domingo, junho 29, 2014
Correios
Os serviços dos Correios no Brasil estão pela hora da morte, expressão popular que usamos na classificação de algo que não vai bem, ou mesmo que vai muito mal.
Eu, como usuário assíduo e de grande potencial, durante toda a minha vida, tenho a natural percepção da qualidade dos serviços oferecidos. Por isso mesmo, li interessadamente um artigo publicado na edição de Domingo -- 22 de Junho de 2014 -- da Folha de S. Paulo e que transcrevo a seguir em itálico:
Negócio em Crise
Com a entrega de cartas cada vez menor, Correios têm problema de eficiência e mudam o foco para serviços de logística, financeiros e até de telefonia.
Entregando cartas e pequenas encomendas, os Correios transformaram-se numa das maiores empresas do país. Nunca foi tão difícil, contudo, manter tal posição.
O principal negócio da companhia --a distribuição de correspondências --míngua a cada dia, e a estatal, com isso, passou a enfrentar uma crise de eficiência.
Desde 2009, as receitas cresceram 35%, chegando a R$ 16,7 bilhões, mas os custos aumentaram 60%. No ano passado, o lucro foi de parcos R$ 300 milhões, uma forte queda ante o mais de R$ 1 bilhão obtido em 2012.
"O resultado neste ano será igual ou até mais baixo", diz Wagner Pinheiro, presidente dos Correios, à Folha. "Mudamos de patamar. Fazíamos investimentos muito baixos e estávamos ficando com uma estrutura cada vez mais velha. Revertemos isso."
A estatal sabe que, daqui para frente, será preciso cortar gastos, elevar investimentos e, por fim, mudar completamente a cara do negócio.
Neste ano, a meta é reduzir em R$ 600 milhões as despesas, o equivalente a mais de 20% dos gastos de 2013.
Para isso, a empresa contratou a consultoria de Vicente Falconi, uma espécie de guru da gestão no país. Pagou quase R$ 30 milhões para aprender a não gastar tanto. "Vamos rever a contratação de fornecedores, os serviços de terceiros, renegociar contratos. Apertar os cintos de verdade", diz Pinheiro.
Correios Tudo o que foi informado na reportagem "Negócio em crise" ("Mercado", 22/6), sobre a situação dos Correios, não surpreendeu ninguém. A gestão da empresa é péssima, e os serviços são um verdadeiro descalabro. Faltou, porém, comentar as constantes greves que muito afetaram a vida do cidadão comum. Ainda hoje sinto os efeitos maléficos, principalmente no que concerne ao pagamento de contas e outros problemas. Não sei por que não se toca no assunto de uma desejável privatização.
Cláudio Francisco Portalegre Trindade (Campinas, SP)
Hoje, com grande surpresa minha, notei que foi publicada no mesmo "Painel do Leitor" uma réplica ao meu comentário:
Correios Em relação à carta de Cláudio Francisco Portalegre Trindade (Painel do Leitor, 24/6), nós esclarecemos que, dentre quase 200 correios do mundo, apenas cinco são hoje privados: Cingapura, Líbano, Malásia, Malta e Holanda --nações que têm em comum pequenas área geográfica e população.
Os maiores operadores postais do mundo optaram pelo caminho de revitalização e de diversificação de atividades, também seguido pelo Brasil.
Thelma Kai, gerente de representação institucional dos Correios (Brasília, DF)
Naturalmente que este assunto é dado por mim como terminado no universo "Folha de S. Paulo, Leitor e Correios". Opto pelo uso do meu blog e compartilhamento nas páginas sociais como o Facebook e Twitter. A razão disto é uma certa espécie de censura que prevalece, pois os meios de comunicação preterem críticas aos seus grandes patrocinadores comerciais... Até me admirei quando o jornal publicou o meu comentário.
No que respeita à réplica da senhora Thelma Kai, só me resta dizer que não me surpreendeu a sua incoerência e manifestação de cunho político. Todos sabemos que a Empresa é normalmente presidida por um político de carreira da base aliada do Governo.
As greves nos Correios são frequentes e as duas últimas, pouco espaçadas uma da outra, duraram 45 dias. É fácil imaginar o enorme prejuízo que uma greve tão prolongada acarreta a toda a sociedade.
Lembro-me de facto recente quando uma Embaixada e Consulados de um certo país tentaram optar por outro meio, que não os Correios, para expedição de cartas relativas à emissão de passaportes. O freio a essa opção foi imediato, pois os Correios têm o monopólio desse serviço. Para o envio de encomendas existe a possibilidade de escolha, mas o mesmo não acontece com a correspondência. Esse é o grande problema!
