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segunda-feira, julho 13, 2015

Lisboa romântica

Cais do Sodré. Uma rua pintada de rosa...
Esta é uma das zonas de fervura nas noites de Lisboa...

sábado, setembro 29, 2012

Revolução Ibérica

Foi assim hoje em Lisboa e Madrid.
Tudo leva a crer que mudanças deverão ser processadas a bem ou a mal...
Os portugueses não são tão explosivos quanto os espanhois ou, pelo menos, por mais tempo levam as coisas em banho-Maria. Porém, acho que tocámos a linha divisória da tolerância e, daqui para a frente, até acredito na mobilização de uma frente Ibérica a sacudir os pilares de toda essa armação que foi montada e que só tem sacrificado aqueles que sempre têm sido explorados. A corda sempre se tem rompido neste ponto mais fraco, o que é lógico. Mas, exactamente por ela ter um ponto mais fraco é que a teremos que trocar por uma de resistência uniforme e sobre esta sempre exercer constante vigilância. Uma verdadeira democracia com respeito e decência, à sombra de uma Justiça que interprete coerente e correctamente as leis e que estas as faça cumprir.

sexta-feira, novembro 25, 2011

Meu Coração é Vermelho

O último jogo de futebol a que assisti pessoalmente aqui em Portugal foi um Benfica x Milan e ainda no antigo e famosíssimo Estádio da Luz. Isto há dez anos atrás, quando da minha última viagem ao meu país.
Ontem um grande amigo benfiquista veio buscar-me na casa de minha filha, em Sintra. A ideia principal era ir-mos almoçar juntos mas... como estávamos muito perto, fui levado a conhecer a nova "Catedral" e,  como todos os benfiquistas fazem, visitar o "primo" e junto a ele tirar a tradicional foto.

Pode parecer uma babaquice, algo um tanto ou quanto brega, mas a realidade é que essa avaliação é sempre feita por alguém que está do lado de lá, mas um acto de grande sentimentalidade por parte de quem o pratica. E não ficarei por aí, pois também penso ser fotografado ao lado do outro grande "companheiro", o Fernando Pessoa lá no Chiado tomando um cafézinho na "A Brasileira"...
Uma coisa é verdadeira: aqui em Portugal, como no Brasil, o meu coração é vermelho!

domingo, julho 24, 2011

Ramal Lisboa - Évora

Esta é uma notícia publicada no jornal da minha terra "Brados do Alentejo". Ela diz o seguinte:

"A CP vai lançar no próximo domingo, 24, uma nova oferta de Lisboa para Évora com quatro "intercidades" diários em cada sentido (dois de manhã e dois à tarde) que vão demorar apenas uma hora e vinte e um minutos entre Sete Rios e Évora, segundo anunciou o jornal "Público" na sua edição de terça-feira, dia 19.
De acordo com aquele diário, os "Intercidades" para a capital alentejana serão compostos por locomotivas 5600 (aptas a circular a 200 km/h) e três carruagens. O jornal adianta ainda que não haverá serviço de bar e que os comboios partem da Estação do Oriente, com paragens em Entrecampos, Sete Rios, Pragal, Pinhal Novo, Vendas Novas e Casa Branca. Mas um em cada sentido terá paragem em mais estações para assegurar algum serviço regional (demorando mais 10 minutos na viagem).".

