Carro de som ,em frente à sede da PF em Curitiba , com recado para o Lula pic.twitter.com/iKWzqEMgyq
— Paula (@paulacamara_) 4 de novembro de 2018
Mostrar mensagens com a etiqueta Lula. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lula. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, novembro 05, 2018
Lula -- Morador Indesejável
terça-feira, julho 10, 2018
quarta-feira, agosto 02, 2017
sábado, junho 20, 2015
Peixe grande
Que dia bonito. O que não falta hoje é notícia sobre o desespero de Lula com o avanço da Operação Lava Jato.
Quer dizer: do Brahma, como o lobista número 1 do Brasil é chamado pelos empreiteiros presos em mensagens interceptadas pela Polícia Federal.
A coluna Radar, de VEJA.com, informa:
Nas conversas, ele se mostra preocupado pelo fato de não ter foro privilegiado, podendo ser chamado a depor a qualquer momento”.
Na verdade, podendo ser “preso” a qualquer momento, mas a Folha dá uma colher de chá ao petista.
Já O Globo revela frases do próprio Lula em seu Instituto, ditas antes da prisão de Marcelo Odebrecht e Otávio Marques:
“Dilma está no volume morto, o PT está abaixo do volume morto, e eu estou no volume morto”.
“Acabamos de fazer uma pesquisa em Santo André e São Bernardo, e a nossa rejeição chega a 75%. Entreguei a pesquisa para Dilma, em que nós só temos 7% de bom e ótimo”.
Gostei do “nossa”. Gostei do “nós”.
Lula e Dilma são faces da mesma moeda, do mesmo projeto de poder, e têm de cair assim: juntinhos, em volume morto.
Tic-tac, tic-tac, tic-tac…
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Quer dizer: do Brahma, como o lobista número 1 do Brasil é chamado pelos empreiteiros presos em mensagens interceptadas pela Polícia Federal.
A coluna Radar, de VEJA.com, informa:
“Possesso e tenso na sexta-feira, 19, logo após a prisão dos dois maiores empreiteiros do Brasil, Lula espumava de raiva.
Aos interlocutores, culpou o governo Dilma, qualificado de ‘frouxo’ por ter deixado a situação ter chegado a esse ponto.”
Em outras palavras: Lula culpa Dilma por não ter conseguido boicotar as investigações.
A Folha acrescenta:
“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse a aliados que a
prisão dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Guiterrez é uma
demonstração de que ele será o próximo alvo da operação Lava Jato. Lula
também reclamou nesta sexta-feira do que chamou de inércia da presidente
Dilma Rousseff para contenção dos danos causados pela investigação.Aos interlocutores, culpou o governo Dilma, qualificado de ‘frouxo’ por ter deixado a situação ter chegado a esse ponto.”
Em outras palavras: Lula culpa Dilma por não ter conseguido boicotar as investigações.
A Folha acrescenta:
Nas conversas, ele se mostra preocupado pelo fato de não ter foro privilegiado, podendo ser chamado a depor a qualquer momento”.
Na verdade, podendo ser “preso” a qualquer momento, mas a Folha dá uma colher de chá ao petista.
Já O Globo revela frases do próprio Lula em seu Instituto, ditas antes da prisão de Marcelo Odebrecht e Otávio Marques:
“Dilma está no volume morto, o PT está abaixo do volume morto, e eu estou no volume morto”.
“Acabamos de fazer uma pesquisa em Santo André e São Bernardo, e a nossa rejeição chega a 75%. Entreguei a pesquisa para Dilma, em que nós só temos 7% de bom e ótimo”.
Gostei do “nossa”. Gostei do “nós”.
Lula e Dilma são faces da mesma moeda, do mesmo projeto de poder, e têm de cair assim: juntinhos, em volume morto.
Tic-tac, tic-tac, tic-tac…
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
domingo, dezembro 02, 2012
Perguntas e Respostas
Nesta tarde de Domingo deparei-me com esta charge na Imprensa brasileira, tão pródiga em nos oferecer magníficas e inspiradas obras de arte na área.
Como blogueiro, mesmo que nas horas vagas, gosto de escrever sobre tudo o que me vai na alma e, porque assim, é frequente aquela coceirinha na ponta dos dedos para abordar assuntos actuais mas muito perigosos. Sei que a qualquer momento pode aparecer algum filho da puta a mandado de um outro que tal para tirar satisfação, mover processo judicial ou até mesmo apelar para a ignorância violentamente. Por isso, contenho-me.
