sexta-feira, outubro 05, 2012

Presidente

Os que votaram neste senhor para Presidente (que são a maioria...), se por acaso estão envergonhados e arrependidos, manifestem-se para exigir a sua renúncia com base na Constituição. Eu não votei!

Homem heterossexual


A minha Bandeira

Hoje, 5 de Outubro, é comemorada uma data importante em Portugal. Se bem que para mim, muito mais importante foi o dia de ontem, aniversário de um dos meus filhos...

Voltando ao dia de hoje, comemora-se o 102º aniversário da Implantação da República. E o evento mais importante dessa comemoração costuma ser o hastear da bandeira portuguesa na sacada central do edifício da Câmara Municipal de Lisboa, normalmente pelo Presidente da República de plantão. Desta vez recaíu essa formalidade em Aníbal Cavaco Silva. Reparem bem que eu escrevi "Aníbal" e não "Animal" com o devido respeito a todos os animais que comemoraram ontem, também, o seu dia  --- Dia dos Animais e de São Francisco.

Eu, por força da geografia, ando um tanto ou quanto afastado da terrinha. Por isso, muitas das figuras públicas, que não são minhas contemporâneas, são para mim totalmente desconhecidas. Além do Presidente da Câmara e do próprio Presidente da República, não saberia identificar quem é quem na foto do evento. Só poderei dizer que são todos uns otários e verdadeiras bestas. Talvez, até, sejam muito piores que isso. Possìvelmente muitos outros adjectivos negativos lhes caiam bem, mas atenho-me aos dois citados.

Acreditem que não estou faltando ao respeito para com o Presidente da República do meu país, aliás em quem eu jamais votei sempre que a algum cargo foi postulante. Um indivíduo, qualquer que seja, que tenha tido ao londo da sua vida um contacto muito próximo, física ou mentalmente, com a Bandeira Nacional, numa cerimónia de hasteamento jamais poderia praticar o acto com o Pavilhão de cabeça para baixo.

Esse senhor, como eu, esteve nas campanhas militares das Colónias e, a não ser que de um cafageste se trate, o amor à nossa Bandeira deverá ser eterno. Fizémos um juramento nesse sentido!
Não tenho medo de nada e, por isso, mantenho tudo o que aqui escrevo. Nós estamos mal servidos de Governo e de Presidente da República. Crime de cidadania maior que esse aqui documentado, não existe. É a mesma coisa que pegar a bandeira e a pisotear.

Ainda na internet recolhi uma outra imagem desta cena  que, a princípio podendo ser interpretada como uma gozação é, na verdade, a correcta. Transmite-nos a ideia real que sob a grandeza de uma Bandeira carregada de história e a quem muitos ofereceram as suas vidas em grandes sacrifícios e abnegação, aqueles que a não merecem terão mesmo que ficar num plano evidentemente inferior e desconexo.

É imperiosa uma mudança urgente no que tange aos mandatários desta Nação. São 38 anos de incapacidade administrativa e instalação de esquemas de corrupção jamais vistos. Com alternância de duas correntes partidárias que alteram os meios mantendo os fins. Agora estamos chegando ao ponto do estouro da boiada e, para que não hajam surpresas desagradáveis, é importante que o Povo comece a preparar as baias para a necessária segregação...

segunda-feira, outubro 01, 2012

Milagres de Fátima






Naturalmente que em relação a certos assuntos polémicos eu não faço comentários. Entenda-se que para mim não são polémicos, pois tenho a minha própria opinião muito bem enraizada...

domingo, setembro 30, 2012

sábado, setembro 29, 2012

Gôta de felicidade

Numa das minhas navegações pela internet, há poucos minutos atrás, deparei-me com esta foto numa página do Facebook (Mondo Colorato) que publico no meu blog.
Creio que o local da mesma deva ser algures na África ou no Tahiti, se bem que isso não seja tão interessante no caso. Afinal, todos conhecemos esses tão manjados lugares que a todo o momento nos oferecem cenas do tipo desta.
O que me trouxe a abordar o significado tão explícito desta foto, não foi pròpriamente o desejo de ver essas três crianças brincando numa verdadeira mesa de pimbolim (matraquilhos), ao invés dessa improvisação interessante e, ao que parece, funcional. Foi, antes, uma vontade interior muito forte de poder estar ali junto deles, conseguir os materiais e ferramentas básicos e em conjunto construir a tradicional mesa que eles imaginaram. Do mesmo modo e com o mesmo carinho que construí em madeira, por exemplo, uma pista de skate de dedo, caminhões e casinhas para os meus netos, gostaria muito de cumprir, com o mesmo sentimento, a mesma missão em relação a estes tão "felizes" moleques, putos, pivetes.

