sábado, janeiro 06, 2018

Enoturismo

Turismo de Alentejo estará presente de nuevo en Fitur 2018, donde participará como destino internacional invitado en el stand "La Fiesta del Enoturismo", de Enoturismo de España. La región portuguesa presentará aquí la Rota dos Vinhos do Alentejo (Portugal) como un ejemplo de destino enoturístico internacional de éxito al tratarse de una iniciativa sin precedentes en la historia del enoturismo a nivel mundial
En relación a su presencia como destino internacional invitado a "La Fiesta del Enoturismo", Francisco Mateus, Presidente de la Rota dos Vinhos do Alentejo comenta que "A lo largo de 2017, Alentejo ha recibido innumerables distinciones, nacionales e internacionales, que han consolidado su posición como destino para practicar enoturismo. Esta edición de Fitur nos permitirá llegar aún a más personas y reafirmar la importancia de los vinos del Alentejo". Esta ruta busca posicionarse más allá de un circuito, y ofrecer a todos los visitantes una realidad cultural que aúna cultura, patrimonio, gastronomía y a sus gentes.
Las entidades participantes por parte de la región portuguesa son: Rota dos Vinhos do Alentejo, Torre de Palma Wine Hotel; Quinta do Quetzal; Monte da Ravasqueira; João Portugal Ramos Vinhos; Herdade Das Cortiçadas; Casa Agrícola Alexandre Relvas y Adega Mayor.
De esta forma, Enoturismo de España quiere dar a conocer el sector a través de sus valores de patrimonio material e inmaterial y presentará una continua oferta de diversas actividades y presentaciones de las innovadoras experiencias enoturísticas de los establecimientos co-expositores. Además, el 18 de enero tendrá lugar una conferencia bajo el nombre "El Futuro del Enoturismo. Marcas Destino. Casos de Éxito", donde se debatirá sobre diferentes temas. Francisco Mateus, Presidente de Vinhos do Alentejo, será uno de los oradores invitados que hablará sobre el caso de éxito de la misma.
Adicionalmente a su presencia en el stand de Enoturismo de España, Turismo de Alentejo también estará en el stand de Portugal para presentar sus últimas novedades: la Ruta Vicentina, una ruta idónea para conocer tanto la costa como el interior a través de fascinantes treks; la gastronomía alentejana con sus quesos, embutidos y sus tradicionales guisos; además de sus bellos paisajes, históricos pueblos, y una cultura que te conquistará por su calma y donde creerás que el tiempo se ha detenido.
Esta cada vez mayor presencia de Turismo de Alentejo en Fitur responde a la creciente importancia que el mercado español tiene para la región portuguesa. La proximidad entre España y Alentejo ha propiciado el aumento en el número de turistas españoles que han visitado esta región lusa, con más de 120.000 pernoctaciones contabilizadas hasta el mes de octubre. Según Vitor Silva, Presidente de la Agencia Regional de Promoción Turística del Alentejo (ARPTA) "los datos de visita del turista español a nuestra región son muy positivos y suben mes a mes, configurando a España como nuestro principal mercado emisor. Desde Turismo de Alentejo estamos muy orgullosos de cómo está evolucionando el turismo y del gran número de visitantes españoles que vienen a disfrutar de la naturaleza, gastronomía y cultura de Alentejo. Esto nos anima a seguir trabajando para seguir por el buen camino."

Portugal visto do céu

Elvas

Porto e Douro

sexta-feira, dezembro 08, 2017

N. S. da Conceição

Padroeira de Portugal, Timor-Leste, da cidade brasileira de Campinas e outras, esta é uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, na barristica de Estremoz (Alentejo-Portugal). Incluída nos "Bonecos de Estremoz", agora Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO).

Parabéns, Estremoz!

Minha Terra


UNESCO

Presidente da República congratula-se com a inscrição da “Produção de Figurado de Estremoz” na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da UNESCO - MENSAGENS - PRESIDENCIA.PT: “Foi com satisfação que tomei conhecimento da inscrição da Produção dos Bonecos de Estremoz na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da UNESCO.

