sexta-feira, agosto 03, 2018
domingo, julho 29, 2018
terça-feira, julho 24, 2018
segunda-feira, julho 23, 2018
sábado, julho 21, 2018
sexta-feira, julho 20, 2018
Aeroportos
Do aeroporto de Stansted ou de Luton ao centro de Londres, a
demora é de 2:30.
O presidente da Conf. De Turismo de Portugal diz que
perdemos um milhão de turistas por ano devido a problemas de capacidade do
aeroporto da Portela.
A base do Montijo só vai estar pronta, na melhor das hipóteses,
daqui a 4 anos.
Beja, a 1:45 de Lisboa, tem um aeroporto a funcionar e sem investimento adicional.
Não há tempo a perder. Isto não é privilegiar o interior. É
privilegiar o bom senso e o país.
Aeroporto Internacional de Beja
Maior avião do mundo aterra em Beja
na estreia em Portugal
A portuguesa Hi Fly adquiriu
recentemente um gigante da Airbus, o A380. O primeiro aeroporto português a
recebê-lo será Beja, já na próxima semana, mais exatamente dia 23 de Julho.
A portuguesa Hi Fly dedica-se a
"emprestar" aviões (wet lease) e reforçou recentemente a frota com
dois gigantes da Airbus, do modelo A380. Um estará em Beja, apurou o Negócios.
O aeroporto alentejano vai ser desta forma o primeiro em território nacional a
receber a aeronave, que é considerado o maior avião de passageiros do mundo.
A Hi Fly está esta sexta-feira com o
A380 em Farnborough, no Reino Unido, no âmbito de um evento de referência para
a aviação, o Farnborough Air Show. A companhia vê nesta presença uma
"oportunidade para apresentar a mais recente aquisição à indústria".
No passado dia 6 de Julho, a Hi Fly
tornou-se a quarta companhia europeia, depois da Lufthansa, Air France e
British Arways, a incluir um A380 na sua frota, avançou na altura o Correio da
Manhã. Em âmbito global, é a 14.ª a operar a aeronave, e a primeira a fazê-lo
em regime de wet lease. A aquisição, cujo montante envolvido não foi revelado,
realizou-se através da subsidiária da Hi Fly em Malta.
O A380 da Hi Fly tem uma capacidade
para 471 passageiros distribuídos por três classes. No piso principal há espaço
para 12 lugares de primeira classe e 311 de classe económica. Já o piso
superior terá 60 lugares de classe executiva e 88 de económica. Numa
configuração de alta densidade, este avião poderá transportar até 853
passageiros. O avião tem ainda a particularidade de estar decorado com uma
"mensagem" que se insere na campanha “Salve os Recifes de
Coral", da Fundação Mirpuri. De um lado, um azul escuro com corais
destruídos e do outro um azul claro, a simbolizar o oceano imaculado, pedem a
sustentabilidade dos mares.
O Airbus A380 pode transportar mais
de 800 pessoas quando é configurado apenas para classe económica.
A Hi Fly, sediada em Lisboa, opera
uma frota de 15 aeronaves Airbus em regime quase exclusivo de ‘wet lease’ –
fornecimento de aviões com tripulação, manutenção e seguros. Entre os clientes
da Hi Fly encontram-se a TAP, Corsair e Norwegian.
Contactada, a companhia não se
pronunciou de imediato, a tempo da publicação do artigo. Aeroporto de Beja pede
mais.
Em declarações à rádio Voz da Planície,
que avançou em primeira-mão com a "visita" do A380 a Beja, Bruno
Ferreira, do Movimento Beja Merece+, afirma que o acolhimento do A380 prova a
capacidade do aeroporto de Beja, e aproveita para reclamar melhores acessos
terrestres para o mesmo.
Há apenas dois dias, também o
PCP/Alentejo insistia num comunicado enviado à agência Lusa que é importante a
"potenciação" deste aeroporto numa altura de saturação e esgotamento
para os outros aeroportos nacionais.
Nos primeiros três meses do ano, Beja
só recebeu 29 passageiros, avançou o Expresso, sendo que em Fevereiro este
aeroporto recebeu a visita de um único passageiro. Dado o congestionamento em
Lisboa, já estão a ser transferidos desde Junho para este polo alentejano, voos
com destino às Canárias que deviam partir da capital.
Ainda no início deste mês, foi
anunciado que o Governo e ANA vão unir esforços para promover aeroporto de Beja
junto dos operadores turísticos. Vai ser lançada uma campanha que procura
atrair operadores que organizam viagens ponto a ponto para Beja, oferecendo a
competitividade da infra-estrutura já a partir do próximo Verão IATA.
