quinta-feira, maio 08, 2008

FIN ÓMENO

OPÇÕES...

Prejudicadas com a explosão da onda gay no mundo inteiro e constatando a opção de procura por parte de alguns, as mulheres finalmente foram à luta e lançaram uma campanha mundial com a distribuição em massa dessa camiseta!

NUMA BOA...

Um coala estava sentado numa seringueira, curtindo tranquilamente seu baseado ...
Uma lagartixa passava e, olhando para cima, disse:
- E aêêê Coala....tudo beleza? O que você está fazendo?
O coala disse: - Queimando um. Suba aqui.
A lagartixa subiu na seringueira e sentou-se ao lado do coala, curtindo alguns baseados. Após algum tempo, a lagartixa disse:
- Pô cara, minha boca tá seca, vou tomar água no rio ... A lagartixa meio desorientada, se inclinou muito e caiu no rio. Um jacaré a viu cair e nadou até ela, ajudando-a a subir na margem. Depois ele perguntou:
- Qual é a sua, lagartixa? O que aconteceu? Quer morrer? A lagartixa explicou que ela estava curtindo um baseado com o coala numa seringueira, ficou zuadinha e caiu no rio enquanto tomava água. O jacaré, querendo apurar esta estória, entrou na floresta e encontrou o coala sentado num galho, sequelado, e completamente chapado. O jacaré olhou para cima e disse:
- Ei! Você aí em cima! O coala olhou para baixo e disse:
- Puta que pariu, lagartixa; tu bebeu água pra caralho!!!

SEM COMENTÁRIOS

XV CONGRESSO DA SOPA

Sopa e mais sopa em Tomar 17.04.2008 Colher e malga em punho. São mais de 50 as sopas a provar dia 10 de Maio em Tomar. Trata-se da XV edição do Congresso da Sopa que se realiza em Tomar, no parque do Mouchão, no dia 10 de Maio, sábado, a partir das 12h30. Logo á entrada são entregues a todos os participantes uma malga, um copo e uma colher. Depois, por 8 euros, os comensais podem degustar 57 sopas, apresentadas pelos 36 restaurantes participantes. O acompanhamento faz-se com pão regional e com vinho de cinco produtores/engarrafadores locais.Entre as sopas a provar estão a de grão com espinafre, de ervilhas com presunto, canja de pombo bravo, caldo verde, de peixe, de abóbora, entre muitas outras variando entre os sabores mais tradicionais e algumas inovações apresentadas pelos chefes.

terça-feira, maio 06, 2008

COMPARAÇÕES

Muitas vezes, numa roda de amigos, comentamos sobre a vida dos jóvens de hoje ou mesmo daqueles já não tão jóvens, mas que tenham nascido nos primeiros anos da década de 80. Normalmente com uma pitada de inveja sobre as suas liberdades nos relacionamentos amorosos, principalmente... Todavia, analisando-se o assunto num círculo maior e por outros prismas, chegamos a algumas conclusões.
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido, porque os nossos berços eram pintados em cores bonitas com tintas à base de chumbo, que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos... Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags; viajar no banco da frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa; e sabia bem... Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pela ladeira abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns freios, quando acabávamos estancados num silvado, o que representava mais um aprendizado... Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos Play Station, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telefones móveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos! se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos dezenas de jogos toscos, artesanais e tradicionais, frutos da nossa própria arte, o que gerava uma prole de inventores e desenrascados.
Pulávamos ao eixo, ao elástico e à barra. Jogávamos futebol com uma bola de meias ou com uma dura de couro que nos chegava a causar dor... Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com os punhos, mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Furtávamos um cacho de uvas da parreira alheia e fugíamos dos guardas ou ziguezagueávamos fugindo aos tiros de sal...
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, pois eles sempre estavam ao lado dela. Íamos a pé para casa dos amigos e para a escola; não esperávamos que os nossos pais nos levassem. E na escola respeitávamos os professores, mesmo quando apanhávamos algumas reguadas ou éramos repreendidos com firmeza... Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
Você que leu e pensou sobre o que acabei de escrever é alguém que se encaixa nesse grupo? Perante uma resposta positiva, dou-lhe os meus parabéns! Você é um dos que tiveram a sorte de crescer como verdadeira criança, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas "para nosso bem"...
Para os que não são daquela época coloquei algo acerca de nós e que possam ter gostado. Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios. A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens. Nunca ouviram 'we are the world' e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança. Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos: 1- Entendes o que está escrito acima e sorris. 2- Precisas de dormir mais depois de uma noitada. 3- Os teus amigos estão casados ou a casar. 4- Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores. 5- Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.. 6- Lembras-te da Gabriela (a primeira vez). 7- Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
Sim! Tu e eu estamos velhos ou ficando velhos. Porém, estamos conscientes que tivemos uma infância do arco da velha; do caraças!!!

domingo, maio 04, 2008

TELA AFRICANA

“Les Gardiens de la Terre” – Jaques Beaumont
“De vous a moi I” – Isabelle Vital; “Sisters in Spirit” – Monica Stewart; “Flor del Desierto” - Joadoor; “Caricias” – Keith Mallett; “Unity” – Monica Stewart; “Apres-Midi-en-Afrique” – Jaques Beaumont; “El Vuelo del Alma” – Keith Mallett; “Tribu del Sol I” - Kamba; “Women’s Work is Never Done” – Sadie Patterson; “Sumu” – Marcella Rose; “Maman et Moi II” - Johanna; “Alas de Mariposa” – Anthony Ross; “Verano” – R.L. Cairns; “El Hombre del Piano” – Ivey Hayes; “Jubilo” – Keith Mallett; “Volviendo a Casa” – Debbie Cooper; “Pomelos Rosas” – Pierre Farel; “La Couture” - Marso; “El Beso” – Aneta Szacherska; “Water Carrier” – Emilie Gerard; “Reunión en el Kalahari I” - Okavango; “Vers 18H ce Soir” – Isabelle Vital; “Palmera Global” – Jenny Siekmann; “Generaciones de Mujeres” - Hill; “Danza Africana” – Ivey Haies; “A Day at the Market” – Charleen Martin; “Bailarinas Africanas” - Upjohn; “Reflejos de Atlanta” – Corey Barksdale; “L’Enfant” – Melain N’zindou; “The Bride” – Aneta Szacherska; “Pareja” – Aneta Szacherska; “La Reunión” – Michel Rauscher; “La Cita” – Pierre Farel; “Esperando el Bus” – R.L. Cairns; “Músicos Africanos” - Upjohn; “Three Yoroban Women” – Consuelo Gamboa; “Aglae et les Gommiers” – Charlotte Derain; “Woman Talk” – Emilie Gerard

sexta-feira, maio 02, 2008

VAMPIROS

Batendo as asas pela noite calada, vêm em bandos, com pés de veludo, os vampiros do século XXI...
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores - principescamente pagos - daquela instituição bancária. A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço/qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem.
As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de contas, o estimado/a cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta.
Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma.
Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria.
O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos.
É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade. Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa. Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.

quinta-feira, maio 01, 2008

NOSTRADAMUS

Em suas “Centúrias”, Nostradamus escreveu com tanta exatidão, que nos faz acreditar.
Fragmentos de um texto de Nostradamus:
....”e próximo do terceiro milênio uma besta barbuda descerá triunfante sobre um condado do hemisfério sul, espalhando desgraça e a miséria .”
“...Será reconhecido por não possuir seus membros superiores totalmente completos.”
“...Trará com ele uma horda que dominará e exterminará as aves bicudas; e implantará a barbárie por muitas datas sobre um povo tolo e leviano...”