sábado, fevereiro 09, 2008
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
MINEIRICES...
Numa degustação de vinho em Minas Gerais:
- Hummm...
- Hummm...
- Eca!
- Eca?! Quem falou Eca?
- Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?
- Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas...
- Puta que pariu sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!
- Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
- Cebesta, eu não! Sou isso não senhor! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá isso tá!
- Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
- O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?
- Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e,então...
- E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!
- O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no...
- Mais num vai introduzi mais é nunca! Desafasta, coisa ruim!
- Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
- Hã-hã... Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta...
- O senhor poderia começar com um Beaujolais!
- Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home, safardana!
- Então, que tal um mais encorpado?
- Óia lá, ocê tá brincano com fogo...
- Ou, então, um suave fresco!
- Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!
- Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
- Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, memo! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima com brabuleta...
- Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
- E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?
- Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei?
- Eu é qui vô acertá um tapão nas suas venta, cão sarnento! Engulidô de rôia!
- Mole e redondo, com bouquet forte?
- Agora, ocê pulô o corguim! E é um... e é dois... e é treis! Num corre, não, fio da puta! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
DEFINIÇÕES DE "GAJA"
1. Gajas de classe baixa:
São gajas que trazem para o leito a rudeza do trabalho agrícola. Comportam-se como se estivessem a malhar o milho, só que a maçaroca é o nosso nabo e elas malham com o bordedo. Se não estivesse bem presa ao corpo, estou convencido de que nos arrancavam a picha à conada. Regra geral, são gajas que não se negam a levar na bufa, pois desde tenra idade há um primo, inevitavelmente chamado Alfredo, que lhes rebenta as nalgas com o seu barrote que, de tanto enrabar ovelhas, até tem varizes no lombo.
2. Gajas de classe média:
São gajas que fodem com requinte. Podem não ter o instinto animal das gajas de classe baixa, mas sabem alguns truques que aprenderam lá fora. Aliam a desinibição resultante de educação progressista a uma ânsia de saber que lhes permite manterem-se informadas sobre as mais modernas técnicas de mamar na sardanisca e de dar trancadas inovadoras, que aprendem nas revistas femininas.
3. Gajas de classe alta:
São gajas que compensam alguma falta de prática e talento com o facto de terem condições financeiras para andar a embelezar as tetas, a peida e a própria pachacha. Estas gajas não tiveram primos de picha calejada a desbravar caminho. Todos os seus familiares do sexo masculino são panascas. Mas elas tentaram, pelos seus próprios meios, iniciar actividades fodengas enfiando objectos rombos no seu endinheirado pipi. Em casa destas gajas há sempre qualquer coisa que serve para esse efeito: um castiçal de prata, uma perna de uma cadeira D. João V, uma tela do Cargaleiro toda enroladinha para enfiar no cu (que é, aliás, o lugar dela). Estas gajas têm uma grande falta de nabo, dada a paneleirice do meio em que vivem. Por isso, assim que se apanham com um gajo que cheire a animal e lhes dê umas piçadas a sério, dispara-lhes o fusível e desatam a foder como se não houvesse amanhã. Nessa altura, proporcionam festa bem rija na cama.
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
PORTUGAL x ITÁLIA
Mais uma vez perdemos um jogo com a Itália...
Pelo jogo apresentado, o resultado de 3 x 1 é injusto e melhor se justificaria um empate, não fôra a deficiência do goleiro (guarda redes) português, Ricardo.
E são os guarda redes que me trazem hoje a abordar o tema futebol, começando por perguntar porque motivos Scolari não faz um revezamento dos mesmos, principalmente nestes jogos amistosos? A mesma questão se coloca em relação a outros times, pois esta é uma função com pouquíssima rotatividade e em meu parecer não deveria ser assim. Tem goleiros que envelhecem sentados no banco de reservas, enquanto os jogadores de outras funções fazem um rodízio constante.
Na década de 60, quando o meu glorioso Benfica foi duas vezes consecutivas campeão europeu, os dois principais guarda redes do time eram Costa Pereira e Bastos. Disso certamente se lembram alguns dos meus leitores. Esses dois se revezavam; uma semana um era o titular e na outra semana o outro. Aliás, o Benfica chegou a apresentar uma formação nos jogos da taça dos campeões e outra totalmente diferente na disputa do campeonato nacional português. Houve até um certo mal estar de alguns dirigentes de organismos internacionais por causa disso, mas era legal...
