Mostrar mensagens com a etiqueta Israel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Israel. Mostrar todas as mensagens

sábado, julho 26, 2014

Marteladas

Se repararem nesse martelo de madeira, à primeira vista é igual a tantos outros cujas batidas determinam uma sentença nos tribunais. Mas esse tem uma história especial e por isso é guardado em estojo com o maior zelo. Com ele, na mão do então Embaixador da ONU, o gaúcho Oswaldo Aranha, foram dadas as batidas que, em assembleia especial no ano de 1948, aprovaram a criação do Estado de Israel na terra Palestina.
Se atentarem ao que se passou nestes 66 anos na mesma ONU, os judeus jamais cumpriram as determinações da Organização que a eles e seus actos terroristas dizem respeito...

terça-feira, dezembro 04, 2012

Palestina

Nestes últimos dias temos presenciado decisões incríveis tomadas pelo governo de Israel e, principalmente, ouvido imbecilidades como esta de Binyamin Netanyahu: "Não há decisão da ONU que possa romper 4.000 anos de vínculos entre o povo de Israel e a sua terra".
Fico muito triste quando leio na imprensa este tipo de desabafo que, afinal, não é próprimente um desabafo e sim uma ideia teimosa e uma bestialidade exacerbada. 
Fico desapontado quando a Europa, ao longo dos anos, nunca foi capaz de tomar decisões que abrandassem essa irracionalidade de líderes israelitas imbecis.
Fico impressionado ao ver o avanço da ocupação da Palestina sob o real apoio dos EEUU e o dar de ombros e fechar de olhos de outros que acabam por ser coniventes quando deveríam ser oponentes.
Fico revoltado quando um país como o Brasil faz leis que penalizam com muito agravo a liberdade de expressão na crítica aos judeus. Críticas pertinentes que acabam por ser consideradas um crime maior que um latrocínio, em relação ao cumprimento da pena.
Lastimo muito quando quase nada se publica nos meios de informação a respeito desta ocupação criminosa e não se forma opinião dando a conhecer aos mais desinformados o que verdadeiramente se passa naquela região desde 1947.
Não tenho nada contra o povo judeu e até acredito, como sempre acreditei, que na Palestina poderíam viver todos juntos em plena harmonia. Bastava para tal a marginalização da religião em relação ao Estado e a proibição de fundamentalismos descabidos inaceitáveis em pleno século XXI.
Os portugueses como eu, naturais do Alentejo, temos uma relação de identidade muito próxima a árabes e judeus. Frequentemente somos até chamados de mouros pelos meus compatriotas do norte, mas isso em nada nos intimida ou envergonha, antes pelo contrário. Do mesmo modo que os nossos vizinhos do sul da Espanha, corre-nos um pouco desse sangue nas veias. É uma mistura interessante e a mesma jamais me poderia colocar contra o povo judeu ou árabe.
Fico pensando, porém, que os avós de Binyamin Netanyahu não sofreram o holocausto alemão. Se tivessem sido jogados nas câmaras de gás, ele não existiria. Porque razão, então, ele e outros como ele são verdadeiras bestas humanas, reais terroristas?

segunda-feira, novembro 23, 2009

Visitantes

É bom frizar que o que escrevo não traduz simpatia por este ou por aquele e, portanto, não se reveste de xenofobia ou qualquer outro tipo de discriminação. Tenho a minha opinião formada, mas não cabe aqui agora. A minha indignação é em relação à maneira diferente de como se recebem dois iguais.
Quando Shimon Peres veio ao Brasil, dias atrás, não se verificaram manifestações de repúdio. Agora, com a chegada de Mahmoiud Ahmadinejad, a siatuação é diferente e orquestrada.
É isso que não se pode admitir --- a orquestração. Isso, sim, é segregação e a maioria dos que portam a bandeira de Israel e a agitam nas ruas e praias, não têm a mínima noção do que estão fazendo e melhor fôra que ocupassem esse tempo de ócio tentando adquirir mais conhecimento, informação e cultura.
Assim, quando de uma próxima visita dos dois, separadamente, claro, talvez usassem as duas diferentes bandeiras, uma em cada mão.

sexta-feira, junho 05, 2009

Calma com o andor que o santo é de barro

Barak Obama decidiu adiar a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, por seis meses.
Claro que seria uma grande loucura essa transferência agora. E mais: muitos anos deverão passar para que uma decisão dessas possa ocorrer, se realmente ocorrer. A não ser que mais um louco venha a ser presidente...

