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sábado, julho 26, 2014

Marteladas

Se repararem nesse martelo de madeira, à primeira vista é igual a tantos outros cujas batidas determinam uma sentença nos tribunais. Mas esse tem uma história especial e por isso é guardado em estojo com o maior zelo. Com ele, na mão do então Embaixador da ONU, o gaúcho Oswaldo Aranha, foram dadas as batidas que, em assembleia especial no ano de 1948, aprovaram a criação do Estado de Israel na terra Palestina.
Se atentarem ao que se passou nestes 66 anos na mesma ONU, os judeus jamais cumpriram as determinações da Organização que a eles e seus actos terroristas dizem respeito...

domingo, julho 13, 2014

Realidade

A verdade nua e crua



quarta-feira, maio 15, 2013

Nakba





‘Nakba’. A palavra significa 'catástrofe' em árabe e marca o dia do anúncio oficial da criação de Israel, 14 de maio de 1948. A data representa também o chamado “dia da catástrofe”, e assinala a expulsão  de mais de 760 mil palestinos da região após a criação do estado de Israel.
A cada ano que passa não nos poderemos esquecer de tudo isto e do muito mais que cotidianamente aflige o nativo povo da Palestina.
A esperança é a chegada do dia em que não mais tenhamos que assinalar a passagem de mais um ano e, antes, a comemoração da criação do Estado da Palestina com a sua capital em Jerusalém. 

terça-feira, dezembro 04, 2012

Palestina

Nestes últimos dias temos presenciado decisões incríveis tomadas pelo governo de Israel e, principalmente, ouvido imbecilidades como esta de Binyamin Netanyahu: "Não há decisão da ONU que possa romper 4.000 anos de vínculos entre o povo de Israel e a sua terra".
Fico muito triste quando leio na imprensa este tipo de desabafo que, afinal, não é próprimente um desabafo e sim uma ideia teimosa e uma bestialidade exacerbada. 
Fico desapontado quando a Europa, ao longo dos anos, nunca foi capaz de tomar decisões que abrandassem essa irracionalidade de líderes israelitas imbecis.
Fico impressionado ao ver o avanço da ocupação da Palestina sob o real apoio dos EEUU e o dar de ombros e fechar de olhos de outros que acabam por ser coniventes quando deveríam ser oponentes.
Fico revoltado quando um país como o Brasil faz leis que penalizam com muito agravo a liberdade de expressão na crítica aos judeus. Críticas pertinentes que acabam por ser consideradas um crime maior que um latrocínio, em relação ao cumprimento da pena.
Lastimo muito quando quase nada se publica nos meios de informação a respeito desta ocupação criminosa e não se forma opinião dando a conhecer aos mais desinformados o que verdadeiramente se passa naquela região desde 1947.
Não tenho nada contra o povo judeu e até acredito, como sempre acreditei, que na Palestina poderíam viver todos juntos em plena harmonia. Bastava para tal a marginalização da religião em relação ao Estado e a proibição de fundamentalismos descabidos inaceitáveis em pleno século XXI.
Os portugueses como eu, naturais do Alentejo, temos uma relação de identidade muito próxima a árabes e judeus. Frequentemente somos até chamados de mouros pelos meus compatriotas do norte, mas isso em nada nos intimida ou envergonha, antes pelo contrário. Do mesmo modo que os nossos vizinhos do sul da Espanha, corre-nos um pouco desse sangue nas veias. É uma mistura interessante e a mesma jamais me poderia colocar contra o povo judeu ou árabe.
Fico pensando, porém, que os avós de Binyamin Netanyahu não sofreram o holocausto alemão. Se tivessem sido jogados nas câmaras de gás, ele não existiria. Porque razão, então, ele e outros como ele são verdadeiras bestas humanas, reais terroristas?

quinta-feira, novembro 29, 2012

Bem vinda Palestina!

Sempre presente nos corações daqueles que prezam a liberdade e abominam o imperialismo, a Palestina terá uma voz mais forte e legal para recuperar o seu território usurpado e punir os criminosos. Bem vinda Palestina!

sexta-feira, junho 05, 2009

Calma com o andor que o santo é de barro

Barak Obama decidiu adiar a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, por seis meses.
Claro que seria uma grande loucura essa transferência agora. E mais: muitos anos deverão passar para que uma decisão dessas possa ocorrer, se realmente ocorrer. A não ser que mais um louco venha a ser presidente...

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Bandeiras azuis

A pátria judaica deveria ter sido estabelecida na Baviera, em 1948. Alguns anos mais tarde poderiam utilizar o muro de Berlim para dar aquelas cabeçadas que dão no das lamentações... E terám hoje uma bandeira com o mesmo azul e muitas estrelinhas...