Dei aqui o meu recado ao Felipão!
terça-feira, fevereiro 05, 2008
TRIGÉMEOS
Uma fervorosa militante colocou os nomes em seus trigêmeos de:
Lulla, Petê e Brasília.
O marido metalúrgico ligou do trabalho pra saber notícias dos filhos:
'Estão todos bem.' - disse a militante
. 'Lulla brincando com seu aviãozinho, Petê quietinho mamando, só Brasília é que está toda cagada.'
domingo, fevereiro 03, 2008
CONTRIBUIÇÕES E IMPOSTOS
Em cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, o Estado, e muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para a Segurança Social.
O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho, é obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para a Segurança Social.
E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem, retira ao meu patrão outros 33 euros.
Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrão pagou, o Estado, e muito bem, fica com 21 euros para si.
Em resumo:
Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55.
Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 21.
Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33.
Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro,
registo os meus negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase metade das verbas envolvidas no caso.
Eu pago e acho muito bem, portanto exijo:
Um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro
Emprego para os meus filhos.
Serviços de saúde exemplares.
Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa.
Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país.
Auto-estradas sem portagens.
Pontes que não caiam.
Tribunais com capacidade para decidir processos em menos de um ano.
Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos.
Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida.
Jardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros.
Polícia eficiente e equipada.
Os monumentos do meu País bem conservados e abertos ao público, uma orquestra sinfónica.
Filmes criados no país.
E, no mínimo, que não haja um único caso de fome e miséria nesta terra.
Na pior das hipóteses, cada 300 euros em circulação no país garantem ao Estado 100 euros de receita. Portanto, senhores governantes, governem-se com o dinheirinho que lhes dou porque eu quero e tenho direito a tudo isto.
Isto vale para Portugal e Brasil, pois sou contribuinte nos dois países.
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
PAI E FILHO
LETRA DA MARCHINHA DE CARNAVAL
ELES TÃO METENDO A MÃO
Rômulo Marinho e Gustavo Dourado (Amargedom)
ELES TÃO METENDO A MÃO
NO DINHEIRO DA NAÇÃO
O CONGRESSO MARAVILHA
É MALOCA DE QUADRILHAO REI DA MARACUTAIA
VIVE DE PAPO FURADO
VALEU AQUELA PUTA VAIA
NO MARACANÃ LOTADO...(Bis)
TEM MUITA GENTE SABIDA
DILAPIDANDO O ERÁRIO
METENDO A MÃO NO TESOURO
DETONANDO O MEU SALÁRIO
E ALI BABÁ NADA SABE...
ELE PENSA QUE "NÓIS" É OTÁRIO!
ALI BEBUM NADA SABE...
ELE PENSA QUE "NÓIS" É OTÁRIO!(Bis)
ELES TÃO METENDO A MÃO!
VAMOS SAMBAR! VAMOS PULAR!
Todos os problemas serão esquecidos nestes cinco dias; os anteriores e os futuros. E é aproveitando essas brechas que os espertalhões de plantão aprontam mais algumas das suas...
Os brasileiros vivem esta quadra festiva com grande euforia e fazem uma espécie de lavagem cerebral. É um processo contagioso, confesso... e concordo com a letra de uma marchinha antiga que diz: "Quem não gosta de Carnaval/ Bom sujeito não é/ É doente da cabeça/ Ou doente do pé...
Mas, o que tem a ver a ilustração desta postagem com o Carnaval? Perguntarão alguns. E eu respondo: Tudo a ver! Uma das medidas positivas do Governo é a ampla propaganda e fornecimento de anti-concepcionais, principalmente visando a prevenção de problemas de saúde.
A Igreja Católica, como sempre, anda na contra-mão dessa política saudável e, desta vez, accionou a Justiça para suspender a propaganda da "pílula do dia seguinte".
