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sexta-feira, agosto 08, 2008

Caminho sem volta

A respeito de homossexualismo, "as proibições bíblicas referem-se apenas a heterossexuais que buscam uma diversidade de experiências eróticas e não às pessoas homossexuais por natureza".
Como todos os dias, acordei cêdo (4 horas), satisfiz algumas das minhas necessidades triviais e, enquanto isso, aguardei o inconfundível barulho da caída do jornal dobrado, que todos os dias é lançado na frente de casa pelo motoqueiro que o distribui aos assinantes. De imediato diriji-me ao banheiro e, sentado no "trono" onde sou rei absoluto, li as habituais três crónicas e passei uma vista de olhos por alguns destaques.
Um desses destaques, "União gay reflete amor divino, diz o chefe da Igreja Anglicana", por ser bombástico, obrigou-se a sair da rotina e fez com que eu lêsse mais um artigo completo reduzindo o meu tempo de leitura de mais tarde. No corpo do artigo em questão estava a frase que é prelúdio desta minha postagem e estaca de apoio para as afirmações do bispo.
Não existe isso de heterossexual continuar a sê-lo depois que "entalou" ou foi "entalado" como uma simples experiência. Esse caminho não tem volta e quem assim experimenta se transforma num novo viado (paneleiro) campeando esses campos; é como a virgem que, ao deixá-lo de ser, o não será jamais...
Não sou chegado a frequentar igrejas e nem professo qualquer religião. E não é por isso que me debruço, como agora, em críticas aos seus membros; como observador do mundo que nos rodeia sou obrigado a afirmar que as duas maiores do Ocidente estão-se transformando num antro de pedófilos e bichanas ou, pelo menos, há hoje transparência para essa observação.

sexta-feira, junho 20, 2008

Arco íris...

"Os reclusos homossexuais vão passar a beneficiar de visitas íntimas nas prisões para relacionamento sexual com os respectivos companheiros. Esta é uma das novidades do anteprojecto do Código da Execução das Penas e Medidas Privativas da Liberdade, que, por recomendação do provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, prevê alargar as visitas íntimas ao maior número possível de reclusos, independentemente da sua orientação sexual."
Como se diz aqui no Brasil, isso é o fim da picada... Fui, sou e sempre serei contra medidas desse tipo e outras que interpretam uma “igualdade” que jamais existiu na Natureza e não poderá ser enfiada goela abaixo.
Neste caso específico essa lei, se aprovada, é despropositada e desnecessária, pois o sexo entre comuns sempre existiu nas celas das cadeias e, daí, o célebre título “mãe de cela”...
Tem tanta coisa importante para a dedicação desses políticos e se perde tempo e dinheiro com essas futililidades...