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quarta-feira, outubro 26, 2022

Visite Portugal

Oferecendo um clima agradável durante todo o ano e uma grande variedade de gastronomia, cultura, música e entretenimento, Portugal é o que você precisa para a experiência de golfe de sua vida. Descubra os "Portuguese Greens".







 

quarta-feira, fevereiro 17, 2021

Timor e Portugal

Tenho um Canal no Youtube há já alguns anos. Nele tenho alguns vídeos sobre Timor. Hoje verifiquei ter um comentário num desses vídeos e dizia o seguinte: "Gostaria de saber o que portugal fez nesta terra" (https://www.youtube.com/watch?v=SpJRWdhHNPA...) Naturalmente que percebi uma certa ironia e afronta, além de me despertar a atenção o nome do meu país com letra minúscula. Como na minha opção de resposta não me são facultados todos os meios e ferramentas, resolvi abordar o assunto aqui e no meu blogue e posteriormente passar o url ao inquiridor. Além desta introdução, coloco fotos recentes de Timor extravasando todo o seu amor a Portugal, quase 50 anos após a nossa saída de lá. Uma boa dica seria os interessados conhecerem a história de Timor na sua plenitude e visitar o País.













segunda-feira, junho 09, 2014

Copa no Brasil

Em relação a anos anteriores, a Copa Brasil 2014 tem mostrado menor animação por parte dos torcedores brasileiros. Entende-se o fenómeno porque existe grande revolta pela quantidade enorme de dinheiro mal gasto, enquanto existem outras prioridades no campo social.
Eu estou muito animado e, pela primeira vez resolvi decorar a minha rua. Naturalmente que não a  preencherei em toda a extensão porque dá muito trabalho e custa caro...
Estou pintando no asfalto a bandeira do Brasil como não poderia deixar de ser. Depois a portuguesa pela minha nacionalidade e porque a seleção montou base aqui em Campinas; pelo mesmo último motivo, a da Nigéria. A da Itália porque também há na família sangue italiano...
Na última fase deste trabalho pintarei o Fuleco (mascote da Copa) e o respectivo símbolo.

sexta-feira, abril 25, 2014

Os cravos vermelhos

Bom dia Camaradas! Bom dia a todos os Portugueses.
Mais um 25 de Abril se comemora hoje e, como sempre, aqui vai a minha mensagem:

Apesar de muitos cravos vermelhos caídos no chão, mantenho um na ponta da minha metralhadora ligeira. Esse jamais murchará!

domingo, dezembro 02, 2012

Resumo da Ópera

Tenho uma triste notícia para dar aos comentadores e analistas políticos. Podem todos passar a dedicar-se à agricultura porque António Costa, em menos de 3 minutos, disse tudo, TUDO! Há instantes na "quadratura do círculo". E aqui está textualmente o que ele disse (transcrevi manualmente):
“A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no textil. Nós fomos financiados para desmantelar o textil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abrissemos os nossos mercados ao textil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao textil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o textil que nós deixávamos de produzir. E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável. Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer… podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!”

Transcrição de matéria no Facebook (Paulo Jorge Costa Ferreira) com pedido de "compartilhar".

terça-feira, outubro 30, 2012

Soneto quase inédito




 
  

Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o decreto da fome é publicado.

Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo Parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.

E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,

Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos -- só! -- por seu ofício
Receber, a bem dele... e da Nação 




 
JOSÉ RÉGIO (Soneto escrito em 1969, no dia de uma reunião de antigos alunos)

sexta-feira, outubro 05, 2012

A minha Bandeira

Hoje, 5 de Outubro, é comemorada uma data importante em Portugal. Se bem que para mim, muito mais importante foi o dia de ontem, aniversário de um dos meus filhos...