Como é Carnaval e seguindo a regra, não me alongarei mais comentando o assunto. Enquanto digito, o meu pé já está ensaiando uma batida de Samba.
Cartoon de Vilhena
quinta-feira, janeiro 31, 2008
FUTEBOL NA C.P.L.P.
Brasília vai sediar a "Escola Internacional de Futebol dos Países de Língua Portuguesa", com base no Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério do Esporte do Brasil e a Universidade de Brasília – UnB, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, anunciou em comunicado o Secretariado-Executivo da CPLP.
A Escola realiza a sua primeira ação concreta com o"Curso de Aperfeiçoamento para Técnicos de Futebol da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa" que contará com a participação de cerca de quarenta treinadores dos diversos estados membros da CPLP. Este curso inicia-se a 17 de março e termina em 15 de maio.
Embaixada da República de Angola no Brasil
A quase totalidade dos países da Comunidade não teem condições de contratar técnicos; há coisas mais importantes com que se preocuparem. Todavia, todos estes países são amantes do futebol e alguns deles já produziram grandes craques como Eusébio e Coluna, para citar só dois. Outros certamente surgirão.
Na década de 60, quando vivi em Timor, existiam dois times (Benfica e Sporting). É verdade que a maioria dos jogadores eram militares da Metrópole, mas também se incluíam timorenses com alguns dotes para esse desporto. É bem vinda essa decisão!
TIMOR - HISTÓRIAS DA HISTÓRIA
TIMOR E OS AMIGOS DO GENERAL
28.01.2008, Adelino Gomes
A invasão e anexação de Timor, com o cortejo de mortes e violações dos direitos humanos que as acompanharam, levaram alguns a defender que Suharto deveria comparecer perante a justiça internacional. Nem uma nem outra acções, aliás conexas, poderiam ter sido realizadas, porém, sem o apoio dos EUA e da Austrália e a compreensão amiga das principais democracias europeias e do Vaticano. Posições ambíguas em Lisboa ajudaram também. Documentos secretos libertados no início deste século provaram que, muito antes de o general Benny Murdani comandar a primeira acção militar combinada de ataque a Timor, em 15 de Outubro de 1975, já os EUA e a Austrália tinham dado sinais explícitos ao ditador Suharto de que não só não levantariam obstáculo mas até compreenderiam a anexação daquela colónia portuguesa.
1. Cerca de meio milhar de telegramas mantidos secretos até Setembro de 2000 revelaram que, em contraste com declarações públicas de apoio à autodeterminação de Timor, o primeiro-ministro australiano Gough Whitlam disse a Suharto, logo em Setembro de 1974, num encontro em Java, que a metade oriental da ilha de Timor era "demasiado pequena para ser independente". Os documentos mostram que os indonésios mantiveram a Austrália informada acerca das suas operações clandestinas em Timor. Incluindo o ataque a Balibó, em que cinco jornalistas a trabalhar para televisões daquele país foram assassinados pelos invasores. Em Novembro passado, pela primeira vez em 32 anos, um tribunal australiano aceitou a tese do assassinato a sangue-frio, sempre desmentida por Camberra, apesar de ter sabido das mortes dos repórteres em tempo real.Em 1979, o Governo de Malcolm Fraser reconheceu a anexação do território e dez anos depois regou com champanhe a celebração de um acordo de exploração do gás e petróleo no chamado Timor Gap. Apesar de Portugal continuar a ser considerado, pela ONU, a potência administrante da sua antiga colónia, os governos australianos - fossem trabalhistas, fossem liberais - mantiveram-se sempre ao lado de Suharto nesta matéria, só mudando de política depois da renúncia do ditador e da substituição deste por Habibie.
2. A libertação de documentos secretos norte-americanos, em Dezembro de 2001, confirmou que o Presidente Ford e o seu secretário de Estado, Henry Kissinger, deram "luz verde" para a invasão, durante uma visita oficial a Jacarta que precedeu de poucas horas o lançamento de pára-quedistas sobre Díli, em 7 de Dezembro de 1975. "Compreenderemos e não os pressionaremos nessa matéria", respondeu Ford a Suharto, quando o chefe de Estado indonésio (que de resto resistira durante meses à pressão dos "falcões" militares) lhe pediu compreensão para a intervenção.Apesar de tomadas de posição críticas por parte de congressistas e de senadores, os EUA mantiveram no essencial o seu apoio à política ocupacionista de Suharto.
