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quinta-feira, julho 26, 2012

Viados e Cornos


Ex-jogador Raí deixa a mulher para namorar Zeca Camargo e Globo proíbe notas
Raí, ex-jogador do São Paulo e forte símbolo sexual entre as mulheres, chocou os holofotes com a notícia do seu relacionamento com Zeca Camargo. Segundo boatos, o casal já está junto há uns dois anos. Já o apresentador todo mundo sabe que só fica no armário durante os programas da TV. Nas baladas gay em Sampa, Zeca sempre bomba! Agora, de Raí, pouca gente desconfiava.
Segundo a colunista Fabiola Reipert, do R7, a Globo, que sempre surpreende pela manutenção de estereótipos conservadores, proibiu qualquer vinculação dos nomes de Raí e Zeca Camargo em programas da emissora. A colunista ainda revelou que Zeca ficou bastante irritado com isso, pois os dois têm passado por várias saias justas.

Atriz trai coitadinho do namorado
Nesta quarta-feira (25), a Imprensa norte americana publicou fotos da atriz Kristen Stewart e do seu diretor  aos beijos. Nas imagens, a namorada de Robert Pattinson, 26, aparece abraçada com Rupert Sanders, 41, casado com a modelo Liberty Ross, 33 
"Eles estavam beijando feito loucos!", disse o fotógrafo. "Pareciam incansáveis! Ele estava mais cauteloso. Ela estava entregue ao momento. Estava claro que só estava pensando nisso". Depois do encontro, Kristen deixou Rupert em casa e os dois se despediram com um beijo. Em seguida, Kristen teria seguido para a casa de Pattinson.
Sobre o caso, a atriz se manifestou publicamente: "Lamento muito por todo o constrangimento e dor que causei às pessoas próximas a mim e a todos os afetados por esta história. Esta imprudência momentânea comprometeu aquilo que tenho de mais importante na minha vida, uma pessoa que amo e respeito muito, Rob. Eu o amo, eu o amo, sinto muito ", disse Stewart em um comunicado divulgado à "People".
Em recente entrevista concedida à revista “Vanity Fair”, o ator disse que não entendia os motivos que levam uma pessoa a trair. “Eu posso entender o impulso, mas que não sabe como alguém pode manter dois relacionamentos ao mesmo tempo”. “Não sou o tipo de cara que tem um affair casual. Se eu escolher alguém, é porque eu realmente quero. Quando estou num namoro, estou 100% nele”.
(http://www.tribunahoje.com)

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Tivémos estas duas bombas, pràticamente ao mesmo tempo. A primeira notícia é a que mais interessa, principalmente aos brasileiros, e sobre a mesma recairá o meu comentário mais destacado. A segunda só é interessante por ver ali na própria fotografia que, de acordo com a expressão da mocinha, o gajo é um zé mané. Só ele não percebeu que ela andava pulando a cerca. E, sabe-se lá, se todos já andariam percebendo. E pelo desabafo do coitadinho, ainda falta muito para ele ter metade da experiência dela... Vai lá Bob! Um dia estarás maduro e, se não saires do armário como os outros dois da primeira foto, comerás muita coisinha boa...
Em relação à primeira notícia, tenho a dizer que o Zeca me deixava meio apreensivo quando apresentava o "Fantástico" com a maravilhosa Patrícia Poeta. É claro que eu sei que ela é casada com um dos chefões da Tv Globo e o cara, só por isso, teria que se comportar. Porém, nem uma gota de suor lhe escorria da testa. Eu explico: se sou eu, quando sentado naquele banquinho comum, quase encoxando com ela, conseguiria me segurar e, exactamente por isso, por essa proibição, profissionalismo e segurança dos impulsos animalescos, gotas de suor correriam na minha testa com toda a certeza e isso eu não poderia evitar.
Consegui explicar, mesmo que atabalhoadamente a diferença entre um viado e um cara que gosta demais de mulheres...
Sobre o amante de Zeca, o mundialmente famoso ex-jogador de futebol Raí, jamais recaíu a mínima suspeita. Porra! O gajo parecia que andava bresuntado de mel porque as mulheres arremetiam que nem abelhas... Dizem os conhecedores, que ele é o macho nesta relação. Isso eu não sei e nem me interessa. Sempre disse alto e bom som que para mim tão paneleiro é um quanto o outro.
Caraco! Fico pensando nessas coisas e isso me chateia muito. Sei que não posso reclamar, pois amei muitas mulheres na minha vida e, se mais pousarem no meu poleiro, com toda a certeza terão o muito carinho que lhes darei. O que me revolta mesmo é alguns aviões se entregarem para o Raí, Gianecchini e outros que elas consideram ícones de beleza masculina (e não tão másculos, na verdade...) e não quererem dar uma voltinha no quarteirão aqui com o pobre alentejano que realmente anda muito carente...

segunda-feira, dezembro 06, 2010

Velhos Amigos

Fui ontem a  Beja.

