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sexta-feira, dezembro 22, 2017
sexta-feira, julho 08, 2016
Refugiados


If you have any doubts about Muslim immigration, this might clear up your thinking.
This “furniture shipment” was supposed to go to the refugee camps in GREECE to make their life more bearable and ease their hardships.
52 tons of guns and ammunition in big 40’ double containers followed the migrants to Europe, pretending to be furniture but, was discovered by the Greek border securities in 14 containers.
If this doesn’t convince you that this IMMIGRATION is nothing less than an ARMED INVASION then nothing will.
Wonder still why all those young (military age) men without children or wives are taking on the task of traveling all those miles posing as refugees?
Most western nation Main Stream media won’t cover this… So please share…
from: Steve Schultz
domingo, setembro 06, 2015
Imigrações
Sem expressar a minha opinião, transcrevo hoje dois artigos muito interessantes sobre o mesmo assunto e com muita actualidade.
Estas são as palavras de uma senhora residente na Alemanha e que vive de perto esta polémica dos refugiados da guerra. Achei, pessoalmente, importante partilhar este relato (que alguns interpretam como racismo) e então traduzi, na íntegra, este artigo para que tenham a oportunidade de ler (e partilhar se acharem). Aqui vai:
“Amo ver como
muitos implementaram em si mesmos a novela dos media acerca dos pobres
refugiados e transformaram-nos em vítimas do racismo e da superioridade
dos arianos dos estados civilizados.
Correm rios e rios de lágrimas, sem que ninguém se pergunte o porquê destas pessoas, fugindo da guerra, não se refugiaram em estados próximos das suas fronteiras, em estados com a mesma religião, valores e princípios.
Porque preferem morrer em botes de trânsito juntamente com as suas famílias, porque preferem dar 13.000 euros a um “guia” para os trazer à Alemanha, em vez de irem para um lugar bom e calmo. Exato.
Porque nos respectivos estados têm de trabalhar. Porque não recebem no mínimo 8 metros quadrados por pessoa. Ninguém nega que a sua situação é triste, ou que todos nós não iriamos fugir em caso de guerra. Mas ninguém se questiona de três problemas importantes:
1.O que lhes acontece nos próximos anos, dado que eles recusam a se integrar, a aprender a língua, a procurar trabalho. Suporta o estado 800.000 pessoas (caso da Alemanha) a partir dos impostos dos outros?
2. São violentos, consideram que a mulher é um objeto útil para a satisfação das suas necessidades e não conhecem o perdão. Como vais proteger os cidadãos, como estado?
3. Porque se direcionam exatamente para a Europa, diretamente para a Alemanha, Suíça, Itália. Será que não se transformarão de refugiados a asilados por critérios económicos?
Com todo o respeito, vocês não têm ideia do que falam. Alemanha está à porta de uma revolta desencadeada pelas forças extremistas e não é por acaso. Vivo numa pequena cidade de 22.000 habitantes, uma cidade acordada a receber 2.000 refugiados.
Desde que chegaram, só se tem visto lutas, violações de raparigas de 13, 14 e 15 anos e assaltos que bastem. Entram-vos dentro da garagem a meio do dia e procuram nas vossas coisas, correm atrás de raparigas menores pelas ruas gritando palavreados, tentam apalpar mulheres em locais públicos de todas as formas possíveis. E se os maridos intervirem, são pisados na rua ou nos estacionamentos.
95% deles são homens vestidos de Tom Tailor Denim. Andam em grupos de 7-10 pessoas e não olhares na sua direcção quando lhes passas ao lado, é uma mais valia, porque possivelmente levas. Tentei dar a uma mulher refugiada algumas roupas minhas, completamente novas, sem terem sido usadas, e puro e simplesmente fui blasfemada e corrida, devido ao gesto.
Muitas destas porcarias não chegam aos mass-media porque qualquer que se atrever a dizer algo é selado automaticamente como racista, e na Alemanha ninguém quer viver com este estigma.
Sim, encontram-se numa situação difícil e têm toda a minha compaixão pela sua sorte, mas se se recusam a comportar-se como seres humanos e a adotar as leis e as regras dos países que os adota, tem de se lhes recusar o acesso. Pode soar rude, mas depois de viveres no meio deles, passa-te.
Infelizmente, todos estes emigrantes vieram para viver numa comunidade, a qual não só a incomoda, porque isto até poderia ser fácil se fechar os olhos, mas também é injusto teres de começar de repete a viver com medo nas ruas da tua cidade, por causa da tua bondade e porque tentaste ajudar as pessoas.
