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sexta-feira, dezembro 20, 2019
domingo, fevereiro 28, 2010
Temporais, aluviões e inundações
Naquele ano de 1967 eu estava alocado no Forte da Ameixoeira aguardando a mobilização para o Ultramar. Tinha ali a minha namoradinha, Belarmina, das Galinheiras. Desde que iniciámos o namoro acabaram-se as passagens de fins de semana em Évora, pois sempre estávamos juntos, ou se lá tivesse que ir, para lá íamos os dois. Era unha com carne…
Naquela sexta-feira o programa de fim de semana começou com a nossa hospedagem num daqueles hoteis baratos perto da estação ferroviária de Vila Franca de Xira. No dia seguinte passearíamos pela região e no domingo também.
Essa noite de sexta deve ter sido uma daquelas ferventes de paixões que não conseguimos explicar e, também inexplicável por tantos anos já se terem passado. Só me lembro e disso jamais me esquecerei, que ao tentarmos sair do hotel de manhã a rua estava tomada por meio metro de lama e passavam caminhões carregando corpos humanos.
Ali, naquele momento, o nosso fim de semana terminou. Soubemos que muita coisa descera pelas encostas daquela serra próxima, devido a terrível temporal e que a extensão do problema era enorme; chegava aos arredores de Lisboa. Voltei para o Quartel e ali me juntei aos demais para fazermos parte de equipes de socorro nas povoações vizinhas.
Sei que há alguns anos atrás essa cena se repetiu e eu soube disso aqui no Brasil. Hoje deparo-me com notícia na imprensa sobre os mesmos problemas, se bem que menos graves no que se refere a perdas humanas, e originados do rio Tejo e não da serra (foto).
O que me trouxe a escrever sobre o assunto foi o eterno problema das mancadas que o bicho homem sempre deu e continúa dando. São os problemas de Angra dos Reis, da Ilha da Madeira e da zona saloia em Portugal. As coisas são denunciadas desde há muito. Os ouvidos são moucos e os grandes interesses prevalecem.
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
segunda-feira, março 30, 2009
Alerta geral
Um ciclone tropical em formação lenta no Mar do
Timor poderá atingir na quarta-feira a costa Sul do Timor Leste, informaram
nesta segunda-feira os serviços meteorológicos australianos.
Um sistema de baixa pressão que se desloca para Timor Leste poderá
tornar-se um ciclone tropical durante os próximos dois dias e atingir a
costa da ilha com grandes ondas e fortes ventos
.
O alerta meteorológico foi noticiado por vários sites australianos que
consideram tratar-se de uma ameaça potencial para a ilha. E eu reforço aqui, sugerindo aos timorenses que fiquem espertos...
A principal ameaça são chuvas intensas que poderão conduzir a inundações e
potenciais deslizamentos nessa área
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