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sábado, dezembro 25, 2010

Compadres

     
A invasão e ocupação de Timor pela Indonésia foi, como todos sabemos, a maior das carnificinas de inocentes, num conluio com EEUU, Austrália e... Portugal. Sinto até nojo, algumas vezes de escrever sobre isto e agora sabe-se mais um pouco a respeito.

Telegramas diplomáticos divulgados pelo WikiLeaks confirmam que o governo australiano trabalhou com a Indonésia para gerir as consequências políticas quando, em 2007, um relatório atestou que o exército indonésio tinha mandado executar cinco jornalistas em Balibó, Timor-Leste.

Os telegramas diplomáticos da Embaixada dos Estados Unidos em Jacarta, agora tornados públicos pelo Wikileaks, também dão conta de que Camberra declarou Yunus Yosfiah --- o capitão das forças especiais indonésias durante a invasão de 1975 do Timor-Leste que terá ordenado a execução --- "pessoa non grata na Austrália", apesar de o executivo australiano "nunca ter apresentado qualquer ação formal contra Yosfiah pelos homicídios".

O correio diplomático revela que esta sanção --- que o impediria de entrar na Austrália --- foi aplicada discretamente a Yunus Yosfiah numa altura em que Camberra já trabalhava nos bastidores com Jacarta para ajudar o executivo indonésio a gerir as consequências do escândalo.
                 

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Fidel: “La historia no te absolverá”

 

orlandozapata-240 No consigo evitar la comparación de vuestra historia inicial, la tuya, la de Raúl y la de tantos otros, con la de los que disienten en la Cuba de hoy. Un incruento golpe de Estado de Batista, en 1952, te empujó a alzarte en armas contra el dictador que violentaba la Constitución. El 26 de julio de 1953, era domingo y doscientos hombres bajo tu mando se disponían a asaltar el Cuartel Moncada de Santiago de Cuba aprovechando que buen número de soldados andaban bebidos por las fiestas del apóstol, patrón de Santiago de Cuba. Hubo muertes por ambos lados y el asalto terminó en un fracaso. Los supervivientes quedaron en manos de Batista. En el juicio proclamaste que “la Historia te absolvería”.  Ahora, existen serias dudas.
El ataque a un cuartel, por parte de dos centenares de civiles,  con soldados muertos, fue un bombazo en medio del indolente Caribe. Es lo que buscabas para atraer la atención sobre la usurpación del poder y el atentado a las libertades por parte del ex-sargento, Fulgencio Batista Zaldívar. Te defendiste tu mismo como abogado y la intervención de Monseñor Pérez Serantes, Arzobispo de Santiago, que te había bautizado, te salvó la vida. Tuviste un juez imparcial, Manuel Urrutia Lleo, que nombrarías Presidente de la República en enero de 1958.
Orlando Zapata Tamayo, de 42 años, murió tras 86 días de ayuno en protesta por el trato que se da en en la prisión de Kilo 8 de Camagüey a los presos de conciencia, muchos de los cuales cayeron en las redadas de 2003 y que, como en el caso de Orlando, sumaban hasta 25 años de cárcel por expresar opiniones diferentes de las del régimen. Recuerdo que en 1953, los supervivientes fuisteis encarcelado en Isla de Pinos donde no pasasteis más de 19 meses tu y unos cuantos más tus compañeros del Moncada. Hay que recordar que produjisteis muertes entre los soldados. Vuestras condiciones de vida no fueron tan malas cuando creaste la Academia Abel Santamarí en la que, como único profesor, adiestrabas a los hombres llamados a seguirte al exilio mexicano en Mayo 1955.
Con aquellos antecedentes, deberíais haber sido más magnánimos con los presos de la Primavera Negra a la que quisisteis dar un escarmiento. Fundador de Alternativa Republicana, el albañil Orlando Zapata Tamayo se convertía en un enemigo del pueblo por no plegarse a las consignas del régimen y querer pensar por sí mismo. ¿Por qué no expulsasteis a los presos de conciencia como hizo Batista con vosotros? Le habéis dejado morir en su huelga de hambre de 86 días. En todo país civilizado, “es un delito no prestar asistencia a persona en peligro de muerte”. Os dije que hicisteis mal en no dejar salir a Yoani Sánchez  para recibir su Premio Ortega y Gasset. Ahora habéis rizado el rizo. Muchos creíamos en la posibilidad de una Transición pacífica. Hoy dudo que sea posible. En cualquier caso, otro ilustre gallego, Francisco Franco, que afirmaba haber dejado todo “atado y bien atado”, no creáis que vuestros nudos van a ser más fuertes y duraderos.

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

João Hélio

O Brasil inteiro deve levantar-se em protesto contra a soltura e protecção do assassino do menino João Hélio.
Acorda Brasil!