Todavia, esta charge lavou-me a alma e exteriorizou algo que estava dentro de mim, como certamente está na cabeça de outras e muitas pessoas. Já tinha feito a mim mesmo a pergunta muito semelhante... E já que Dilma perguntou a Lula, agora só falta a resposta... Será que comeu mesmo?!
Em se tratando desse tipo de comida, acho sinceramente que para Lula é prato finíssimo, pois não tem o perfil de comer coisa melhor e até mesmo pagando ou oferecendo mil benesses, um bom pedaço de mulher não se lhe ofereceria. Rose está muito bem para o apetite dele. Para o meu não!...
Como blogueiro, mesmo que nas horas vagas, gosto de escrever sobre tudo o que me vai na alma e, porque assim, é frequente aquela coceirinha na ponta dos dedos para abordar assuntos actuais mas muito perigosos. Sei que a qualquer momento pode aparecer algum filho da puta a mandado de um outro que tal para tirar satisfação, mover processo judicial ou até mesmo apelar para a ignorância violentamente. Por isso, contenho-me.
Todavia, esta charge lavou-me a alma e exteriorizou algo que estava dentro de mim, como certamente está na cabeça de outras e muitas pessoas. Já tinha feito a mim mesmo a pergunta muito semelhante... E já que Dilma perguntou a Lula, agora só falta a resposta... Será que comeu mesmo?!
Em se tratando desse tipo de comida, acho sinceramente que para Lula é prato finíssimo, pois não tem o perfil de comer coisa melhor e até mesmo pagando ou oferecendo mil benesses, um bom pedaço de mulher não se lhe ofereceria. Rose está muito bem para o apetite dele. Para o meu não!...
sexta-feira, novembro 02, 2012
Promessas
Existem coisas que não podem deixar de ser dadas a conhecer e, por isso, todos os meios de comunicação nunca são demais para propagar aos 4 ventos. Faço a minha parte...É bom que os paulistanos pensem bem e nunca esqueçam os motivos quer os levaram a votar no candidato A, B ou C. Comparem as promessas e compromissos assumidos com o que realmente venha a ser feito na realidade.
E nem é necessário esperar pelo dia 1 de Janeiro próximo, pois passados só 4 dias da eleição, o canditado eleito para a Prefeitura de São Paulo já nega a possibilidade de realizar aquilo que tanto prometeu e que iludiu os seus eleitores...
Será que esse Povo vai acordar um dia? Será que os anos passam e nada se aprende?
Esse é o candidato que o Lula enfiou goela abaixo dos paulistanos. Já fora um verdadeiro fracasso enquanto ministro da educação.
Os meus sentimentos ao povo da cidade de São Paulo. Esta grande cidade não merecia tamanha sacanagem.
terça-feira, setembro 04, 2012
quinta-feira, junho 28, 2012
Encontros
Na sua visita de ontem a Belfast, a Rainha Elizabeth encontrou-se com o ex-chefe do IRA; estendeu-lhe a mão, pois que pelo protocolo e pelas regras de etiqueta, esse gesto tem que partir da autoridade e da mulher, respectivamente.
E falando em aperto de mão, a visita foi fundamental para que o Sinn Fein, partido político de Mc Guinness e ligado ao IRA, aceitasse o gesto. Aqui o "aceitasse" confirma o que eu escrevi atrás e referente ao protocolo e regras de etiqueta. São as jamais extintas cicatrizes das feridas profundas e dos idealismos eternos.
Noutras imagens que tive oportunidade de ver na Imprensa, há uma em que Sua Alteza mostra um olhar de desconfiança e apreensão, ou talvez curiosidade, quiçá contrariada, antes de dobrar a "esquina" formada pela parede mostrada neste foto da minha postagem. Naturalmente que a Rainha já foi bem orientada por alguns dos seus súbditos da corte no sentido de segurar essa barra pesada sem constrangimento aparente. É aquela velha ladainha que diz "devemos perdoar a quem nos ofender", mas isso para certas pessoas ou mesmo Instituições, jamais será aceite. Neste caso foi...