Revolução Ibérica

Foi assim hoje em Lisboa e Madrid.
Tudo leva a crer que mudanças deverão ser processadas a bem ou a mal...
Os portugueses não são tão explosivos quanto os espanhois ou, pelo menos, por mais tempo levam as coisas em banho-Maria. Porém, acho que tocámos a linha divisória da tolerância e, daqui para a frente, até acredito na mobilização de uma frente Ibérica a sacudir os pilares de toda essa armação que foi montada e que só tem sacrificado aqueles que sempre têm sido explorados. A corda sempre se tem rompido neste ponto mais fraco, o que é lógico. Mas, exactamente por ela ter um ponto mais fraco é que a teremos que trocar por uma de resistência uniforme e sobre esta sempre exercer constante vigilância. Uma verdadeira democracia com respeito e decência, à sombra de uma Justiça que interprete coerente e correctamente as leis e que estas as faça cumprir.

quarta-feira, setembro 26, 2012

Seríam racistas os grandes Escritores?...

As pessoas lúcidas e coerentes terão que se mobilizar contra as aberrações monumentais que por aí proliferam. De repente, não mais que de repente, teremos reduzida a literatura brasileira a um terço nas nossas escolas e bibliotecas... Pensem a respeito!

sábado, setembro 08, 2012

Será?...

"Caralho" é o nome daquela cesta que fica no alto do mastro principal dos veleiros ou caravelas. Era de lá que o marinheiro escalado ou de castigo gritava "terra à vista!". Aveiro tem tudo a ver com o mar... Porém, pode tratar-se de uma foto adulterada. Passarei lá para confirmar...

segunda-feira, agosto 27, 2012

Leitura e Gramática

Fiquei aqui meio estático durante alguns minutos para encontrar um título para esta minha crónica. Normalmente faço isso ao final da escrita pois que, consoante o desenrolar das ideias e situações, sempre surge uma opção final que se sobrepõe às anteriores. Mas neste caso achei que deveria pensar logo de começo e assim foi. Lembrei-me dos meus primeiros tempos do ensino primário (básico) e daqueles livros inseparáveis que passavam do mais velho para os irmãos mais novos.
Já aqui comentei sobre o quanto se fala erradamente nos programas de televisão e rádio, principalmente nos jornais telediários onde, a princípio, a linguagem deveria ser correcta, pois trata-se da maior e diversificada audiência e, a princípio, esses locutores ou apresentadores deverão ter cursado o ensino superior. A apresentadora ao despedir-se diz "Boa noite a todos e amanhã a gente se vê", isto depois de ter usado erradamente outros termos durante a apresentação do jornal. É claro que "a gente" tem um significado mais abrangente do que "nós" ou "nos", estes dois pronomes encaixados na relação entre quem está falando e quem está vendo e ouvindo. E porque só um está vendo o outro, nada de nos ver-mos amanhã...
São estas situações que em muito colaboram para o advento de novos e periódicos Acordos Ortográficos, normalmente propostos por quem mais termos iventa ou deturpa e que a maioria não aceita. Fica essa balbúrdia pipocando por aí...
Mas, acreditem, a imprensa escrita está a surpreender-me de modo impressionante! Está, também,  enveredando pelo caminho do assassinato da língua portuguesa.
Diàriamente leio três jornais impressos. Dois da cidade de Campinas e o outro, que talvez seja hoje o maior do Brasil e do qual sou assinante há doze anos --- Folha de S. Paulo.
Quanto aos dois primeiros, os erros com que me deparo eu deixo passar, não sem antes fazer a minha crítica silenciosa e reservada. Porém, no que tange à Folha e por ter conhecimento da severidade do seu Manual de Redação, não posso admitir que todos os dias pipoquem erros de português. E a coisa parece estar a ultrapassar o admissível, pois o próprio jornal chegou ao ponto de fazer essas correções no dia seguinte na sua coluna "Erramos". Lógico que quando eu coloco o termo "admissível" não é com o intuito de aceitar que algo nesse campo se aceite. Tem revisores para corigir esses deslizes.
O meu propósito não é uma crítica aos jornais, à constituição das suas equipes, enfim. O ponto exacto onde eu quero chegar é a verificação de que um certo analfabetismo, com que nos deparamos no dia a dia dos nossos relacionamentos, está a chegar onde era inimaginável.
Não sei onde todos nós vamos parar. Só sei que, como escrevera Chico Buarque numa das suas canções, a coisa aqui está preta. E atenção que o termo "preta" aqui e na canção não tem conotação racista. É sempre bom avisar porque cada vez há mais mentes incultas ou que cujas culturas deixem muito a desejar e, por conseguinte, poderão tentar me aporrinhar...
Nos meus filhos não coloco mais esperança, apesar de que todos eles são bem educados. Já não será a sua geração que irá consertar as coisas. Todavia acredito muito em que os meus netos venham a ter essa possibilidade de unir forças com outras mentes esclarecidas e recuperar o que duas gerações perderam.

terça-feira, agosto 14, 2012

Gramática e Política



Filho da puta  é adjunto adnominal, quando a frase for: "Conheci um político filho da puta".
Mas se a frase for: "O político é um filho da puta" ------- é predicativo.
Agora, se a frase for: "Esse filho da puta é um político" ------- é sujeito.
Porém, se o cara aponta uma arma para a testa do político e diz: "Agora nega o roubo, filho da puta!" ------- é vocativo.
Finalmente, se a frase for: "O ex-ministro......, aquele filho da puta, desviou o dinheiro
das estradas" ------- é apôsto.
Que língua a nossa, não?!
Agora vem o mais importante para o aprendizado: Se estiver escrito: "Saiu da presidência em Janeiro e ainda se acha presidente." ------- O filho da puta é sujeito oculto...

