Mostrar mensagens com a etiqueta Sporting. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sporting. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, junho 03, 2015

Benfica


28 de Fevereiro de 2014
No âmbito dos seus 110 anos, o Benfica inaugurou esta tarde, pelas 15.30, na porta 18 do seu estádio uma estátua de bronze de Béla Guttmann com dois metros. O objetivo simbólico é o de "quebrar" a "maldição" lançada pelo ex-treinador húngaro, que um dia terá dito que sem ele o clube da Luz não voltaria a ganhar uma Taça dos Campeões nem nos 100 anos seguintes.

A cerimónia da inauguração contou com a presença, entre outros, do vice-presidente do Benfica, Rui Gomes da Silva, e do secretário de Estado do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Hungria, Zsolt Németh. Hoje, em entrevista ao DN, o governante húngaro disse que espera ver "dissolvida" a maldição de Béla Guttman contra o Benfica com a inauguração desta estátua. E explicou como surgiu a ideia.
"O Benfica ganhou duas Taças dos Campeões, em 1961 e em 1962, uma contra o Barcelona e outra contra o Real Madrid. Guttman Béla era o treinador nessa altura e quis um aumento de salário. No clube disseram que isso não estava no contrato. Então ele disse, se não me dão vou-me embora, mas amaldiçoo-os: durante 100 anos o Benfica não vai voltar a ganhar a Taça dos Campeões. Passaram 50 anos desde então e o Benfica não ganhou. Foi então que o embaixador da Hungria, Norbert Konkoly, surgiu com uma solução para este problema. Falou dela ao presidente do Benfica [Luís Filipe Vieira] e ele concordou. A solução é colocar uma estátua de bronze enorme, de dois metros, no estádio do Benfica com as duas Taças dos Campeões nas mãos. E depois ele regressa. E, regressando, a maldição desaparece e, desaparecendo, veremos resultados. É esta a história", explicou Zsolt Németh, dizendo que o acontecimento é tão importante para os benfiquistas como para os húngaros.
A estátua é da autoria do escultor húngaro Szatmari Juhos Laszlo e foi feita na Hungria, tendo chegado a Portugal há semanas, no maior dos secretismos, contou ao DN o embaixador Norbert Konkoly.
Responsável pela descoberta de Eusébio, o húngaro que também passou pelo Futebol Clube do Porto treinou o Benfica entre 1959 e 1962. Morreu em 1981 aos 82 anos. Até agora a sua "maldição" perdura. Depois do que terá dito Guttman, o Benfica já foi a mais sete finais europeias e não ganhou em nenhuma (cinco da Taça dos Campeões Europeus, uma da Taça UEFA e uma, no ano passado, da Liga Europa). 

In Diário de Notícias

Fui buscar esta notícia na Internet para, de certo modo, encorpar alguns comentários que tenho feito durante o dia de hoje e referentes à decisão do técnico Jorge Jesus ter trocado o Benfica pelo Sporting.
É certo que, residindo no Brasil, os meus contactos com as lides desportivas portuguesas são desprovidos de conteúdo mais consistente e substancial. Limitam-se a uma ou outra nota saída na Imprensa. Contudo, tenho uma opinião formada a respeito de Jorge Jesus e sou da opinião que ele deveria ter deixado o Benfica há muito tempo; ou demitido pelo Clube. Tenho quase a certeza que o Benfica teria usufruido de outras conquistas que lhe escaparam pelos dedos...
Numa das notas que escrevi numa postagem do Facebook, fiz uma pequena gozação com o facto de ele ter escolhido o maior rival do Benfica e lembrei os velhos tempos de glória dos encarnados quando sob o comando de Bela Guttman.
O Benfica tem a oportunidade de ouro de corrigir alguns erros, pois pode procurar um técnico ao estilo daquele imortal húngaro e acertar a equipa com jogadores menos mercenários.
Com tudo o que está acontecendo na FIFA, quem sabe se muita coisa não mudará radicalmente no desporto mais popular e abra esse caminho.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Primeiro cigarro

Corria o ano de 1954 e eu tinha 9 anos. Estava estudando no Ensino Primário na Escola do Caldeiro na cidade natal de Estremoz.