O ano passado, a ANA, concessionária
do aeroporto de Beja, assumiu que este serve quase só para estacionamento e
manutenção de linha de aviões de algumas companhias aéreas. Isto, quando o
valor do investimento ascendeu aos 33 milhões de euros e foi inaugurado há sete
anos.
Todos os restantes aeroportos
nacionais não têm capacidade para receber aparelhos com a envergadura do A380.
Tal só deverá ser possível em Lisboa a partir de 2021, ano previsto para a
conclusão das obras de adaptação do aeroporto Humberto Delgado.
In https://www.jornaldenegocios.pt
Mudanças
O Valor Acrescentado Bruto (VAB) da agricultura cresceu 6,5%, em termos nominais, em 2017, após uma redução de 1,5% em 2016, com os pomares a apresentarem "excelentes produções", com registos recordes de maçã, cereja, kiwi, laranja e amêndoa. São mudanças positivas no tradicional Alentejo.
quinta-feira, julho 19, 2018
Aeroportos
Aeroporto Internacional de Beja
" O A380 só não pode operar em Lisboa por causa da manga".
Vamos lá
colocar um ponto final no mito da manga. Com manga ou sem manga, nunca um A380
pode operar em Lisboa.
Mas
perguntar-me-ão: Porquê?
Para isso
peço um pouco de paciência e prometo ser rápido e o mais assertivo possível.
A pista de
Lisboa tem menos de 3000 metros de TORA, (Take Off Runway Available) ou seja,
de pista útil para descolagem.
O avião A380
precisa de atingir a velocidade mínima de descolagem de 78 metros por segundo,
para o que precisa de mais de 3100 metros de pista se tiver a carga máxima que
é 575 toneladas, e se todas as condições de vento , temperatura, pressão
atmosférica e humidade estiverem nos parâmetros ideais. Coisa que apenas
acontece quando o rei faz anos.
Mas o mais
importante, além do factor limitativo do PCN da pista de Lisboa, ou seja a
capacidade de absorver o embate e pressões de 575 toneladas a poisar, é a
largura da pista principal do Aeroporto de Lisboa.
Tem apenas
45 metros de largura útil marginado por cinco metros de cada lado e com essa
largura, os 80 metros de envergadura de asa do A380 ficam de fora da pista!
O problema é
que assim, quando se lhe exige o máximo de potência para a descolagem, os reactores
exteriores aspiram tudo o que é pó, terra e pedras e outros inertes que se
encontram no exterior da pista, fenómeno que conduz à evidente destruição das
turbinas.
Em Lisboa
poisam e levantam A330, 60 metros de envergadura, os Boeing 747 e 777 com 60 e
61 metros de envergadura, mas mais do que isso não.
Beja, por
outro lado, tem 3500 metros de "runway" disponíveis, numa pista de
4000, toda com a mesma qualidade, e a largura da pista é 60 metros úteis
marginados por mais 15 metros de cada lado, o que perfaz 90 metros.
Isto oferece
ao A380 10 metros de margem aos seus 80 metros de envergadura, o que confere
toda a segurança aos reactores do avião.
Outros
elementos de segurança como um ILS e DVOR num ambiente livre de interferências,
uma pista extremamente robusta, com espaço para crescer, um
"clearway" enorme e securíssimo etc.
Beja não tem
nevoeiros, não tem constrangimentos de espaço aéreo, não tem stresses nem horas
infinitas de espera e adiamentos de voos. Beja é uma boa solução, assim a
liguem depressa à A2 acabando o que falta na A26. Posta a funcionar a 100%
poupa ao país mais de 2000 milhões (ou mais) do disparate suicidário de
Montijo.
E por fim, Beja não tem mangas para o A380 nem isso faz
qualquer falta ao avião. Tem sim a MELHOR PISTA DE PORTUGAL.
terça-feira, julho 17, 2018
domingo, julho 15, 2018
Amendoeiras
Será com investimento de entre 150 a 200 M/€ em amêndoas que investidores
norte-americanos, vão criar uma mega plantação de amêndoa no Alentejo.
O grupo Route One Investiment Company gere cerca de 2000 milhões de euros
e vai investir no Alqueva, após dois anos de negociações e, no final do ano
passado já foram plantadas amendoeiras em Alvito e Aljustrel e o objetivo é
chegar aos 4 mil hectares de plantação até 2020. Além das plantações, perto de
Évora, estão a ser desenvolvidas duas unidades de transformação e que, em
agosto, já estarão prontas para receber e transformar a campanha de 2018.
