segunda-feira, maio 24, 2010

Islândia

Qual foi o último desejo da economia da Islândia, antes de morrer?


“Que as suas cinzas fossem espalhadas pela Europa”...

sexta-feira, maio 21, 2010

D. Drogadito


Como tudo onde incide opinião a favor e opinião contra, o que é lógico, democrático e aceitável, existem pessoas que acreditam na recuperação de alguém que consumiu drogas pesadas, como a cocaína, por exemplo. Eu não acredito! E afirmo isso apesar de ter fumado durante 56 anos e estar sem o fazer à quatro meses, sob os efeitos constantes e terríveis da síndrome da abstinência. Jamais usei outra droga que não o tabaco mas, pelo que tenho lido e ouvido, não há comparação entre esta e qualquer outra.
De repente dou comigo abordando um mundo que jamais foi o meu e até sobre o qual não gosto de comentar nada de nada... Mas, pelo andar da carruagem, só posso chegar à conclusão que aquele que muitos consideram o melhor do mundo é, na verdade um merda de um ex drogado com a cabeça cheia de resíduos.
O indivíduo é mau caracter e desrespeitador daqueles que estão no exercício da sua profissão. Numa hora atinge alguns com tiros de flowbert; noutra passa com a roda do carro sobre o pé de um outro. E parece que fica tudo por isso mesmo num ambiente de total impunidade. Vomita impropérios contra a imprensa e acusa esta como culpada de tudo o que é negativo.
Acordem irmãos argentinos! Não se deixem engabelar por ídolos de barro. Ele certamente não vai pedir para que o esqueçam --- como fez aqui um tal general que foi presidente e que teve o pedido cumprido ---, mas está nas vossas mãos assim agir. É remédio eficaz!



Orgulho!

Não importa como foi a farra. O que importa é chegar em casa de cabeça erguida!

quinta-feira, maio 20, 2010

Eterna tentação

Doze candidatos a padre estavam para ser ordenados.
Na  prova final sobre celibato, deveriam formar uma fila, totalmente despidos, enquanto uma linda bailarina, boazuda e exótica, totalmente nua, realizaria na frente de cada um deles, uma excitante dança oriental.
No pinto de cada candidato, foi amarrado um sininho e foi  alertado que, quem fizesse o sino soar, não seria ordenado padre e estaria reprovado. Esse fato demonstraria que ainda não tinha alcançado o estado de pureza espiritual que a função requer.
A bela dançarina iniciou a sua excitante dança na frente do primeiro candidato. Ele suportou bravamente e não teve nenhum tipo de reação. A mesma coisa aconteceu com o segundo, o terceiro, o quarto... O bispo estava maravilhado.
Quando a bailarina chegou ao último candidato, o sininho começou a badalar tanto que se soltou do órgão do descontrolado candidato e caiu no chão. O candidato a padre, totalmente envergonhado, inclinou-se  para pegá-lo. Foi quando todos os outros sininhos começaram a tocar…

Dúvida cruel

O padre estava atendendo no confessionário, quando deu nele uma daquelas inadiáveis vontades de ir ao banheiro. Como as confissões não podiam ser interrompidas, ele chamou uma freira que passava por ali para substituí-lo por alguns instantes. Deixou com ela uma lista dos principais pecados e respectivas penitências.
A freira, muito solícita, concordou..
A primeira pessoa que se ajoelhou para ela atender, foi uma “bichinha” que logo foi confessando:
- Padre, eu pequei...
A freira, engrossando a voz para se fazer passar pelo padre, disse:
- Qual foi o seu pecado, filho?
A bichinha respondeu:
- Eu dei o cu, padre...
A freira horrorizada foi procurar na lista de pecados, mas não encontrou nada sobre dar o cu. Sem saber que penitência deveria dar, pediu licença e saiu à procura do padre. No caminho, encontrou o coroinha e perguntou:
- O que o padre dá para quem dá o cu?
O coroinha respondeu:
-Pra mim ele dá um Pastel e uma Coca!

segunda-feira, maio 17, 2010

Estremoz


Onde estão os Portugueses?