Frutas Tropicais (Caramuri)


O caramurizeiro, árvore que dá a agora célebre fruta caramuri, é muito alta como todas as que disputam a luz na selva amazônica. Chega a medir 25 metros. Por isso mesmo, os índios cortam o tronco bem rasteiro com as suas catanas ou machadinhas quando vão colher a fruta, uma vez que é impossível chegar-lhe lá nos confins da copa. Não diria que seja impossível, mas certamente muito difícil. Contudo, plantada em região descampada, algo que actualmente já se começa a fazer, ela se torna frondosa e o caule engrossa, diferentemente de suas irmãs no meio da mata. Nesse caso já não se torna necessário o seu abate para a colheita das frutas muito saborosas.
Eu jamais vi ao natural uma dessas frutas, pois a árvore só frutifica de quatro em quatro anos e, por isso, a produção acaba por não ser mercantilizada. Não aparece aqui nos Mercados da minha região.
O caramuri é uma fruta  pequena e nasce colada nos galhos que ficam na copa. O local de ocorrência natural da árvore é uma localidade ribeirinha chamada São Francisco do Caramuri, nas proximidades do município de Itacoatiara no Estado do Amazonas.
Estando ciente que a maioria das visitas ao meu blog  centraliza-se nas matérias sobre frutas tropicais, eu resolvi hoje falar do caramuri, seguindo essa tendência e porque o mesmo está famosíssimo. Mas, infelizmente, não o faço do mesmo modo que fiz com outras frutas anteriormente e exactamente pela falta de conhecimentos científicos.
Os biólogos estimam que existe 1,8 milhão de espécies de animais e vegetais catalogados na Terra e ainda de 10 a 40 milhões que não foram sequer descritas. Boa parte dos vegetais está na Amazônia, região que concentra a maior biodiversidade do planeta e uma prova desse desconhecimento é o caramuri.
O trabalho de pesquisa sobre o caramuri deve iniciar-se pela investigação do ciclo de germinação em todas as suas nuances. Passada esta fase,  será investigado se de fato o caramuri só dá fruto de quatro em quatro anos e se isso é uma característica genética da espécie ou ocorre porque a árvore está em competição por luz e nutrientes no meio da floresta.
Resta-me, então, explicar o motivo da minha abordagem da fruta e o porquê da mesma estar tão famosa no momento.
Ela foi escolhida pelo povo da Amazónia para ser símbolo da bola a ser usada na próxima Copa do Mundo a realizar-se no Brasil e o resto do país aceitou essa ideia com muito carinho. Afinal, só frutificando a cada 4 anos e tendo sido a última frutificação em 2010, nada mais a ser cogitado.
Porém,  neste pretérito domingo  pela manhã, no programa “Esporte Espetacular”, da Rede Globo, a FIFA e a Adidas (fabricante da bola) lançaram uma campanha para que a população escolha, via Internet, o nome da bola e das 3 opções apresentadas não constava o nosso caramuri.
Apenas três opções horrorosas e muito desgastadas constam na lista anunciada: Bossa Nova, Brazuca e Carnavalesca. Em nenhum momento foi explicado como estes nomes foram selecionados para a disputa. Isto foi um grande golpe na já enraizada campanha que pretendia fosse escolhida a nossa frutinha e por uma série de razões ambientais, culturais e de sustentabilidade
Eu tive que usar fotos que retirei da Internet e que não referiam os créditos, algo que deixei de fazer há algum tempo por causa de uma reclamação. Passei a comprar as frutas das quais me proponha a escrever e delas tirar as respectivas fotos e com mais propriedade referir as suas qualidades. Desta vez fico devendo isso…