Dando umas braçadas no estilo crawl, na grande poça d'água que separa a Europa da América do Sul, chegamos ao Brasil onde também acabamos de observar um caso semelhante --- o encontro amistoso de Lula com Maluf pedindo apoio para o candidato à Prefeitura de São Paulo.
Os dois casos são interessantes pelo insólito, mas no Brasil não foi o aperto de mão a exigência de uma das partes, mas sim Maluf ter exigido que o encontro fosse na sua mansão e com foto oficial...
Numa análise própria dos dois casos, eles tiveram uma certa finalidade política. Porém, descartarei alongamentos no que se refere ao encontro Lula - Maluf por encarar isso como mais uma senvergonhice da desacreditada classe política brasileira.
No que diz respeito ao Reino Unido e Irlanda do Norte, a Rainha usou a cor verde nos trages e chapéu, nesta visita. Cor símbolo da República Irlandesa que é um país independente. No passado ano procedeu do mesmo modo quando da visita a este. Isto envia uma especial mensagem aos mais incrédulos sobre que algo acontecerá mais tarde ou mais cedo no agrupamento de uma Irlanda só.
Foi visível que nada de espalhafatoso aconteceu e cada uma das partes actuou pela cartilha oficial, cordial e solenemente. Só o Príncipe Consorte parece ter pisado na bola...
Mc Guinness não curvou a cabeça (como seria da praxe por parte de não chefes de Estado) e despediu-se da Rainha, usando o idioma irlandês, com a frase "boa sorte e que Deus a abençôe".
Os sacrifícios dos muitos que lutaram nesta guerra sangrenta de tantos anos não fôram em vão. Eles tinham um ideal.
Respeitemos, também, os que da outra parte lutaram, pois fôram obrigados a tanto, como acontece na maioria das guerras injustas e estúpidas com que nada se tem a ver.
A religião, com todas as suas provocações e fanatismos ignora o caminho do diálogo que quase sempre acaba por se concretizar.
E falando em aperto de mão, a visita foi fundamental para que o Sinn Fein, partido político de Mc Guinness e ligado ao IRA, aceitasse o gesto. Aqui o "aceitasse" confirma o que eu escrevi atrás e referente ao protocolo e regras de etiqueta. São as jamais extintas cicatrizes das feridas profundas e dos idealismos eternos.
Noutras imagens que tive oportunidade de ver na Imprensa, há uma em que Sua Alteza mostra um olhar de desconfiança e apreensão, ou talvez curiosidade, quiçá contrariada, antes de dobrar a "esquina" formada pela parede mostrada neste foto da minha postagem. Naturalmente que a Rainha já foi bem orientada por alguns dos seus súbditos da corte no sentido de segurar essa barra pesada sem constrangimento aparente. É aquela velha ladainha que diz "devemos perdoar a quem nos ofender", mas isso para certas pessoas ou mesmo Instituições, jamais será aceite. Neste caso foi...
Dando umas braçadas no estilo crawl, na grande poça d'água que separa a Europa da América do Sul, chegamos ao Brasil onde também acabamos de observar um caso semelhante --- o encontro amistoso de Lula com Maluf pedindo apoio para o candidato à Prefeitura de São Paulo.
Os dois casos são interessantes pelo insólito, mas no Brasil não foi o aperto de mão a exigência de uma das partes, mas sim Maluf ter exigido que o encontro fosse na sua mansão e com foto oficial...
Numa análise própria dos dois casos, eles tiveram uma certa finalidade política. Porém, descartarei alongamentos no que se refere ao encontro Lula - Maluf por encarar isso como mais uma senvergonhice da desacreditada classe política brasileira.
No que diz respeito ao Reino Unido e Irlanda do Norte, a Rainha usou a cor verde nos trages e chapéu, nesta visita. Cor símbolo da República Irlandesa que é um país independente. No passado ano procedeu do mesmo modo quando da visita a este. Isto envia uma especial mensagem aos mais incrédulos sobre que algo acontecerá mais tarde ou mais cedo no agrupamento de uma Irlanda só.
Foi visível que nada de espalhafatoso aconteceu e cada uma das partes actuou pela cartilha oficial, cordial e solenemente. Só o Príncipe Consorte parece ter pisado na bola...
Mc Guinness não curvou a cabeça (como seria da praxe por parte de não chefes de Estado) e despediu-se da Rainha, usando o idioma irlandês, com a frase "boa sorte e que Deus a abençôe".
