Desta vez, contrariando tudo e todos, seremos os campeões!
sexta-feira, junho 11, 2010
terça-feira, junho 08, 2010
Gastos públicos
A Prefeitura de Campinas montou todo um complexo para que os cidadãos (não sei quais) possam assistir aos jogos da Copa em 4 telões. Toda essa parafernálhia está no Centro de Convivência Cultural.
Votei e depois cliquei no resultado de uma enquete on-line de um jornal local e deu que só 1% dos votantes pretendem estar naquele recinto nos dias dos jogos. Pô! será que mais uma vez se joga tanto dinheiro pelo ralo?
Andei tirando fotos da área e não poderia ter deixado de passar em branco o estado lastimoso do sanitário público do local. Está naquele estado há mais de 2 meses.
quarta-feira, junho 02, 2010
A Coroa
Lembra a saga do rei português que foi lutar nas Cruzadas, em 1578, e não voltou -e, como se esperava que voltasse, seus sucessores no trono de Portugal tornaram-se guardiões da coroa, jamais a usando na cabeça. A imagem clássica do nosso dom João 6º ao ser aclamado rei, em 1818, mostra-o com a cabeça nua e a coroa a seu lado.
Assim se referia hoje Ruy Castro a El Rei Dom Sebastião na sua crónica do jornal Folha de S. Paulo.
Não foi isso que eu aprendi na escola e ainda pensei que o cronista, por ser brasileiro, não estivesse tão familiarizado assim com a História de Portugal. Mas logo emendei o meu raciocínio na medida em que, naquela época, o Brasil e Portugal eram um país só e, portanto, com a mesma história…
De imediato procurei na minha biblioteca desde os mais elementares livros de história até aos mais sofisticados calhamaços. Todos batiam na mesma tecla e que se resume mais ou menos ao seguinte:
Após a derrota na tão tristemente famosa Batalha de Alcácer Quibir, no norte de África, D. Sebastião não mais regressou a Portugal. Ficou a lenda sobre que reapareceria num dia de nevoeiro. Foi cognominado, por isso, de “O Desejado”.
Nessa sequência e mercê do governo desastroso do Cardeal D. Henrique “O Casto”, perdemos a nossa independência por 60 anos para os espanhois.
Em 1640 a independência foi restaurada por D. João IV “O Restaurador”. O rei ofereceu a coroa de Portugal a Nossa Senhora da Conceição e, a partir dele, todos se faziam retratar com a coroa a seu lado e não mais sobre a cabeça.
E agora?
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segunda-feira, maio 31, 2010
Tabaco
Hoje comemora-se em todo o Mundo o denominado "Dia Mundial Sem Tabaco".
Estou ciente que a maioria dos fumantes não faz nada do sugerido para registar esta data, que seria passá-la sem fumar. A par disso, muitos há também que nem da mesma têm conhecimento...
Não vou aqui escrever sobre proibições aos fumantes e facilidades das vendas e mais o que quer que seja a respeito, pois muita tinta já correu sobre tudo isso. Prefiro dar aqui um testemunho do meu caso pessoal, pois penso ser assim a melhor maneira de me enquadrar na comemoração da data.
Comecei a fumar aos 9 anos de idade. Ainda me lembro desse primeiro dia, do local e da marca desse primeiro cigarro que coloquei na bôca. Só não me lembro dos companheiros da minha idade que embarcaram nessa aventura e daqueles um pouco mais velhos que nos forçaram a tal. Mas era assim que funcionava, com os mais velhos a incentivar os menores alertando-os ser coisa de homem.
Tendo deixado de fumar há quase 4 meses por uma decisão repentina, contabilizei 56 anos como fumante. Sempre fumei uma carteira de cigarros (20) por dia mas, nos últimos dois anos passei a fumar três por causa do tempo dedicado à leitura e ao computador; acendia um no outro...
Claro que tentei muitas vezes parar de fumar sem conseguir. Sei que isso acontece com muita gente. Porém, indubitàvelmente o fulcro dessa alavancagem decisiva está no psico e uma luz de alerta será a potência que irá vencer a resistência.
Nesse contexto figurado das máquinas simples que propuz na exemplificação, simples foi também o meu motivo da tomada de decisão: um mau estar súbito que vim a associar a outros factores como o cansaço constante, hipertensão e perda óssea bocal. Nesse momento pensei e decidi que jamais colocaria um cigarro na boca.