Um administrador da empresa norte-americana disse ao Expresso que este
será um investimento para cerca de 20 anos e que chegam a Portugal vindos da
terra conhecida como a que produzia as melhores amêndoas do Mundo, a
Califórnia, mas que, nos últimos anos, tem passado por uma seca que provocou
uma quebra na produção. No Alqueva, em regadio e em sistema intensivo, um
hectare de amendoal pode dar cerca de 2 toneladas de amêndoa, enquanto em
sequeiro dá 120 quilos.
quarta-feira, julho 11, 2018
terça-feira, julho 10, 2018
Smaan Kunan
Roi et - A estrutura do funeral do ex-Oficial da Marinha Seal, que morreu entregando oxigénio aos 12 rapazes e ao treinador de futebol presos numa caverna do norte, foi concluída na terça-feira.
Os trabalhos foram concluídos no crematório para o tenente sman kunan, também conhecido como sgt. Sam, em wat nhong koo na província de rei e, que morreu numa missão na sexta-feira de manhã para reabastecer de oxigénio ao longo da estrada de evacuação. Ele tinha 38 anos. A Cremação terá lugar no sábado, disse um monge local.
"este é um herói que ajudou a equipa de futebol de wild boars", disse athikarn-um angsusilo, um monge itinerante que instala crematórios removíveis. "Ele foi ajudar mas teve que dar a sua vida.... me sinto honrado e orgulhoso de participar da organização de sua cremação, para homenagear o herói de tham luang khun nam nang não", acrescentou, se Referindo-se à caverna onde os 13 foram apanhados na armadilha.
Athikarn-um disse que a estrutura - transportada da província de surin - é um novo modelo especial com nove telhados afiados de bom augúrio. A própria cremação durará duas horas e será disparada por uma chama real. Em vez de uma estrutura permanente, o crematório é construído de andaimes removíveis, pois os crematórios são tradicionalmente desmantelados após um funeral.
A família de sman realizou serviços comemorativos para ele no templo, com moradores que virão prestar homenagem e saudar o oficial falecido.
Partilhado pelo grupo objectivo da Tailândia:
Os trabalhos foram concluídos no crematório para o tenente sman kunan, também conhecido como sgt. Sam, em wat nhong koo na província de rei e, que morreu numa missão na sexta-feira de manhã para reabastecer de oxigénio ao longo da estrada de evacuação. Ele tinha 38 anos. A Cremação terá lugar no sábado, disse um monge local.
"este é um herói que ajudou a equipa de futebol de wild boars", disse athikarn-um angsusilo, um monge itinerante que instala crematórios removíveis. "Ele foi ajudar mas teve que dar a sua vida.... me sinto honrado e orgulhoso de participar da organização de sua cremação, para homenagear o herói de tham luang khun nam nang não", acrescentou, se Referindo-se à caverna onde os 13 foram apanhados na armadilha.
Athikarn-um disse que a estrutura - transportada da província de surin - é um novo modelo especial com nove telhados afiados de bom augúrio. A própria cremação durará duas horas e será disparada por uma chama real. Em vez de uma estrutura permanente, o crematório é construído de andaimes removíveis, pois os crematórios são tradicionalmente desmantelados após um funeral.
A família de sman realizou serviços comemorativos para ele no templo, com moradores que virão prestar homenagem e saudar o oficial falecido.
Partilhado pelo grupo objectivo da Tailândia:
quarta-feira, julho 04, 2018
segunda-feira, julho 02, 2018
domingo, julho 01, 2018
quarta-feira, junho 27, 2018
Templo de Augusto
Afinal, o templo de Diana era
dedicado ao imperador Augusto
Uma lenda criada no século XVII pelo
jesuíta Manuel Fialho que associou o templo romano de Évora ao culto a Diana,
filha de Júpiter, deusa da caça, foi desmontada na sequência dos trabalhos
arqueológicos realizados no templo e no forum de Ebora Liberalitas Iulia, nos
anos 90 do século XX, pelos arqueólogos alemães Theodor Hauschild e Felix
Teichner. A publicação científica sobre a investigação realizada com o título
“Laudator” e nesta terça-feira apresentada na Fundação Eugénio de Almeida, em
Évora, conclui que a “intenção era claramente de o dedicar ao culto imperial”,
mais concretamente o imperador Augusto que foi venerado como um deus.
