quinta-feira, agosto 27, 2015

Nós de Pesca

Fishing Knot

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Posted by Top Videos Fishing on Terça, 25 de agosto de 2015

terça-feira, agosto 25, 2015

Cantares alentejanos

domingo, agosto 23, 2015

Caravelas, Naus e Galeões

Realizámos este documentário (47 min.) que desvenda um mistério com 500 anos, dando a conhecer a razão pela qual as caravelas criadas pelos Portugueses são hoje comparadas a modernos space shuttle. O impacto desta inovação transformou Portugal na principal potência marítima e económica do século XVI.
Mas quando se lê um livro de História espanhol, inglês, francês ou holandês, as referências ao papel desempenhado pelos portugueses na época dos descobrimentos são insignificantes. Por essa razão quisemos saber a opinião dos melhores historiadores mundiais e os resultados foram surpreendentes.
“Caravelas e Naus – Um Choque Tecnológico nos séculos XV e XVI” ficou em 1º lugar entre 62 documentários num concurso do Discovery Channel, tendo sido emitido em vários continentes.
Portugal, nos séculos XIV, XV e XVI, foi o primeiro a iniciar a idade da descoberta, um século antes de Espanha e dois séculos antes de Inglaterra e Holanda.
Durante a época dos Descobrimentos, ousados e intrépidos marinheiros com nomes como; Bartolomeu Perestrelo, Gonçalves Zarco, Tristão Vaz Teixeira, Diogo de Silves, Diogo de Teive, Gonçalo Velho Cabral, Gil Eanes, Afonso Gonçalves Baldaia, Nuno Tristão, Dinis Dias, Álvaro Fernandes, Diogo Gomes, António da Nola, Duarte Pacheco Pereira, Antão Gonçalves, Pedro de Sintra, João de Santarém, Pedro Escobar, Lopo Gonçalves, Fernando Pó, Gaspar Corte Real, Miguel Corte Real,  Álvaro Martins Homem, João da Nova, Fernando Noronha, António Saldanha, Gonçalo Álvares, João Fernandes Lavrador, Pêro de Barcelos,  Diogo Cão,  Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, António Abreu, Francisco Serrão, Simão Afonso Bisagudo, João de Lisboa, Estevão Fróis,  Cristóvão de Mendonça(1), Gomes de Sequeira, Lourenço de Almeida, Tristão da Cunha, Afonso de Albuquerque, entre muitos outros(2), partiram por mares nunca navegados em busca do desconhecido.
Portugal país pequeno, na altura teria pouco mais de um milhão de habitantes, tornou-se, graças aos sacrifícios, engenho e arte de marear dos seus gloriosos marinheiros, na primeira potência marítima global.
(1) Cristóvão de Mendonça foi quem cartografou e mapeou a Austrália em 1522/25. Esta importante descoberta foi mantida em segredo por causa da cobiça e por não termos gente suficiente para a povoar. Foram já encontradas provas da nossa estadia na Austrália, através de artefactos de pesca, de dois canhões e de outros achados provenientes de Portugal.  Já depois da nossa chegada a Timor em 1511, consta que o navegador António de Abreu,  teria navegado até a essas terras, denominadas Ilha do Ouro.
(2) Na longa lista dos ousados marinheiros acima mencionada, há que notar também os feitos heróicos de mais dois cujos nomes todo o mundo conhece. Cristóvão Colombo e Fernão de Magalhães. Apesar dos seus relevantes serviços terem sido prestados à Espanha, é de referir que todos os seus conhecimentos náuticos, foram feitos em Portugal.