    Um emigrante de Angola chega a Portugal - Lisboa!
    No seu primeiro dia, decide sair a ver os arredores da sua nova cidade.
    Andando rua abaixo em Lisboa, pára a primeira pessoa que vê e diz: “Obrigado senhor Português por permitir-me estar em este
    país onde me deram casa, comida, seguro, médico e educação grátis. Obrigado.”
    A pessoa sorri e reponde: “Sinto muito mas eu
    sou ucraniano! “
    O Angolano continua rua abaixo e encontra  outro que caminhava na sua direcção e diz: “Senhor português, obrigado por este país tão belo que é Portugal.”
    A Pessoa responde: '”Sinto muito mas eu não sou
    português sou brasileiro.”
    O Angolano continua o seu caminho pára a seguinte Pessoa que vê na rua
    cumprimenta-o e diz: “Obrigado por este país tão belo que é Portugal.”
    A Pessoa após o cumprimentar diz: “Muito bem, mas eu não sou português, sou Marroquino.”
    O Angolano continua o seu caminho e finalmente vê uma senhora morena e mais ou menos bem vestida que vem a seu encontro e pergunta: “Você é Portuguesa?”
    A mulher sorri e diz: “Não, sou cigana e sou romena.”
    Estranho e confuso o angolano pergunta: “Mas onde
    estão os portugueses?”
    A cigana olha-o de cima abaixo e reponde: “Espero que a trabalhar para nos sustentar!”

    domingo, maio 16, 2010

    sexta-feira, maio 14, 2010

    Meia volta, volver!

    Não só uma, mas várias vezes, ouvi a sentença sobre que Portugal deixou de ser um país pobre e atrasado e, passando a fazer parte da U. E. e totalmente integrado, é hoje moderno e desenvolvido.
    Como sempre fui um eurocéptico, o que aqui escrevo é tendencioso para essa vertente, como tudo tenderá a circunscrever-se na minha linha de pensamento e formação.
    Nunca entendi como fruto do desenvolvimento a guinada que os portugueses deram na sua vida e comportamento. Tudo mais fino, todos viajando além fronteiras nas férias de cada ano, carro novo, descarte de bens recuperáveis, etc. etc..
    Entrou muito dinheiro fácil. Injecções cavalares de dinheiro. De Bruxelas vinha a ordem para arrancar todas as oliveiras de determinada região ou as videiras de outra e assim, deitado na sombra e com água frêsca do lado, o indivíduo não produzia nada e ganhava bem para isso.
    No sector público a coisa virou um mar de rosas. Sei que os maiores aproveitadores fôram os caciques, como sempre, mas a galera também se promoveu bem.
    Essa bola foi aumentando, mas de modo a que o núcleo jamais tenha sido preenchido. Assim, aumentou também o vazio interno, o ôco, juntamente com a capa que, lògicamente, afinava na espessura. Tudo propício a um grande estouro. Aguardemos.
    Na aderência a essa nova civilização, dita moderna e desenvolvida, fôram querendo nos tirar quase tudo aquilo que de melhor e identificado com a nossa cultura tínhamos. Pequenas coisas, muitas delas, mas a nossa cara e a nossa raiz.
    A integração na zona do euro foi uma verdadeira arapuca; um tipo de colete de forças. Não tendo um sector produtivo à altura dos demais, os fortes, e com uma dívida pública sempre em expansão, tudo sob uma moeda forte que não nos dá chance de desvalorização para regularização da ecomomia, o rastilho foi acêso e só resta esperar o bum da bomba.
    Acreditem que eu gosto quando a nós, do sul de Portugal ,nos chamam de mouros. E relançando o olhar por esse sul, Gibraltar, Mediterrâneo, creio, como sempre acreditei, que somos como líquido não miscível em vasos comunicantes: ou ficamos por cima ou por baixo; nada de misturas…
    Acredito que ainda um dia voltemos aos antigamentes. Comer aquele petisquinho regional no balcão da taberna, matar um porquinho no quintal de casa.
    Não somos super industrializados, mas poderemos auferir de muitos lucros nas nossas artes, côres e sabores; emprestemos, até mesmo, muitos dos nossos crânios aos grandes industriais. Tudo isso e desse modo, gerido pela batuta de lideres competentes, honestos e que se identifiquem com a nossa raça, levar-nos-à um dia ao tôpo por mérito próprio.

