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segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Os Ingleses

Há muito, muito tempo, que não tenho o prazer de me deslocar até lá e gozar dos prazeres de uma praia; nem mesmo a visão de uma, pois os 200 km que me separam da mais próxima é muito caminho a galgar e o tempo, mais devido à falta dele do que propriamente ao espaço, não me permite esse deleite. Nessas horas de estafa que de mim se apoderam, como a qualquer um que há quase 9 anos não tem um dia de férias, vem aquele fiozinho de inveja que nutro pela minha grande amiga Dora, uma são paulina com assento cativo no meu coração; qualquer grilo que a incomode é motivo para descer a serra...
A ideia da praia não surgiu por causa da Dora, apesar de esta sempre estar ligada àquela... Surgiu, sim, pelo facto de ter sido a "Praia dos Ingleses" na bela cidade de Florianópolis, a última onde estive pegando um bronze e no rola rola com uma namoradinha. E, também, não tanto por isto ou pelas deliciosas peixadas da cozinha de cunho açoriano, mas pelo termo "Ingleses" que dá o nome àquele pedacinho de paraíso.
Se eu mandasse alguma coisa, mesmo que democráticamente eleito para o cargo, faria tudo para mudar o nome daquela praia, não importando qual o motivo do baptismo (não me darei, agora, ao trabalho de investigar), pois uma coisa não coaduna com a outra. Os ingleses são hostis, xenófobos, oportunistas e racistas. Não tenho muita certeza se poderia usar aqui, para o efeito, o termo "britânicos" para generalizar, pois até acredito que, por exemplo, os escoceses não se sintam muito confortáveis com a pele que vestem, e disso algo já transpirou, certa vez, pela voz do também barbudo, como eu, sir Sean Connery...
Muitas vezes tenho ficado perplexo quando certos brasileiros metem o pau nos portugueses que colonizaram o Brasil e manifestam frustração por isso não ter acontecido sob os britânicos. Vade retro! Olhai para o horizonte, vislumbrem todos os lugares que fizeram parte do Império Britânico, até mesmo a denominada "joia da coroa" e venham conversar comigo depois...
Já me expressei aqui numa outra postagem sobre a condição de não europeus dos britânicos, numa visão comungada com a de De Gaulle. Achava eu e continúo achando, que a única ligação que eles têm com a Europa é o túnel da Mancha. Sempre estão em desacordo com as políticas da UE quando estas contrariam o Tio Sam; até hoje não quiseram entrar na zona do euro; discriminam os cidadãos de outros membros da UE, da qual fazem parte.
É revoltante ver nas páginas da imprensa mundial uma foto como a de hoje, sobre uma manifestação xenófoba britânica e onde aparece um cartaz com os dizeres: If your name isn't Pedro - Luigi or Alfonso do not apply. A bem da verdade se diga, não são os nomes nem os empregos, pois eles mataram sem dó e nem piedade aquele cidadão brasileiro com o nome de Charles. E olha que Charles é até nome de chifrudo com sangue azul...

sábado, novembro 03, 2007

POVO DESPREZÍVEL

Assinado pelo polémico jornalista Tony Parsons, artigo publicado no tabloide britanico "Daily Mirror" cita uma entrevista do embaixador português ao diário "The Times" no passado sábado.
Nesta, o embaixador afirma que em Portugal "as famílias vivem todas juntas", razão pela qual, sugere, alguns portugueses terão criticado os McCann por terem deixado os seus filhos sozinhos a dormir num apartamento enquanto jantavam num restaurante próximo.
"Eles erraram, embaixador. As vidas deles foram destruídas. Isso é um castigo suficiente, sem os seus comentários estúpidos e desnecessários", escreve o articulista do Mirror, que aconselha que no futuro Santana Carlos "mantenha fechada a boca estúpida e trituradora de sardinhas".
A embaixada de Portugal em Londres já apresentou um protesto oficial. E naturalmente que nada mais há a fazer, por enquanto, nos trâmites oficiais que a diplomacia define. Todavia, os portugueses em geral terão que começar a tratar os cidadãos britânicos do jeito que eles merecem. Afinal, eles sempre fôram arrogantes, racistas, criminosos, bandidos, desprezíveis; e mais um monte de adjectivos do mesmo calibre eu poderia aqui enunciar, pois que seriam perfeitamente ajustáveis a essa corja.
Já há tempos atrás aqui escrevi uma crónica abordando tema parecido no protesto e indignação. Esse povo é detestável em quase todo o Mundo. De Gaule tinha carradas de razão quando dizia que a Gran Bretanha não pertencia à Europa e com a mesma não tinha afinidade. Por isso sempre foi contra a sua integração no então Mercado Comum Europeu. Digo eu e dirão muitos, que continúa a não ser interessante a sua permanência na U.E..
Entristeço-me quando o meu País mantém Alianças históricas com eles, pois as mesmas jamais funcionaram quando deles precisámos.
Jamais me esquecerei de um quadro patético em águas territoriais portuguesas, na costa da então Provìncia Ultramarina de Moçambique.
Eu fazia parte de um contingente de tropas que fôra rendido em Timor e, a bordo de um navio de passageiros português, com bandeira e flâmula, regressávamos a Lisboa. O governo de Sua Majestade havia imposto um bloqueio total à então denominada Rodésia. Assim, nas nossas águas o nosso navio foi cercado por fragatas inglesas e revistado, para só depois poder atracar no porto da Beira. Foi uma grande humilhação! Oficialmente o meu país nunca protestou ou fez alguma coisa para impedir essa e outras acções. Mas eu o faço por conta própria, nunca desprezando uma oportunidade para deles falar mal.