Estremoz


sexta-feira, novembro 10, 2017

Desmatamento doméstico

Moro numa casa alugada há 20 anos. Tem um grande quintal no qual já existia uma pitangueira e uma mangueira quando para cá vim morar.
A pitangueira e a mangueira são árvores frutíferas de grande porte e, por estarem plantadas junto ao muro de separação das casas dos vizinhos, que são dois inquilinos distintos, dividem os galhos entre os dois lados. Do mesmo modo as frutas...
Como jamais alguém reclamou, lá foram ficando e crescendo as duas árvores. Enquanto isso, plantei na calçada um Ipê amarelo e na área frontal da casa uma aceroleira e uma laranjeira. No quintal acrescentei a arvoredo com uma amoreira. Numa verdadeira mini Amazónia se transformou a minha casa e na copa das árvores aparecem pássaros de muitas variedades. Pardais, sebinhos, sanhaços, beija-flores, rolas, pombos, pica-paus, tucanos, sabiás, joãos de barro e muitos outros fazem os seus ninhos, descansam na sombra da folhagem ou se alimentam das frutas. É uma alegria total todas as manhãs com o chilrear dessas aves.
As duas casas do lado trocam os inquilinos com alguma frequência e, há sois anos, um deles começou a reclamar que as folhas e os frutosda pitangueira entupiam a calha do seu telhado, originando inundação no interior. Fiquei sem saber o que fazer, pois a casa não é minha e a pitangueira já existia quando para cá vim morar. A proprietária também nunca se manifestou.
Entrámos num acordo e se combinou que procederíamos a uma poda dos galhos maiores que passavam para o lado de lá. Mas isso nunca aconteceu e, entretanto, já por lá passaram outros dois inquilinos. O último reclamou com o proprietário da casa.
Mais uma vez eu fui abordado, mas desta vez pelo proprietário da casa do vizinho. Uma, duas, três vezes ele veio conversar sobre como podar a árvore. Já saturado, disse-lhe que cortasse os galhos inconvenientes.
Assim ele procedeu na passada sexta-feira. Cortou toda a copa deixando o tronco nú. Levou metade dos galhos cortados e prometeu-me vir buscar os restantes...
Pela minha experiência, tenho a certeza que o problema de inundação no interior da casa do vizinho persistirá. E porquê? Porque os rufos de escoamento da água da calha são estreitos e as chuvas são torrenciais. Deveria ser providenciado mais um rufo no meio da calha. Só que a pitangueira morreu...
O outro vizinho, para onde a mangueira estende os seus ramos, não gostou nada do que viu quando chegou a casa e, revoltado, veio conversar comigo.
Ele também gosta  da festa diária das aves e alugou aquela casa porque a sua mulher lhe pediu e exatamente porque moravam num apartamento e adoram a natureza. Aquele era o local ideal...
Mas, terei eu culpa em todo este processo de desmatamento? Logo eu que em toda a minha vida combati esse comportamento selvagem por parte de pessoas ignorantes. Estou muito aborrecido e tenho esperança que aquele tronco despido a amputado ainda brote. Quem sabe?







Doceria

AMEIXA D'ELVAS PRODUZIDA EM ESTREMOZ VENCE MEDALHA DE OURO
A Ameixa d’Elvas em calda, produzida pela Confibor, uma empresa de Estremoz, venceu a Medalha de Ouro no 6º Concurso Nacional de Doces de Fruta Tradicionais Portugueses, um concurso que valoriza os "genuínos doces e frutas tradicionais Portugueses e os doces de fruta de base tradicional".
As Ameixas D’Elvas confitadas em calda, têm denominação de origem protegida (DOP), são embaladas junto com a calda de confecção original e são habitualmente servidas como sobremesa, ou a acompanhar o famoso bolo Sericaia.
Mas o que é a Ameixa d'Elvas? O nome teve origem nos conventos de Elvas, que criaram a ameixa em conserva, da ameixeira Rainha Cláudia Verde, num processo demorado e único no mundo, muito apreciado na Inglaterra do século XIX, o que motivou uma indústria das ameixas naquela região, até à segunda metade do século XX.
Hoje a produção destas ameixas está reservada a poucos produtores e sob apertadas regras que preservam a denominação de origem.