Voltando ao dia de hoje, comemora-se o 102º aniversário da Implantação da República. E o evento mais importante dessa comemoração costuma ser o hastear da bandeira portuguesa na sacada central do edifício da Câmara Municipal de Lisboa, normalmente pelo Presidente da República de plantão. Desta vez recaíu essa formalidade em Aníbal Cavaco Silva. Reparem bem que eu escrevi "Aníbal" e não "Animal" com o devido respeito a todos os animais que comemoraram ontem, também, o seu dia  --- Dia dos Animais e de São Francisco.

Eu, por força da geografia, ando um tanto ou quanto afastado da terrinha. Por isso, muitas das figuras públicas, que não são minhas contemporâneas, são para mim totalmente desconhecidas. Além do Presidente da Câmara e do próprio Presidente da República, não saberia identificar quem é quem na foto do evento. Só poderei dizer que são todos uns otários e verdadeiras bestas. Talvez, até, sejam muito piores que isso. Possìvelmente muitos outros adjectivos negativos lhes caiam bem, mas atenho-me aos dois citados.

Acreditem que não estou faltando ao respeito para com o Presidente da República do meu país, aliás em quem eu jamais votei sempre que a algum cargo foi postulante. Um indivíduo, qualquer que seja, que tenha tido ao londo da sua vida um contacto muito próximo, física ou mentalmente, com a Bandeira Nacional, numa cerimónia de hasteamento jamais poderia praticar o acto com o Pavilhão de cabeça para baixo.

Esse senhor, como eu, esteve nas campanhas militares das Colónias e, a não ser que de um cafageste se trate, o amor à nossa Bandeira deverá ser eterno. Fizémos um juramento nesse sentido!
Não tenho medo de nada e, por isso, mantenho tudo o que aqui escrevo. Nós estamos mal servidos de Governo e de Presidente da República. Crime de cidadania maior que esse aqui documentado, não existe. É a mesma coisa que pegar a bandeira e a pisotear.

Ainda na internet recolhi uma outra imagem desta cena  que, a princípio podendo ser interpretada como uma gozação é, na verdade, a correcta. Transmite-nos a ideia real que sob a grandeza de uma Bandeira carregada de história e a quem muitos ofereceram as suas vidas em grandes sacrifícios e abnegação, aqueles que a não merecem terão mesmo que ficar num plano evidentemente inferior e desconexo.

É imperiosa uma mudança urgente no que tange aos mandatários desta Nação. São 38 anos de incapacidade administrativa e instalação de esquemas de corrupção jamais vistos. Com alternância de duas correntes partidárias que alteram os meios mantendo os fins. Agora estamos chegando ao ponto do estouro da boiada e, para que não hajam surpresas desagradáveis, é importante que o Povo comece a preparar as baias para a necessária segregação...

domingo, setembro 30, 2012

sábado, setembro 29, 2012

Revolução Ibérica

Foi assim hoje em Lisboa e Madrid.
Tudo leva a crer que mudanças deverão ser processadas a bem ou a mal...
Os portugueses não são tão explosivos quanto os espanhois ou, pelo menos, por mais tempo levam as coisas em banho-Maria. Porém, acho que tocámos a linha divisória da tolerância e, daqui para a frente, até acredito na mobilização de uma frente Ibérica a sacudir os pilares de toda essa armação que foi montada e que só tem sacrificado aqueles que sempre têm sido explorados. A corda sempre se tem rompido neste ponto mais fraco, o que é lógico. Mas, exactamente por ela ter um ponto mais fraco é que a teremos que trocar por uma de resistência uniforme e sobre esta sempre exercer constante vigilância. Uma verdadeira democracia com respeito e decência, à sombra de uma Justiça que interprete coerente e correctamente as leis e que estas as faça cumprir.