3. O mesmo se pode dizer, ainda que com nuances, quanto à posição do Vaticano, com o cardeal Casaroli, das principais democracias europeias e da própria UE, que opôs resistência, durante muito tempo, aos esforços de Lisboa, já na década de 1990, para que Suharto sofresse as consequências políticas da ocupação ilegal de Timor.
4. Numa visita a Lisboa logo em Outubro de 1974, o general Ali Murtopo ouve o Presidente Costa Gomes e o primeiro-ministro Vasco Gonçalves referirem-se em termos nada entusiasmados à possibilidade de independência de Timor. Conversações posteriores, em Londres, com uma delegação portuguesa que integrava Vítor Alves, Almeida Santos e Jorge Campinos, convenceram-no de que Portugal não se oporia à integração, que aliás via como uma solução razoável, desde que fosse o povo a escolhê-la. Portugal sabia, através dos serviços de radiogoniometria da força militar que permanecia no Ataúro, em apoio ao governador Lemos Pires, que o exército indonésio ocupava, desde 16 de Outubro, uma larga faixa fronteiriça. Apesar disso, aceitou como boas as alegações de Jacarta de que nenhuma força militar daquele país intervinha no território. Na altura, e semanas depois, na cimeira de Roma, entre Melo Antunes e Adam Malik.Este silêncio conivente foi quebrado após a invasão, com o corte de relações diplomáticas e uma queixa apresentada nas Nações Unidas e que deu origem a sucessivas resoluções condenatórias do acto.
5. Muitos anos e milhares de mortos seriam necessários, contudo, para que a questão de Timor se tornasse numa prioridade nacional. Em meados dos anos 80, de resto, a questão estaria à beira de ser resolvida "administrativamente", através de um acordo sob os auspícios do então secretário-geral da ONU, Perez de Cuellar: Portugal reconheceria a presença indonésia na sua antiga colónia em contrapartida da abertura de um consulado de carreira e de um centro cultural em Díli e de uma indemnização em dinheiro pela perda da empresa Sociedade Agrícola Pátria e Trabalho e da sede do BNU, e pelos custos com os refugiados (PÚBLICO, 3.5.2000).Só depois de 1986, e em particular após o massacre de Santa Cruz, em 1991, é que Portugal adoptou uma acção diplomática continuada e sem ambiguidades na defesa do direito à autodeterminação e independência de Timor. António Guterres personalizará a nova atitude portuguesa forçando um frente-a-frente com o ditador durante a cimeira Ásia-Europa de 1996, em Banguecoque.Dois anos depois, Suharto viu-se obrigado a resignar, no meio de uma crise económica e social sem precedentes. Tudo começou a mudar na Indonésia, incluindo a política sobre Timor. Só então, verdadeiramente, os muitos amigos com que o general havia contado mudaram também.
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G.N.R. EM TIMOR
• GNRPortugal deve continuar em Timor-Leste para lá de 2008
O ministro da Administração Interna (Portugal) considerou que existem condições para que a GNR fique em Timor-Leste para lá de 2008. Rui Pereira fez estas declarações momentos antes da partida de 128 militares da GNR para a antiga colónia portuguesa.
Esta corporação policial é de elite e sou da opinião que deverá continuar prestando serviços em Timor para além de 2008. Portugal, Brasil e outros países de língua portuguesa deverão ter um peso maior na construção do país. Na implantação (recuperação) da língua, a G.N.R também colaborará à margem do seu serviço específico.
PARCERIA - BRASIL E TIMOR
TIMOR-LESTE QUER FIRMAR PARCERIAS COM O BRASIL
Brasília (28.1.2008) - Uma comitiva do Timor-Leste liderada pelo chanceler Zacarias da Costa, visitou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, nesta segunda-feira (28), para discutir parcerias entre os dois países.