Quando da última greve, montei uma espécie de cartaz que postei no Facebook. A finalidade era propagar o descontentamento da população e acreditando que a ideia abrangeria um grande número de pessoas. Era um protesto coerente e válido, mas sumiu da página inexplicàvelmente...
Desta vez o meu comentário no jornal focou a privatização, pois não vejo possibilidades de acabar com esse monopólio a não ser através da mesma.
O uso de cartas tem um decréscimo cada vez maior, mercê das facilidades e da rapidez que a internet nos oferece. Porém, existe uma notória parte da população que ainda necessita dos serviços dos Correios e até mesmo a parte dos que têm acesso aos meios informáticos não conseguem prescindir de alguns.
Não se pode admitir que uma carta, que há anos atrás demorava 5 dias de São Paulo a Lisboa e vice versa, demore actualmente 25 e isso em época sem greve. E ainda há casos muito piores como comprovo nas ilustrações seguintes em que uma carta registada em Évora (Portugal) no dia 18/03/2013, chegou ao destino Campinas (Brasil) no dia 09/05/2013; quase dois meses. Antigamente, de navio pelo Colix Posteau, não demorava mais que 15... Poderia dar outros exemplos, mas fico por aqui, pois é suficiente.
Só tenho a lamentar que as últimas manifestações a que assistimos no Brasil não coloquem em pauta o descontentamento com os serviços dos Correios exigindo o fim do monopólio ou a privatização dos mesmos.
Eu, como usuário assíduo e de grande potencial, durante toda a minha vida, tenho a natural percepção da qualidade dos serviços oferecidos. Por isso mesmo, li interessadamente um artigo publicado na edição de Domingo -- 22 de Junho de 2014 -- da Folha de S. Paulo e que transcrevo a seguir em itálico:
Negócio em Crise
Com a entrega de cartas cada vez menor, Correios têm problema de eficiência e mudam o foco para serviços de logística, financeiros e até de telefonia.
Entregando cartas e pequenas encomendas, os Correios transformaram-se numa das maiores empresas do país. Nunca foi tão difícil, contudo, manter tal posição.
O principal negócio da companhia --a distribuição de correspondências --míngua a cada dia, e a estatal, com isso, passou a enfrentar uma crise de eficiência.
Desde 2009, as receitas cresceram 35%, chegando a R$ 16,7 bilhões, mas os custos aumentaram 60%. No ano passado, o lucro foi de parcos R$ 300 milhões, uma forte queda ante o mais de R$ 1 bilhão obtido em 2012.
"O resultado neste ano será igual ou até mais baixo", diz Wagner Pinheiro, presidente dos Correios, à Folha. "Mudamos de patamar. Fazíamos investimentos muito baixos e estávamos ficando com uma estrutura cada vez mais velha. Revertemos isso."
A estatal sabe que, daqui para frente, será preciso cortar gastos, elevar investimentos e, por fim, mudar completamente a cara do negócio.
Neste ano, a meta é reduzir em R$ 600 milhões as despesas, o equivalente a mais de 20% dos gastos de 2013.
Para isso, a empresa contratou a consultoria de Vicente Falconi, uma espécie de guru da gestão no país. Pagou quase R$ 30 milhões para aprender a não gastar tanto. "Vamos rever a contratação de fornecedores, os serviços de terceiros, renegociar contratos. Apertar os cintos de verdade", diz Pinheiro.
Novo foco
Para sobreviver, não bastará, porém, tornar-se uma
estatal mais enxuta. A ideia é transformar os Correios numa companhia de
logística, aproveitando a expansão do comércio eletrônico no país.
A estatal já mantém parcerias com varejistas como
Magazine Luiza e Ponto Frio, mas quer avançar no segmento com a marca Correios
Cargo. Em análise, está a chegada de um sócio para ajudar a companhia nos
planos de expansão. "É um mercado potencial de mais de R$ 150 bilhões ao
ano", diz Pinheiro.
Segundo ele, mais de 70% das receitas dos Correios
virão do segmento de logística e entrega de encomendas no futuro. O restante
deve vir de produtos financeiros, serviços postais eletrônicos e até mesmo da
telefonia móvel.
A ideia é que os novos braços de atuação sejam
explorados sempre com um sócio. Os investimentos no Banco Postal, que passará a
oferecer crédito neste ano, serão feitos com o Banco do Brasil.