sábado, agosto 22, 2015

Vinhos do Alentejo

Herdade das ServasHerdade das Servas convida a pisar uvas em lagares de mármore







A Herdade das Servas inaugura nesta colheita de 2015 os seus lagares de mármore, uma novidade na vindima deste ano, com um programa criado propositadamente para partilhar a experiência de pisar as uvas nestes lagares de pedra tão pouco usuais no Alentejo. Pisa a pé nos lagares da Herdade das Servas, é esta a proposta para um dia de vindima. O convite está feito, venha sentir o Alentejo de corpo e alma na Herdade das Servas!
O programa de vindimas da Herdade das Servas começa com uma introdução sobre o projecto na zona de recepção dos visitantes, seguida de uma visita à adega e à cave de estágio das barricas. Posto isto, é tempo de meter mãos-à-obra, na mesa de escolha, onde é feita a selecção das melhores uvas. A pisa das uvas é feita ainda antes do almoço, nos novos lagares de pedra mármore. Depois há uma aprova de vinhos, já a pensar no almoço, que será servido no Restaurante Herdade das Servas, com um Menu de Vindimas preparado pela chefe Maria da Fé.
O programa não fica completo sem a oferta de uma t-shirt de vindima, um diploma de participação e uma garrafa de vinho para que possa reviver esta experiência mais tarde, em sua casa. O programa está disponível por marcação através dos contactos da Herdade das Servas, 269 322 949 e info@herdadedasservas.com, com um preço de 50 ou 25 euros por pessoa, caso inclua ou não o almoço.
Programa de vindimas na Herdade das Servas: Pisa a Pé em Lagares de Mármore e Almoço
  • Recepção dos participantes
  • Visita à adega, zona de vinificação e cave de estágio
  • Selecção das uvas na mesa de escolha
  • Pisa a pé em lagares de mármore
  • Prova de vinhos
  • Almoço no restaurante Herdade das Servas
  • Oferta de t-shirt de vindima, diploma de participação e garrafa de vinho


Publicado em 20 de Agosto em Notícias 

sexta-feira, agosto 21, 2015

Tradições Timorenses

O sacrifício de dois búfalos, cujas entranhas foram lidas como oráculo, foi dos momentos mais dramáticos da cerimónia de três dias conduzida em Díli pelos liurais e lia nain, chefes tradicionais timorenses, como bênção ao monumento da “Chama Eterna”.
Serigala, uma cerimónia que se realiza, a nível nacional, muito poucas vezes em Timor-Leste – a última foi em 2008, depois da crise e dos conflitos que assolaram o país – é um ritual tradicional e animista que envolve os “donos das coisas sagradas” de todos os municípios.
‘Sacerdotes gentilícios’, como eram apelidados pelos portugueses, que integram o complexo sistema legislativo e judicial tradicional timorense e que foram chamados para uma homenagem aos heróis desconhecidos.
Ponto final nas cerimónias do 40.º aniversário das Falintil, a serigala marcou a colocação da primeira pedra no monumento em forma de estrela, a Chama Eterna, que vai ser construído no jardim em frente ao Arquivo e Museu da Resistência Timorense (ARMT), anfitrião deste encontro místico.
Eugénio Sarmento, ele próprio lia nain “de Soibada, a Coimbra de Timor-Leste” é o guia para uma cerimónia cheia de símbolos, de memória, de rituais ancestrais que ligam o passado dos reinos timorenses ao passado mais recente da resistência e “ao futuro do país”.
O objetivo central era “pedir licença” para fazer um monumento que representará os heróis desaparecidos e anónimos, que sirva como “sítio de reflexão” sobre os “atos heroicos” e para “manter viva a chama de todos os que lutaram pela libertação da pátria, como explicou ?Hamar’ Antoninho Baptista Alves, diretor do ARMT.
A cerimónia começou na noite de quarta-feira quando os chefes tradicionais dos 13 municípios timorenses presidiram ao sacrifício de uma galinha. A leitura das entranhas revelou que o projeto “tem um pequeno problema”.
Informação confirmada na segunda fase da cerimónia, na noite de quinta-feira, a mais dramática, em que primeiro se sacrificou um porco – as entranhas voltam a ser consultadas e o seu sangue benze os instrumentos e objetos centrais à cerimónia – e depois dois búfalos.
Um, vermelho, para chamar até ao jardim, próximo do Parlamento Nacional e ao lado do ARMT, “as almas dos heróis” e depois, um preto, para ‘fechar’ a cerimónia, voltando a unificar as armas neste espaço.
Os búfalos morrem junto a uma árvore onde depois são colocados os seus chifres. O seu sangue trás ao centro da capital timorense, um ritual secular e que pretende ser unificador.
Três pedras, de maior dimensão, uma do mar, uma das montanhas e uma do rio, representam os timorenses que morreram na luta pela libertação, 13 pedras mais pequenas representam, uma por cada distrito, os mortos dessas zonas e depois outras, de ainda menor dimensão, os de cada posto administrativo.
Os búfalos morreram rápido – “o que é bom sinal”, explica Eugénio Sarmento, e os oráculos são positivos, ainda que se mantenha a informação inicial, da galinha: há um pequeno problema com o projeto.
“O problema não é com os mortos. É com os vivos”, explica ?Hamar’. O ritual parece confirmar a alguma oposição política que existe, em Díli, face a esta iniciativa da “Chama Eterna”.
As pedras e os 13 belak distritais (os discos dourados representativos do sol e usados pelos chefes tradicionais), são benzidos com o sangue dos animais sacrificados. Com tais, os panos tradicionais e bandeiras das Falintil, Fretilin e de Timor-Leste, passaram a noite no ARMT.
A cerimónia só terminou hoje com vários veteranos da luta, interna e externa, a juntaram-se ao ritual, ajudando a colocar os objetos benzidos, as pedras e os belak, no buraco onde fica a primeira pedra.
José Ramos-Horta, Mari Alkatiri, Rogério Lobato, os ex-guerrilheiros Ma Huno e Mau Meta – este último de cadeira de rodas – juntam-se, tocam as pedras, os objetos, fundindo a sua presença com as dos heróis aqui homenageados.
Ma Huno, emocionado, não consegue controlar as lágrimas. Caminha com dificuldade e mostra na cara a dor da memória que lhe evoca este encontro carregado de misticismo.
“Nós, os que sobrevivemos a luta pela resistência, temos o dever moral de contar e transmitir a história e os que tombaram habitam, agora, na memória e no orgulho de nós que vivemos”, disse o diretor do ARMT.
Na fusão cultural que é Timor-Leste, a cerimónia animista inclui uma bênção de um padre católico que lança água benta por sobre as pedras e restantes objetos marcados com o vermelho do sangue dos animais sacrificados.
E termina com um minuto de silêncio.