Os alemães, os carrascos e os indiferentes é que deviam ter pago a conta com suas terras e bens e não os palestinos, que nada tiveram a ver com o Holocausto e que acabaram pagando o pato (e o estão pagando até hoje), por serem vistos pelo Ocidente como um povo de segunda categoria, daquele tipo cujos mortos valem pouco ou nada. O conceito de "sub-homem" (untermënschen) que os nazistas alemães levaram ao extremo do extermínio industrial, persiste entre os povos ricos em geral, todos de boa consciência, mas que não dão a mínima para os mortos palestinos, latino-americanos ou africanos e que em geral fornecem as armas com as quais esses excluídos se matam.

Os sionistas reivindicam a terra da Palestina de onde os judeus haviam sido expulsos no ano 70 pelos romanos, originando a diáspora. Alguns anos mais tarde, em 138, depois de uma segunda revolta judaica, o imperador Adriano expulsou de vez todos os judeus de Jerusalém. Adriano também alterou o nome Judéia para Siria Palestina. Apesar disso, nunca deixou de haver judeus na Palestina e durante o domínio árabe e muçulmano os filhos de Abraão foram tratados com muito mais benevolência do que o foram no ocidente cristão (afinal os árabes reivindicam o mesmo antepassado comum e veneram exatamente o mesmo deus). Quando o Estado de Israel foi fundado, haviam se passado 1878 anos da diáspora. Grupos judeus, antes do Estado de Israel, recriaram o esquecido terrorismo para fustigar, com sangue e morte, o colonizador inglês da Palestina a tanger os palestinos em fuga das suas terras.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Holocaustos

Quando o Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, diz não ter existido o holocausto, os judeus ficam arrepiados de raiva. Mas, porque razão eles ficam assim com tanto repúdio, uma vez que eles próprios levam a cabo um verdadeiro holocausto na Palestina há tantos anos!? --- Uma verdadeira hipocrisia! E hipócritas são, também, muitos dos governantes mundiais que ora condenam uma ou outra das partes envolvidas, mudando até mesmo de lado consoante a direção dos ventos...
Não sou historiador nem profundo pesquisador sobre o assunto, sendo os meus conhecimentos sòmente de cultura geral, porém suficientes e bem mastigados para que tenha formado um bolo alimentar de opinião sólida e coerente. Acho que o povo deste Planeta tem que começar a inteirar-se sobre as realidades de problemas como este e pressionar os seus respectivos governantes a debater e a agir com lucidez e alienados de interesses outros.
Em 29 de Novembro de 1947 a ONU decretou a divisão da Palestina (grande erro) em 53% para judeus e 47% para palestinos (outro erro na divisão de percentagens). Foi criado o Estado de Israel e, até aos nossos dias, não foi criado o da Palestina. Para mim, pessoalmente, todo o território foi, é e sempre será Palestina...
Já naquele tempo do êxodus, a Grâ Bretanha (sempre grande vilão nas medidas tomadas aqui e ali) acusava a Agência Judaica de manter dois movimentos armados e, assim, nascia aquilo a que eles, judeus, denominam de terroristas quando se referem aos outros... Não fôsse trágico, seria cómico. A verdade é que, gradativamente, a divisão inicial de 53% x 47% passou para 78% x 22%. E ainda, separados, Cisjordânia e Gaza são territórios militarmente ocupados desde 1967.
E Jerusalém? --- A cidade fica na Cisjordânia, território Palestino. A cada dia Israel ocupa um pouco mais do seu espaço e pretende tomá-la toda para si. A ONU mais uma vez resolveu: metade de cada uma das partes envolvidas na disputa e denominado como cidade internacional o miôlo religioso. Lindo e comovente...
Calem-se aqueles que vociferam tratar-se de uma guerra religiosa, porque não é e nunca foi. Em Jerusalém é totalmente viável a coexistência das 3 religiões e a totalidade do território também é possível ser ocupada por dois países distintos, desde que se respeitem mutuamente. Quando, desde o começo, sempre imperou o espírito expansionista judaico com o desrespeito a resoluções da ONU e este desrespeito conluiado pelos EEUU; quando os palestinos são massacrados, escravizados, só resta uma alternativa: transformarem-se em meninos e homens bomba.
Em todo o mundo multidões se reúnem em protesto e nelas estão englobados árabes, palestinos, judeus e outros. Eles coabitam os mesmos espaços e todos condenam essa guerra suja dos últimos dias. Os governantes deverão meditar sobre isto.