Tenho 66 anos e fui usuário contumaz dos comboios daquele trajecto em toda a minha juventude e mais esporàdicamente na idade adulta. Sempre tive preferência pelos comboios porque me ofereciam mais tranquilidade e segurança, mesmo sabendo que poderia demorar o dobro do tempo ou até mais nas minhas idas de Lisboa a Évora e vice versa.
Durante o período do serviço militar que cumpri nas cidades de Santarém, Sacavém e Lisboa, por imperativo da ultra frágil situação económica pessoal, o meio de locomoção mais usual era a tradicional boleia (carona), mesmo sendo imprevisível o sucesso e horário de chegada ao destino. Muitas vezes dormi na estrada... Porém, "viciado" que me tornei nas boleias, vez ou outra usava o comboio.
Nas boleias a variedade de personalidades que encontrava era impressionante e, porque assim, gradativamente fui-me formando em psicologia nas verdadeiras estradas da vida. Para todo o tipo de assunto puxado à conversa, eu acabava por vencer a minha natural e exacerbada timidez e surfava, entendido, por uma multiplicidade de temas.
Nos comboios era muito diferente. Não havia pròpriamente a obrigatoriedade ou necessidade de entabular uma conversação com quem quer que fosse. Principalmente por se tratar de uma viagem maçadora e demorada, a maioria dos passageiros cochilava, fingia que dormia ou dormia mesmo, alguns até ao ponto de passar o destino sem acordar...
Para mim a viagem já era aproveitada de maneira diferente. Por ser "chata" para a maioria, sempre havia uma explosão de reclamações, algumas com e outras sem fundamento. Pela vagareza e quando de dia, a paisagem oferecia mil mistérios a desvendar. As paragens nas estações com embarques, desembarques e baldeações, estas últimas sempre na Estação de Casa Branca atendendo passageiros que íam ou vinham do Baixo Alentejo e Algarve, eram um verdadeiro maná de detalhes que eu guardava na cachola e muito me divertiam. Muitos eram militares e os assuntos por eles tratados eram para mim de suma importância, principalmente os que íam ou vinham de Tavira. Claro que isto quando eu também era militar...
A última vez que usei essa linha ferroviária, já lá vão alguns anos, oi numa ida a Portugal e coincidiu com uma greve geral nesse tipo de transporte. A travessia do Tejo num do barcos da CP já foi um pouco conturbada, mas completou-se até ao Barreiro. Ali o embarque no comboio já foi complicado e a partida demorou horas. Em todas as estações ficava parado por tempo sem fim, numa verdadeira afronta aos utentes. Sempre achei que jamais deveria haver greve nos serviços essenciais, apesar das minhas preferências esquerdistas...
Muito bom saber que no momento em que escrevo esta crónica já terá sido inaugurado esse novo serviço ferroviário. Nem preciso dizer que já estou ansioso por embarcar num desses comboios quando agora for a Portugal. Colherei muitos detalhes e imagens para poder colocar aqui depois. Posso até já adiantar que, mesmo ainda não ter conhecido tudo isso, seria uma boa ideia as autoridades estudarem a possibilidade do prolongamento do trecho até à fronteira com a Espanha em Elvas.
Muitas das linhas e belas estações estão desactivadas por esse país afóra. Que maravilha seria este ser um exemplo a seguir, pois ajudaria até na superação da actual e futuras crises. Os transportes mais baratos, seguros e gostosos. Afinal, em toda a Europa sempre foi e é assim.



quinta-feira, janeiro 13, 2011

Lisboa

Foto devidamente credenciada com linha d'água, tirada pelo Comandante do A320 quando do levantamento de Lisboa com destino ao Funchal

quarta-feira, setembro 08, 2010

Vinhos do Alentejo

Dezenas de produtores alentejanos vão colocar os vinhos em prova livre no Lx Factory, em Lisboa, nos próximos dias 24 e 25 de Setembro. O evento “Vinhos do Alentejo em Lisboa” organizado pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), com produção da Essência do Vinho, será uma oportunidade rara para os apreciadores poderem degustar grandes referências alentejanas e novos lançamentos.
“A Grande Lisboa é muito importante p...ara a venda de vinhos do Alentejo, pelo que decidimos prosseguir uma orientação promocional que já havíamos lançado, com a organização de eventos dedicados ao consumidor final, tal como no ano passado no Casino do Estoril. Este ano, apostamos num novo local e num evento com um figurino ainda mais atractivo para os consumidores das classes etárias mais jovens, dado que além da presença dos produtores alentejanos teremos provas temáticas e muita animação”, refere Dora Simões, Presidente da CVRA.
O evento “Vinhos do Alentejo em Lisboa”, que decorrerá na Sala das Colunas no Lx Factory, terá provas temáticas e conversas sobre vinho, comentadas por conceituados especialistas, e ainda no final de cada dia, um showcase exclusivo da banda revelação Virgem Suta, oriunda de Beja, que apresentará ao vivo algumas das músicas que fazem parte do aclamado álbum de estreia homónimo.
O evento “Vinhos do Alentejo em Lisboa” pode ser visitado dia 24, sexta-feira, 16h00 às 22h00, e dia 25, sábado, das 15h00 às 22h00.
Estarão presentes os seguintes Produtores:
.Adega Cartuxa - Fundação Eugénio de Almeida
.Adega Cooperativa de Redondo CRL
.Adega Cooperativa de Vidigueira
.Adega de Borba
.Adega do Monte Branco
.Adega Mayor - Grupo Nabeiro
.Aliança Vinhos de Portugal
.Aromas do Sul
.Arundel of Pavia
.Bacalhôa Vinhos de Portugal
.CARMIM / MONSARAZ VINHOS
.Casa de Santa Vitória / Monte Vilar
.Comenda Grande
.Cooperativa Agrícola de Granja, C.R.L.
.Cortes de Cima
.Dona Maria - Júlio Bastos
.Encostas de Estremoz
.Enoport - United Wines
.Ervideira
.Fita Preta Vinhos
.Fundação Abreu Callado
.Granadeiro - Vinho de Autor
.Henrique Uva / Herdade da Mingorra
.Herdade da Ajuda Nova
.Herdade da Calada
.Herdade da Farizoa - Companhia das Quintas
.Herdade das Servas
.Herdade do Esporão
.Herdade do Gamito
.Herdade do Rocim
.Herdade dos Grous
.Herdade dos Lagos
.Herdade dos Machados
.Herdade Grande
.Herdade Paço do Conde
.Herdade São Miguel
.J. Portugal Ramos Vinhos
.JJMR
.Lima Mayer & Companhia
.Michael Brian McDonagh Mollet
.Monte da Capela
.Monte da Raposinha
.Monte da Ravasqueira
.Monte Novo e Figueirinha
.Parras Vinhos
.Perescuma, S.A.
.PLC - Companhia de Vinhos do Alandroal
.Quinta Das Arcas
.Quinta do Mouro
.Quinta do Quetzal
.RG Rovisco Garcia
.Roquevale
.Sociedade Agrícola João Teodósio Matos Barbosa e Filhos, Lda
.Solar dos Lobos
.Terras de Alter
.Terrenus / Pedra Basta
.Tiagocabaçowines
.Torre do Frade
.Vinhos Monte da Penha