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Novelas da vida

Não perco o meu tempo assistindo novelas na tv mas, se algumas vezes quebrei esse comportamento, foi com relação a duas ou três de conteúdo temático, como "Gabriela" e "Pantanal" e, mesmo assim, não na íntegra. Actualmente corre "Caminho das Índias" e a minha posição é a mesma. Não escapo, no entanto, de escutar os comentários que o pessoal de casa faz... Fica a impressão que tudo o que deveria ser abordado e mostrado o não é, efectivamente, debitando esse comportamento da emissora a determinados interesses, aliás como sempre.
Posto aqui uma matéria recolhida da Internet e numa tradução livre --- Gospel for Ásia - Dalit Awakening (http://www.dalit-awakening.org/index.html), como uma colaboração para um melhor entendimento da realidade. Sugiro, também, a pesquisa de inúmeros vídeos publicados nos portais especializados, para uma comparação das imagens reais e as novelísticas.
Poucas pessoas no mundo tem experimentado um nível de abuso e pobreza como os 300 milhões de Dalits ou “intocáveis” da Índia.
Por 3.000 anos eles tem vivido num ciclo de discrimação e desespero sem esperança de escape. Para os Dalits, dor e sofrimento são parte da vida. Eles estão presos a um sistema de castas que nega a eles adequada educação, água potável, empregos com decente pagamento e o direito à terra ou à casa própria. A cada duas horas Dalits são assaltados e duas casas de Dalits são queimadas. A cada dia, dois Dalits são assassinados. Discriminados e oprimidos, Dalits são freqüentemente vítimas de violentos crimes. Em 15 de Outubro no Estado de Haryana, cinco jovens Dalits foram linchados por uma multidão por tirarem a pele de uma vaca morta, da qual eles tinham legal direito para fazer. A Polícia, segundo consta, ficou parada sem nada fazer e permitiu que a violência continuasse. Em 1999, vinte e três trabalhadores agrícolas Dalits (incluindo mulheres e crianças) foram assassinados por seguranças particulares de um fazendeiro de alta-casta. O crime deles? Ouvir a um partido político local com considerações que ameaçavam o domínio do fazendeiro sobre Dalits locais como mão de obra barata.
Embora leis contra a descriminação de castas tenham sido aprovadas, a discriminação continua e pouco é feito para processar os acusados. Em anos recentes, porém, tem havido um crescente desejo por liberdade entre os Dalits e castas baixas hindus. Líderes como Ram Raj tem vindo a frente exigindo justiça e liberdade da escravidão das castas e da perseguição. Um detalhada “Carta dos Direitos Humanos dos Dalits” foi redigida com apelos para a Comunidade Internacional e para a ONU, na esperança que isto colocaria um pressão possitiva sobre o Governo Indiano. Mas pouco tem mudado – até recentemente.
Em Outubro de 2001, líderes Dalits se encontram com 740 líderes cristãos na Índia em uma histórica reunião. Pela graça de Deus, os líderes Dalits reconheceram que a verdadeira esperança e liberdade para seu povo não será encontrada numa revolução social, mas em uma nova crença. Eles concordaram em permitir que as pessoas sigam a Cristo, se estas pessoas decidirem por isso. Os líderes cristãos, em troca, se comprometeram ajudar esse movimento em massa, apesar dos riscos envolvidos.
Originalmente, alguns anos atrás, o líder Dalit (especificamente Ram Raj e outros) tinham se encontrado com certos cristãos na Índia que tinham recusado aceitar este esmagador número de pessoas em suas igrejas. Desencorajado, os líderes Dalits, como o líder Dr. Ambedkar então se converteram ao Budismo. Pela graça de Deus, a porta está agora aberta para milhões experimentarem esperança e verdadeira liberdade através de nosso Senhor.
Fatos sobre os Dalits:
• A cada dia, três mulheres Dalits são estrupadas;
• Crianças Dalits são freqüentemente forçadas a sentarem de costas nas suas salas de aula, ou mesmo fora da sala;
• A cada hora, duas casas de Dalits são queimadas;
• A maioria das pessoas das castas altas evitarão terem Dalits preparando a sua comida, por medo de se tornarem imundos;
• A cada hora, dois Dalits são assaltados.
• Em muitas partes da Índia, Dalits não são permitidos entrar nos templos e outros lugares religiosos;
• 66% são analfabetos;
• A taxa de mortalidade infantil é perto de 10%;
• A 70% são negado o direito de adorarem em templos locais;
• 57% das crianças Dalits abaixo da idade de quarto anos estão muito abaixo do peso;
• 300 milhões de Dalits vivem em Índia;
• 60 milhões de Dalits são explorados através do trabalho forçado;
• A maioria dos Dalits são proibidos de beber da mesma água que os de castas mais altas.
300 milhões de Dalits estão escravizados e sem esperança debaixo do julgo do hinduísmo. Você pode fazer alguma coisa quanto a isto!