domingo, junho 17, 2007

INGLESES

O texto transcrito abaixo foi-me enviado por um amigo de Portugal. O seu autor é desconhecido. Por concordar com tudo o que está escrito e considerar oportuno, tomo a liberdade de o colocar neste espaço que, aliás, abro a outros autores com o maior prazer.
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Escrito pelo meu amigo Zé!"Tenho-me mantido calado em relação ao desaparecimento ou rapto da menina inglesa, porque acho que há gente a mais a dizer alarvidades sobre o assunto. Tenho-me abstido de manifestar a minha repugnância pelo procedimento asquerosoda imprensa inglesa em relação à actuação da polícia portuguesa, porque acho que vozes de burro não chegam ao céu.Tenho optado por não manifestar o meu desacordo pelas conferências de imprensa que a PJ dá em inglês, num abjecto acto de subserviência em relação a estaclasse de gente (e gente não é, certamente, que gente não procede assim), porque reconheço que do alto da sua arrogância, apenas têm contribuído para revelar ao Mundo a mentalidade de merda que existe por dentro daquelascabecinhas loiras.Agora o que não vou engolir é que um filho de puta inglês, que se diz ser o arquitecto da casa onde mora o principal suspeito, que reside em Portugal há cerca de trinta anos e não fala uma palavra de português, tenha o descaramentode criticar a GNR porque, segundo afirma o cretino, tentou dar informações pelo telefone e foi atendido por um agente que não falava inglês. Pior ainda, disse a besta com todo o ar de desdém que lhe coube naquelas fuças de porco inglês, foiquando, algumas horas depois voltou a telefonar e quem o atendeu sabia apenas algumas palavras da língua de sua majestade, a rainha da casa da maior pouca vergonha a que o Mundo assistiu nos últimos anos.Estes ingleses não se mancam, mesmo.Estes ingleses merdosos, que já no tempo da guerra afirmavam que a Europa estava completamente isolada pelo nevoeiro, estes ilhéus provincianos que em pleno século XXI continuam a conduzir fora de mão e a alimentar uma realeza deputaria, estes negreiros sem vergonha que espalharam e deixaram escravatura e racismo pelos quatro cantos do Mundo, estes arruaceiros de merda que espalham o terror pelos campos de futebol da Europa, têm o topete de viver trinta anos numpaís que lhes oferece um sol radioso, como eles nunca imaginaram existir, sem se darem ao trabalho de aprender uma palavra da nossa língua, ainda têm tempo de antena num canal de televisão nacional para falarem mal de nós?Mas afinal que trampa de república de bananas é esta, que beija a mão a quem nunca respeitou um aliado, que parece ter esquecido o célebre mapa cor-de-rosa, com que nos roubaram metade de África, e fica impávida e serena, a ouvir osdesabafos destes alarves, sem ao menos um protesto oficial. Por onde é que anda o "gasolineiro" de Boliqueime quando a honra do país necessita ser defendida?Onde é que está o "inginheiro" feito à pressa, sempre tão lesto a acariciar os"tomates" aos amigos trabalhistas? Já não resta nem um pouco do orgulho nacional?Depois admiram-se que meia dúzia de gatos-pingados, apreciadores de concursostelevisivos, reabilitadores de apresentadeiras escorraçadas da política, façamdo maior ditador do século vinte, o maior português de sempre. Ao fundo com a Inglaterra e puta que pariu os ingleses!"