Encontrei o Manel Jaquim , amigalhaço de há muitos anos e que vive perto de Beja.

Eis o diálogo, que transcrevo com bastante rigor:

-Então Manel Jaquim, onde tens andado?

-Ó amigo Zé, olha, por aí.... andei à tua procura para te dizer que casei... Casei à moda antiga, vê bem...

-À moda antiga? Então foste naquelas carroças que havia antigamente, levaste um banho de arroz...

-Qual quê, Zé, casei à moda antiga, porra, CASEI COM UMA MULHER !!!!!

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Tropa

Não sou e nunca fui chegado a gays. Também não gosto desse termo e prefiro usar os nossos castiços como paneleiros, viados, bichas, maricas, bambis.Uns usados em Portugal e outros no Brasil. Acrescento ainda que só estou abordando o assunto e chafurdando no pântano porque um dos verdinhos falou coisa que vai dar muito pano para mangas.
Antigamente sabía-se que fulano era maricas por se ouvir falar ou por testemunho de alguém que provou a fruta. Tudo confidenciado. A própria postura em público era discreta e se se denunciava alguma anomalia pelo jeitinho, nada ía além de comentários sem afrontas. Assim, todos eram obrigados a prestar serviço militar e o desempenhavam por igual. Lógicamente que me atenho à realidade portuguesa da qual tenho total conhecimento, mas os fundamentos são universais.
Nos tempos modernos essa classe foi ganhando atenção e privilégios, atropelando a constitucionalidade do “somos todos iguais”. Por isso, eles desmunhecam em público e têm postura escandalosa. Soltam a franga com a maior facilidade. Perante isto, acho eu ser a explicação para os bichinhos e temores deste e de , quiçá, outros Generais.
Mas eles não podem formar uma opinião desse calibre, porque dentro dos quarteis o buraco é mais em baixo. Lá eles, comandantes, têm todo um arsenal de regulamentos e punições para os que os desrespeitem. Se o indivíduo chegou a sargento ou oficial é porque tem estudos e competência para tal. Sei que tem muitos bambis lá dentro e jamais tive conhecimento de excessos nesse campo.
Durante o meu curso de Sargentos Milicianos em Portugal, passei 3 meses da primeira fase na Escola Prática de Cavalaria --- Santarém. Ali percebi que era tudo macho; a tropa e os poucos cavalos, pois estes fôram substituídos por carros de combate. Porém, na segunda fase do curso, desta vez na Escola Prática do Serviço de Material --- Sacavém, já notei estranhos no ninho… Tinha uma bichinha endinheirada que pagava todos os serviços de escala e jamais dormiu na caserna. Tinha um alferes miliciano, este sim paneleiro.
Lembro-me que este alferes nos dava aulas e tinha o hábito de provocar alguns de nós com um jeitinho diferente. E daí? Eu ficava furioso, acredito que os demais também, mas jamais tirámos algum tipo de sarro ou desobedecêmos a ordens. Era um alvo a ser abatido por bala perdida se porventura a nós reunido na guerra de África mas, mesmo isso teria que ser muito bem feito…
Num teatro de guerra não existe essa coisa de desvairos. Ali são todos iguais na percepção,responsabilidade, universalidade e bravura. Quem comanda sabe o que está fazendo e nem tempo tem para pensar que é diferente. Ali não há diferenças. Conheço e posso afirmar!