domingo, fevereiro 28, 2010

Temporais, aluviões e inundações

Naquele ano de 1967 eu estava alocado no Forte da Ameixoeira aguardando a mobilização para o Ultramar. Tinha ali a minha namoradinha, Belarmina, das Galinheiras. Desde que iniciámos o namoro acabaram-se as passagens de fins de semana em Évora, pois sempre estávamos juntos, ou se lá tivesse que ir, para lá íamos os dois. Era unha com carne…
Naquela sexta-feira o programa de fim de semana começou com a nossa hospedagem num daqueles hoteis baratos perto da estação ferroviária de Vila Franca de Xira. No dia seguinte passearíamos pela região e no domingo também.
Essa noite de sexta deve ter sido uma daquelas ferventes de paixões que não conseguimos explicar e, também inexplicável por tantos anos já se terem passado. Só me lembro e disso jamais me esquecerei, que ao tentarmos sair do hotel de manhã a rua estava tomada por meio metro de lama e passavam caminhões carregando corpos humanos.
Ali, naquele momento, o nosso fim de semana terminou. Soubemos que muita coisa descera pelas encostas daquela serra próxima, devido a terrível temporal e que a extensão do problema era enorme; chegava aos arredores de Lisboa. Voltei para o Quartel e ali me juntei aos demais para fazermos parte de equipes de socorro nas povoações vizinhas.
Sei que há alguns anos atrás essa cena se repetiu e eu soube disso aqui no Brasil. Hoje deparo-me com notícia na imprensa sobre os mesmos problemas, se bem que menos graves no que se refere a perdas humanas, e originados do rio Tejo e não da serra (foto).
O que me trouxe a escrever sobre o assunto foi o eterno problema das mancadas que o bicho homem sempre deu e continúa dando. São os problemas de Angra dos Reis, da Ilha da Madeira e da zona saloia em Portugal. As coisas são denunciadas desde há muito. Os ouvidos são moucos e os grandes interesses prevalecem.

segunda-feira, novembro 30, 2009

Novas de Lisboa

Aquém mar, nem sempre estamos actualizados em relação ao que acontece além mar. Então, ao mesmo tempo que tive conhecimento, repasso:

...Assim, justifica-se, nos termos do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 519-F2/79 , de 29 de Dezembro, conjugado com o artigo 6.º do Decreto Regulamentar n.º 55/80 , de 8 de Outubro, que se proceda à criação da Conservatória doRegisto Civil de Lisboa e, por força de um processo de fusão, se extingam as 11 Conservatórias do Registo Civil existentes na cidade de Lisboa, potenciando assim a eficiência dos serviços de registo e o aumento da qualidade do serviço prestado aos cidadãos na área do registo civil.

sexta-feira, setembro 25, 2009

Rua da Atalaia

Sei que atalaia é uma palavra oriunda do árabe (at-talai’a) e garanto que não fui ver isso no dicionário agora, pois há muito tempo gravei na memória tudo o que com ela se relaciona, por motivos vários e óbvios.

O primeio contacto que tive com essa palavra poderá até ter sido durante as aulas de história ou quando devorava livros nos meus estudos de formação escolar com essa disciplina relacionados. Afinal, atalaia é uma torre ou lugar de vigia e são pródigas nos castelos portugueses, que antes fôram dos mouros na sua maioria e figurava nos livros do mesmo modo que barbacã e outras.

O segundo contacto com a palavra já foi com ela grifada em letra maiúscula, como nome próprio, e foi aqui que ela passou a ser mais importante para mim. Era e é o nome de rua de um dos mais tradicionais bairros de Lisboa --- o Bairro Alto.

Houve uma época em que conhecia mais de uma centena de nomes de ruas de Lisboa. Poderia até garantir serem duas ou três. Situava-me muito fàcilmente na sua localização geográfica. Fui para lá viver e trabalhar no meu primeiro emprego formal aos 15 anos e totalmente independente. Não fugi de casa; foi um dos caminhos da vida.