O templo terá sido modificado nos
dois séculos que se seguiram (II e III d.C.) e destruído em parte no século V
quando os povos bárbaros invadiram a Península Ibérica. Com o passar dos
séculos, foi sofrendo várias alterações na sua utilização prática. No século
XIV, serviu de casa-forte ao castelo da cidade de Évora e, posteriormente, até
ao século XIX, foi matadouro municipal.
A sua estrutura original ficou exposta
no século XIX. Os trabalhos efectuados no templo em 1870 “removeram de forma
exemplar os muros existentes entre as colunas, bem como todas as estruturas
medievais anexas, sem reconstruir a estrutura original”, acentua a publicação
dos arqueólogos alemães. Este esforço abriu a possibilidade de se realizar
tanto uma documentação detalhada da sua aparência como também um estudo da
superfície do pódio, registando igualmente as especificidades da sua construção
e da planta em maior detalhe.
As escavações realizadas entre 1982 e
1990 na área do templo e na praça do fórum que se estendia à sua frente vierem
trazer novos e “surpreendentes” dados relativos ao historial da cidade entre o
Império Romano e a Idade Moderna, assinalam os investigadores, frisando que a
estrutura erguida em Évora “era o modelo escolhido para os templos do imperador
Trajano e do imperador Adriano”. Os dados então recolhidos descrevem o templo
romano, em Évora, como “um dos mais grandiosos e mais bem preservados templos
romanos de toda a Península Ibérica”, tendo sido considerado Património Mundial
pela UNESCO em 1986.
Contudo, após a remoção da estrutura
que o protegia até então (o matadouro municipal), a sua estrutura original
ficou exposta no século XIX aos agentes erosivos como o vento e a água, assim
como à actividade sísmica, explica Rafael Alfenim, técnico superior da Direcção
Regional de Cultura do Alentejo (DRCA).
Mas apesar da sua aparente
fragilização, o templo “será muito mais resistente do que à partida se poderia
supor”, assinala Rafael Alfenim, lembrando que quando ocorreu recentemente um
sismo de grau 4,4 na escala de Richter “não aconteceu nada” ao monumento. Um
facto comprovado através das imagens de satélite, tiradas antes e após o sismo
e enviadas a DRCA: “não havia diferenças a observar” na disposição dos seus
elementos estruturais.
Mesmo assim, os sinais de degradação
evidenciaram-se durante uma visita de rotina ao templo, quando deram conta da
presença de uma pedra com quase 20 quilos de peso que estava num local onde
antes não se encontrava.
Seguiu-se uma luta contra o tempo
para enfrentar esta “situação grave”, descreve a directora regional de Cultura
do Alentejo, Ana Paula Amendoeira. O fragmento caíra de um dos 14 capitéis
coríntios que participam na concepção das colunas. “Tínhamos de reagir com
celeridade por se tratar de uma situação de emergência”. Temia-se que a queda
de pedras pudesse, para além de fragilizar a estrutura, colocar em causa a
segurança de quem passava nas proximidades.
Ana Paula reconhece o papel do
ministro da Cultura, Luís Castro Mendes, por se ter “dedicado pessoalmente”
para encurtar procedimentos e intervir rapidamente na monitorização do templo. Nuno
Proença, técnico de conservação e restauro que participou nos trabalhos
efectuados no templo romano de Évora em 2017, confirmou a existência de “lesões
de vário tipo”, sobretudo nos capitéis. “Encontrámos inúmeros fragmentos que
ainda não estavam separados” devido à colonização biológica que cobria boa
parte das estruturas trabalhadas em mármore de Estremoz, assinalou.
Foram mais de 250 fragmentos e
lascas, na sua esmagadora maioria de mármore, colocados nos seus pontos de
origem. Hoje o templo está mais seguro, mas continua a exigir constantes
trabalhos de monitorização.
In Público
segunda-feira, junho 25, 2018
sexta-feira, junho 22, 2018
quinta-feira, junho 21, 2018
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terça-feira, junho 12, 2018
quarta-feira, junho 06, 2018
domingo, junho 03, 2018
Bonecos de Estremoz
São figuras toscas de barro pintado a cores garridas. Arte das mulheres dos oleiros do século XVIII, os bonecos de Estremoz existem há séculos, mas desde que a ONU os elevou a património imaterial da humanidade que toda a gente os quer levar para casa.https://t.co/IJaRQ4fjob— SAPO 24 (@24sapo) 3 de junho de 2018

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