    sexta-feira, maio 07, 2010

    Tá todo o mundo louco, ôba!

    123 030 O certo seria passear com o meu cachorro todos os dias e, melhor e mais aconselhável ainda, duas vezes por dia; uma pela manhã e outra ao entardecer. Seria óptimo para ele e para mim. Porém, a preguiça acaba por se reverter num prejuizo tremendo para os dois.
    A par dessa preguiça têm surgido algumas situações que me deixam mais desanimado. Noutros tempos deixar-me-íam bem mais exaltado e provocador…
    O Díli não parava de assomar à janela do meu escritório e tudo fazia para me chamar a atenção e desconcentrar-me ao mesmo tempo. Claro que queria passear, pois a última vez já acontecera há alguns dias… E quando as coisas chegam a esse ponto, eu tenho que fazer a sua vontade.
    Hoje mudei o roteiro. Há muito tempo que não passava naquela rua. Lá tem um “ferro velho” e eu gosto de parar na esquina e ficar observando o que ali está depositado. Sou obsecado por velharias, pois também tive o meu há muitos anos atrás. Foi a primeira actividade exercida no Brasil como empresário.
    Como de outras vezes já aconteceu, sempre que eu paro naquela esquina (foto), logo o proprietário sai da “toca” e vem fiscalizar a situação. Hoje ele saíu com uns trecos na mão e foi jogá-los em cima do caminhão, sem nada dizer; ao mesmo tempo de lá saíu a esposa e, de dedo em riste, sentenciou: “Não passe mais aqui e não pare na minha esquina; o seu cachorro faz com que o meu comece a latir e eu sou doente, não suporto barulho.”
    Estupefacto fiquei! Gesticulei exprimindo essa situação e nada argumentei. Mudei para o outro lado da rua e, olhando, lá estava aquele dedo apontando para mim.
    Continuei o meu passeio com o Díli. Cheguei em casa, peguei a minha máquina fotográfica e lá fui eu outra vez, mas sózinho. Agora eu estava meio alterado e já fui com o intuito de iniciar algo que acabe com aquele aglomerado de velharias situado numa zona urbana nobre e, certamente, clandestino.
    Quando o velhote me viu, atravessou a rua e perguntou se eu estava fotografando. Respondi que sim; que era fotógrafo. Ameaçou-me dizendo que eu iria me dar mal se, por acaso, o estava querendo prejudicar. Claro que isso veio confirmar a minha dedução de que o seu negócio era clandestino e que outros já tentaram tirá-lo dali…
    Houve ali uma troca de “elogios” entre eu e ele. Disse-me que sempre desconfiou que eu quero roubar algo dali… Perguntei-lhe se a esposa tinha problemas de cabeça e ele acenou que sim. Aí eu caí na real e comecei a levar tudo para a “brincadeira”, pois estava entre dois loucos…
    Os meus passeios com o Díli estão ficando complicados e difíceis. Por nós passam pessoas más, encrenqueiras e loucas. Teremos que arrumar um lugar só para nós.

    segunda-feira, maio 03, 2010

    PALOP

    Numa discoteca, algures num dos países do Grupo: 93620
    - A minina dança?
    A mulatinha levanta-se:
    - Não, vô mijá.
    - Vai mijá mas vorta?
    - Não, vou mijá imbora!