Palmilhava a cidade de lés a lés e intercalava nas minhas andanças a pendura nos elétricos (bondes) num jogo de gato e rato com o revisor, evitando uma pontoada, chegando mesmo a ser perito na abordagem e no pular fóra, na alta velocidade que o motorneiro imprimia propositadamente para me sacanear. Era coisa de gaiato naqueles tempos, mas era também para mim uma necessidade… Inevitàvelmente gravava os nomes das ruas e o número das linhas dos elétricos e autocarros e seus trajectos.

Entre os muitos nomes das ruas assimilados, o de Rua da Atalaia ficou gravado qual baixo relevo com sulcos profundos, mas sem ser aurifugiado, se bem que por causa de um local mais conhecido pelo número e não pelo nome. Qualquer frequentador habitual de casas de putas sabia onde era o 124 em Lisboa, bem como o 85 ou o 12, mesmo que em bairros diferentes.

O 124 da Rua da Atalaia era o meu local preferido. Subia aquela escadaria íngreme e ía sentar-me num dos bancos corrediços da sala a exemplo dos demais clientes. Só que fui lá muitas vezes merencório, não como cliente e sim para me abrigar do frio dos dias avesseiros e noites gélidas de Lisboa.

Misturava-se a isso a curiosidade sobre o desenrolar dos negócios, a admiração de algumas belas mulheres e, sem dúvida, a vontade e ansiedade que se atarracavam na minha timidez. Era um potencial cliente, mas sempre adiava, sine die, o grande momento da perda dos três vinténs (cabaço).

Finalmente, chegou o “Dia D”. Acho que melhor seria nomeá-lo como o “Dia E”, uma vez que não se tratou de um desembarque e sim um embarque… Sei que até gravei a data numa daquelas agendas de bolso, que sempre carregava comigo, a exemplo do nome de filmes ou outros eventos a que assistia. Ainda a guardo alhures.

Nesse dia subi as escadas e, como sempre, sentei-me num daqueles bancos. Acho que estava diferente e a minha expressão deve ter-me denunciado. Ouvi duas ou três vezes a voz da patrôa gritando, como sempre, “senhores, vamos para os quartos!”. Era coisa do negócio.

Enquanto isso, lá estava eu quieto no meu cantinho. Foi então que a patrôa se aproximou de mim e, numa atitude objurgatória, disse: “ou vai para o quarto, ou vai fazer sala noutro lugar!”. Aquilo pegou-me de surpresa e deixou-me meio atordoado. Decidi que tinha que ser daquela vez. Pisquei o olho para a melhor das piores que restaram sem parceiro e lá fômos nós.

A mulher, bem mais velha que eu, não era nada escultural e não se encaixava nas minhas preferências. Mas tinha que ser e foi… E foi, também, uma grande decepção para mim. De certo que ela percebeu que era a minha primeira vez e radicalizou no seu profissionalismo ao invés de contornar a situação e agir com o saber que essas situações exigem. Durou alguns segundos apenas o meu ponto de gôzo, mas continuei de pau duro pronto para uma segunda ou, quiçá, uma terceira, o que era normal naqueles tenros anos dourados…

Eu queria mais uma vez e sugeri-lhe isso. Ouvi dela que, mais uma vez, custaria mais cinquentinha. Mas, como aquela notinha era a única que eu tinha no bolso e custou-me muito para ganhá-la, a farra parou ali e fiquei com uma lembrança muito ruim para o resto da vida, independentemente de muitos momentos bons que vivi.

Ainda hoje, quando vou a Lisboa, sempre passo na Rua da Atalaia, mas na outra ponta que termina na Calçada do Combro. Jamais passei no 124 e até porque essas zonas de prostituição legalizada fôram extintas há muitos anos e eu há outros tantos deixei de procurar profissionais do ramo. Naquela rua eu costumava ir, mais recentemente, noutros dois números que nunca gravei,  onde ficava a oficina do sr. Eugénio, pai de um amigo meu, e um restaurante dos meus preferidos.

Da última vez, há oito anos atrás, soube que o sr. Eugénio já tinha falecido. Mas ainda tinha um ponto da Rua da Atalaia a ser revisitado --- o restaurante. É uma casa pequena com uma minúscula sala térrea e um mezanino adicional. Mas a comida é muito boa, principalmente os pratos à base de pescado.

Mesmo que o restaurante venha a desaparecer um dia, nunca deixarei de passar por ali para matar saudades de momentos que marcaram muito. Ali era uma espécie de meu território. Na baixada da Calçada do Combro tinha a Escola Dona Maria II onde cheguei a frequentar o curso nocturno. Por ali eu sempre estava de atalaia.