Imaginem como se sentiram aquelas pessoas que viram as suas meninas de 14 anos a serem violadas e ninguém os pude ajudar em nada. Não se trata de serem sujos, de cheirarem a queijo estragado ou de forçarem as suas mulheres a usar a burkha. Estes são inofensivos. Estamos a falar daqueles que trazem a violência pura com eles, violência gratuita e injustificável.
Mesmo sob o pretexto de acordo de primeiro socorro, estas pessoas precisam de serem reeducadas antes de serem integradas em comunidades."
Artigo escrito por Iulia
Correm rios e rios de lágrimas, sem que ninguém se pergunte o porquê destas pessoas, fugindo da guerra, não se refugiaram em estados próximos das suas fronteiras, em estados com a mesma religião, valores e princípios.
Porque preferem morrer em botes de trânsito juntamente com as suas famílias, porque preferem dar 13.000 euros a um “guia” para os trazer à Alemanha, em vez de irem para um lugar bom e calmo. Exato.
Porque nos respectivos estados têm de trabalhar. Porque não recebem no mínimo 8 metros quadrados por pessoa. Ninguém nega que a sua situação é triste, ou que todos nós não iriamos fugir em caso de guerra. Mas ninguém se questiona de três problemas importantes:
1.O que lhes acontece nos próximos anos, dado que eles recusam a se integrar, a aprender a língua, a procurar trabalho. Suporta o estado 800.000 pessoas (caso da Alemanha) a partir dos impostos dos outros?
2. São violentos, consideram que a mulher é um objeto útil para a satisfação das suas necessidades e não conhecem o perdão. Como vais proteger os cidadãos, como estado?
3. Porque se direcionam exatamente para a Europa, diretamente para a Alemanha, Suíça, Itália. Será que não se transformarão de refugiados a asilados por critérios económicos?
Com todo o respeito, vocês não têm ideia do que falam. Alemanha está à porta de uma revolta desencadeada pelas forças extremistas e não é por acaso. Vivo numa pequena cidade de 22.000 habitantes, uma cidade acordada a receber 2.000 refugiados.
Desde que chegaram, só se tem visto lutas, violações de raparigas de 13, 14 e 15 anos e assaltos que bastem. Entram-vos dentro da garagem a meio do dia e procuram nas vossas coisas, correm atrás de raparigas menores pelas ruas gritando palavreados, tentam apalpar mulheres em locais públicos de todas as formas possíveis. E se os maridos intervirem, são pisados na rua ou nos estacionamentos.
95% deles são homens vestidos de Tom Tailor Denim. Andam em grupos de 7-10 pessoas e não olhares na sua direcção quando lhes passas ao lado, é uma mais valia, porque possivelmente levas. Tentei dar a uma mulher refugiada algumas roupas minhas, completamente novas, sem terem sido usadas, e puro e simplesmente fui blasfemada e corrida, devido ao gesto.
Muitas destas porcarias não chegam aos mass-media porque qualquer que se atrever a dizer algo é selado automaticamente como racista, e na Alemanha ninguém quer viver com este estigma.
Sim, encontram-se numa situação difícil e têm toda a minha compaixão pela sua sorte, mas se se recusam a comportar-se como seres humanos e a adotar as leis e as regras dos países que os adota, tem de se lhes recusar o acesso. Pode soar rude, mas depois de viveres no meio deles, passa-te.
Infelizmente, todos estes emigrantes vieram para viver numa comunidade, a qual não só a incomoda, porque isto até poderia ser fácil se fechar os olhos, mas também é injusto teres de começar de repete a viver com medo nas ruas da tua cidade, por causa da tua bondade e porque tentaste ajudar as pessoas.
Imaginem como se sentiram aquelas pessoas que viram as suas meninas de 14 anos a serem violadas e ninguém os pude ajudar em nada. Não se trata de serem sujos, de cheirarem a queijo estragado ou de forçarem as suas mulheres a usar a burkha. Estes são inofensivos. Estamos a falar daqueles que trazem a violência pura com eles, violência gratuita e injustificável.
Mesmo sob o pretexto de acordo de primeiro socorro, estas pessoas precisam de serem reeducadas antes de serem integradas em comunidades."
Artigo escrito por Iulia
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Ano de 2009
Discurso do Primeiro Ministro australiano, John Howard, à Comunidade Muçulmana.
Os imigrantes não australianos, devem adaptar-se. É pegar ou largar! Estou
cansado de saber que esta Nação se inquieta ao ofendermos certos
indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali,
assistimos a uma subida de patriotismo na maioria dos australianos
A
nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas,
de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que
procuraram a liberdade. A
nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o
Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se
desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!