segunda-feira, agosto 13, 2012

Verso e Reverso

Muitos dos emigrantes já sentiram na pele o problema que vou abordar hoje.
Tentei a melhor forma de poder transcrever para aqui a foto acima, que se refere a uma página do Facebook. Foi o melhor que consegui e acho que é possível ler o conteúdo do diálogo travado entre eu e outro usuário. Acrescento agora que, enquanto eu estava tratando da foto, reparei que o parceiro do diálogo retirou os seus comentários e isso deve ter sido por orientação dos gestores da página (?). De qualquer forma, não vou abordar mais este assunto retratado e sim o problema na generalidade.
Depois que cumpri a minha comissão militar em Timor (1970), emigrei para o Brasil em 1972. Naquela época era difícil conseguir um razoável emprego em Portugal antes de ir para a tropa e, depois que voltava quando terminava os 4 anos de serviço militar já nos consideravam velhos...
Tenho 40 anos de Brasil e já assisti a muita coisa. Primeiro a guerra dos dentistas portugueses com os brasileiros; depois a revanche aqui por determinação do então chanceler Fernando Henrique Cardoso e disso eu fui vítima um dia no aeroporto de Cumbica. Depois outras escaramuças do mesmo tipo, mas sempre pela incompetência de alguns para as evitar ou resolver.
Todavia, os portugueses sempre se deram bem aqui e noutras partes do Mundo. São trabalhadores, muito competentes e são muito respeitados por isso. A colónia portuguesa é muito grande e quase todo o brasileiro tem sangue português...
Aqui, apesar de ter filhos e mulher brasileiros e de jamais ter levado para fóra do país um único tostão para aforrar, vez ou outra tenho que escutar baboseiras típicas de um ou outro ignorante. É o caso de nos apontarem como surrupiadores do ouro da Colónia. É o caso de, também, nos quererem incomodar ao contarem piadas de português. No primeiro caso eu costumo perguntar o sobrenome do reclamante e vejo que é Silva, Oliveira, enfim. É quando eu respondo: "Porra! os seus avós pertencíam à quadrilha. Afinal, eles eram portugueses..." E no que diz respeito às piadas, quando o indivíduo me conta uma, eu dou risada e conto outra também de português; é aqui que eu os desarmo...
Em Portugal as coisas não são diferentes e eu também senti isso na pele. Sim! Voltei para lá em 1990 e por lá fiquei até final de 1995. Trabalhei como Representante/Vendedor e um belo dia em, Estremoz, ao visitar pela enésima vez um possível comprador, além de nada vender ainda senti que estava sendo discriminado por causa da minha pronúncia meio abrasileirada. O tipo pensava que eu era brasileiro. E não aguentando mais desaforos, tirei da carteira o meu Bilhete de Identidade, mostrei-o para que ele se certificasse que, além de português eu era estremocense. Depois, agarrei-o pelos colarinhos e disparei um monte de impropérios.
Se todos os portugueses da diáspora resolvesem regressar à terra natal, duplicaria a densidade demográfica do nosso pequenino rectângulo à beira mar plantado. Acho que actualmente não fica bem o termo "jardim"...
Um indivíduo que se proponha realizar um estudo aqui no Brasil, verifica que, além das tradicionais colónias portuguesas do sudeste e sul, tem no nordeste um avultado número de novos patrícios trabalhando ou investindo e que para cá vieram ainda nos bons tempos dos subsídios europeus a fundo perdido. Agora, com a terrível crise em Portugal e adjacências, é impressionante o tamanho da onda imigratória.
Os de cá e os de lá, brasileiros e portugueses, devem de uma vez por todas, parar de afirmar algo que desconhecem na essência. E isso vale para todos os campos do conhecimento. Os demais, com um pouco mais de cultura e conhecedores dos factos, esses sempre defenderão a nossa fraternidade.
Seria uma boa, no momento, Dona Dilma assumir Portugal como Colónia num prazo suficiente para a total recuperação... Infelizmente, pelo número de maus políticos que tem aqui, seria pior a emenda que o soneto.
Conterrâneos! Providenciem um expurgo dessa canalha que se tem alternado no poder desde o 25 de Abril e substituam-nos pelo voto democrático e consciente. Esse é o caminho. Nós, os da década de 60 e na maioria fóra do país, já fizémos a nossa parte com suor, sangue e lágrimas.
 

domingo, agosto 12, 2012

Janelas de Évora


Um Retrato do Brasil

Um prédio de 4 andares foi totalmente destruído pelo fogo; um incêndio terrível. 
Todas as pessoas das 10 famílias de Sem-teto, que haviam invadido o 1º andar e os filhos de presidiários que ganham salário de 850 reais, faleceram no incêndio.
No 2º andar, todos os componentes das 12 famílias de retirantes, que viviam dos proventos da "Bolsa Família", também não escaparam.
O 3º andar era ocupado por 4 famílias de ex-guerrilheiros, todos beneficiários de ações bem sucedidas contra o Governo, filiados a um ParTido politico influente, com altos cargos em estatais e empresas governamentais, que também faleceram.
No 4º andar viviam engenheiros, médicos, advogados, professores, empresários, bancários, vendedores, comerciantes e trabalhadores com suas famílias. Todos escaparam.
Imediatamente a "Presidenta" da Nação e toda a sua assessoria mandou instalar um inquérito para que o Chefe do Corpo de Bombeiros explicasse a morte dos "cumpanheiros" e por que somente os moradores do 4º andar haviam escapado.
O Chefe dos Bombeiros respondeu:
- "Eles não estavam em casa, estavam trabalhando!"