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Holocaustos

Quando o Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, diz não ter existido o holocausto, os judeus ficam arrepiados de raiva. Mas, porque razão eles ficam assim com tanto repúdio, uma vez que eles próprios levam a cabo um verdadeiro holocausto na Palestina há tantos anos!? --- Uma verdadeira hipocrisia! E hipócritas são, também, muitos dos governantes mundiais que ora condenam uma ou outra das partes envolvidas, mudando até mesmo de lado consoante a direção dos ventos...
Não sou historiador nem profundo pesquisador sobre o assunto, sendo os meus conhecimentos sòmente de cultura geral, porém suficientes e bem mastigados para que tenha formado um bolo alimentar de opinião sólida e coerente. Acho que o povo deste Planeta tem que começar a inteirar-se sobre as realidades de problemas como este e pressionar os seus respectivos governantes a debater e a agir com lucidez e alienados de interesses outros.
Em 29 de Novembro de 1947 a ONU decretou a divisão da Palestina (grande erro) em 53% para judeus e 47% para palestinos (outro erro na divisão de percentagens). Foi criado o Estado de Israel e, até aos nossos dias, não foi criado o da Palestina. Para mim, pessoalmente, todo o território foi, é e sempre será Palestina...
Já naquele tempo do êxodus, a Grâ Bretanha (sempre grande vilão nas medidas tomadas aqui e ali) acusava a Agência Judaica de manter dois movimentos armados e, assim, nascia aquilo a que eles, judeus, denominam de terroristas quando se referem aos outros... Não fôsse trágico, seria cómico. A verdade é que, gradativamente, a divisão inicial de 53% x 47% passou para 78% x 22%. E ainda, separados, Cisjordânia e Gaza são territórios militarmente ocupados desde 1967.
E Jerusalém? --- A cidade fica na Cisjordânia, território Palestino. A cada dia Israel ocupa um pouco mais do seu espaço e pretende tomá-la toda para si. A ONU mais uma vez resolveu: metade de cada uma das partes envolvidas na disputa e denominado como cidade internacional o miôlo religioso. Lindo e comovente...
Calem-se aqueles que vociferam tratar-se de uma guerra religiosa, porque não é e nunca foi. Em Jerusalém é totalmente viável a coexistência das 3 religiões e a totalidade do território também é possível ser ocupada por dois países distintos, desde que se respeitem mutuamente. Quando, desde o começo, sempre imperou o espírito expansionista judaico com o desrespeito a resoluções da ONU e este desrespeito conluiado pelos EEUU; quando os palestinos são massacrados, escravizados, só resta uma alternativa: transformarem-se em meninos e homens bomba.
Em todo o mundo multidões se reúnem em protesto e nelas estão englobados árabes, palestinos, judeus e outros. Eles coabitam os mesmos espaços e todos condenam essa guerra suja dos últimos dias. Os governantes deverão meditar sobre isto.

terça-feira, março 25, 2008

PELA PAZ

Por la PAZ,

en recuerdo de
RACHEL CORRIE
Hace poco tiempo en Gaza, ha perdido la vida una joven pacifista, Rachel Corrie, de sólo 23 años. Era una estudiante de la Universidad de Olympia (Washington), y pertenecía al movimiento por la justicia y la paz.
Con su asociación pacifista había organizado iniciativas en ocasión del aniversario del 11 de septiembre, en memoria de las víctimas del desastre y de la guerra en Afghanistán.
Este año Rachel había decidido pasar de la teoría a la acción, marchándose a Israel, donde se había unido al grupo palestino Movimiento Internacional de la Solidaridad. Con esta Asociación participaba en acciones, para bloquear las excavadoras israelíes, que intentaban abatir las casas de los kamikazes y de sus familiares, en los territorios palestinos.
A los amigos, en diferentes correos electrónicos, habia escrito: “Abaten la casas aunque haya gente dentro, no tienen respeto por nada y por nadie”.
El 15 de marzo, en un acción en Rafah, en la frontera de Gaza, Rachel se encontraba con sus amigos para intentar oponerse a las demoliciones.
“Estaba sentada en la trayectoria del Bulldozer, el conductor la vió, continuó y le pasó por encima”, ha declarado Joseph Smith, militante pacifista de EEUU. “La excavadora le echó tierra encima y después la aplastó”, ha añadido Nicholas Dure, otro compañero.
Los compañeros intentaron de todas las maneras parar la excavadora, y después prestaron ayuda, pero nada se pudo hacer.
Las autoridades israelíes han dado diferentes versiones del suceso, todas ellas desmintiendo la documentación fotografica y de los testigos. La joven ha sido muerta a sangre fría de forma bárbara, mientras se interponía de forma pacífica. Rachel y sus compañeros, han denunciado: que cada día decenas y decenas de casas vienen siendo destruídas en la frontera de Gaza, que los bombardeos han dañado los pozos de agua dulce en los campos de refugiados de Rafah y que los mismos no podían ser reparados por los trabajadores palestinos sin exponerse a las balas israelianas.
Muchas han sido las iniciativas en Olympia (Washington) y en los Estados Unidos para recordar a Rachel.
Esta presentación quiere ser un testigo para no olvidar a Rachel, una joven pacifista que con su coraje quería parar las injusticias que cada día se dan en Palestina.
En estos días y en estos meses se está moviendo contra la guerra el movimiento pacifista mas grande que la historia haya jamás conocido; Rachel Corrie es seguramente el símbolo de este movimiento y ha sido muerta en la lógica absurda y brutal de la guerra que todos nosotros los pacifistas intentamos parar entre israelíes y palestinos, con muchas víctimas.
Para acordarnos: que todavía está en curso un conflicto entre israelíes y palestinos, con muchas víctimas civiles inocentes en ambos países y que se debe seguir presionando para que se encuentre una solución pacifista y duradera.
Stefano Costa (Verdi Milano) - xawcos@tin.it
Traducido por Giuseppe Iula y Sergi Alvarez (Barcelona)

Enviado por Rafael Alonso Cumplido para este escriba