    domingo, maio 02, 2010

    Visita do Papa

    Esta é de facto muito interessante!
    Vejam bem a peça que a Atlantis decidiu criar para comemorar a vinda do Papa ao nosso país (Portugal):

    domingo, abril 25, 2010

    Hino Nacional Português

    Sugestão de nova letra do Hino Nacional


    Heróis do mal
    Pobre Povo
    Nação doente
    E mortal.
                                                          Expulsai os tubarões                                                     
    Exploradores de Portugal

    Entre as burlas
    Sem vergonha
    Ó Pátria
    Cala-lhe a voz
    A essa corja atroz
    Que há-de levar-te à miséria.

    P'ra rua, P'ra rua
    Quem te está a aniquilar.
    P'ra rua, P'ra rua
    Os que só sabem chular.
    Contra os burlões
    Lutar, lutar !

    sábado, abril 24, 2010

    Portugal Maior

    Camaradas: embêbam-se do espírito do 25 de Abril de 1974 e, juntos, mudemos o status quo, mesmo que outra revolução tenhamos que fazer. Àqueles que se empenharam na conquista da liberdade deveremos prestar as nossas homenagens; aqueles que com interesses próprios e não democráticos a desvirtuaram deverão ser extirpados e punidos.

    sexta-feira, abril 23, 2010

    Saúde

    Esta cidade de Campinas onde moro, tem mais de um milhão de habitantes. Estou aqui há 34 anos. Passam-se os anos e, eleição vai, eleição vem, são sempre os mesmos candidatos ou descendentes deles…
    É a cidade equivalente ao vale do silício nos EEUU; tem muitas empresas de ponta, alta tecnologia. Porém, em infra estrutura jamais percebi avanços interessantes.
    Há muito deixei de pagar o plano particular de saúde que mantive por quase 20 anos. Raríssimas vezes usei os serviços e cheguei à conclusão que a poupança dessa mensalidade engordaria o meu caixa e daria para pagar alguma intervenção de urgência.
    Agora que a idade avançou para o chamado estágio crítico, começam a aparecer os problemas de dor daqui e dali, hipertensão, falta de tesão, etc. etc.. Por isso, comecei a usar o serviço único de saúde (SUS) e confesso que nada tenho a reclamar quanto ao atendimento e acompanhamento.
    Hoje, depois de já ter efectuado outros exames que compõem o check up, fui tirar um RX do tórax para observar possíveis problemas do coração.
    Mais uma vez adentrei naquele que é o principal hospital da cidade. De nome Dr. Mário Gatti, é pau para toda a obra na região. Já conheço os meandros, mas hoje fui num local diferente.
    Passei perto da cozinha e até tapei as narinas porque não suportei aquele cheiro de azêdo; depois ambientei-me… Zanzei por aqui e por ali até chegar ao ponto de atendimento que procurava. Ultimada a burocracia, ali fiquei aguardando num corredor com mais uns 50 cidadãos iguais a mim, escutando chiadeira de um lado e do outro…
    Os pacientes vão sendo chamados em grupos de 4 mas, no meio deles há os fura-fila. Estes últimos veem em macas, ensanguentados, cagados, mijados, entubados, meio mortos e meio vivos. É uma cena dantesca, se bem que tal não mais me afecta há muitos e muitos anos.
    Lembrei-me daquele dia em que, vítima de um corte num dedo, dirigi-me ao Hospital Universitário de Genebra. Estava eu na Suiça. Lá eu nem queria acreditar no que estava vendo. Ali era tudo tão perfeito que até o chão poderia ser lambido. Claro que prefiro lamber outras coisas…
    O cara lá do hemisfério norte tocou na tecla ao instituir o serviço público de saúde. E precisava. É claro que é muito difícil navegar nessas águas onde existe o serviço privado de saúde com mão forte e bem apoiado. Porém, o caminho certo é acabar com isso ou com eles… Todo o serviço de saúde, em qualquer país, deverá ser público e de primeira categoria; a única categoria.
    Sonho ainda com esta cidade entrando por esse caminho. Talvez até eu venha a morrer num bom hospital público e pensando que estou num hotel 5 estrelas rodeado de belas enfermeiras.