Mariano José Trindade

Hoje é comemorado o Dia dos Pais, do mesmo modo que num outro dia do ano se comemora o Dia das Mães. Fiz questão de mencionar os dois dias por causa das rasteiras da língua portuguesa... Dia dos Pais pode entender-se como dia de ambos.
Feche-se a gramática e debrucemo-nos sòmente na prosa fluente sem ter que reparar nessas regras.
Esta é uma daquelas datas que não ocorre ao mesmo tempo em todos os países, pois em muitos é uma diferente entre si. Assim, temos em Portugal o dia 19 de Março que segue o calendário católico por ser dia de São José. No Brasil é o segundo Domingo de Agosto.
Deixei passar a data portuguesa em branco, mas não a brasileira. É natural que poderia ser uma ou outra a data para reverenciar o meu falecido Pai que, se vivo, estaria com 102 anos feitos no pretérito 21 de Julho. A primeira data passou em branco porque eu me esqueci, na verdade. Seria a ideal porque, afinal, meu Pai era português, sempre viveu em Portugal e era carpinteiro-marceneiro, algo a ver com o santo...
Da segunda data me lembrei porque no meu negócio hoje eu vendi alguma mercadoria que os fregueses adquiriram para presentear os seus pais, além do que essas datas são parâmetros de um planeamento de compras e de vendas.
Posso garantir que, se dependesse só dos meus filhos --- 3 em Portugal e 2 no Brasil, esse "Dia dos Pais" passaria em branco. E não se trata de uma reclamação da minha parte, pois eu jamais reclamaria deles por atitudes desse naipe. Eles não ligam para essas datas de cunho mercantil e eu também não. Até me sinto feliz, de certo modo, porque eles saíram a mim...
Tudo bem. Pensei este ano em fazer uma homenagem ao meu Pai quando do aniversário da sua morte ou no próximo dia 24 que é o aniversário do seu nascimento. Iria escrever uma matéria e pedir que fosse publicada no jornal da terrinha, Estremoz, o Brados do Alentejo. Mas passei por cima de tudo isso e vou restringir-me aqui ao meu espaço cibernético.
Fóra da sua profissão em que ele era reconhecidamente um dos maiores, os seus grandes passatempos eram a caça e a pesca desportiva. Mas era muito conhecido pelo apelido de "Mariano Polícia", profissão que também exerceu mas por pouco tempo ou pelo cognome de "Papa Bichos", pois qualquer um destes poderia fazer parte do cardápio dos maravilhosos e saborosos petiscos que cozinhava e partilhava com os amigos nas tabernas de Estremoz.
Poderíamos dizer também e na verdadeira acepção da palavra, que ele era um Palhaço. Ele inventava situações hilariantes, arrancava risadas dos demais e sempre parecia estar feliz. A foto que escolhi para esta crónica mostra o senhor Mariano Trindade no Terreiro do Paço, em Lisboa, regressando de uma pescaria das habituais que fazia numa ou noutra margem do Rio Tejo, com as respectivas canas (varas) e nelas pendurado um coelho bravo. Possìvelmente teria alguns peixes no mengacho na mão direita...
Criou esta situação inusitada e atingiu os seus propósitos quando todos os transeuntes o questionavam sobre o tipo de isca usada para pescar aquele troféu ou com ele trocavam uma prosa alegre. Muitos o conheciam na Baixa de Lisboa porque ali era o seu reduto de trabalho e moradia, depois que havia muitos anos saíra de Estremoz primeiro e de Évora depois. Era o Alentejano da carpintaria dos Correios e apreciador de copos do tinto nas Rua dos Correeiros e Douradores ou no Poço do Borratém.
Vi o meu pai pela última vez quando em 1972 emigrei para o Brasil. Ele viveu mais 12 anos e ainda conheceu três dos seus netos. Sinto muito a sua falta em momentos que poderíamos ter dividido como adultos, em que ele me poderia ter transferido mais da sua experiência de um modo diferente daquele quando ele era adulto e eu criança. Houve muitos vazios na nossa convivência e naturalmente nenhum deles jamais poderá ser preenchido. Tento remediar muita coisa do modo que mais me está à mão como, por exemplo, a respeito dele muito falar com os meus netos e sempre o colocando no ponto mais alto do pedestal. Hoje mesmo eu o estou a homenagear aqui.
Saravá, meu Velho!


sábado, agosto 11, 2012

PP de PqP

BRASÍLIA - A rede social Facebook poderá ter que suspender o acesso dos usuários em todo o país por 24 horas por descumprimento da legislação eleitoral. A decisão é do juiz da 13ª Zona Eleitoral, de Florianópolis, Luiz Felipe Siegert Schuch. No final da tarde desta sexta-feira, o Facebook apresentou a Schuch pedido de reconsideração da decisão. O juiz ainda analisa o caso, que só deve ser decidido na próxima segunda-feira.
Se a decisão do juiz for mantida, o Facebook deverá interromper o acesso à rede social e apresentar a informação de que o site está fora do ar por descumprir a legislação eleitoral. Se essa determinação não for atendida, a empresa terá que pagar multa diária de R$ 50 mil e o prazo de suspensão do Facebook no país será duplicado.
De acordo com a decisão, o Facebook descumpriu uma liminar anterior que determinou que fosse retirada do ar a página "Reage Praia Mole". A suspensão foi solicitada pelo vereador Dalmo Deusdedit Menezes (PP), de Florianópolis, que concorre à reeleição. O parlamentar argumentou que houve veiculação de "material depreciativo" contra ele, feita de maneira anônima por um usuário. O juiz eleitoral também determinou a identificação das pessoas que criaram a página no Facebook.
Segundo o TRE-SC, o Facebook poderá recorrer ao tribunal regional ou ainda ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A assessoria de imprensa do Facebook no Brasil informou que ainda aguarda um posicionamento oficial da sede, na Califórnia (Estados Unidos), para se manifestar.

