domingo, janeiro 17, 2021

A Corrupção Mata

Arena Amazônia, orçada em 499 milhões de reais, custou 669,5 milhões. TCU apontou superfaturamento de 86,5milhões. O Brasil e suas prioridades. a conta chegou.

Hoje é notícia em todo o Mundo a morte de doentes com Covid e outros males, por falta de oxigénio nos hospitais da região. E o estádio está lá sem uso, abandonado. 

 

                                                                    A CORRUPÇÃO MATA!


Jornal Nacional


 

sexta-feira, janeiro 15, 2021

Revitalização

Construção do hotel de charme já arrancou

FASE TEM COMO OBJECTIVO A CONTENÇÃO DAS FACHADAS

Construção do hotel de charme já arrancou Esta primeira fase, de uma obra considerada como estruturante para a parte alta da cidade, tem como objectivo “a contenção da fachada da Antiga Casa do Alcaide-Mor”, explicou ao Brados do Alentejo, Jorge Godinho, sóciogerente da empresa ‘Barrocas Turismo e Lazer, Lda’, promotora da iniciativa. “Como é visível, a fachada da Casa do Alcaide-Mor está em ruína, podendo até ter alguma perigosidade”, explicou o empresário, adiantando que, após a conclusão desta primeira fase dos trabalhos que se deverá prolongar por cerca de seis meses, “a fachada vai ficar devidamente refeita e cuidada”. Ao nosso jornal, Jorge Godinho revelou ainda que não há data prevista para o início da segunda fase da empreitada de construção do hotel de charme, que prevê a reabilitação de todo o quarteirão, estando, segundo o empresário, dependente de vários factores, nomeadamente da “aprovação dos incentivos comunitários e nacionais por parte das entidades competentes”. Com assinatura de Siza Vieira e Carlos Castanheira, o quarteirão onde se localiza a Antiga Casa do Alcaide-Mor vai dar lugar à construção de um hotel de charme e várias habitações turísticas (villas), onde os hóspedes poderão usufruir de todos os serviços do hotel. O projecto, da responsabilidade da empresa ‘Barrocas Turismo e Lazer, Lda’ – com sede na Herdade das Barrocas (freguesia de São Lourenço de Mamporcão e São Bento de Ana Loura) –promete, segundo o empresário Jorge Godinho, revitalizar toda a zona histórica, sendo que, para além da construção do hotel e das villas, serão criados vários pátios, com espaços de lazer, e um patamar ajardinado junto à muralha. Jorge Manuel Pereira Já arrancou a primeira fase de uma obra que promete revitalizar o núcleo medieval da cidade de Estremoz, como é o caso da construção de um hotel de charme no quarteirão onde se localiza a Antiga Casa do Alcaide-Mor, um edifício construído no século XV, situado na Rua do Arco de Santarém e classificado como monumento nacional a 20 de Junho de 1924. 

In Brados do Alentejo


Ruas frutíferas

 

MUNICÍPIO RECOLHE E ENTREGA LARANJAS ÀS INSTITUIÇÕES DO CONCELHO

 

À semelhança do que vem sendo feito em anos anteriores, a Câmara Municipal de Estremoz está a proceder à recolha das laranjas das ruas da cidade.

Durante esta semana serão entregues várias caixas às seguintes instituições do concelho: Centro de Dia e Jardim de Infância do Centro Paroquial de Santo André, Recolhimento Nossa Senhora dos Mártires, Centro de Dia de Arcos, Bombeiros Voluntários de Estremoz, Lar de São Bento do Cortiço, CERCI Estremoz, Lar de S. Lourenço de Mamporcão, Conferência de São Vicente Paulo e Lar da Santa Casa da Misericórdia de Veiros.

As laranjas são recolhidas e posteriormente entregues às instituições contactadas e que aceitaram receber, informamdo o Município das quantidades que necessitam para o consumo diário dos utentes.

Esta operação será repetida, enquanto houver instituições a receber, de forma a que os frutos sejam aproveitados e assim evitem sujar os pavimentos e entupir as sargetas, permitindo que as ruas de Estremoz estejam mais limpas. 

sexta-feira, janeiro 08, 2021

Papua Ocidental


Notícias de Jakarta. O general indonésio Hendropriyono explica as políticas genocidas da Indonésia para com as pessoas da Papua Ocidental.