    quinta-feira, abril 22, 2010

    Aprendizagem

    Aprendi com este monitor de 10”
    image001
    E sei a tabuada toda, sei fazer contas de cabeça, escrevo sem erros e tenho a letra bonita!!!!!
    ...Ganda máquina que era aquela há 60 anos atrás!!!...

    sábado, abril 10, 2010

    Surpresa!…



  • Cubano
  • Podrás deducir que no comparto todas tus palabras aunque me alegra que puedas expresar con libertad lo que desees: ¿Crees que en Cuba hay libertad política y de prensa con un partido único y todos los medios de comunicación en manos del estado?.
  • Willy Toledo
    Willy Toledo
    En Cuba vive una valerosa mujer llamada Yoani Sánchez que tiene un blog desde el que expresa libremente su opinión, absoluta y radicalmente contraria al régimen cubano, por todos los rincones del mundo y, que yo sepa, entra y sale, no solo de su casa, si no del país a recoger todos los premios que las asociaciones de prensa europeas le han otorgado. Como este caso, bien conocido, hay más dentro de la isla.
    _______________________________________________
    Vejam a entrevista completa em http://charlas.publico.es/willy-toledo-2010-03-05
  • segunda-feira, abril 05, 2010

    Portugal de hoje

    Valentim dos Santos de Loureiro (Calde, 24/12/1938) é um empresário, político e dirigente desportivo português.
    Frequentou o curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sem o terminar. Juntou-se ao exército sobre o regime salazarista e, anos depois, foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao PAIGC que, alegadamente, matavam os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio (ficando posteriormente conhecido por muitos como o "Capitão Batatas" ). Isto porque estava no aprovisionamento militar e desviava generos e bens alimentares para vender por fora.
    Foi expulso, com desonra, do exército.
    Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução.
    Desviou, alegadamente, 40.000 contos ao BCP com uma transacção com um cheque em dólares americanos sobre um banco que não existia.
    Actualmente, é cônsul "honorário" da Guiné-Bissau e tem usado esse título para, alegadamente, falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol que compra e vende numa tipologia de negócio pouco digna.
    Distinguiu-se como dirigente desportivo, tendo sido presidente do Boavista F.C. entre 1972 e 1995 e presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) até Agosto de 2006. em (2008 ), é presidente da Assembleia Geral na mesma instituição.
    Na política, foi militante do Partido Social-Democrata, tendo sido presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Assumiu um papel activo quando em 1993 aceitou ser candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, vencendo as eleições desse ano, e as de 1997 e 2001. Após ser desfiliado do PSD por ser acusado de práticas ilícitas enquanto autarca, venceu novamente as eleições de 2005, com a lista independente «Gondomar no Coração», que alcançou 57,5% dos votos.
    Foi ainda Presidente da Junta Metropolitana do Porto, entre 2001 e 2005 e Presidente do Conselho de Administração da Empresa Metro do Porto, S.A.
    Em Julho de 2008 foi sentenciado a 3 anos de prisão suspensa, no âmbito do processo judicial conhecido como Apito Dourado.
    Foi recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, motivos que alegam os seus "serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores". Um gesto subjectivo da parte de alguns, tendo em conta o historial negro do indivíduo.
    Pelos Portugueses é considerado uma vergonha Nacional, mas infelizmente pela classe politica que temos é um herói em virtude de pertencer à corja de políticos que temos, isto nada abona a favor do nosso país e mostra que somos um povo passivo que nada faz para o seu próprio bem e futuro.