 http://br.noticias.yahoo.com
 http://reagepraiamole.blogspot.com.br/
 https://www.facebook.com/reagepraiamole2

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Compartilho aqui esta notícia e coloco os endereços para que os meus leitores possam certificar-se dos acontecimentos que constituem uma verdadeira afronta à liberdade de expressão. Partilho do interesse de muitos em fazer uma grande corrente de acção e mostrar ao Brasil o que acontece lá em Santa Catarina e o que está certo e errado. Quem sabe se o tiro desse indivíduo não saíu pela culatra?!...

segunda-feira, agosto 06, 2012

Amadorismo Olímpico

Ao mesmo tempo em que digito as linhas que compõem esta crónica, ainda correm na tela da tv imagens da premiação dos medalhistas olímpicos na prova de argolas na ginástica.
O campeão foi o brasileiro Arthur Zanetti, um jovem que palmilhou uma carreira muito difícil.
Neste exacto momento ele, Zanetti, está dando uma entrevista à reporter da Record e vejo na simplicidade e fluência das suas palavras, na sua alegria e postura, na sua modéstia, algo que vai cativar muito o povo brasileiro e, finalmente, fazer com que este pense muito sériamente na educação física e desportiva no Brasil e comece a pressionar os seus governantes para que desenterrem a enorme capacidade e competência de futuros atletas.
Fiquei muito emocionado, comovido, com estas imagens e até a interpretação do hino brasileiro me humedeceu os olhos. Isto não só porque quarenta dos meus sessenta e sete anos de idade foram e estão sendo passados no Brasil, mas também porque a ginástica olímpica e o atletismo fazem parte da minha vida.
Na década de sessenta o Lusitano Ginásio Clube (de Évora) que até então fizera parte do futebol de elite em Portugal, mantendo-se por muitos anos na primeira divisão, começava a decair. Já na segunda divisão, tinha grandes dificuldades para manter em dia o pagamento dos salários dos seus jogadores.
Pela capacidade e interesse que eu sempre demonstrara nas aulas de educação física do curso secundário da Escola Industrial e Comercial de Évora, fui convidado a participar das classes amadoras de atletismo e ginástica do citado clube e aceitei.
No atletismo, nunca tinha visto aqueles sapatos especiais com uma espécie de prego no solado para agarrar bem ao solo e jamais havia tocado um dardo, peso ou martelo. Na ginástica, a classe especial de mesa alemã, a barra fixa, cavalo de arção e as argolas eram também uma novidade. O Presidente do clube, senhor Nunes, era gerente bancário na cidade e se entregara de coração a essas actividades e tudo ele pagava do seu bolso. Puro amadorismo!
Especializei-me nos saltos da mesa alemã, argolas e nos 100 metros rasos. Eu tinha grande poder de elevação, muita força e muitíssima velocidade.
O atletismo durou muito pouco tempo. Não passou de um ano. Ainda tentei participar do mesmo no Juventude, clube rival, mas não me aceitaram exactamente por causa da burrice dessa rivalidade... Assim, continuei na ginástica do Lusitano até ingressar nas fileiras do Exército e, após os quatro anos do cumprimento obrigatório dessa missão, nada mais de tudo aquilo existia. Foi bom enquanto durou.
Até aos dias de hoje eu continúo apaixonado pela ginástica olímpica e pelo atletismo. Sempre que posso assisto a algumas exibições ou competições. E nas Olimpíadas deixo de assistir a muita coisa aguardando a vez dessas especialidades.
Às vezes eu vivo a coisa tão intensamente que parece haver dentro de mim, ainda, a capacidade de fazer igual ao que estou vendo. Sei, porém, que na primeira tentativa haveria fisgada nos músculos meio fácidos, nos nervos meio atrofiados e quebra dos ossos desgastados...