Sei que só a decisão não dá consistência ao acto e, assim, deitei mão de um artifício que viesse a suprir a falta do tabaco e amainasse todos os efeitos da síndrome da abstinência. Comia 3 castanhas do Pará a cada acometida. Agora, explicar o que a castanha do Pará tem a ver com isso, já é algo que foge da minha competência. Sei que comi castanha até quase enjoar e tenho plena consciência que me ajudou. Você, fumante, poderá tentar também...domingo, maio 30, 2010
Frutas Tropicais --- Pinha
A Pinheira é originária da América Central e expandiu-se para o Oriente e Filipinas. A muda da pinha chegou ao Brasil em 1626, trazida pelo Conde de Miranda, que a introduziu na Bahia. Por isso ela ficou conhecida na Bahia como fruta-do-conde e nos outros estados brasileiros com os demais nomes. Ela é rica em açúcar, em vitaminas e sais minerais. No Brasil encontramo-la em diversos Estados. Folhas verde-escuras,
com pêlos na parte inferior, rígidas, dispostas caracteristicamente intercaladas na posição horizontal ao longo dos ramos.
Flores creme-amareladas surgem ao longo de todo o ano.
A pinha é uma fruta que contém muito açúcar, portanto não é recomendada para quem faz regime de emagrecimento.
Consome-se ao natural ou em forma de sucos, doces ou sorvetes.
A polpa também se presta a fazer deliciosos purês que podem ser servidos com carne assada peixe grelhado. Fazem-se também cremes doces, que acompanham bolos, tortas e sorvetes.
Embora não seja muito rica em ferro, a pinha pode ser vantajosamente incluída na dieta de anêmicos juntamente com outros alimentos ricos em ferro, dada sua riqueza em vitamina C e do complexo B, importantes no metabolismo das proteínas, carboidratos e gorduras.
Segundo crença popular, não fica piolho nenhum na cabeça de quem passar por baixo de um pé de pinha. No Sertão, é conhecido como eficiente estimulante sexual.
sexta-feira, maio 28, 2010
Na crista da onda
Pessoas que não escovam os dentes ao menos duas vezes por dia aumentam em 70% as chances de ter doenças cardíacas, de acordo com um estudo da University College London, publicado na última edição da revista especializada British Medical Journal.
BBC Brasil – Internet
Ouvi essa notícia hoje pela manhã numa rádio brasileira que me acompanha no meu sono e no despertar. Fiquei de orelha em pé porque ando fazendo um tratamento profundo nos dentes que me restam, porque tenho frequentes inflamações nas gengivas e porque costumo relaxar a escovação. Cheguei a publicar no Twitter que considero um verdadeiro milagre eu ainda estar vivo ao confrontar o que dizem os cientistas com o meu comportamento…
Cientistas confirmaram pesquisas anteriores que associavam doenças na gengiva a problemas cardíacos. Já se sabia que inflamações na boca e nas gengivas têm um papel importante no entupimento de artérias, um dos fatores que levam a doenças cardíacas. Porém, confirmou-se que a frequência da escovação influi nos riscos, em menor número para os que escovam duas vezes por dia.
Honestamente, não me considero uma pessoa velha nos meus 65 anos de idade e nem tampouco contemporâneo de uma certa idade da pedra. Mas que um cem número de coisas eu só vivenciei muito tarde, é uma verdade.
No meu Alentejo tudo era limitado na década de 40 e 50, tempos da minha infância e juventude. Banho tomava-se uma vez por semana, quase sempre aos Domingos, numa cêpa ou alguidar grande de zinco e o interessante de tudo isso é que não se sentia cheiro de sovaco em nós ou nos outros. Até o racionamento pós guerra para produtos essenciais imperava…
Ter e usar uma escova de dentes, era um luxo. Por isso, eu não os escovava. Até aos meus 18 anos jamais tivera uma dor ou qalquer outro problema nos dentes. Estranho tudo isto, não é!?
Também é verdade que aos 18 anos me apareceram os primeiros problemas nas gengivas --- o que se denomina de gengivite. E o tratamento era bem mais violento que o de hoje: com uma agulha incandescente queimava-se a base das gengivas, sem anestesia, e em duas semanas cairia. As gengivas regeneravam-se.
Nos dias actuais se se deixar de escovar os dentes com todos aqueles artifícios de escova, tufo e fio dental, por uma semana, de imediato estará estabelecida uma placa bacteriana, uma cárie, perda óssea, etc., etc.. Tudo isso, engrossado agora com essas últimas notícias, leva-me a acender o pavio da lamparina para me deixar esperto e atento, tanto mais que há três meses faço visitas constantes à minha equipe de dentistas e ao cardiologista.
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quinta-feira, maio 27, 2010
Frutas Tropicais --- Mangostim
Reparem bem. Essa é uma das mais saborosas frutas tropicais do mundo. O verdadeiro nome é Mangostim. É originária da Ásia e plantada na América do Sul desde 1940.
O seu interior mostra gomos com uma polpa mole de consistência e aspecto dos da lexia.
O sabor é doce e agradável mesmo com uma pitadinha de azedo.