Stephanes sugeriu a visita de uma missão brasileira ao País para identificar em que pontos pode contribuir com o Timor-Leste. “Somos líder mundial em tecnologia tropical. Temos muito a oferecer a diversos países”, afirmou o ministro. Zacarias da Costa disse que seu país quer aprofundar a cooperação bilateral. “Essa missão será importante para identificar prioridades e necessidades, principalmente na área de agricultura”, enfatizou o chanceler.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, já firmou projetos de cooperação técnica com o país asiático, oferecendo treinamento a técnicos e reconhecimento de solos e de recursos naturais por satélite. O Timor-Leste mostrou interesse na transferência de tecnologia em recuperação de solos e florestas.
Na quinta-feira (31), a missão timorense visitará a sede da Empresa em Brasília. (Da Redação)
Tudo é válido e eu sou o primeiro a aprovar essas parcerias quando entendo que são para o progresso e desenvolvimento do meu querido Timor. O Brasil tem toda essa capacidade, talvez como nenhum outro país, quando se leva em conta as características do terreno, clima e sociedade. Todavia, não fujo a dar a minha alfinetada: Não transfiram técnicas de desmatamento! Aliás, os indonésios já fizeram muito nesse campo...
SISMOS EM TIMOR
Ontem um sismo foi sentido em Timor-leste e na região das Molucas, na Indonésia, cujas autoridades lançaram um alerta de tsunami, segundo agências internacionais, mas não há de momento notícias de danos ou vítimas.
O abalo foi registado a cerca de 262 quilómetros a nordeste da capital timorense, Dili, a uma profundidade de 164 quilómetros.
Nas Molucas, a magnitude medida foi de 6,6, referiu a agência AFP.
Os tremores de terra são comuns naquela região do globo, um imenso arquipélago de milhares de ilhas e ilhotas situado na «cintura de fogo» do Pacífico.
Na verdade, a notícia é relevante pela intensidade do fenômeno mas, como referido, é quase um pão nosso de cada dia. Lembrei-me, como noutras vezes sempre acontece, de algumas passagens nesse cenário.
Numa bela tarde em 1968, estava eu na varanda do Hotel Mihape, em Díli, sentado em volta de uma mesa, conversando com o meu saudoso companheiro de armas --- Furriel Costa --- e dois amigos seus que tinham vindo da França em viagem de turismo. Repentinamente tudo tremeu, os copos caíram no chão, mesas e cadeiras deslizavam... O Costa não pensou duas vezes e pulou daquele primeiro andar para a rua. Nós ficamos no mesmo lugar sem perceber se a perplexidade era mais pelo tremor ou pelo acto do nosso amigo....
DESMATAMENTO DA AMAZÓNIA
Estes últimos dias fôram pródigos em notícias sobre o alarmante desmatamento da Amazónia. Particularmente, acho que todo esse alarde poderá ser a pedra fundamental na construção de algo que, finalmente, possa vir a colocar côbro a essa catástrofe.
Não era meu propósito abordar o tema porque eu, como uma grande maioria, ando a tal ponto enojado que preferi ler a gama de protestos que circulam na mídea em geral e que, afinal, espelham as minhas opiniões e revoltas. Porém, não aguentei ficar em silêncio e peguei uma "carona" na principal manchete que desde ontem ocupa os grandes meios de comunicação: "União Europeia suspende a compra de carne bovina do Brasil".
Os motivos alegados para tal medida são duvidosos. Lá, como cá, as coisas nunca são explicadas com transparência, mas sabemos de antemão que isso visa a proteger a economia da Irlanda no que respeita à carne... Melhor ficaria se se dissesse que era uma medida de protesto pelo desmatamento da Amazónia para formação de áreas de pasto para o gado de corte. Mesmo que não fôsse esse o motivo, a U.E. daria uma ajuda, indirectamente, à onda de protestos...
Sabemos que o Brasil perderá muito com esse "boicote". Mas, qual o Brasil que perde? A carne ficará mais barata para consumo interno, e os "churrasquinhos" de fim de semana irão proliferar entre o povão... Eles, os tais que compõem uma minoria, os grandes plantadores de soja e criadores de gado, exactamente os que desmatam a floresta, levarão uma "porrada". De certo modo é até motivo de júbilo, apesar do meu interesse maior ser o progresso deste País.
