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sexta-feira, maio 21, 2010

D. Drogadito


Como tudo onde incide opinião a favor e opinião contra, o que é lógico, democrático e aceitável, existem pessoas que acreditam na recuperação de alguém que consumiu drogas pesadas, como a cocaína, por exemplo. Eu não acredito! E afirmo isso apesar de ter fumado durante 56 anos e estar sem o fazer à quatro meses, sob os efeitos constantes e terríveis da síndrome da abstinência. Jamais usei outra droga que não o tabaco mas, pelo que tenho lido e ouvido, não há comparação entre esta e qualquer outra.
De repente dou comigo abordando um mundo que jamais foi o meu e até sobre o qual não gosto de comentar nada de nada... Mas, pelo andar da carruagem, só posso chegar à conclusão que aquele que muitos consideram o melhor do mundo é, na verdade um merda de um ex drogado com a cabeça cheia de resíduos.
O indivíduo é mau caracter e desrespeitador daqueles que estão no exercício da sua profissão. Numa hora atinge alguns com tiros de flowbert; noutra passa com a roda do carro sobre o pé de um outro. E parece que fica tudo por isso mesmo num ambiente de total impunidade. Vomita impropérios contra a imprensa e acusa esta como culpada de tudo o que é negativo.
Acordem irmãos argentinos! Não se deixem engabelar por ídolos de barro. Ele certamente não vai pedir para que o esqueçam --- como fez aqui um tal general que foi presidente e que teve o pedido cumprido ---, mas está nas vossas mãos assim agir. É remédio eficaz!



domingo, novembro 29, 2009

A verdade

Hoje, ao ler o jornal “Folha de S. Paulo” do qual sou assinante, verifiquei que na coluna do leitor muitos colocaram comentários relativos a um artigo ontem publicado e sobre o mesmo também houve opiniões exaltadas de alguns entrevistados. Como é que esse artigo tão polémico me passou despercebido?
Por sorte que ainda não tinha jogado o jornal de ontem no lixo reciclável e, logo que cheguei em casa, fui procurar. E lá estava a matéria no caderno A. Acontece que esse caderno abordava o recém lançado filme “Lula, O Filho do Brasil” e numa das páginas tinha o polémico artigo do jornalista César Benjamin intitulado “Os filhos do Brasil” ilustrado com foto de quadro do filme. Pensei que se tratava tudo de sopa da mesma gamela e, porque nada do filme me interessa, não li. Erro crasso!
O articulista debruçou-se sobre o tempo que permaneceu na prisão como preso político, nos tempos da ditadura, e faz sobre isso um relato conciso. Numa intercalação, aborda diálogo que presenciou entre Lula e correligionários em 1994 durante preparação de programa para a campanha eleitoral. E o que Lula confessou ali é extremamente grave e deplorável. Sugiro a leitura do artigo, pois não vou transcrever aqui nada a respeito.
O que me tráz ao assunto é a condenação sumária do articulista por parte de certas autoridades, mesmo que de algumas delas sempre se espere a contestação e os contra ataques sujos; são aqueles vira-casaca de passado duvidoso e acobertadores de interesses excusos.
Porém, sempre acredito que um jornal da envergadura da Folha, jamais seria leviano ao ponto de publicar uma matéria deste naipe irresponsàvelmente e sem bases sólidas, o que desmoronaria a sua credibilidade.
Se ataques constantes à imprensa são notórios no dia a dia, numa ameaça séria à liberdade de expressão, a coisa vai ferver e eu fico preocupado.

sexta-feira, agosto 31, 2007

AÍ TEM GATO!!!

Primeiro, durante a audiência no Supremo Tribunal Federal, um repórter indiscreto flagra dois juízes trocando mensagens pelo laptop. Depois, fóra do Tribunal e após o término dos trabalhos, uma jornalista escuta conversa telefónica de um desses juízes.
Tudo é publicado nos jornais.
Pessoalmente não aprovo o comportamento desses profissionais de imprensa, pois entendo dever ser respeitada a privacidade de cada um. Mas isso seria um assunto a ser comentado noutra oportunidade.
No momento atento ao facto de achar tudo isso muito estranho, principalmente ao detalhe da exposição aberta de algo para o qual deveria haver certas precauções. E, porque tudo isso acaba por ser munição para as armas de defesa de alguém que virá a ser julgado, é caso para exclamar que "aí tem gato!!!". E quem viver verá...