O povos orientais perceberam muitas das suas propriedades: tratar feridas contaminadas, tuberculose, malária, infecções de aparelho urinário, sífilis e gonorréia. Tem propriedades antiinflamatórias poderosas, e é conseqüentemente eficaz em tratar o eczema, a hiperceratose e doenças de pele relacionadas tais como a acne, psoríase e a seborréia. O mangostim tem um distribuição bastante equilibrada de nutrientes e se destaca como uma fonte muito rica de compostos fenólicos, o que lhe atribui importantes propriedades funcionais. Também altamente antioxidantes, que impedem a oxidação do colestrol ruim e rica em fibras.
Notei que a maioria dos visitantes do meu blog vieram atrás do que tenho publicado sobre frutas tropicais. Por isso, resolvi abordar o mesmo tema, nele mergulhando mais fundo e directamente. Faço questão de comprar as frutas sobre as quais me proponho falar, fotografá-las em várias fases para ilustrar as matérias, inclusivamente a degustação.
Esta frutinha linda dá até pena de abri-la… Tem a casca da cor do vinho e é grossa como a da romã.
É conhecida popularmente coma “Rainha das Frutas”. Pode até abrir-se com as mãos, mas usemos uma faca.O seu interior mostra gomos com uma polpa mole de consistência e aspecto dos da lexia.
O sabor é doce e agradável mesmo com uma pitadinha de azedo.
O povos orientais perceberam muitas das suas propriedades: tratar feridas contaminadas, tuberculose, malária, infecções de aparelho urinário, sífilis e gonorréia. Tem propriedades antiinflamatórias poderosas, e é conseqüentemente eficaz em tratar o eczema, a hiperceratose e doenças de pele relacionadas tais como a acne, psoríase e a seborréia. O mangostim tem um distribuição bastante equilibrada de nutrientes e se destaca como uma fonte muito rica de compostos fenólicos, o que lhe atribui importantes propriedades funcionais. Também altamente antioxidantes, que impedem a oxidação do colestrol ruim e rica em fibras.
Na casca estão presentes taninos (como no chá verde por exemplo) e as xantonas, substância que em laboratório comprovou os efeitos benéficos deste fruto. O fruto em si pode ser consumido como fruta normal e também apresenta benefícios, mas o principal efeito provém desta casca. O que se consome e vende por todo o mundo, deve ser elaborado com todas as suas partes: sementes, polpa e casca.
quarta-feira, maio 26, 2010
Política Europeia
Tradução de uma carta recebida recentemente pelo Comissário Europeu da Agricultura.
Muitos dos que não vivem directamente os problemas da Europa, como os recentes da Grécia e próximos de outros fracos quanto, terão aqui uma resumida explicação das causas.
Senhor Comissário da Agricultura,
O meu amigo Robert, que vive na Bretanha, recebeu um cheque de 100.000 EUR da UE para não criar porcos este ano. Por essa razão eu estou a pensar entrar no programa de não-criação de porcos no próximo ano. O que eu gostaria de saber era qual é a melhor quinta possível para não criar porcos e também qual a melhor raça a não criar. Gostaria de não-criar Javalis, mas se eles não forem uma boa raça para não-criar, fico igualmente satisfeito se puder não-criar uns Landrace ou uns Large White. O trabalho pior neste programa parece-me ser manter um inventário preciso do número de porcos que não criámos. O meu amigo Robert está muito entusiasmado quanto ao futuro do seu negócio. Criou porcos durante mais de 20 anos e o máximo que tinha conseguido ganhar foram uns 35.000 EUR em 1978... até este ano, que recebeu o tal cheque de 100.000 EUR para a não-criação de porcos. Se eu posso receber um cheque de 100.000 EUR para não-criar 50 porcos, então receberei 200.000 EUR por não-criar 100 porcos, etc.?
Proponho-me começar por baixo para depois chegar a não-criar uns 5000 porcos, o que significa que receberei um cheque de 10.000.000 EUR para poder comprar um iate e para outras necessidades urgentes. Mas há outra coisa: os 5000 porcos que eu não criarei deixarão de comer os 100.000 sacos de milho que lhe estão destinados. Entendo, portanto, que irão pagar aos agricultores para não produzir esse milho. Isto é: receberei alguma coisa para não-produzir 100.000 sacos de milho que não alimentarão os 5000 porcos que não-criarei? Pretendia começar o mais cedo possível, porque parece que esta altura do ano é a mais propícia à não-criação de porcos.
Com os melhores cumprimentos,
(Assinatura ilegível)
PS : Mesmo estando implicado no programa poderei criar uns 10 ou 12 porcos para ter algum presuntito para dar à família?
Créditos: Internet
Créditos: Internet
terça-feira, maio 25, 2010
Um olhar de criança
Hoje vou escrever sobre crianças. Pode parecer estranho, mas foi algo relacionado com elas a minha fonte de inspiração para esta crónica.
Quando solteiro eu não era muito chegado a elas, e não as havia na família. Um choro qualquer me irritava; eu não as atraía e também não era atraído. Mas esse meu comportamento não era porque fosse uma pessoa tosca e embrutecida e sim antes despreparada e arredia pela minha timidez e pela carência de carinho no lar.