A
maior parte do australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação
cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto,
porque homens e mulheres fundaram esta Nação sobre princípios cristãos e
isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre
os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que
encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque
Deus faz parte da nossa cultura.
Nós
aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos
pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco.
Este é o nosso país, a nossa terra e o nosso estilo de vida. E oferecemos-lhes
a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões
de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das
nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os
fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade australiana: o direito de partir. Se não são felizes aqui, então partam.
Não vos forçámos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou".
sábado, novembro 21, 2009
Pele de cordeiro
Correndo os olhos pela internet e por algumas “colunas do leitor” dos jornais, fico com a impressão de que há mais apoio a Cesar Battisti e, consequentemente, à sua liberdade e não extradição.
Não sou a pessoa indicada para julgar e sobre os processos e condenações na Itália só tenho conhecimento superficial. Não obstante, tenho a minha opinião formada e ela recai sobre a decisão de extradição.
Entendo que Itália e França não são países com semelhanças a certas repúblicas das bananas e têm muito mais solidificação democrática.
E se alguma dúvida pairasse na minha consciência, essa foto que ilustra esta postagem tratou de dissipá-la definitivamente. Não se aproveita um dos que o estão cercando e isso já é forte; “diz-me com quem andas e eu dir-te-ei quem és”. Depois, mais forte ainda, é a posse daquela bíblia que parece ser novíssima e jamais ter sido aberta.
Quanto à bíblia, tenho uma opinião muito semelhante à de Saramago e não é sobre ela que vou escrever. Mas, talvez Battisti nunca tenha lido alguma bíblia ou até mesmo um catecismo. Assim, parece-me ter sido aconselhado a portar uma a exemplo de muitos criminosos brasileiros que, de repente, se transformam até em pastores e isso lhes rendem muitos créditos.
sábado, fevereiro 23, 2008
ARGUEIRO NOS OLHOS DE TIMOR
«Os australianos devem partir de Timor» declararam responsáveis timorenses do Campo de Deslocados do Aeroporto, situado às portas de Díli, que conta com mais de 4600 habitantes.
A GNR portuguesa é a única força que respeita os timorenses, afirmam os mesmos responáveis.
A tensão entre os Deslocados timorenses do Campo do Aeroporto e as forças australianas aumentou em 2007 quando um blindado do exército australiano da «Stabilisation Force» em Timor Leste entrou no Campo, em 23 de Março de 2007, depois de ter destruído a barreira de limite do recinto, abrindo fogo contra os deslocados provocando a morte de dois residentes e ferindo gravemente um terceiro. A 31 de Outubro, do mesmo ano, um novo incidente é denunciado pelos Deslocados que afirmam que os militares australianos abriram fogo, sem
razão aparente, ferindo gravemente um residente.
Os dois incidentes provocaram um mal-estar entre os Deslocados e as forças australianas presentes em Timor Leste, composta por 1200 militares, dos quais 200 da Nova Zelândia, e 70 polícias.
Gestos obscenos e sinais com a mão de ameaça de «cortarem cabeças» são constantes das forças australianas quando patrulham os campos, confirmaram os Refugiados. Durante a noite alguns blindados australianos circundam os campos, enquanto helicópteros das mesmas forças sobrevoam continuamente a capital Díli.
«Se os australianos tentarem entrar aqui vamos os receber com pedras» disse um jovem timorense do mesmo campo. «Os únicos militares que são bem vindos são os da GNR de Portugal» afirma o chefe do campo que considera os portugueses como os únicos que respeitam os timorenses. «Quando temos problemas só queremos a GNR» prossegue o mesmo responsável perante sinais de concordância de vários jovens.
Condensado do Jornal Digital (http://jornaldigital.com/
As acusações são gravíssimas. Todavia, para mim isso não me causa muita estranheza e sempre tenho publicado aqui o que penso sobre a Austrália com relação a Timor. O ventos que de lá sopram não são bons e, pelo passado não muito logínquo, durante a Segunda Grande Guerra, deveria existir reconhecimento e gratidão, pois os timorenses ofereceram grande resistência à invasão japonesa e aquele país beneficiou-se disso. Os grandes interesses económicos sobrepõem-se à moralidade. As forças da ONU ali estacionadas se constituídas com uma maioria arregimentada nos países dos PALOP, principalmente Portugal e Brasil, dariam um rumo muito diferente à consolidação de Timor.
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