Por em

Começo do Ultramar Português


Conquista de Ceuta

22 de Agosto de 1415

por João Ferreira do Amaral, em 21.08.15

Ceuta_Conquista_5.jpg
O batel de João Fogaça foi o primeiro a rumar à praia, para onde Rui Gonçalves saltou sem delongas. Começou a combater os mouros com tal bravura que os fez recuar, abrindo espaço para o desembarque dos outros batéis onde vinha o Infante D. Henrique. Eram cerca de cento e cinquenta portugueses que se iam progressivamente superiorizando aos mouros, empurrando-os na direcção da porta da muralha. O Infante apercebeu-se então da presença entre os combatentes do seu irmão D. Duarte, que não aguantara a espera e se escapara da companhia de El-Rei para se juntar aos homens da frente. No meio da peleja, um mouro de robusta compleição levantou uma grande pedra e lançou-a à cabeça de Vasco Martins Albergaria, fazendo lhe saltar o bacinete. Logo de raiva, o português trespassou o infiel com uma lança. Vendo isto, os outros mouros bateram em retirada para dentro da muralha com os entusiasmados cristãos no seu encalce. Acabou por ser o próprio Albergaria a conseguir aquilo que todos ambicionavam: Entrar em primeiro na porta de Almina. “Já vai o de Albergaria” – gritava ele orgulhoso do seu feito. Pouco depois entravam também os infantes , o conde de Barcelos e, com eles, cerca de quinhentos homens.