Casei novo e logo veio o primeiro fruto desse casamento, uma linda menina loirinha e de olhos verdes/cajú. E viriam mais quatro filhos depois e alguns deles me deram 6 netos.
De repente me vi rodeado e participativo em duas gerações de crianças. Os filhos carreguei-os todos no colo, limpei-lhes a bunda e troquei-lhes as fraldas; dei-lhes carinho. Os netos já comigo não conviveram todos, mas os que conviveram usufruíram do mesmo tratamento que dispensei aos pais e talvez até com mais paciência.
Em todo esse embrulho concluía-se que eu dispensava uma atenção especial às crianças como se para tal tivesse um dom. E sempre assim foi no decorrer dos tempos até hoje. Mesmo aquelas que não me são nada me atraiem ou por mim são atraídas. Há uma simbiose perfeita.
Quando uma mamãe passa por mim com seu filhinho ou filhinha, normalmente eu mexo com esta e arranco um sorriso daquela ou das duas… Não o faço com a maldade de segundas intenções, até porque o tempo de Dom Juan já é passado ou atirado para as calangas gregas.
Hoje eu estava sentado no meu banquinho de madeira ao lado de minha banca de feira e tinha terminado de ler o jornal. O movimento estava meio fraco ou fraco inteiro, pois meio fraco pode significar meio forte…
De um momento para o outro percebi que três mamães pararam na minha frente com os três carrinhos e seus respectivos bebés. A cena está ilustrando esta minha postagem e a foto foi tirada com a autorização necessária, tendo tido o cuidado de só focalizar as crianças.
Notei que o menino à esquerda e a menina à direita comiam uma banana cada um. Descascavam a frutinha com cuidado e mordiscavam-na em seguida. No meio estava outra menina com o olhar focado em todos os movimentos da vizinha. A mãe desta percebeu que eu me concentrava na cena. Não resisti e disse-lhe (sic) que a sua filhinha estava com vontade. Arrisquei-me a ser chamado de intrometido ou coisa que o valha. Recebi tão só uma negativa à minha dedução.
Porém, a mãe que estava com a sacola das bananas que acabara de comprar, de imediato pegou uma e deu à menina do meio. Ela comeu-a toda! E todos, depois, comeram mais meia banana cada um.
Nesse momento aquela mãe olhou para mim, simpàticamente, mas meio sem graça e acenou positivamente com a cabeça. Retribuí o sorriso e a simpatia manifestando a minha felicidade. Eu era, afinal, um homem feliz que acabara de flutuar num mundo diferente de pureza e convencido que entende as crianças, talvez até porque tenha sido uma delas por alguns momentos.
segunda-feira, maio 24, 2010
Islândia
sexta-feira, maio 21, 2010
D. Drogadito
Como tudo onde incide opinião a favor e opinião contra, o que é lógico, democrático e aceitável, existem pessoas que acreditam na recuperação de alguém que consumiu drogas pesadas, como a cocaína, por exemplo. Eu não acredito! E afirmo isso apesar de ter fumado durante 56 anos e estar sem o fazer à quatro meses, sob os efeitos constantes e terríveis da síndrome da abstinência. Jamais usei outra droga que não o tabaco mas, pelo que tenho lido e ouvido, não há comparação entre esta e qualquer outra.
De repente dou comigo abordando um mundo que jamais foi o meu e até sobre o qual não gosto de comentar nada de nada... Mas, pelo andar da carruagem, só posso chegar à conclusão que aquele que muitos consideram o melhor do mundo é, na verdade um merda de um ex drogado com a cabeça cheia de resíduos.
O indivíduo é mau caracter e desrespeitador daqueles que estão no exercício da sua profissão. Numa hora atinge alguns com tiros de flowbert; noutra passa com a roda do carro sobre o pé de um outro. E parece que fica tudo por isso mesmo num ambiente de total impunidade. Vomita impropérios contra a imprensa e acusa esta como culpada de tudo o que é negativo.
Acordem irmãos argentinos! Não se deixem engabelar por ídolos de barro. Ele certamente não vai pedir para que o esqueçam --- como fez aqui um tal general que foi presidente e que teve o pedido cumprido ---, mas está nas vossas mãos assim agir. É remédio eficaz!
quinta-feira, maio 20, 2010
Eterna tentação
Doze candidatos a padre estavam para ser ordenados.
Na prova final sobre celibato, deveriam formar uma fila, totalmente despidos, enquanto uma linda bailarina, boazuda e exótica, totalmente nua, realizaria na frente de cada um deles, uma excitante dança oriental.
Na prova final sobre celibato, deveriam formar uma fila, totalmente despidos, enquanto uma linda bailarina, boazuda e exótica, totalmente nua, realizaria na frente de cada um deles, uma excitante dança oriental.