sexta-feira, julho 03, 2009

Bichas e Paneleiros

Se existem temas sobre os quais eu não nutro o mínimo interesse de discussão ou abordagem, a homossexualidade é um deles. Não que não possua opinião a respeito, pois afirmar isso seria uma imbecilidade. Simplesmente não me proponho a entrar nesse campo por considerá-lo pantanoso e saber que muitos o fazem por pura demagogia. Assim, fico em cima do muro e vou observando o que se passa dum e doutro lado.
Quem leu esta minha introdução, já deve ter tido duas decepções: a de que o assunto a desenvolver não é o da primeira pincelada e o do uso da contração preposicional em "dum" e "doutro". Ou não?
A minha maneira de escrever pode até ser considerada um pouco esdrúxula --- e eu concordo, pois existem três factores a contribuir para isso: a minha formação mais antiga, a vivência em dois países de língua portuguesa que se expressam com muitas diferenças e o não cumprimento dos acordos ortográficos.
Acabei de ler um dos três jornais diários, o que faço todos os dias, e num deles tem um artigo com este título: "Corte da capital da Índia legaliza relações entre homossexuais". Num primeiro impulso fiquei meio confuso mas, lògicamente, essa confusão foi só momentânea e, a não ser assim, demonstraria alguma burrice da minha parte. E a outra parte como fica? --- aqueles que não entendam a coisa tão momentâneamente?
O título dá a impressão que se dividiu a capital da Índia em duas partes: uma dos homossexuais e a outra dos heterossexuais. Levando em consideração o elevadíssimo número de habitantes, teríamos ali um astronómico número de bichas...
Temos aqui, então, uma das muitas falhas que constam do último acordo ortográfico: considerar "corte" e não "côrte". Exactamente o mesmo caso de "para" e "pára" que podemos ver nas frases "uma vitória para o Brasil" e "uma vitória pára o Brasil". O não uso do acento em "para", que passou a ser a regra, induz-nos em erro numa manchete de jornal.
Se o assunto ao qual se refere a manchete despertar o interesse do leitor, logo no começo do desenvolvimento da matéria ele ficará sem dúvidas e continuará ou não a leitura. Mas, se não lhe despertar interesse, pela primeira impressão e, assim, não continuar a leitura, poderá ter perdido a oportunidade de se informar sobre algo que, afinal, seria interessante para ele. Independentemente de todas essas confusões linguísticas e de acordo com a minha maneira de escrever para gregos e troianos, no que se refere à Índia podemos crer que, pela dimensão demográfica, não existem lá muitos paneleiros...

segunda-feira, junho 23, 2008

Actualidades...

Bruno e Breno eram um casal gay apaixonadíssimo. Eles se adoravam, tinham bons empregos, viviam juntos em um belo apartamento... Enfim, eram muito felizes.
Certo dia, Breno estava de folga e ficou em casa, enquanto Bruno foi trabalhar. Breno, então, resolveu fazer uma linda surpresa para o seu amado. Enquanto Bruno estava no trabalho, Breno foi a uma clínica de tatuagens e mandou tatuar duas letras bês (B) enormes, uma em cada nádega. No lado esquerdo, a letra inicial de Breno; no lado direito, a letra inicial de Bruno. Breno achou que isso seria uma prova inequívoca de seu amor por Bruno, pois as iniciais do casal ficariam para sempre gravadas em sua bunda.
Feliz, com as duas letras "B" tatuadas na bunda, uma em cada lado, Breno voltou pra casa no final da tarde, com a intenção de fazer a surpresa para Bruno. Breno então foi para o quarto, tirou a roupa e, na hora em que ouviu o barulho de Bruno entrando em casa, ficou de quatro em cima da cama, com a bunda tatuada voltada para a porta do quarto, numa posição quase que ginecológica.
Bruno então entrou no quarto, viu aquela bunda tatuada virada pra ele e parou, estupefato, mal acreditando no que via. Breno, sorrindo, perguntou:
- E aí, amor, gostou?
Bruno, sem conseguir conter uma lágrima que descia pelo seu rosto, soluçando, limitou-se a perguntar:
- Quem é BOB?

sexta-feira, abril 04, 2008

CHIQUÉRRIMO

Desenhado por Clodovil e construído pela estilista matogrossense Chiquita Folharal, responsável pelos ornamentos do caixão de Clóvis Bornay, o lustre acima custou 300 mil reais e consumiu quase toda a verba de gabinete do deputado mais alegre do Brasil. "Ele é tudo de bom! O problema, meu amor", reclama Clô, "é que ninguém consegue se concentrar no trabalho com uma coisa dessas pendurada no meio do gabinete, balançando pra lá e pra cá". "Se bem que eu não vim aqui para trabalhar mesmo, hahahaha", finaliza o costureiro antes de soltar a sua infame gargalhada.
Isso tudo é verdadeiro, agora me digam... Temos solução?