segunda-feira, agosto 13, 2012

Verso e Reverso

Muitos dos emigrantes já sentiram na pele o problema que vou abordar hoje.
Tentei a melhor forma de poder transcrever para aqui a foto acima, que se refere a uma página do Facebook. Foi o melhor que consegui e acho que é possível ler o conteúdo do diálogo travado entre eu e outro usuário. Acrescento agora que, enquanto eu estava tratando da foto, reparei que o parceiro do diálogo retirou os seus comentários e isso deve ter sido por orientação dos gestores da página (?). De qualquer forma, não vou abordar mais este assunto retratado e sim o problema na generalidade.
Depois que cumpri a minha comissão militar em Timor (1970), emigrei para o Brasil em 1972. Naquela época era difícil conseguir um razoável emprego em Portugal antes de ir para a tropa e, depois que voltava quando terminava os 4 anos de serviço militar já nos consideravam velhos...
Tenho 40 anos de Brasil e já assisti a muita coisa. Primeiro a guerra dos dentistas portugueses com os brasileiros; depois a revanche aqui por determinação do então chanceler Fernando Henrique Cardoso e disso eu fui vítima um dia no aeroporto de Cumbica. Depois outras escaramuças do mesmo tipo, mas sempre pela incompetência de alguns para as evitar ou resolver.
Todavia, os portugueses sempre se deram bem aqui e noutras partes do Mundo. São trabalhadores, muito competentes e são muito respeitados por isso. A colónia portuguesa é muito grande e quase todo o brasileiro tem sangue português...
Aqui, apesar de ter filhos e mulher brasileiros e de jamais ter levado para fóra do país um único tostão para aforrar, vez ou outra tenho que escutar baboseiras típicas de um ou outro ignorante. É o caso de nos apontarem como surrupiadores do ouro da Colónia. É o caso de, também, nos quererem incomodar ao contarem piadas de português. No primeiro caso eu costumo perguntar o sobrenome do reclamante e vejo que é Silva, Oliveira, enfim. É quando eu respondo: "Porra! os seus avós pertencíam à quadrilha. Afinal, eles eram portugueses..." E no que diz respeito às piadas, quando o indivíduo me conta uma, eu dou risada e conto outra também de português; é aqui que eu os desarmo...
Em Portugal as coisas não são diferentes e eu também senti isso na pele. Sim! Voltei para lá em 1990 e por lá fiquei até final de 1995. Trabalhei como Representante/Vendedor e um belo dia em, Estremoz, ao visitar pela enésima vez um possível comprador, além de nada vender ainda senti que estava sendo discriminado por causa da minha pronúncia meio abrasileirada. O tipo pensava que eu era brasileiro. E não aguentando mais desaforos, tirei da carteira o meu Bilhete de Identidade, mostrei-o para que ele se certificasse que, além de português eu era estremocense. Depois, agarrei-o pelos colarinhos e disparei um monte de impropérios.
Se todos os portugueses da diáspora resolvesem regressar à terra natal, duplicaria a densidade demográfica do nosso pequenino rectângulo à beira mar plantado. Acho que actualmente não fica bem o termo "jardim"...
Um indivíduo que se proponha realizar um estudo aqui no Brasil, verifica que, além das tradicionais colónias portuguesas do sudeste e sul, tem no nordeste um avultado número de novos patrícios trabalhando ou investindo e que para cá vieram ainda nos bons tempos dos subsídios europeus a fundo perdido. Agora, com a terrível crise em Portugal e adjacências, é impressionante o tamanho da onda imigratória.
Os de cá e os de lá, brasileiros e portugueses, devem de uma vez por todas, parar de afirmar algo que desconhecem na essência. E isso vale para todos os campos do conhecimento. Os demais, com um pouco mais de cultura e conhecedores dos factos, esses sempre defenderão a nossa fraternidade.
Seria uma boa, no momento, Dona Dilma assumir Portugal como Colónia num prazo suficiente para a total recuperação... Infelizmente, pelo número de maus políticos que tem aqui, seria pior a emenda que o soneto.
Conterrâneos! Providenciem um expurgo dessa canalha que se tem alternado no poder desde o 25 de Abril e substituam-nos pelo voto democrático e consciente. Esse é o caminho. Nós, os da década de 60 e na maioria fóra do país, já fizémos a nossa parte com suor, sangue e lágrimas.