Os sacrifícios dos muitos que lutaram nesta guerra sangrenta de tantos anos não fôram em vão. Eles tinham um ideal.
Respeitemos, também, os que da outra parte lutaram, pois fôram obrigados a tanto, como acontece na maioria das guerras injustas e estúpidas com que nada se tem a ver.
A religião, com todas as suas provocações e fanatismos ignora o caminho do diálogo que quase sempre acaba por se concretizar.
domingo, novembro 29, 2009
A verdade
Hoje, ao ler o jornal “Folha de S. Paulo” do qual sou assinante, verifiquei que na coluna do leitor muitos colocaram comentários relativos a um artigo ontem publicado e sobre o mesmo também houve opiniões exaltadas de alguns entrevistados. Como é que esse artigo tão polémico me passou despercebido?
Por sorte que ainda não tinha jogado o jornal de ontem no lixo reciclável e, logo que cheguei em casa, fui procurar. E lá estava a matéria no caderno A. Acontece que esse caderno abordava o recém lançado filme “Lula, O Filho do Brasil” e numa das páginas tinha o polémico artigo do jornalista César Benjamin intitulado “Os filhos do Brasil” ilustrado com foto de quadro do filme. Pensei que se tratava tudo de sopa da mesma gamela e, porque nada do filme me interessa, não li. Erro crasso!
O articulista debruçou-se sobre o tempo que permaneceu na prisão como preso político, nos tempos da ditadura, e faz sobre isso um relato conciso. Numa intercalação, aborda diálogo que presenciou entre Lula e correligionários em 1994 durante preparação de programa para a campanha eleitoral. E o que Lula confessou ali é extremamente grave e deplorável. Sugiro a leitura do artigo, pois não vou transcrever aqui nada a respeito.
O que me tráz ao assunto é a condenação sumária do articulista por parte de certas autoridades, mesmo que de algumas delas sempre se espere a contestação e os contra ataques sujos; são aqueles vira-casaca de passado duvidoso e acobertadores de interesses excusos.
Porém, sempre acredito que um jornal da envergadura da Folha, jamais seria leviano ao ponto de publicar uma matéria deste naipe irresponsàvelmente e sem bases sólidas, o que desmoronaria a sua credibilidade.
Se ataques constantes à imprensa são notórios no dia a dia, numa ameaça séria à liberdade de expressão, a coisa vai ferver e eu fico preocupado.
Por sorte que ainda não tinha jogado o jornal de ontem no lixo reciclável e, logo que cheguei em casa, fui procurar. E lá estava a matéria no caderno A. Acontece que esse caderno abordava o recém lançado filme “Lula, O Filho do Brasil” e numa das páginas tinha o polémico artigo do jornalista César Benjamin intitulado “Os filhos do Brasil” ilustrado com foto de quadro do filme. Pensei que se tratava tudo de sopa da mesma gamela e, porque nada do filme me interessa, não li. Erro crasso!
O articulista debruçou-se sobre o tempo que permaneceu na prisão como preso político, nos tempos da ditadura, e faz sobre isso um relato conciso. Numa intercalação, aborda diálogo que presenciou entre Lula e correligionários em 1994 durante preparação de programa para a campanha eleitoral. E o que Lula confessou ali é extremamente grave e deplorável. Sugiro a leitura do artigo, pois não vou transcrever aqui nada a respeito.
O que me tráz ao assunto é a condenação sumária do articulista por parte de certas autoridades, mesmo que de algumas delas sempre se espere a contestação e os contra ataques sujos; são aqueles vira-casaca de passado duvidoso e acobertadores de interesses excusos.
Porém, sempre acredito que um jornal da envergadura da Folha, jamais seria leviano ao ponto de publicar uma matéria deste naipe irresponsàvelmente e sem bases sólidas, o que desmoronaria a sua credibilidade.
Se ataques constantes à imprensa são notórios no dia a dia, numa ameaça séria à liberdade de expressão, a coisa vai ferver e eu fico preocupado.
segunda-feira, outubro 26, 2009
O dedo de Lula
Muitas vezes, quando não temos nada que fazer, ficamos inventando coisas e loisas. É o meu caso nessa confirmação.