O antigo chefe de inteligência sugere a limpeza étnica da Papua Ocidental.
′′ Na verdade, ele admitiu ter apresentado recentemente uma proposta extrema ou radical, ou seja, movimentar cerca de 2 milhões de habitantes da Papua Ocidental para Manado, Indonésia. Em vez disso, pessoas de Manado deveriam ser enviadas para Papua Ocidental para substituí-las."
′′ Esta é uma forma de os separar da raça do povo da Papua-Nova Guiné e do resto da região do Pacífico," disse o antigo chefe da inteligência.
O general Hendropriyono tem sido uma figura chave no genocídio da Papua Ocidental da Indonésia, Melanésia, e foi acusado de matar pessoalmente muitas pessoas papuanas ocidentais. Ele é apelidado de ′′ O Açougueiro de Lampung ′′
Atualmente, ele é um assessor do presidente indonésio Jokowi.
Este é apenas o último exemplo das políticas coloniais racistas da Indonésia na Papua Ocidental. Existem 1000 exemplos de brutalidade brutal e implacável da Indonésia contra o povo papuense.
A Indonésia violou, torturou, mutilou e assassinou cerca de 500,000 pessoas papuanas ocidentais no seu genocídio desde 1963.
Por exemplo, esses massacres.
Por favor, leiam e partilhem este relatório da comissão asiática de direitos humanos sobre apenas uma pequena parte do genocídio cometido contra o povo Papuano Ocidental pelo governo indonésio.
Este relatório é sobre os massacres no Baliem Valley 1977-78, quando pelo menos 10,000 Papuanos Ocidentais foram assassinados. O relatório recolheu muitos dos nomes. Os detalhes das ações da Indonésia estão disponíveis no relatório. Eles incluem crucificação, fervendo pessoas vivas e abrindo mulheres grávidas com baionetas.
Comisão Asiática de Direitos Humanos (AHRC);
′′ Numa das aldeias nas Terras Altas Central, Dila, um líder tribal chamado Nalogian Kibak foi massacrado e o seu sangue foi mantido num balde. Tenente Coronel Soekemi que era o Comandante Militar de Nabire, mais tarde forçou os outros líderes tribais, professores e sacerdotes a beberem o sangue sob a arma apontada. Líderes de aldeia em Tiom foram fatiados com navalhas, civis foram espancados com machados e alguns outros foram enterrados vivos."
′′ Alguns dos papuanos eventualmente se renderam e se deram aos militares em Kurulu e Wosilimo. No entanto, aqueles que se renderam foram mortos; esfaqueados com ferros aquecidos; jogados vivos nos rios Baliem e Awe; ou cozidos vivos pelos militares. O irmão de Rocky era um daqueles que se renderam aos militares naquela época. Os policiais militares forçaram-no a cavar um buraco e ele foi enterrado vivo até ao pescoço. Eles mais tarde empilharam bosques ao redor da cabeça e derramaram combustível sobre ela antes de o queimar vivo ′′
′′ A cabeça de uma criança foi cortada e jogada num fogo... Crianças pequenas foram pegas como galinhas e balançadas pelos tornozelos num incêndio... Todas as crianças foram mortas. Uma criança de sete meses morreu no meu estômago."
′′ Trinta e cinco das 210 pessoas supostamente mortas na Regência de Jayawijaya eram mulheres. Eles também foram estuprados pelos militares indonésios e hastes de ferro aquecidos foram forçados a entrar nos seus rectos e bocas pelos oficiais até morrerem. Alguns deles tiveram os seios cortados e os órgãos internos retirados. O OPM informou que as grávidas na vila Kuyawagi tiveram suas vaginas cortadas com baionetas pelos militares indonésios, e seus bebês foram cortados ao meio. As forças armadas indonésias também forçadas a cortar dos corpos de homens mortos na boca das mulheres. Nos casos em que as mulheres eram casadas, os policiais militares estupravam na frente do marido e outras pessoas."
Nunca ninguém investigou nenhum dos assassinatos em massa e massacres em Teminabuan 1965, Arfak 1967, Paniai, 1967-69. Ayamaru 1966, Jayapura 1971, Biak-numfor 1974/5 em toda a Papua Ocidental 1969 , Baliem Valley 1981-84. Timika 1982, área fronteiriça com PNG 1985, Merouke 1986/87/88, Timika 1996 e 2000. Biak 1998. Wasior 2000, Wamena 2000, 2004, 2006 Jayapura 2006 2008, 2010, Jayawijaya 2013, Panaii 2014, Yahukimo 2015 entre muitos outros.
Você pode baixar o relatório aqui.
Precisamos de intervenção internacional na Papua Ocidental, Melanésia.

quarta-feira, dezembro 02, 2020

Mato Grosso do Sul


 Fenômeno maravilhoso que acontece no Mato Grosso do Sul. A água do rio Olho D'Água sobe muito acima do normal inundando a trilha por onde passam turistas fazendo com que o parque fique submerso por águas cristalinas. Acontece a cada 7 anos. Há coisas lindas no Brasil não divulgadas.

quarta-feira, novembro 11, 2020

Timor-Leste --- Segredos


Santa Cruz foi há 24 anos. Há uns nomes mais conhecidos que outros. Hoje a Agência Lusa conta duas histórias de dois dos nomes menos conhecidos.