No pinto de cada candidato, foi amarrado um sininho e foi alertado que, quem fizesse o sino soar, não seria ordenado padre e estaria reprovado. Esse fato demonstraria que ainda não tinha alcançado o estado de pureza espiritual que a função requer.
A bela dançarina iniciou a sua excitante dança na frente do primeiro candidato. Ele suportou bravamente e não teve nenhum tipo de reação. A mesma coisa aconteceu com o segundo, o terceiro, o quarto... O bispo estava maravilhado.
A bela dançarina iniciou a sua excitante dança na frente do primeiro candidato. Ele suportou bravamente e não teve nenhum tipo de reação. A mesma coisa aconteceu com o segundo, o terceiro, o quarto... O bispo estava maravilhado.
Quando a bailarina chegou ao último candidato, o sininho começou a badalar tanto que se soltou do órgão do descontrolado candidato e caiu no chão. O candidato a padre, totalmente envergonhado, inclinou-se para pegá-lo. Foi quando todos os outros sininhos começaram a tocar…
Dúvida cruel
O padre estava atendendo no confessionário, quando deu nele uma daquelas inadiáveis vontades de ir ao banheiro. Como as confissões não podiam ser interrompidas, ele chamou uma freira que passava por ali para substituí-lo por alguns instantes. Deixou com ela uma lista dos principais pecados e respectivas penitências.
A freira, muito solícita, concordou..
A primeira pessoa que se ajoelhou para ela atender, foi uma “bichinha” que logo foi confessando:
- Padre, eu pequei...
A freira, engrossando a voz para se fazer passar pelo padre, disse:
- Qual foi o seu pecado, filho?
A bichinha respondeu:
- Eu dei o cu, padre...
A freira horrorizada foi procurar na lista de pecados, mas não encontrou nada sobre dar o cu. Sem saber que penitência deveria dar, pediu licença e saiu à procura do padre. No caminho, encontrou o coroinha e perguntou:
A freira, muito solícita, concordou..
A primeira pessoa que se ajoelhou para ela atender, foi uma “bichinha” que logo foi confessando:
- Padre, eu pequei...
A freira, engrossando a voz para se fazer passar pelo padre, disse:
- Qual foi o seu pecado, filho?
A bichinha respondeu:
- Eu dei o cu, padre...
A freira horrorizada foi procurar na lista de pecados, mas não encontrou nada sobre dar o cu. Sem saber que penitência deveria dar, pediu licença e saiu à procura do padre. No caminho, encontrou o coroinha e perguntou:
- O que o padre dá para quem dá o cu?
O coroinha respondeu:
-Pra mim ele dá um Pastel e uma Coca!
segunda-feira, maio 17, 2010
Onde estão os Portugueses?
- Um emigrante de Angola chega a Portugal - Lisboa!
No seu primeiro dia, decide sair a ver os arredores da sua nova cidade.
Andando rua abaixo em Lisboa, pára a primeira pessoa que vê e diz: “Obrigado senhor Português por permitir-me estar em este
país onde me deram casa, comida, seguro, médico e educação grátis. Obrigado.”
A pessoa sorri e reponde: “Sinto muito mas eu
sou ucraniano! “
O Angolano continua rua abaixo e encontra outro que caminhava na sua direcção e diz: “Senhor português, obrigado por este país tão belo que é Portugal.”
A Pessoa responde: '”Sinto muito mas eu não sou
português sou brasileiro.”
O Angolano continua o seu caminho pára a seguinte Pessoa que vê na rua
cumprimenta-o e diz: “Obrigado por este país tão belo que é Portugal.”
A Pessoa após o cumprimentar diz: “Muito bem, mas eu não sou português, sou Marroquino.”
O Angolano continua o seu caminho e finalmente vê uma senhora morena e mais ou menos bem vestida que vem a seu encontro e pergunta: “Você é Portuguesa?”
A mulher sorri e diz: “Não, sou cigana e sou romena.”
Estranho e confuso o angolano pergunta: “Mas onde
estão os portugueses?”
A cigana olha-o de cima abaixo e reponde: “Espero que a trabalhar para nos sustentar!”
domingo, maio 16, 2010
O Papa e Jesus
A visita de Sua Santidade à cidade do Porto acabou mal quando a ilustre figura religiosa decidiu gritar bem alto “VIVA JESUS!”
sexta-feira, maio 14, 2010
Meia volta, volver!
Não só uma, mas várias vezes, ouvi a sentença sobre que Portugal deixou de ser um país pobre e atrasado e, passando a fazer parte da U. E. e totalmente integrado, é hoje moderno e desenvolvido.
Como sempre fui um eurocéptico, o que aqui escrevo é tendencioso para essa vertente, como tudo tenderá a circunscrever-se na minha linha de pensamento e formação.
Nunca entendi como fruto do desenvolvimento a guinada que os portugueses deram na sua vida e comportamento. Tudo mais fino, todos viajando além fronteiras nas férias de cada ano, carro novo, descarte de bens recuperáveis, etc. etc..