Na verdade, jamais poderia afirmar que nada tenho que fazer. Sempre há alguma coisa a ser feita mas, pelo critério das prioridades, acabamos por esquecê-las.
Há pouco, navegando pela internet para passar o tempo, veio-me à lembrança uma foto publicada nos jornais e referente à comemoração do aniversário de Lula. Pô, o companheiro fez 64 e se igualou a mim --- assim pensei. Mas, aquele 64, composto por duas velinhas fincadas no bolo, começou a mexer com os meus neurónios.
Não imaginam o tempo que gastei para me situar confortàvelmente nesta
situação e poder escrever tranquilamente a respeito. Coloquei a foto de um jeito e de outro, observei em que braço a Primeira Dama tinha o relógio (se bem que não é conclusivo), enfim.
Elucidado, finalmente, que se trata do esquerdo, conferi sobre se a foto não estaria invertida; não estava...
O pensamento lógico da visão é que o número 64 deveria observar-se desse modo pelo ângulo de Lula e sua turma, e 46 invertido horizontalmente para quem observa a foto. Porém, do lado de cá oberva-se 46.
O pensamento lógico da visão é que o número 64 deveria observar-se desse modo pelo ângulo de Lula e sua turma, e 46 invertido horizontalmente para quem observa a foto. Porém, do lado de cá oberva-se 46.
Então, observando-se do lado de cá 46, como realmente acontece, deveria observar-se do lado de lá 64 invertido hoirizontalmente. E é aqui, neste ponto, que eu sugiro uma opinião de Maitê Proença...
terça-feira, setembro 01, 2009
sexta-feira, julho 11, 2008
Pérolas
"Os vietnamitas eram baixinhos, magrinhos, contra os americanos fortes, alimentados com hambúrguer".
De entre outras, destaco essa frase proferida por Lula em conversa com o baixinho e magrinho general Vo Nguyen Giap, ontem em Hanoi. Só não coloquei aqui "mal alimentado", porque o venerando general tem 98 anos e, certamente, a sua alimentação é equilibrada e balanceada, sem jamais ter saboreado algum dos tão propalados habúrguers...
Esse tipo de fala e bravatas jamais deveriam ultrapassar o círculo daqueles que usufruiem dos programas assistencialistas e que, por isso mesmo e pela ausência de raciocínio e exercício da inteligência de que todos somos dotados, acabam por votar sempre nos mesmos candidatos. Os vietnamitas certamente esboçaram um sorrisinho repuxado...
domingo, junho 22, 2008
Lideranças sindicais
É lançado amanhã na Polónia um livro de dois historiadores do Instituto da Memória Nacional-Comissão de Perseguição dos Crimes contra a Nação Polaca (IPN), Slawomir Cenckiewicz e Piotr Gontarczyk, que acusa o ex-Presidente Lech Walesa de ter sido um informador remunerado da polícia política comunista (Serviços de Segurança, SB) entre 1970 e 1976, sob o pseudónimo de "Bolek"; e de, enquanto Presidente, entre 1990 e 1995, ter pedido o seu processo policial, que só devolveu depois de retirar ou destruir alguns documentos.
O livro - Walesa e os Serviços de Segurança - começou a ser publicado em folhetim no jornal conservador Rzeczpospolita.
Essas coisas até parecem mentira mas, infelizmente, são verdadeiras e causam-nos nojo. Entretanto, vamo-nos habituando a acontecimentos idênticos e tomamos conhecimento dos factos sofrendo um impacto menor...
Agora que o assunto veio à baila, imediatamente pensei em dois acontecimentos, distantes um do outro nas datas e, ao mesmo tempo, exercitei o meu raciocínio sobre semelhanças.
Lembro-me de Lech Walesa aquando de uma visita ao Brasil na efeverscência do movimento sindicalista no ABC com Lula nos píncaros e em que aquele teria subestimado este, descartando a sua capacidade e negando semelhanças nos propósitos e nas metas do "Solidariedade" e do "PT" a que cada um presidia.
Lembro-me, também, de algo que saíu na imprensa há dois meses atrás sobre a liberação de documentos confidenciais do governo dos Estados Unidos, por ter expirado o prazo de 5 anos. Um deles tratava de negociações sobre a possível eleição de Lula. O mais curioso é que isso não foi mais ventilado...
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)