    quinta-feira, março 25, 2010

    O pagador de impostos

    A Honda lança no México o novo City. O sedan brasileiro, produzido na fábrica da Honda localizada em Sumaré - SP, chega ao mercado mexicano com apenas duas importantes diferenças: a primeira é a entrega mais equipamentos desde a versão de entrada e a segunda é o preço equivalente a menos da metade do cobrado no Brasil.
    No México, todas as versões são equipadas com freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar condicionado além dos vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo que equipa a versão vendida no Brasil, ou seja, um 1.5 litro que entrega 116 cv de potência.
    Por lá, a versão de entrada será oferecida por 197 mil pesos mexicanos, o que equivale a cerca de R$ 25.800. No Brasil, o City LX com câmbio manual (versão de entrada) que não conta com freios ABS, tem preço sugerido de R$ 56.210.
    Mesmo lembrando que Brasil e México possuem um acordo comercial que isenta a cobrança de impostos de importação, fica a pergunta: Como é possível um carro fabricado no Brasil ser vendido, com lucro, por menos da metade do preço em outro país?
    =======================================
    Vai fundo brasileiro pagador de impostos!
    Continuem vendo carnaval, futebol, novela e BBB. É o que os políticos querem.

    Modo correcto


    Desmatamento


    segunda-feira, março 22, 2010

    Teologia Moral da Manga


    O velho caipira, com cara de amigo, que encontrei num Banco estava esperando para ser atendido. Ele ia abrir uma conta. Começo de um novo ano, novas perspectivas... E como não podia deixar de ser, também
    começou ali um daqueles papos de fila de banco. Contas, décimo terceiro que desapareceu, problemas do Brasil, tsunami... Será que vai chover?

    Mas em determinado momento a conversa tomou um rumo: "- Qual é então o maior problema do Brasil para ser resolvido? E aí o representante rural, nosso querido "Mazaropi da modernidade" falou com um tom sério demais para aquele dia: " - O Maior Problema do Brasil é que sobra muita manga!"
    Tentei entender a teoria...Fez-se um silêncio e ele continuou: " – O senhor já viu como sobra manga hoje debaixo das árvores? Já percebeu como se desperdiça manga? "Sim... Creio que todos já percebemos
    isto... Onde tem pé de manga, tem sobrado manga.” E Aí ele continuou: " Num país onde mendigo passa fome ao lado de um pé de manga, isso é um  absurdo! Num país que sobra manga tem pouca criança. Se tiver pouca criança as casas são vazias... Ou as crianças que tem já foram educadas para acreditar que só ice cream e jujuba são sobremesas gostosas”.
    “Boa é criança que come manga e deixa escorrer o caldo na roupa... É sinal que a mãe vai lavar, vai dar bronca, vai se preocupar com o filho. Se for filho tem pai...
    Se tiver pai e manga de sobremesa é por que a família é pobre... Se for pobre, o pai tem que ser trabalhador. Se for trabalhador tem que ser honesto. Se for honesto, sabe conversar. Se souber conversar, os filhos vão compreender que refeição feliz tem manga que é comida de criança pobre e que brinca e sobe em árvore... Se subir em árvore, é por que tem passarinho que canta e espaço para a árvore crescer e para fazer sombra. Se tiver sombra tem um banco de madeira para o pai chegar do trabalho e descansar...”.
    “Quem descansa no banco, depois do trabalho, embaixo da árvore, na sombra, comendo manga é por que toca viola. E com certeza tá com o pé na grama. Quem pisa no chão e toca música tem casa feliz. Quem é feliz e canta com o violeiro, sabe amar. Quem ama, se dedica. Quem se dedica, ama, canta e come manga, tem coração simples. Quem tem coração assim, tem alegria. Quem tem alegria, não tem medo. Nada faltará porque é feliz”.
    “Se come a manga, faz doce, faz suco e não deixa a manga sobrar. Se não sobra manga, tá todo mundo ocupado, de barriga cheia e feliz. Quem tá feliz não
    reclama da vida em fila do banco... ".
    Daí fez-se um silêncio... Muito mais que o padrão de vida, deve-se procurar a qualidade de vida.
    Quer uma manga?…