Entrou muito dinheiro fácil. Injecções cavalares de dinheiro. De Bruxelas vinha a ordem para arrancar todas as oliveiras de determinada região ou as videiras de outra e assim, deitado na sombra e com água frêsca do lado, o indivíduo não produzia nada e ganhava bem para isso.
No sector público a coisa virou um mar de rosas. Sei que os maiores aproveitadores fôram os caciques, como sempre, mas a galera também se promoveu bem.
Essa bola foi aumentando, mas de modo a que o núcleo jamais tenha sido preenchido. Assim, aumentou também o vazio interno, o ôco, juntamente com a capa que, lògicamente, afinava na espessura. Tudo propício a um grande estouro. Aguardemos.
Na aderência a essa nova civilização, dita moderna e desenvolvida, fôram querendo nos tirar quase tudo aquilo que de melhor e identificado com a nossa cultura tínhamos. Pequenas coisas, muitas delas, mas a nossa cara e a nossa raiz.
A integração na zona do euro foi uma verdadeira arapuca; um tipo de colete de forças. Não tendo um sector produtivo à altura dos demais, os fortes, e com uma dívida pública sempre em expansão, tudo sob uma moeda forte que não nos dá chance de desvalorização para regularização da ecomomia, o rastilho foi acêso e só resta esperar o bum da bomba.
Acreditem que eu gosto quando a nós, do sul de Portugal ,nos chamam de mouros. E relançando o olhar por esse sul, Gibraltar, Mediterrâneo, creio, como sempre acreditei, que somos como líquido não miscível em vasos comunicantes: ou ficamos por cima ou por baixo; nada de misturas…
Acredito que ainda um dia voltemos aos antigamentes. Comer aquele petisquinho regional no balcão da taberna, matar um porquinho no quintal de casa.
Não somos super industrializados, mas poderemos auferir de muitos lucros nas nossas artes, côres e sabores; emprestemos, até mesmo, muitos dos nossos crânios aos grandes industriais. Tudo isso e desse modo, gerido pela batuta de lideres competentes, honestos e que se identifiquem com a nossa raça, levar-nos-à um dia ao tôpo por mérito próprio.
quinta-feira, maio 13, 2010
domingo, maio 09, 2010
sexta-feira, maio 07, 2010
Tá todo o mundo louco, ôba!
A par dessa preguiça têm surgido algumas situações que me deixam mais desanimado. Noutros tempos deixar-me-íam bem mais exaltado e provocador…
O Díli não parava de assomar à janela do meu escritório e tudo fazia para me chamar a atenção e desconcentrar-me ao mesmo tempo. Claro que queria passear, pois a última vez já acontecera há alguns dias… E quando as coisas chegam a esse ponto, eu tenho que fazer a sua vontade.
Hoje mudei o roteiro. Há muito tempo que não passava naquela rua. Lá tem um “ferro velho” e eu gosto de parar na esquina e ficar observando o que ali está depositado. Sou obsecado por velharias, pois também tive o meu há muitos anos atrás. Foi a primeira actividade exercida no Brasil como empresário.
Como de outras vezes já aconteceu, sempre que eu paro naquela esquina (foto), logo o proprietário sai da “toca” e vem fiscalizar a situação. Hoje ele saíu com uns trecos na mão e foi jogá-los em cima do caminhão, sem nada dizer; ao mesmo tempo de lá saíu a esposa e, de dedo em riste, sentenciou: “Não passe mais aqui e não pare na minha esquina; o seu cachorro faz com que o meu comece a latir e eu sou doente, não suporto barulho.”
Estupefacto fiquei! Gesticulei exprimindo essa situação e nada argumentei. Mudei para o outro lado da rua e, olhando, lá estava aquele dedo apontando para mim.
Continuei o meu passeio com o Díli. Cheguei em casa, peguei a minha máquina fotográfica e lá fui eu outra vez, mas sózinho. Agora eu estava meio alterado e já fui com o intuito de iniciar algo que acabe com aquele aglomerado de velharias situado numa zona urbana nobre e, certamente, clandestino.
Quando o velhote me viu, atravessou a rua e perguntou se eu estava fotografando. Respondi que sim; que era fotógrafo. Ameaçou-me dizendo que eu iria me dar mal se, por acaso, o estava querendo prejudicar. Claro que isso veio confirmar a minha dedução de que o seu negócio era clandestino e que outros já tentaram tirá-lo dali…
Houve ali uma troca de “elogios” entre eu e ele. Disse-me que sempre desconfiou que eu quero roubar algo dali… Perguntei-lhe se a esposa tinha problemas de cabeça e ele acenou que sim. Aí eu caí na real e comecei a levar tudo para a “brincadeira”, pois estava entre dois loucos…
Os meus passeios com o Díli estão ficando complicados e difíceis. Por nós passam pessoas más, encrenqueiras e loucas. Teremos que arrumar um lugar só para nós.
segunda-feira, maio 03, 2010
domingo, maio 02, 2010
Visita do Papa
Esta é de facto muito interessante!