Não será demais lembrar que navios com grandes cargas de madeira nobre oriunda da Amazónia atracam e descarregam em portos da Europa. Lá e noutros pontos do Mundo atracam com a carne e o soja. Tudo isso produzido nas grandes áreas desmatadas criminosamente.
Fotos "Greenpeace" e "iStockphoto" da Internet
terça-feira, janeiro 29, 2008
POBRE, MAS CULTO...
Calor demais, trânsito em São Paulo, parado.
De um lado uma Mercedes com ar condicionado, uma madame e motorista;
Do outro um fusquinha com um gordinho todo suado e a barba por fazer...
O gordinho xinga, buzina, faz um escarcéu por causa do trânsito até que a madame baixa o vidro do Mercedes e diz:
- "A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes!": Shakespeare, em "Macbeth".
O gordinho não deixa barato:
- "Vá tomar no cu!": Nelson Rodrigues, em "A vida como ela é".
GRANDE IDEIA...
Enfim uma boa notícia...
No programa de sábado último, na Globo News, a comentarista Cristiana Lôbo disse:
"Lula confessou a amigos que quer ser lembrado no seu 2º mandato
como Getúlio Vargas."
A idéia me parece excelente. Quando será o suicídio?...
PIADINHA
LUA DE MEL DO PORTUGUÊS...
O Joaquim casa-se com uma linda mulher e no dia seguinte, volta para a casa da mãe, furioso.
- Joaquim! - disse-lhe a mãe, surpresa -, o que aconteceu?
- Ora pois, mãe... Depois da festa de casamento, eu levei Maria para o hotel e fui para a cama com ela. Bom... nós íamos fazer amor, quando eu descobri que ela era virgem!
- Ora pois, uma virgem como é que pode?
- Então eu decidi ir embora e nunca mais olhar na cara daquela mulher, mamãe!
- Fizestes muito bem filho, o que não serve para os outros, também não serve para ti!
O "JOÃOZINHO" JAPONÊS
A aula começa e a professora:
Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: “Dê-me a liberdade ou a morte”?
Silêncio total na sala. Suzuki levanta a mão e diz:
- Patrick Henry em 1775 na Filadélfia.
Muito bem, Suzuki. E quem disse: “O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se.”?
- Abraham Lincoln em 1863 em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
- Vocês não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês! Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
- Vai tomar no cú, japonês de merda!
- Quem foi? grita a professora.
Suzuki levanta a mão e sem esperar responde:
- General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982 na Assembléia Geral da Chrysler.
A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala:
- Acho que vou vomitar.
A professora grita:
- Quem foi?
E Suzuki:
- George Bush (pai) ao Primeiro-Ministro Tanaka durante um almoço, em Tókio, em 1991.
Um dos alunos grita:
- Chupa aqui!
E a professora irritada:
- Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
- Bill Clinton à Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em
Washington, em 1997.
E outro aluno se levanta e grita:
- Suzuki é uma merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi no Grande Prêmio de Moto no Rio de Janeiro em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o diretor, que diz:
- Que merda é essa, nunca vi uma confusão destas!
Suzuki:
- Lula para o ministro da Aeronáutica, a respeito do caos aéreo em
Dez/2006, Brasília.
E outro aluno, num sussurro que ecoou:
- Ihhh... agora fodeu de vez!
Suzuki:
- Lula de novo, após a queda do avião da TAM
O diretor fica estarrecido com a impetulancia do japonês e da euforia da
turma e diz:
- Cambada de trombadinhas filhos da putas, definitivamente o lugar de
vocês não é aqui!
Suzuki:
- Nelsinho Batista para o time do Corinthians na final do campeonato
brasileiro de 2007.
O diretor fica inconformado e desolado e diz a turma quase saindo de fininho da sala:
- Vocês ganharam, cambada de viadinhos...
Suzuki:
- Vanderley Luxemburgo para o torcida do São Paulo no final do campeonato brasileiro
quinta-feira, janeiro 24, 2008
OTA
Afinal o novo aeroporto vai continuar a chamar-se Aeroporto da OTA (Obra Transferida para Alcochete)
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