O primeiro é Saskia Kouwenberg.
Timor-Leste: Imagens do massacre de Santa Cruz sairam escondidas dentro de roupa interior
*** Por António Sampaio, da agência Lusa ***
Díli, 11 nov (Lusa) - Dois dias depois do massacre de Santa Cruz, a 14 de novembro de 1991, Saskia Kouwenberg coseu duas cuecas uma à outra, arranhou o interior do nariz até chorar e deixou cair sangue no tecido, que escondia um documento vital.
A ‘bolsa’ improvisada pela holandesa, manchada de sangue, tinha no seu interior a cassete com as imagens do massacre no cemitério de Santa Cruz, recolhidas pelo jornalista inglês Max Stahl e que, para muitos marcaram um momento de viragem na questão de Timor-Leste.
Foi uma medida preventiva. Saskia Kouwenberg, que aceitou pela primeira vez contar a história, explicou à Lusa que o conteúdo da cassete que transportou de Díli tinha que chegar às televisões de todo o mundo.
Pensando que a sua bagagem poderia ser revistada - e contando com os eventuais preconceitos muçulmanos caso isso acontecesse -, Kouwenberg, que conversou com a Lusa pela rede social Skype, a partir de Amesterdão, queria garantir que as imagens não seriam descobertas.
“Pedi a um jornalista que me arranjasse agulha e linha. Eu uso sempre cuecas enormes. Confortáveis mas enormes. Arranhei tanto o nariz que até chorei. E enchi as cuecas de sangue, e depois cozi duas e meti a cassete lá dentro e fui para o aeroporto”, recordou.
Envolvida no movimento pacifista da década de 1980 teve o primeiro contacto com os timorenses em Darwin, norte da Austrália, para onde se mudou com o marido no início dos anos 1990.
A proposta visita de uma delegação parlamentar portuguesa a Díli, em outubro de 1991 fez aumentar o interesse à volta da situação em Timor. Como a visita coincidia com uma viagem que Saskia e o seu marido na altura, Russell, deveriam fazer à Europa, decidiram incluir uma passagem por Díli.
“Na altura disseram que ia ser muito difícil entrar, que não íamos conseguir. Mas conseguimos entrar. Só que a visita da delegação acabou por ser cancelada e tudo entrou em colapso”, recorda.
O Governo indonésio rejeitou a inclusão na delegação - de que fariam parte 12 jornalistas - da jornalista australiana Jill Jolliffe, considerada próxima da resistência, e Portugal recusou manter a visita se esta fosse excluída.
“Isso gerou pânico em Timor. Muitas pessoas e muitos jovens tinham-se preparado para visita e queriam, a todo o custo, falar com eles”, recorda Saskia, uma dos sete ou oito estrangeiros que estavam em Díli na altura.
A tensão aumentou e a 28 de outubro tropas indonésias e elementos pró-integracionistas atacaram um grupo de jovens que estava na Igreja de Motael a preparar manifestações para receber a delegação parlamentar, de que resultou a morte do jovem pró-independentista Sebastião Gomes e do pró-integracionista Afonso Henriques.
A 12 de novembro realiza-se uma missa e cerimónia em homenagem de Sebastião Gomes e milhares de pessoas dirigem-se de Motael até ao cemitério de Santa Cruz.
Durante o percurso alguns abriram cartazes e faixas de protesto. As forças indonésias respondem com extrema violência, matando mais de 250 pessoas.
Um ativista neozelandês, Kamal Bamadhaj, foi morto, dois jornalistas foram espancados, os americanos Amy Goodman e Allan Nairn, e as imagens foram registadas pelo jornalista inglês Max Stahl.
Nesse dia Saskia estava como uma grande dor nas costas, que praticamente não a deixava movimentar-se. Gravou algumas imagens, ainda na igreja, e regressou ao Hotel Díli, onde estava hospedada.
“Quando saí de novo vi que a cidade estava praticamente deserta e comecei a perguntar o que tinha acontecido. Estavam pessoas escondidas em vários locais que disseram que tinha acontecido algo muito mau”, contou.
“Nessa noite falei com o Max que disse que tinha escondido o filme no cemitério. Ele foi lá busca-lo e, depois a questão era quem tirava o filme de Timor. Eu ofereci-me porque não tinha sido vista em Santa Cruz”, explica.
Primeiro tentou com o Relator Especial da ONU para Direitos Humanos e Tortura, Pieter Kooijmans, que estava em Díli a quem pediu se podia levar a cassete.
“Ele disse que não. Estava borrado de medo. Falei também com a Embaixada holandesa. Ninguém acreditava que isto tinha acontecido”, disse.
Retirar a cassete com as imagens de Timor-Leste, recorda, foi uma espécie de “filme B” que começa no aeroporto onde chega, no dia seguinte, com o seu marido e o americano Steve Cox, e é informada de que o voo estava cheio.
“Eu corri para o avião a dizer que tinha que sair. Os militares tentaram tirar-me das escadas. Estava aos gritos. E enquanto isto estava a decorrer o Kooijmans passou por mim e fez que não me conhecia”, disse.
“Depois de muitos gritos e discussão deixaram-me entrar com o Steve Cox e o Russell. E quando chegámos vimos que havia mais lugares vazios. Foi uma situação muito tensa”, disse.
Os seus companheiros de viagem saíram em Kupang, Timor indonésio, e Saskia continuou até Bali onde se misturou com turistas enquanto esperava ligação para Jakarta.
Ali, depois de uma conversa de uma hora entre o embaixador e as autoridades indonésias, acabou por passar pela zona VIP, sendo levada para um quarto na missão diplomática de onde não pode sair.
“Eles insistiam que eu entregasse tudo o que tinha comigo. Diziam-me que eu não ia conseguir sair com o filme. Pensei e dei-lhes um pacote que disse que só podiam entregar ao charge d’affairs - que eu sabia que estava fora. Eles pensaram que era a cassete mas era só uma cópia do livro Exodus”, conta, sorrindo.
Coze as cuecas e prepara-se para nova viagem para o aeroporto antes do voo para Amesterdão. Apesar do medo e de mais negociações com as autoridades indonésias é levada de carro à porta do avião e embarca, sem que a sua mala seja sequer revistada.
“Passam quatro dias entre sair de Díli e estar em segurança. Na Holanda tive que dar o filme aos donos que tinha contratado Max Stahl. Eu queria que o filme fosse transmitido nessa mesma noite porque ainda havia a controvérsia porque a Indonésia negava que tinha havido um massacre em Timor”, disse.
“Eles insistiam que as imagens eram para usar num documentário. E eu recusei-me a entregar a cassete. Pedi primeiro à televisão holandesa que fizesse uma cópia. E essas foram as imagens transmitidas na noite de sábado 16, cinco dias depois do massacre”, recorda.
Um momento crucial para Timor-Leste, quer pelo reconhecimento internacional que o problema assumiu mas, destaca, pelo impacto que as imagens tiveram em Portugal.
“Até Santa Cruz havia tanta negação na comunidade internacional sobre o que estava a acontecer. E aqui tínhamos um exemplo em que os indonésios diziam que nada tinha acontecido, e as imagens mostraram o contrário, que algo grande tinha ocorrido”, disse.
“Essas imagens fizeram uma grande diferença especialmente em Portugal. Porque as pessoas na capela e no cemitério estavam a rezar em português. E em poucos dias todas as casas em Portugal acenderiam velas por timor, comprometendo-se a não abandonar Timor de novo”, afirmou.
ASP // EL
Lusa/Fim

