é apenas a aliança pré-eleitoral e não a aliança formada após as eleições«. »Isso já é uma interpretação que não está no texto«, contrapôe Pedro Bacelar de Vasconcellos.
Diário Digital / Lusa 08-07-2007 17:27:00

domingo, julho 08, 2007

NOVO GOVERNO DE TIMOR

É verdade que o nome que escolhi para este blog não está fazendo jus ao que consta da maioria das postagens. De acordo com o que escrevi na apresentação do mesmo, isso já seria esperado. É claro que não penso em qualquer alteração, pois a denominação é uma homenagem à terra que trago no coração e, sempre que oportuno, escreverei algo a ela inerente.
Em relação ao que se passa actualmente, muito haveria para escrever. Porém, como estou muito distante geográficamente e dependente de informações da mídea, ter-me-ei que limitar a fazer comentários analíticos, talvez até, algumas vezes, impelido por um certo romantismo que não se coadune com a realidade.
Folheemos a Constituição do país e debrucemo-nos sobre o seguinte:
CAPÍTULO II
FORMAÇÃO E RESPONSABILIDADE
Artigo 106.º (Nomeação)
1.O Primeiro-Ministro é indigitado pelo partido mais votado ou pela aliança de partidos com maioria parlamentar e nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos políticos representados no Parlamento Nacional.
2.Os restantes membros do Governo são nomeados pelo Presidente da República, sob proposta do Primeiro-Ministro.
Na minha análise, o primeiro parágrafo deste artigo não está bem explícito e é aí que "mora o perigo", como comumente dizemos por aqui, no Brasil. Essa abstracção na redação leva ao impasse atual e a situação fica muito instável mais uma vez. A leitura do artigo por parte daqueles que não levam em conta a paz, a unidade e o desenvolvimento do país e sim os seus interesses pessoais ou orquestrados por forças estranhas, tem um sentido no aproveitamento da duplicidade embutida.
Na minha concepção, que talvez tenha sido a mesma dos articulistas da Carta (mas estes jamais previram a possibilidade do partido vencedor das eleições vir a ser marginalizado por uma "nova maioria") a redação desse artigo ficaria assim:
1.O Primeiro-Ministro é indigitado pelo partido mais votado ou pela aliança de partidos com maioria parlamentar, incluído o vencedor, e nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos políticos representados no Parlamento Nacional.

SANTIFICADOS E IDOLATRADOS

Para os brasileiros, neste caso, a imagem diz mais que mil palavras. Porém, para outros que me dão a honra de visitar o meu blog e que não estão familiarizados com muito do que ocorre no campo da política tupiniquim, devo escrever um pouco a respeito desta foto.
Trata-se da recepção apoteótica que o ex-senador Roriz teve no seu reduto eleitoral, dois dias após ter renunciado ao mandato para escapar a um julgamento no Conselho de Ética do Senado, o que lhe permitirá concorrer a outras eleições.
Este optou por trilhar o mesmo caminho de outros dos seus colegas em mandatos anteriores que, quando acuados devido a quebra de decôro parlamentar, por corrupção ou outros actos ilícitos, vieram a ser eleitos nòvamente na eleição seguinte a que concorreram. A esperança ou até mesmo a certeza que tudo assim acontecerá, é o que estampa no seu rosto aquele sorriso cínico que observamos e que nos chega a enojar. Como aquele povão que o rodeia tem pensamento diferente (possívelmente, nem pensa...), continuaremos à mercê desses políticos de geração em geração. O que poderemos fazer?

sábado, julho 07, 2007

JOGO DE PALAVRAS

Abri a página do "msn" para verificar se algum dos meus contatos estava acordado naquelas altas horas da madrugada. Não tinha ninguém. Achei estranho, pois tratava-se desta madrugada de Sábado. Porém, acabei de concordar que não seria tão estranho assim, pois o pessoal, mais jóvem que eu, certamente andava curtindo as baladas da noite. Este ancião estava curtindo a internet e a maioria dos demais certamente estava dormindo,o que acho ser o mais razoável...
Acabei por prestar especial atenção às fases que cada um coloca a seguir ao nome e que se renovam com muita constância. E uma delas, cujo autor não vou citar, dizia: "Apetece-me uma boleima!...
Não fôssem as reticências a seguir à afirmação, a coisa teria passado despercebida. Porém, interpretei a frase como se algo malicioso ali estivesse embutido. Afinal, "boleima" pode ter um dos seguintes significados: pessoa sem préstimo; indolente; palerma; bolo grosseiro; original de bolo ou de bola.
É natural que o meu pensamento mais razoável recaia sobre algo que é comestível... Mas também pode ser outra coisa diferente do que pensei. Por isso, enviei uma pequena mensagem em "off" ao autor da frase, atiçando-o...
Hoje respondeu-me dizendo não conhecer os vários significados do termo, mas que passara pela cidade de Portalegre e ouvira falar de um bolo com esse nome, o qual não chegara a provar. E, na verdade, eu conheço e sei que esse bolo é muito apreciado na região das Serras de S. Mamede e da Estrela, havendo receitas diferentes para a sua confecção. A de Portalegre é bàsicamente uma massa doce que leva aguardente e sumo de laranja. Aproveito a oportunidade e descreverei a minha receita mais simples:
Ingredientes:
0,5 kg de massa de pão;
1 dl de azeite;
125 gr de acúcar amarelo;
1 ovo;
1 colher (café) de canela;
1/2 colher (café) de fermento em pó;
manteiga, farinha, açúcar e canela q.b.
Bater muito bem a massa com o azeite. Juntar o açúcar, o ovo, a canela e o fermento. Deitar a mistura num tabuleiro untado com manteiga e polvilhado com farinha. Polvilhar a "boleima" com açúcar e canela e levar a cozer no forno durante 40 minutos.

sexta-feira, julho 06, 2007

SABIAM QUE...

Foto de Henrique J. C. Oliveira

Durante a guerra colonial, há mais de trinta anos, viaturas pesadas portuguesas Berliet-Tramagal já utilizavam óleo de palma como combustível, dadas as dificuldades de reabastecimento das zonas mais remotas no interior de Angola?
Nos dias de hoje discute-se tanto sobre combustíveis alternativos, não é verdade?

quarta-feira, julho 04, 2007

SEM COMENTÁRIOS...

OPORTUNIDADES...

É uma realidade, meus amigos e amigas. O assunto do dia de hoje é o mesmo de ontem, de ante-ontem, enfim. Escrever uma crónica todos os dias sobre o mesmo assunto não seria razoável, se bem que poderia ir "comendo a pizza" pelas bordas e, assim, focando o mesmo cenário de diversos ângulos. Porém, tudo isso já me enoja e creio que a todos também. Portanto, opto pelo humor, pois que tudo é uma verdadeira palhaçada... Enquanto isso, aguardo momentos de inspiração para abordar outros temas de conteúdo diverso.