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quinta-feira, janeiro 27, 2022
quinta-feira, junho 23, 2016
quarta-feira, junho 22, 2016
Batalhões da Selva
Estou aqui pensando na onça Juma do CIGS - Centro de Instrução de
Guerra na Selva em Manaus. Estou absurdamente triste com a perda!Não... Ela não é a onça que está comigo nas minhas fotos do Perfil e Capa. Esse é o meu amiguinho Jiquitaia(amo!) do CMA. E ele está muito bem, graças a Deus.
Só pra esclarecer pra um monte de gente que tá esculhambando o CIGS e o Exército por desconhecimento:
Eu estive em Manaus convivendo com essa galera até poucos dias atrás... Posso lhes assegurar que se não fosse pelo Exército nem a Juma nem nenhuma das 8 outras onças, assim como as outras centenas de animais que vivem no zoológico do CIGS estariam mais vivos há muuuito tempo. Porque TO-DOS são animais resgatados de tráfico ilegal e maus tratos na Amazônia. Isso acontece com mais frequência que podemos imaginar. E só ficam ali aqueles que não sobreviveriam na natureza mais. Às vezes a população encontra o animal em situação de risco de vida e larga literalmente na porta do CIGS porque sabe que lá eles vão cuidar bem do bicho. O Exército cuida! Não é o caso desses zoológicos nojentos que tem por aí. A história é muito diferente!
As onças do CIGS convivem com as pessoas da cidade com certa regularidade, participam de eventos, como desfile de 7 de setembro, por exemplo. Estão acostumadas, as onças e as pessoas. Isso faz parte de um projeto de aproximar o ser humano do bicho. Despertando o carinho/intimidade nas pessoas, se cultiva a cultura da preservação... O ser humano precisa ser adestrado, sabe... São animais tratados com dignidade, respeito e amor. O Exército salva a vida desses animais e não o contrário. Dá pra entender?
Hoje, infelizmente, alguma coisa deu errada... O Comando Militar da Amazônia já está investigando. Eu chorei a perda. Eu odiei a tocha olímpica. Mas a verdade é que poderia ter sido em qualquer outra situação. Com certeza os amigos do Exército estão sofrendo, porque eles amam aqueles animais. Não julguem o CIGS, não julguem o Exército. Conheçam o trabalho que fazem (mesmo que não possam visitar). Talvez sintam o respeito, orgulho e emoção que eu sinto.
Vanessa Correia (in Facebook)
Eu estive em Manaus convivendo com essa galera até poucos dias atrás... Posso lhes assegurar que se não fosse pelo Exército nem a Juma nem nenhuma das 8 outras onças, assim como as outras centenas de animais que vivem no zoológico do CIGS estariam mais vivos há muuuito tempo. Porque TO-DOS são animais resgatados de tráfico ilegal e maus tratos na Amazônia. Isso acontece com mais frequência que podemos imaginar. E só ficam ali aqueles que não sobreviveriam na natureza mais. Às vezes a população encontra o animal em situação de risco de vida e larga literalmente na porta do CIGS porque sabe que lá eles vão cuidar bem do bicho. O Exército cuida! Não é o caso desses zoológicos nojentos que tem por aí. A história é muito diferente!
As onças do CIGS convivem com as pessoas da cidade com certa regularidade, participam de eventos, como desfile de 7 de setembro, por exemplo. Estão acostumadas, as onças e as pessoas. Isso faz parte de um projeto de aproximar o ser humano do bicho. Despertando o carinho/intimidade nas pessoas, se cultiva a cultura da preservação... O ser humano precisa ser adestrado, sabe... São animais tratados com dignidade, respeito e amor. O Exército salva a vida desses animais e não o contrário. Dá pra entender?
Hoje, infelizmente, alguma coisa deu errada... O Comando Militar da Amazônia já está investigando. Eu chorei a perda. Eu odiei a tocha olímpica. Mas a verdade é que poderia ter sido em qualquer outra situação. Com certeza os amigos do Exército estão sofrendo, porque eles amam aqueles animais. Não julguem o CIGS, não julguem o Exército. Conheçam o trabalho que fazem (mesmo que não possam visitar). Talvez sintam o respeito, orgulho e emoção que eu sinto.
Vanessa Correia (in Facebook)
quarta-feira, abril 08, 2009
Gato bravo
Esta fêmea não tem o corpo rajado como uma maioria dos exemplares de gato bravo. Pintada, mais se assemelha a uma onça sulamericana. Um belo exemplar, sem dúvida, que adoptou o seu lar numa prancha de cortiça. Como a árvore da cortiça (sobreiro) é nativa do Alentejo, temos aqui uma alentejana com dois alentejaninhos...
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