quinta-feira, novembro 05, 2020

Convenção de Evoramonte

Evoramonte é uma pequena localidade pertencente ao Concelho de Estremoz. Situa-se entre esta e a cidade de Évora e equidistante da também famosa Arraiolos.


No dia 26 de Maio de 1834 ,viria a ser precisamente em Evoramonte, na casa de Joaquim António Saramago (onde ainda hoje se encontra uma lápide comemorativa do evento), que se assinou o acordo que pôs fim às guerras entre liberais e tradicionalistas (chamados absolutistas ou miguelistas pelos liberais), em Portugal. Para esse efeito, reuniram-se os generais Azevedo e Lemos, comandante-em-chefe do exército tradicionalista, com os generais João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun, Conde (futuro Marquês) de Saldanha, e António José Severim de Noronha, Conde de Vila Flor (futuro Duque da Terceira), comandantes das forças de D. Pedro IV (I do Brasil), na presença de um legado do britânico, John Grant, a fim de se discutirem as condições definitivas para a paz em Portugal. 

Arraiolos

 Arraiolos define un dos mais famosos tapetes do Mundo. E, lògicamente, a tecelagem manual se faz na pequena cidade do mesmo nome. Arraiolos fica entre a minha cidade natal (Estremoz) e a minha adotada (Évora), ambas no Alentejo.

A foto mostra uma calçada portuguesa, com pedras de basalto de várias cores, representando um dos citados tapetes, no centro de Arraiolos. O meu Alentejo é maravilhoso!

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