segunda-feira, julho 30, 2012

Grandes Parideiras

Estava navegando pelas páginas da Internet e, no Facebook, encontrei uma notícia sobre uma cadela vira-latas que teria dado uma ninhada de 15 filhotes, quando o normal para este tipo de cachorra são ninhadas de no máximo 8 a 10. (http://bit.ly/MuLuID).
Então eu pensei que o Mundo iria ficar estupefacto com o acontecimento e, mentalmente, dar os parabéns a tão sacrificada mãe. Uma parideira e tanto que merece todo o carinho e todas as manifestações de congratulações. Mas, e a Rena? Eu explico a minha interrogação.
Rena era o nome da minha primeira cachorra da raça Dálmata (1973-1986). Quando da sua primeira maternidade de 7 filhotes, fiz os respectivos registos junto ao Kenel Club do Brasil e registei, também, junto ao Ministério da Agricultura, o Canil Carcavelos que acabara de fundar.
Após algumas outras prenhices e maternidades, sempre com uma média de 7 filhotes (normal da raça), eis que num cruzamento com um macho da mesma raça (sem pedigree) ela deu à luz, também, 15 filhotes. E destes não morreu um único, pois eu tinha o trabalho de os selecionar em grupos de 5 durante as mamadas matinais e as vespertinas. Garantia, assim, o essencial da sua alimentação.
Só não foi notícia porque havia escassez de meios populares de informação em relação aos de hoje. E, também, porque não os consegui resgistar em virtude do pai ser "vira-latas.
Então, façamos aqui uma homenagem póstuma à Rena.

sexta-feira, julho 27, 2012

Escândalo em Tipaza


Quatro belas moças foram presas enquanto estavam gozando das maravilhas da praia de Dwaw em Tipaza (Argélia).  As moças não tinham cometido delitos ou crimes de que foram acusadas --- de tentar seduzir a banhistas!
De acordo com informações recolhidas, a Polícia explicou às meninas que as roupas que elas usavam eram indecentes, excitantes, provocantes e poderiam afectar a sensibilidade dos banhistas. Sempre  de acordo com as informações, o arresto deveu-se à sequência de chamadas telefónicas de outras pessoas frequentadoras da praia (certamente extremistas islâmicos) e que a polícia estaria  envolvida.
Apresentadas ao Ministério Público de Kolea, as quatro meninas, com idade variando de 20 a 35 anos, foram detidas. É por isso que milhares de argelinos preferem passar suas férias de Verão, no exterior, enquanto a Argélia tem melhores praias.
A  Argélia não é (por enquanto) um estado teocrático --- "Dawla Islamiya". Se as meninas são  "acusadas", quem então as representaria  em tribunal?
Acima eu adaptei, numa tradução livre do francês, o texto que li na Imprensa. O meu comentário recai na expressão da minha revolta que é, afinal, a de todas as pessoas de bom senso. E envolvi tudo numa crónica que pretendo mostrar ao Mundo como uma revolta. O meu blog é pouco comentado mas sei que é visitado por muitos leitores em todo o Planeta.
É muito duro e às vezes descabido ter que fazer uma comparação de valores morais de civilizações antagónicas, mas já está mais que na hora de se ir quebrando o tipo de comportamento “medieval” desses povos. Reconheçamos que as mudanças terão que partir dos mesmos.

quinta-feira, julho 26, 2012

Corpo são em mente sã

Hoje alguns dos meus amigos comentaram no Facebook uma foto minha, tirada durante um sarau de ginástica olímpica na década de 60 em Portugal. Eu fazia parte das equipas de atletismo e da ginástica e a minha grande performance era a "mesa alemã".
As coincidências são tão evidentes que eu resolvi escrever a respeito. Aliás, é o que sempre acontece com os cronistas (não me quero considerar tanto, mas vou arranhando...) que vão captando um lamiré aqui e ali, gravam um acontecimento do dia, memorizam uma notícia ou matéria de jornal e, quando na tranquilidade do seu pedacinho, do seu recanto, escrevem a sua crónica. Antigamente era com a velha e tradicional caneta fazendo-lhe deslizar o aparo por linhas direitas ou tortas e actualmente digitando no teclado do computador. Ainda acho que digitar é como escrever com camisinha, se bem que jamais usei uma nas minhas trepadas, mas vez ou outra eu uso a minha velha Parker para a sensibilidade ser total e muito mais agradável.
Como dizia, as coincidências são que estamos na abertura das Olimpíadas de Londres, houve os comentários sobre a foto e o facto de ontem eu ter iniciado e continuado hoje um programa de exercícios físicos para combater a minha obesidade, isso aliado a uma dieta saudável especial. Os 110 kgs deverão reduzir-se a, no máximo, 80.
Estou animadíssimo! Depois de alguns revezes no campo familiar, depois que sofri profundo golpe, a minha moral caíu no fundo do poço. Resolvi, então, que voltaria a ser o cara de antanho. Sessenta e sete anos no cabedal, só denunciados pelos cabelos brancos. Força física notória, ainda. Espírito jovem e uma grande vontade de viver; viver muito.
Coloquei de lado, já há 3 meses e com bons resultados, aquele comprimidinho que tomava todos os dias e que se destinava a controlar a pressão arterial e a evitar alguns precalços. Concluí que, após mais de 3 anos de uso, me causava impotência e eu quero trepar; trepar muito...
A 200 metros da minha casa tem um Condomínio Habitacional com uma óptima calçada (passeio) e sem o menor defeito. Tem um total de 425 metros. Já contando ida e volta até lá (400 m) mais as 5 voltas iniciais, prefaz-se um total de 2.545 metros. Foi o que caminhei ontem e repeti hoje. Irei assim até Domingo. A partir de Segunda-feira o total da caminhada será de 10 voltas o que passará a ter uma equivalência total de 4.670 metros. Progressivamente tentarei adoptar uma caminhada de 10 kilómetros diários junto com um programa de ginástica aeróbica e de musculação.
Olhem as fotos. O cabelo comprido é promessa... Cobrem de mim os resultados daqui a 6 meses!