Salah ben Salah tardava a reagir e quando deu ordem para encerrarem todas as portas foi informado de que havia já centenas de cristãos espalhados pela cidade. Sabia que dificilmente lhes poderia resistir.
Ceuta_conquista4.jpgO grosso da armada, que ainda aguardava nos navios a ordem de desembarque, não resistiu à impaciência, dirigiram-se para terra, desembarcaram e subiram praia acima em direcção à porta de Almina, já tomada. Vasco Fernandes de Ataíde foi com alguns outros por fora tentar derribar uma outra porta. A missão era arriscada porque enquanto os portugueses indefesos partiam as tábuas, os mouros disparavam as bestas e arremessavam pedras de cima da muralha, resultando alguns mortos entre os cristãos. Lá dentro, os infantes decidiram separar o grupo: O conde, a bandeira de D. Henrique e Martim Afonso de Melo seguiram cada um por seu lado, enquanto D. Duarte e D. Henrique foram tomar todas as elevações daquela parte de Almina. O sol, já alto e a temperatura a subir (estavam no norte de África em pleno verão) levaram D. Duarte a desfazer-se de parte da sua armadura, ficando apenas com a cota de malha. D. Henrique, que ficara um pouco para trás acabou por fazer o mesmo e dirigiu-se à rua Direita - uma rua estreita que descia da alfandega até ao Castelo. Aí chegado, viu um grupo de cristãos que fugia rua acima perseguido pelos mouros. O Infante encarou os infiéis e começou a lutar com ímpeto tal que os fez “virar as espáduas para onde antes traziam os rostos”. Acompanhado dos portugueses que antes fugiam, foi descendo a rua até encurralar os mouros junto ao Castelo. Aí a luta aumentou de intensidade, tendo caído ferido Fernando Chamorro.

El-Rei, o infante D. Pedro e a restante armada tinham já desembarcado. D. João I, ferido numa perna ficou a comandar as operações perto da porta de Almina. Enquanto muitos dos homens combatiam com bravura, alguns outros dedicavam-se ao esbulho entrando nas casas da moirama e saqueando quanto podiam. Entretanto, a combater os mouros encurralados ao fundo da rua Direita já só estava D. Henrique com quatro homens. Os restantes não tinham resistido ao cansaço e ao muito calor e procuravam os poços da cidade para matar a sede. Os mouros decidiram então sair por uma porta do Castelo com um estreito corredor que lhes dava acesso à vila de fora. Temerariamente, o Infante e os quatro que o acompanhavam seguiram atrás deles com o objectivo de os empurrar para fora da cidade. Correram grande risco porque, por cima deles, as muralhas do castelo estavam apejadas de mouros que disparavam as suas armas e arremessavam grandes pedras. D. Henrique continuou a combater energicamente e os mouros acabaram por fugir para a vila de fora, permitindo aos cristãos fechar aquela porta da cidade. Entre os portugueses, espalhava-se a notícia de que o Infante já estaria morto, pois entrara há mais de duas horas pela porta do Castelo de onde não tornara a sair. Mais ninguém ali ousava entrar até que Garcia Moniz foi em busca do seu senhor. Convenceu-o a regressar ao centro da cidade onde D. Henrique, incansável, se envolveu em mais umas quantas pelejas. Desafortunado foi Vasco Fernandes de Ataíde que, informado do desaparecimento do Infante, dirigiu-se corajosamente para dentro da porta do Castelo para o resgatar, ali perdendo a vida.

D. João I estava já na mesquita principal – que mais tarde viria a ser a catedral – e mandou chamar o Infante, aliviado por saber que o seu filho estava vivo. Dispos-se a arma-lo cavaleiro logo ali mas D. Henrique, revelando o seu elevado carácter, respondeu que preferia faze-lo conjuntamente com os seus irmãos e respeitando a ordem de nascimento. Começava o dia a chegar ao fim e já não restavam mouros dentro da cidade. Faltava todavia tomar o Castelo, batalha que ficava para o dia seguinte. Nisto, um dos sentinelas que ali estavam reparou que nas ameias da muralha iam posando muitos pássaros, sinal de que dificilmente lá poderia estar alguém. El-Rei, encarregou então João Vaz de Almada de colocar a bandeira de S. Vicente na torre do Castelo (permanece em Ceuta ainda hoje). Quando se preparavam para deitar a porta abaixo, dois mercadores anunciaram, de cima do muro, que o castelo estava já vazio. Todos os mouros tinham fugido para o sertão, incluindo Salah ben Salah. Abriram-lhes depois a porta e os portugueses ocuparam imediatamente todo o castelo, apoderando-se das sua muitas e valiosas riquezas. A cidade de Ceuta estava totalmente conquistada com o cair da noite de 21 de Agosto de 1415. Faz hoje 600 anos.