    Bar Academia

    Gosto muito do bar que frequento pela diversidade de assuntos e problemas que por ali penduricalham. É um lugar cosmopolita e por lá pinta todo o tipo de figura. Aparece gente boa e gente ruim, mas sempre se acaba por proceder a uma seleção destes últimos ficando os ruins-bons junto com os bons-bons…
    Normalmente cito o espaço com o nome de Academia, pois ali se costuma discutir muito literatura e a própria língua portuguesa. E a coisa atinge píncaros estratosféricos quando o Jô resolve abordar trechos de livros de Dostoievski e Balzac ou as teorias filosóficas de Kant e Descartes. E quem é Jô? --- Um coitado que teve uma oportunidade de estudo e preambula hoje pelos bares e esquinas com a muringa cheia de cocaína e cachaça. Claro que outras figurinhas carimbadas por lá aparecem e experts em outros ou nos mesmos temas.
    Passam pela Academia, também, aqueles que impingem a sua opinião e não abrem mão dela, mesmo que a vaca tussa. Esses são intragáveis, mas mantem-se a filosofia de vida do laissez dire, laissez faire…
    A última discussão na qual meti a colher, foi o uso dos pronomes e tudo começou com a aplicação “para mim fazer” ou “para eu fazer”. Como sôa mal usar “para mim fazer”, não é verdade? E tentar explicar o inexplicável aos tradicionais cabeças duras é obra. E é por essas e outras que mais tarde lá aparecem os reformadores ortográficos querendo colocar as suas invenções linguísticas como “ponhar” em vez de “pôr”, etc, e tal…
    O emprego dos pronomes pessoais em português é questão que sempre provoca dúvidas. Existem pronomes que exercem a função de sujeito das orações e pronomes que exercem a função de complemento.  O que determina a escolha dos pronomes pessoais é a função sintática que eles exercem na oração. Em "para mim fazer" ou "para eu fazer", o problema é frequente e foi o mote na última sessão da Academia. Afinal, que função sintática exerce esse pronome ("eu" ou "mim")? Observe-se que não lhe cabe completar um verbo ou nome. Nesse tipo de construção, o pronome atua como sujeito do verbo que está no infinitivo. Usa-se, então, o pronome pessoal do caso reto. Assim: "Traga as medidas para eu fazer os cálculos", "Trarei as medidas para tu fazeres os cálculos", Trarão as medidas para nós fazermos os cálculos".
    Muito e muito mais haveria para dissertar sobre o tema. Mas, se a coisa deslanchasse para a abordagem detalhada dos pronomes oblíquos tónicos, retos, como sujeito ou complemento em relação às preposições, ou ao emprego nas locuções com verbos causativos e sensitivos, os ânimos se exaltariam e não tardaria mais uma vez a polícia baixar no pedaço e mandar todo o mundo encostar na parede à procura do inexistente…
    Esta rodada pago eu!

    segunda-feira, março 08, 2010

    Alma de Mulher

    Nada mais contraditório do que ser mulher...
    Mulher que pensa com o coração,
    age pela emoção e vence pelo amor.
    Que vive milhões de emoções num só dia
    e transmite cada uma delas, num único olhar.
    Que cobra de si a perfeição
    e vive arrumando desculpas
    para os erros daqueles a quem ama.
    Que hospeda no ventre outras almas,
    dá a luz e depois fica cega,
    diante da beleza dos filhos que gerou.
    Que dá as asas, ensina a voar
    mas não quer ver partir os pássaros,
    mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
    Que se enfeita toda e perfuma o leito,
    ainda que seu amor
    nem perceba mais tais detalhes.
    Que como uma feiticeira
    transforma em luz e sorriso
    as dores que sente na alma,
    só pra ninguém notar.
    E ainda tem que ser forte,
    pra dar os ombros
    para quem neles precise chorar.
    Feliz do homem que por um dia
    souber entender a Alma da Mulher!

