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quarta-feira, junho 22, 2011

Esperneio da bicharada

"A quatro dias da Parada do Orgulho LGBT, um dos maiores eventos da capital paulista, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou hoje a inclusão do projeto que cria o Dia do Orgulho Heterossexual para ser votado em segunda discussão. Ele deve entrar em votação ainda nesta tarde. O texto é do evangélico Carlos Apolinário (DEM), que há três anos é contra a realização da Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista. O projeto que cria o Dia do Orgulho Heterossexual, a ser comemorado em todo terceiro domingo de dezembro, tem o apoio de lideranças evangélicas e entrou em regime de urgência para ser votado com o apoio de 28 vereadores. Ítalo Cardoso, líder do PT, se posicionou contra o projeto e pediu a suspensão da sessão."
Parte de artigo de Diego Zanchetta (Agência Estado)    ========================================================================== Já eram esperados esses tipos de reacção e postura e não só por parte de uma liderança evengélica. Como se pode admitir que se crie o "Dia da Consciência Negra" e outros do mesmo calibre, numa sociedade que se quer igualitária? Amanhã ou depois cria-se o "Dia da Consciência Branca" ou o "Dia da Consciência Amarela" e estará assim armada uma enorme confusão com pólvora suficiente para uma grande explosão. É o feitiço contra o feiticeiro, ou a emenda pior que o soneto.
Especìficamente quanto a este projecto de criação do "Dia do Orgulho Heterossexual", isso é uma enorme satisfação para todos nós, "machos", sempre e eternamente assumidos, com provas indubitáveis da nossa condição...
Posso assegurar que jamais iremos para as ruas ou grandes avenidas evidenciando a nossa imutável condição, pois ela é uma criação intocável da Natureza. É claro que não precisamos disso.
Eles, os especiais, têm essa necessidade, essa pseudo vaidade e essa vontade incontornável de provocação.
Está mais que na hora de revogar todas essas leis esdrúxulas que vieram alterar uma normalidade secular como, por exemplo, a que prevê o "casamento" de homossexuais. Não são necessárias leis nem dias especiais para essas e outras opções. A única coisa que deverá ser imperativa, é o respeito ao próximo, enquanto o seu comportamento não atente ao pudor no seio da sociedade.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Tropa

Não sou e nunca fui chegado a gays. Também não gosto desse termo e prefiro usar os nossos castiços como paneleiros, viados, bichas, maricas, bambis.Uns usados em Portugal e outros no Brasil. Acrescento ainda que só estou abordando o assunto e chafurdando no pântano porque um dos verdinhos falou coisa que vai dar muito pano para mangas.
Antigamente sabía-se que fulano era maricas por se ouvir falar ou por testemunho de alguém que provou a fruta. Tudo confidenciado. A própria postura em público era discreta e se se denunciava alguma anomalia pelo jeitinho, nada ía além de comentários sem afrontas. Assim, todos eram obrigados a prestar serviço militar e o desempenhavam por igual. Lógicamente que me atenho à realidade portuguesa da qual tenho total conhecimento, mas os fundamentos são universais.
Nos tempos modernos essa classe foi ganhando atenção e privilégios, atropelando a constitucionalidade do “somos todos iguais”. Por isso, eles desmunhecam em público e têm postura escandalosa. Soltam a franga com a maior facilidade. Perante isto, acho eu ser a explicação para os bichinhos e temores deste e de , quiçá, outros Generais.
Mas eles não podem formar uma opinião desse calibre, porque dentro dos quarteis o buraco é mais em baixo. Lá eles, comandantes, têm todo um arsenal de regulamentos e punições para os que os desrespeitem. Se o indivíduo chegou a sargento ou oficial é porque tem estudos e competência para tal. Sei que tem muitos bambis lá dentro e jamais tive conhecimento de excessos nesse campo.
Durante o meu curso de Sargentos Milicianos em Portugal, passei 3 meses da primeira fase na Escola Prática de Cavalaria --- Santarém. Ali percebi que era tudo macho; a tropa e os poucos cavalos, pois estes fôram substituídos por carros de combate. Porém, na segunda fase do curso, desta vez na Escola Prática do Serviço de Material --- Sacavém, já notei estranhos no ninho… Tinha uma bichinha endinheirada que pagava todos os serviços de escala e jamais dormiu na caserna. Tinha um alferes miliciano, este sim paneleiro.
Lembro-me que este alferes nos dava aulas e tinha o hábito de provocar alguns de nós com um jeitinho diferente. E daí? Eu ficava furioso, acredito que os demais também, mas jamais tirámos algum tipo de sarro ou desobedecêmos a ordens. Era um alvo a ser abatido por bala perdida se porventura a nós reunido na guerra de África mas, mesmo isso teria que ser muito bem feito…
Num teatro de guerra não existe essa coisa de desvairos. Ali são todos iguais na percepção,responsabilidade, universalidade e bravura. Quem comanda sabe o que está fazendo e nem tempo tem para pensar que é diferente. Ali não há diferenças. Conheço e posso afirmar!

segunda-feira, junho 23, 2008

Actualidades...

Bruno e Breno eram um casal gay apaixonadíssimo. Eles se adoravam, tinham bons empregos, viviam juntos em um belo apartamento... Enfim, eram muito felizes.
Certo dia, Breno estava de folga e ficou em casa, enquanto Bruno foi trabalhar. Breno, então, resolveu fazer uma linda surpresa para o seu amado. Enquanto Bruno estava no trabalho, Breno foi a uma clínica de tatuagens e mandou tatuar duas letras bês (B) enormes, uma em cada nádega. No lado esquerdo, a letra inicial de Breno; no lado direito, a letra inicial de Bruno. Breno achou que isso seria uma prova inequívoca de seu amor por Bruno, pois as iniciais do casal ficariam para sempre gravadas em sua bunda.
Feliz, com as duas letras "B" tatuadas na bunda, uma em cada lado, Breno voltou pra casa no final da tarde, com a intenção de fazer a surpresa para Bruno. Breno então foi para o quarto, tirou a roupa e, na hora em que ouviu o barulho de Bruno entrando em casa, ficou de quatro em cima da cama, com a bunda tatuada voltada para a porta do quarto, numa posição quase que ginecológica.
Bruno então entrou no quarto, viu aquela bunda tatuada virada pra ele e parou, estupefato, mal acreditando no que via. Breno, sorrindo, perguntou:
- E aí, amor, gostou?
Bruno, sem conseguir conter uma lágrima que descia pelo seu rosto, soluçando, limitou-se a perguntar:
- Quem é BOB?