Viados e Cornos


Ex-jogador Raí deixa a mulher para namorar Zeca Camargo e Globo proíbe notas
Raí, ex-jogador do São Paulo e forte símbolo sexual entre as mulheres, chocou os holofotes com a notícia do seu relacionamento com Zeca Camargo. Segundo boatos, o casal já está junto há uns dois anos. Já o apresentador todo mundo sabe que só fica no armário durante os programas da TV. Nas baladas gay em Sampa, Zeca sempre bomba! Agora, de Raí, pouca gente desconfiava.
Segundo a colunista Fabiola Reipert, do R7, a Globo, que sempre surpreende pela manutenção de estereótipos conservadores, proibiu qualquer vinculação dos nomes de Raí e Zeca Camargo em programas da emissora. A colunista ainda revelou que Zeca ficou bastante irritado com isso, pois os dois têm passado por várias saias justas.

Atriz trai coitadinho do namorado
Nesta quarta-feira (25), a Imprensa norte americana publicou fotos da atriz Kristen Stewart e do seu diretor  aos beijos. Nas imagens, a namorada de Robert Pattinson, 26, aparece abraçada com Rupert Sanders, 41, casado com a modelo Liberty Ross, 33 
"Eles estavam beijando feito loucos!", disse o fotógrafo. "Pareciam incansáveis! Ele estava mais cauteloso. Ela estava entregue ao momento. Estava claro que só estava pensando nisso". Depois do encontro, Kristen deixou Rupert em casa e os dois se despediram com um beijo. Em seguida, Kristen teria seguido para a casa de Pattinson.
Sobre o caso, a atriz se manifestou publicamente: "Lamento muito por todo o constrangimento e dor que causei às pessoas próximas a mim e a todos os afetados por esta história. Esta imprudência momentânea comprometeu aquilo que tenho de mais importante na minha vida, uma pessoa que amo e respeito muito, Rob. Eu o amo, eu o amo, sinto muito ", disse Stewart em um comunicado divulgado à "People".
Em recente entrevista concedida à revista “Vanity Fair”, o ator disse que não entendia os motivos que levam uma pessoa a trair. “Eu posso entender o impulso, mas que não sabe como alguém pode manter dois relacionamentos ao mesmo tempo”. “Não sou o tipo de cara que tem um affair casual. Se eu escolher alguém, é porque eu realmente quero. Quando estou num namoro, estou 100% nele”.
(http://www.tribunahoje.com)

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Tivémos estas duas bombas, pràticamente ao mesmo tempo. A primeira notícia é a que mais interessa, principalmente aos brasileiros, e sobre a mesma recairá o meu comentário mais destacado. A segunda só é interessante por ver ali na própria fotografia que, de acordo com a expressão da mocinha, o gajo é um zé mané. Só ele não percebeu que ela andava pulando a cerca. E, sabe-se lá, se todos já andariam percebendo. E pelo desabafo do coitadinho, ainda falta muito para ele ter metade da experiência dela... Vai lá Bob! Um dia estarás maduro e, se não saires do armário como os outros dois da primeira foto, comerás muita coisinha boa...
Em relação à primeira notícia, tenho a dizer que o Zeca me deixava meio apreensivo quando apresentava o "Fantástico" com a maravilhosa Patrícia Poeta. É claro que eu sei que ela é casada com um dos chefões da Tv Globo e o cara, só por isso, teria que se comportar. Porém, nem uma gota de suor lhe escorria da testa. Eu explico: se sou eu, quando sentado naquele banquinho comum, quase encoxando com ela, conseguiria me segurar e, exactamente por isso, por essa proibição, profissionalismo e segurança dos impulsos animalescos, gotas de suor correriam na minha testa com toda a certeza e isso eu não poderia evitar.
Consegui explicar, mesmo que atabalhoadamente a diferença entre um viado e um cara que gosta demais de mulheres...
Sobre o amante de Zeca, o mundialmente famoso ex-jogador de futebol Raí, jamais recaíu a mínima suspeita. Porra! O gajo parecia que andava bresuntado de mel porque as mulheres arremetiam que nem abelhas... Dizem os conhecedores, que ele é o macho nesta relação. Isso eu não sei e nem me interessa. Sempre disse alto e bom som que para mim tão paneleiro é um quanto o outro.
Caraco! Fico pensando nessas coisas e isso me chateia muito. Sei que não posso reclamar, pois amei muitas mulheres na minha vida e, se mais pousarem no meu poleiro, com toda a certeza terão o muito carinho que lhes darei. O que me revolta mesmo é alguns aviões se entregarem para o Raí, Gianecchini e outros que elas consideram ícones de beleza masculina (e não tão másculos, na verdade...) e não quererem dar uma voltinha no quarteirão aqui com o pobre alentejano que realmente anda muito carente...