    Me mate um bode!…

    As segundas feiras, actualmente e desde há alguns anos, são o meu dia de folga do trabalho. Por isso e só por isso, esse dia deveria ser sempre celebrado com satisfação. Porém, talvez pelo estado em que os agitos de domingo deixam os que trabalham e os que nada fazem, o dia acaba por ser um saco.
    Tem ocasiões em que não só é um saco e passa a ser um pesadelo. É o caso de hoje.
    Não é sempre que leio a íntegra do caderno de economia do jornal. É até muito raro fazê-lo, pois acho esse campo muito chato e tudo é repetitivo. A minha bronca já vem desde os bancos de Faculdade, mas aí não podia deixar de me interessar por assuntos inerentes, por força da situação…
    Nos anos 80 adquiri, compulsòriamente, 3 mil ações quando da compra de três linhas telefónicas da Telesp. O telefone, bem de necessidade primária, era naquele tempo um luxo de difícil acesso. Assim, quando surgiu o grande plano de expansão, todo o mundo participou e eu habilitei-me logo a três linhas por força da ocupação profissional.
    Em 1989 resolvi abandonar o Brasil e ir viver para Portugal. Vendi tudo o que tinha e desfiz-me, também de ações que possuía: Petrobrás, Gerdau e Telesp. Das duas primeiras me vim a arrepender porque são das mais valorizadas do Brasil e eu poderia mantê-las em meu poder independentemente de aqui viver ou não. Quanto às da Telesp, porque tudo virara lixo, jamais me preocupei e menos me arrependi.
    O actual governo resolveu oxigenar a moribunda Telebrás com vista a expansão da banda larga no Brasil. José Dirceu, sempre imiscuído (…) alforjou mais uma quantia gorda e outros mais do mesmo calibre certamente disso usufruirão. Eu, se tivesse em meu poder essas 3 mil ações que não valiam nada, teria hoje 1.500.000 reais; um pouco mais de 800 mil dólares.

    quarta-feira, março 03, 2010

    Dois pra lá, dois pra cá…

    Cheguei na data de aniversário e este ano coincidiu ter caducado a validade das minhas cartas de condução (portuguesa e brasileira). Sei que poderei dirigir por mais um mês além da data, mas está na hora de resolver essa renovação.
    Saí da minha banca e fui em direção ao barzinho da esquina, coisa que faço todas as quartas, ou outros barzinhos que não ficam necessàriamente nas esquinas nos demais dias da semana. É uma verdadeira paixão, independentemente de ser a Meire a atendente do balcão…
    Lá ía no meu caminhar e, a exemplo de outras vezes, sentia que a minha visão estava um pouco ofuscada, mas sem ver estrelinhas ou bolinhas. É quando penso que terei problemas quando fizer o exame médico de visão para a revalidação da carta e isso preocupa-me. Afinal, sou motorista profissional apto para todas as categorias e sinto plena capacidade no exercer da função.
    Cheguei no bar, dei o meu bom dia à Meire e encostei-me ao balcão olhando o quanto a Natureza fez por aquele corpo magistral. Mas repentinamente senti que o balcão abanava e pensei que, não sendo tremor de terra, algo estava solto.
    Alertei a Meire sobre o balcão. Ela veio perto de mim, mexeu, olhou para mim e disse: “Oh português! você, por acaso, não está sentindo tonturas?” --- Certifiquei-me que era isso mesmo. São oscilações na pressão originadas pela síndro-me de abstinência em relação ao cigarro. O organismo sente falta da nicotina e se manifesta. Creio que seja isso. Se não fôr, lá está o meu pedacinho de terra no Cemitério de Estremoz a aguardar ca minha volta definitiva…