Com alguns colegas de escola e outros amigos de rua, sempre bricávamos pelos mais diversos cantos da minha bela cidade. Jogávamos "pateira", brincávamos ao "rei coxinho", pedurávamo-nos na trazeira dos carros de mulas ou nas camionetas, fazíamos alpinismo nas muralhas do Castelo, caçávamos grilos no campo, tomávamos banho na Ribeira de Têra e nos tanques das Quintas, etc., etc., etc..

Havia um rol muito grande de brincadeiras e eu assinalei só algumas. Eram coisas saudáveis, se bem que nem sempre éticas, como aquela de roubar fruta nas Hortas e Quintas. Mesmo assim isso tolerava-se, independentemente de um ou outro tiro de sal nas nádegas que ardia para caramba...

É claro que nesse amontoado de brincadeiras sempre havia alguma mais "cabeluda" como a tentação de espreitar pela fisga de alguma janela alheia e, principalmente, a que é hoje a principal razão da minha crónica --- o primeiro cigarro.

No ano que assinalei acima e guardado na lembrança até hoje, eu estava com um grupo de putos da minha idade lá na chamada Estrada do Espadanal. É uma estrada que saía das Portas dos Currais e fazia ligação com a estrada que ía para a Glória ao se transpôr a EN4. Hoje está tudo urbanizado por ali e a estrada nacional tem outro nome, etc. e tal.

A minha memória de homem de 65 anos está muito boa quando direccionada àqueles tempos, o que não acontece em relação a factos ocorridos recentemente. Lembro-me, portanto, que um dos mais velhos naquele grupo havia conseguido um maço de cigarros da então recente marca "Sporting" e fez questão que cada um de nós experimentasse. Não me lembro da reacção de cada um dos meus amigos, mas lembro-se que tentei engolir (tragar) o fumo e apanhei aquela inescapável bebedeira do tabaco. Senti-me muito mal e isso gravou a cena na memória.

É interessante a comparação daquela cena com as muitas que hoje vemos por aí e que dizem respeito ao começo do vício nas drogas pesadas. O tabaco também é uma droga e também vicía e, por isso, veio a segunda e as sequenciais tentativas de aprender a tragar o fumo. Resumindo, comecei ali a minha vida de fumante, a qual só veio a ter fim no dia 4 de Fevereiro do ano passado.

Assinala-se hoje o primeiro aniversário do meu divórcio com o cigarro. Jamais usei qualquer outro tipo de droga e penso que jamais usaria. Até entendo que o cigarro foi um grande companheiro em certos momentos difíceis da vida, algo difícil de explicar. Parei porque o corpo enviou-me um sinal de alerta e eu percebi.

Sinto-me feliz por ter parado de fumar e mais feliz ainda por saber que nenhum dos meus descendentes tem esse hábito ou vício. E por descendentes eu refiro-me a filhos e netos. Netos!? --- Sim, netos também! Pô! eu tinha 9 anos quando comecei e olho para um dos meus netos (11 anos) e penso que jamais admitiria vê-lo com um cigarro nos queixos.

Aos fumantes que acidentalmente venham a ler esta crónica, sugiro-lhes que parem de fumar, de estalo, como eu parei. Garanto-lhes que a força de vontade é mais forte que o vício.





sexta-feira, março 13, 2009

Patrocínios

O Sporting Clube de Portugal acaba informar que rescindiu o contrato que tinha assinado com a em virtude do novo acordo que obteve com a

terça-feira, março 10, 2009

Lagartixa

Um time que leva 12 chucrutadas em dois jogos, num torneio de excelência como é o da Liga dos Campeões, tem que ser chamado de timinho; em vez de lagarto, lagartixa...