Vejam bem a peça que a Atlantis decidiu criar
para
comemorar a vinda do Papa ao nosso país (Portugal):
domingo, abril 25, 2010
Hino Nacional Português
Sugestão de nova letra do Hino Nacional
Heróis do mal
Pobre Povo
Nação doente
E mortal.
Expulsai os tubarões
Exploradores de Portugal
Entre as burlas
Sem vergonha
Ó Pátria
Cala-lhe a voz
A essa corja atroz
Que há-de levar-te à miséria.
Sem vergonha
Ó Pátria
Cala-lhe a voz
A essa corja atroz
Que há-de levar-te à miséria.
P'ra rua, P'ra rua
Quem te está a aniquilar.
P'ra rua, P'ra rua
Os que só sabem chular.
Quem te está a aniquilar.
P'ra rua, P'ra rua
Os que só sabem chular.
Contra os burlões
Lutar, lutar !
Lutar, lutar !
sábado, abril 24, 2010
Portugal Maior
Camaradas: embêbam-se do espírito do 25 de Abril de 1974 e, juntos, mudemos o status quo, mesmo que outra revolução tenhamos que fazer. Àqueles que se empenharam na conquista da liberdade deveremos prestar as nossas homenagens; aqueles que com interesses próprios e não democráticos a desvirtuaram deverão ser extirpados e punidos.
sexta-feira, abril 23, 2010
Saúde
Esta cidade de Campinas onde moro, tem mais de um milhão de habitantes. Estou aqui há 34 anos. Passam-se os anos e, eleição vai, eleição vem, são sempre os mesmos candidatos ou descendentes deles…
É a cidade equivalente ao vale do silício nos EEUU; tem muitas empresas de ponta, alta tecnologia. Porém, em infra estrutura jamais percebi avanços interessantes.
Há muito deixei de pagar o plano particular de saúde que mantive por quase 20 anos. Raríssimas vezes usei os serviços e cheguei à conclusão que a poupança dessa mensalidade engordaria o meu caixa e daria para pagar alguma intervenção de urgência.
Agora que a idade avançou para o chamado estágio crítico, começam a aparecer os problemas de dor daqui e dali, hipertensão, falta de tesão, etc. etc.. Por isso, comecei a usar o serviço único de saúde (SUS) e confesso que nada tenho a reclamar quanto ao atendimento e acompanhamento.
Hoje, depois de já ter efectuado outros exames que compõem o check up, fui tirar um RX do tórax para observar possíveis problemas do coração.
Mais uma vez adentrei naquele que é o principal hospital da cidade. De nome Dr. Mário Gatti, é pau para toda a obra na região. Já conheço os meandros, mas hoje fui num local diferente.
Passei perto da cozinha e até tapei as narinas porque não suportei aquele cheiro de azêdo; depois ambientei-me… Zanzei por aqui e por ali até chegar ao ponto de atendimento que procurava. Ultimada a burocracia, ali fiquei aguardando num corredor com mais uns 50 cidadãos iguais a mim, escutando chiadeira de um lado e do outro…
Os pacientes vão sendo chamados em grupos de 4 mas, no meio deles há os fura-fila. Estes últimos veem em macas, ensanguentados, cagados, mijados, entubados, meio mortos e meio vivos. É uma cena dantesca, se bem que tal não mais me afecta há muitos e muitos anos.
Lembrei-me daquele dia em que, vítima de um corte num dedo, dirigi-me ao Hospital Universitário de Genebra. Estava eu na Suiça. Lá eu nem queria acreditar no que estava vendo. Ali era tudo tão perfeito que até o chão poderia ser lambido. Claro que prefiro lamber outras coisas…
O cara lá do hemisfério norte tocou na tecla ao instituir o serviço público de saúde. E precisava. É claro que é muito difícil navegar nessas águas onde existe o serviço privado de saúde com mão forte e bem apoiado. Porém, o caminho certo é acabar com isso ou com eles… Todo o serviço de saúde, em qualquer país, deverá ser público e de primeira categoria; a única categoria.
Sonho ainda com esta cidade entrando por esse caminho. Talvez até eu venha a morrer num bom hospital público e pensando que estou num hotel 5 estrelas rodeado de belas enfermeiras.
quinta-feira, abril 22, 2010
Aprendizagem
Aprendi com este monitor de 10”
E sei a tabuada toda, sei fazer contas de cabeça, escrevo sem erros e tenho a letra bonita!!!!!
...Ganda máquina que era aquela há 60 anos atrás!!!...
