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sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Antídoto

Não sei se realmente funciona e, em boa verdade, pessoalmente não gostaria de saber. Todavia, como me passaram esta informação, faço questão de compartilhá-la com todos os que passem por aqui.


 Antídoto contra envenenamento de cão ou gato

Mesmo que você não tenha animais, repasse para quem tenha.

Dr. Marcel Benedeti (veterinário) recomenda como agir em caso de suspeita de envenenamento de animais:

 
"Quando houver suspeita, dar água morna salgada ou água oxigenada 10 vol (uma colher de sopa) que, em contato com o estomago, vira água morna salgada e faz o animal vomitar.
Em seguida, dar ATROVERAN (1 gota por kg de peso de 6 em 6 horas), que é o melhor antídoto para venenos do tipo 1080 e chumbinho".
"Tenha sempre Atroveran por perto e repasse esta informação para as
 pessoas que conhece. Poderá salvar vidas. O carvão vegetal também ajuda muito em envenenamentos (inclusive em humanos), pois é absorvente e já existe nas farmácias em comprimidos".






sexta-feira, maio 07, 2010

Tá todo o mundo louco, ôba!

123 030 O certo seria passear com o meu cachorro todos os dias e, melhor e mais aconselhável ainda, duas vezes por dia; uma pela manhã e outra ao entardecer. Seria óptimo para ele e para mim. Porém, a preguiça acaba por se reverter num prejuizo tremendo para os dois.
A par dessa preguiça têm surgido algumas situações que me deixam mais desanimado. Noutros tempos deixar-me-íam bem mais exaltado e provocador…
O Díli não parava de assomar à janela do meu escritório e tudo fazia para me chamar a atenção e desconcentrar-me ao mesmo tempo. Claro que queria passear, pois a última vez já acontecera há alguns dias… E quando as coisas chegam a esse ponto, eu tenho que fazer a sua vontade.
Hoje mudei o roteiro. Há muito tempo que não passava naquela rua. Lá tem um “ferro velho” e eu gosto de parar na esquina e ficar observando o que ali está depositado. Sou obsecado por velharias, pois também tive o meu há muitos anos atrás. Foi a primeira actividade exercida no Brasil como empresário.
Como de outras vezes já aconteceu, sempre que eu paro naquela esquina (foto), logo o proprietário sai da “toca” e vem fiscalizar a situação. Hoje ele saíu com uns trecos na mão e foi jogá-los em cima do caminhão, sem nada dizer; ao mesmo tempo de lá saíu a esposa e, de dedo em riste, sentenciou: “Não passe mais aqui e não pare na minha esquina; o seu cachorro faz com que o meu comece a latir e eu sou doente, não suporto barulho.”
Estupefacto fiquei! Gesticulei exprimindo essa situação e nada argumentei. Mudei para o outro lado da rua e, olhando, lá estava aquele dedo apontando para mim.
Continuei o meu passeio com o Díli. Cheguei em casa, peguei a minha máquina fotográfica e lá fui eu outra vez, mas sózinho. Agora eu estava meio alterado e já fui com o intuito de iniciar algo que acabe com aquele aglomerado de velharias situado numa zona urbana nobre e, certamente, clandestino.
Quando o velhote me viu, atravessou a rua e perguntou se eu estava fotografando. Respondi que sim; que era fotógrafo. Ameaçou-me dizendo que eu iria me dar mal se, por acaso, o estava querendo prejudicar. Claro que isso veio confirmar a minha dedução de que o seu negócio era clandestino e que outros já tentaram tirá-lo dali…
Houve ali uma troca de “elogios” entre eu e ele. Disse-me que sempre desconfiou que eu quero roubar algo dali… Perguntei-lhe se a esposa tinha problemas de cabeça e ele acenou que sim. Aí eu caí na real e comecei a levar tudo para a “brincadeira”, pois estava entre dois loucos…
Os meus passeios com o Díli estão ficando complicados e difíceis. Por nós passam pessoas más, encrenqueiras e loucas. Teremos que arrumar um lugar só para nós.

quinta-feira, outubro 09, 2008

Diário de um cão

1ª semana:- Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!
1º mês:- Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!2 meses:- Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova "família humana" cuide tão bem de mim como ela o fez.
4 meses:- Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como “irmãozinhos”. Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.
5 meses:- Hoje me deram uma bronca. Minha dona me bateu porque fiz "pipi" dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para aguentar.
8 meses:- Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam.Deve ser correto tudo o que faço!
12 meses:- Hoje completo um ano. Sou um cão adulto.Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!
13 meses:- Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra.Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.
15 meses:- Já nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede.Quando chove, não tenho teto que me abrigue...
16 meses:- Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia! … … Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel.Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo.Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem!" lati... se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as minhas forças.Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.
17 meses:- Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minh'alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém!Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter-se perdido."
18 meses:- Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.
19 meses:- Parece mentira !?! Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra. 20 meses:- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado "calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Quisera que me tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível! … … Minhas patas traseiras não me obedecem e, com dificuldade, arrastei-me até a relva, na beira do caminho.. Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo... Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto!!". Já estou quase inconsciente. Mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te deixaram", dizia... Junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: "Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio". É melhor que pare de sofrer". A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou.Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria...

sexta-feira, julho 11, 2008

Labrador

Sobre Labrador? Oi! Alguém aí tem uma cadela da raça Labrador? Estou louca por um filhote mas gostaria de saber o temperamento. Tenho uma filha de 1 ano e gostaria de comprar uma, mas primeiro quero saber sobre temperamento, se come muito, se preciso levar para caminhar, se são dóceis, e quais os cuidados que preciso ter para criá-la bem. Obrigada.
Diàriamente dedico algum tempo no "Yahoo Respostas" na minha navegação pela Internet. Gosto de ver as perguntas que as pessoas fazem, as respostas que alguns dão e, quando o assunto me deixa à vontade, faço questão de responder também. É um espaço interessante e, por isso, o recomendo no meu blog.
Como a pergunta acima me tocou sobremaneira, optei por responder e o fiz assim:
Tive uma cadela Labrador, pelo liso e cor de mel. Viveu 12 anos; morreu há seis meses. A perda foi como a de um elemento da família.
É a melhor opção para o seu caso. São doceis, gostam de crianças, são obedientes e extremamente inteligentes (por isto a raça é escolhida para acompanhar cegos, farejar destroços nas grandes catástrofes, etc.). É uma raça bonita. Adoram passear todos os dias como quase todos os cães. Pode franquear-lhe a entrada no interior da residência porque não destroi nada, não suja e adora companhia. Até com os gatos aprendem a conviver, quando gradativamente adaptadas. São bravos para os estranhos, mas obedecem a uma ordem para sossegar o pito...
Gostava tanto da minha cadela que, apesar de ter um Dálmata que também adoro, jamais a esquecerei. Enterrei-a no jardim da casa e plantei 3 roseiras no local; a todo o momento flosrecem rosas lindas como se uma força as impelisse por baixo.
A resposta que dei à sua pergunta acabou por ser um rol de recordações e, por isso, fico torcendo para que adquira a sua Labrador. Mais tarde informe-me o nome que escolheu...