Ceuta_Conquista_6.jpg
No dia seguinte, depois de enviar um mensageiro com as novidades da conquista ao rei Fernando de Aragão, que fora também o regente em Castela, realizou-se a cerimónia de investidura dos novos cavaleiros. El-Rei investiu os infantes, D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique que, por sua vez, foram armar cavaleiros todos os outros. A preocupação era agora a dificílima defesa da praça de Ceuta dos previsíveis ataques lançados pelo reino de Fez. Para primeiro capitão da cidade foi designado D. Pedro de Meneses que viria a conduzir a sua árdua missão de forma exemplar, tendo sido agraciado com o título de conde de Vila Real. Aqueles que heroicamente ficaram em Ceuta viram o restante da armada partir de regresso a 2 de Setembro. Chegados a Tavira, D. João I fez mercê a seus filhos dos títulos de duque de Coimbra a D. Pedro e de duque de Viseu e senhor da Covilhã a D. Henrique. Para D. Duarte, grandeza maior não poderia haver do que a herança dos Reinos de Portugal e do Algarve, a partir de então, acrescida do senhorio de Ceuta.

Baseado nos relatos da “Crónica da Tomada de Ceuta por El Rei D. João I”. Gomes Eanes de Zurara terminou a sua magnífica obra em Silves, a 25 de Março de 1450, 35 anos depois do grandioso feito português.
Lusíadas _IV.jpg

quinta-feira, agosto 20, 2015

Inversão de Valores

Os menos esclarecidos e residentes no andar de baixo, como eu, ficamos assim, meio que perdidos tal e qual cachorro em dia de mudança, quando aparecem notícias ou reportagens sobre mulheres que participam ou de algum modo fazem ou fizeram parte do governo Dilma Rousseff. É o caso dessa avestruz presidente (e não presidenta...) da Caixa Económica Federal, Miriam Belchior.
Outras se notabilizaram (negativamente) como Graça Foster, Ideli Salvatti, Gleisi Hoffmann, Erenice Guerra e outras Margaridas.
A Caixa, presidida por Miriam, como já referi, aumentou juros e dificuldades intransponíveis para pequenos empréstimos imobiliários o que, além de gorar possibilidades e sonhos dos menos protegidos da sorte adquirirem a sua casa, brecou a construção civil --- o principal empregador do país. Em contrapartida, talvez ensurdecida pelo clamor dos Sindicatos (não esqueçamos que o PT é um governo de sindicalistas) que sempre estendem o seu manto protector aos trabalhadores das grandes montadoras, vai cobrar juros de 1,4% e 0,83% em empréstimos a estas indústrias automobilísticas. Esse dinheiro, imaginem, será extraído do Fundo de Amparo ao Trabalhador e do FGTS também dos trabalhadores.
Entenda-se, portanto, que o Governo, através de um dos seus Bancos, está doando a empresas estrangeiras a diferença em dinheiro entre os juros mínimos e a inflação alta. Dinheiro do trabalhador a que foram colocados os obstáculos atrás referidos.
Com a remessa de lucros, o que é subtraído ao trabalho dos brasileiros soma-se ao que preserva ou aumenta o bem-estar do trabalhador europeu, norte americano e asiático. 
Além de tudo isso temos que ouvir (mas não engolir) discursos imbecis do Governo Dilma em que se grifam as dificuldades financeiras pelas quais passa o FGTS para com as suas obrigações com os trabalhadores e os aposentados. Note-se que, no caso destes últimos, o Governo não pagou a primeira parcela do 13º salário prevista para este mês...