...Ganda máquina que era aquela há 60 anos atrás!!!...
sábado, abril 10, 2010
Surpresa!…
Cubano
Willy Toledo

En Cuba vive una valerosa mujer llamada Yoani Sánchez que tiene un blog desde el que expresa libremente su opinión, absoluta y radicalmente contraria al régimen cubano, por todos los rincones del mundo y, que yo sepa, entra y sale, no solo de su casa, si no del país a recoger todos los premios que las asociaciones de prensa europeas le han otorgado. Como este caso, bien conocido, hay más dentro de la isla.
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Vejam a entrevista completa em http://charlas.publico.es/willy-toledo-2010-03-05segunda-feira, abril 05, 2010
Portugal de hoje
Valentim dos Santos de Loureiro (Calde, 24/12/1938) é um empresário, político e dirigente desportivo português.
Frequentou o curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sem o terminar. Juntou-se ao exército sobre o regime salazarista e, anos depois, foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao PAIGC que, alegadamente, matavam os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio (ficando posteriormente conhecido por muitos como o "Capitão Batatas" ). Isto porque estava no aprovisionamento militar e desviava generos e bens alimentares para vender por fora.
Foi expulso, com desonra, do exército.
Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução.
Desviou, alegadamente, 40.000 contos ao BCP com uma transacção com um cheque em dólares americanos sobre um banco que não existia.
Actualmente, é cônsul "honorário" da Guiné-Bissau e tem usado esse título para, alegadamente, falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol que compra e vende numa tipologia de negócio pouco digna.
Distinguiu-se como dirigente desportivo, tendo sido presidente do Boavista F.C. entre 1972 e 1995 e presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) até Agosto de 2006. em (2008 ), é presidente da Assembleia Geral na mesma instituição.
Na política, foi militante do Partido Social-Democrata, tendo sido presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Assumiu um papel activo quando em 1993 aceitou ser candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, vencendo as eleições desse ano, e as de 1997 e 2001. Após ser desfiliado do PSD por ser acusado de práticas ilícitas enquanto autarca, venceu novamente as eleições de 2005, com a lista independente «Gondomar no Coração», que alcançou 57,5% dos votos.
Foi ainda Presidente da Junta Metropolitana do Porto, entre 2001 e 2005 e Presidente do Conselho de Administração da Empresa Metro do Porto, S.A.
Em Julho de 2008 foi sentenciado a 3 anos de prisão suspensa, no âmbito do processo judicial conhecido como Apito Dourado.
Foi recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, motivos que alegam os seus "serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores". Um gesto subjectivo da parte de alguns, tendo em conta o historial negro do indivíduo.
Pelos Portugueses é considerado uma vergonha Nacional, mas infelizmente pela classe politica que temos é um herói em virtude de pertencer à corja de políticos que temos, isto nada abona a favor do nosso país e mostra que somos um povo passivo que nada faz para o seu próprio bem e futuro.
Frequentou o curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sem o terminar. Juntou-se ao exército sobre o regime salazarista e, anos depois, foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao PAIGC que, alegadamente, matavam os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio (ficando posteriormente conhecido por muitos como o "Capitão Batatas" ). Isto porque estava no aprovisionamento militar e desviava generos e bens alimentares para vender por fora.
Foi expulso, com desonra, do exército.
Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução.
Desviou, alegadamente, 40.000 contos ao BCP com uma transacção com um cheque em dólares americanos sobre um banco que não existia.
Actualmente, é cônsul "honorário" da Guiné-Bissau e tem usado esse título para, alegadamente, falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol que compra e vende numa tipologia de negócio pouco digna.
Distinguiu-se como dirigente desportivo, tendo sido presidente do Boavista F.C. entre 1972 e 1995 e presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) até Agosto de 2006. em (2008 ), é presidente da Assembleia Geral na mesma instituição.
Na política, foi militante do Partido Social-Democrata, tendo sido presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Assumiu um papel activo quando em 1993 aceitou ser candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, vencendo as eleições desse ano, e as de 1997 e 2001. Após ser desfiliado do PSD por ser acusado de práticas ilícitas enquanto autarca, venceu novamente as eleições de 2005, com a lista independente «Gondomar no Coração», que alcançou 57,5% dos votos.
Foi ainda Presidente da Junta Metropolitana do Porto, entre 2001 e 2005 e Presidente do Conselho de Administração da Empresa Metro do Porto, S.A.
Em Julho de 2008 foi sentenciado a 3 anos de prisão suspensa, no âmbito do processo judicial conhecido como Apito Dourado.
Foi recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, motivos que alegam os seus "serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores". Um gesto subjectivo da parte de alguns, tendo em conta o historial negro do indivíduo.
Pelos Portugueses é considerado uma vergonha Nacional, mas infelizmente pela classe politica que temos é um herói em virtude de pertencer à corja de políticos que temos, isto nada abona a favor do nosso país e mostra que somos um povo passivo que nada faz para o seu próprio bem e futuro.
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