A entrada no segmento de certificação digital, e-mail
e digitalização de documentos acontecerá em parceria com a Valid, que atua no
segmento de meios de pagamento, como produção de cartões.
Já a incursão em telefonia ocorrerá com a Poste
Italiane, os correios da Itália. A estatal espera começar a vender seus
primeiros chips de celular ainda em 2014. Será uma "operadora
virtual", utilizando a infraestrutura de uma empresa de telefonia já
estabelecida no país.
Os investimentos, contudo, só devem começar a refletir
no resultado da companhia em 2016.
Não poderia perder, de maneira alguma, a oportunidade de me manifestar e, por isso, enviei ao jornal a minha opinião. A mesma foi publicada dois dias depois no seu "Painel do Leitor":
Cláudio Francisco Portalegre Trindade (Campinas, SP)
Hoje, com grande surpresa minha, notei que foi publicada no mesmo "Painel do Leitor" uma réplica ao meu comentário:
Os maiores operadores postais do mundo optaram pelo caminho de revitalização e de diversificação de atividades, também seguido pelo Brasil.
Thelma Kai, gerente de representação institucional dos Correios (Brasília, DF)
Naturalmente que este assunto é dado por mim como terminado no universo "Folha de S. Paulo, Leitor e Correios". Opto pelo uso do meu blog e compartilhamento nas páginas sociais como o Facebook e Twitter. A razão disto é uma certa espécie de censura que prevalece, pois os meios de comunicação preterem críticas aos seus grandes patrocinadores comerciais... Até me admirei quando o jornal publicou o meu comentário.
No que respeita à réplica da senhora Thelma Kai, só me resta dizer que não me surpreendeu a sua incoerência e manifestação de cunho político. Todos sabemos que a Empresa é normalmente presidida por um político de carreira da base aliada do Governo.
As greves nos Correios são frequentes e as duas últimas, pouco espaçadas uma da outra, duraram 45 dias. É fácil imaginar o enorme prejuízo que uma greve tão prolongada acarreta a toda a sociedade.
Lembro-me de facto recente quando uma Embaixada e Consulados de um certo país tentaram optar por outro meio, que não os Correios, para expedição de cartas relativas à emissão de passaportes. O freio a essa opção foi imediato, pois os Correios têm o monopólio desse serviço. Para o envio de encomendas existe a possibilidade de escolha, mas o mesmo não acontece com a correspondência. Esse é o grande problema!
Quando da última greve, montei uma espécie de cartaz que postei no Facebook. A finalidade era propagar o descontentamento da população e acreditando que a ideia abrangeria um grande número de pessoas. Era um protesto coerente e válido, mas sumiu da página inexplicàvelmente...Desta vez o meu comentário no jornal focou a privatização, pois não vejo possibilidades de acabar com esse monopólio a não ser através da mesma.
O uso de cartas tem um decréscimo cada vez maior, mercê das facilidades e da rapidez que a internet nos oferece. Porém, existe uma notória parte da população que ainda necessita dos serviços dos Correios e até mesmo a parte dos que têm acesso aos meios informáticos não conseguem prescindir de alguns.Não se pode admitir que uma carta, que há anos atrás demorava 5 dias de São Paulo a Lisboa e vice versa, demore actualmente 25 e isso em época sem greve. E ainda há casos muito piores como comprovo nas ilustrações seguintes em que uma carta registada em Évora (Portugal) no dia 18/03/2013, chegou ao destino Campinas (Brasil) no dia 09/05/2013; quase dois meses. Antigamente, de navio pelo Colix Posteau, não demorava mais que 15... Poderia dar outros exemplos, mas fico por aqui, pois é suficiente.
Só tenho a lamentar que as últimas manifestações a que assistimos no Brasil não coloquem em pauta o descontentamento com os serviços dos Correios exigindo o fim do monopólio ou a privatização dos mesmos.
domingo, junho 22, 2014
domingo, junho 15, 2014
sexta-feira, junho 13, 2014
Realidade camuflada
Leonilde Santos escreveu um texto onde expõe de forma estruturada a sua opinião sobre o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, mais especificamente sobre o seu estado de saúde.
Observação: Esta nota reflecte apenas e tão só a minha opinião pessoal garantida pela Constituição da República Portuguesa no seu Artigo 37º assim como pelo Artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.”
In: Redacção Noticias Online
O texto em referência é a opinião pessoal da autora, a sua análise relativa a factos que alega ter conhecimento ou ter presenciado. O texto de Leonilde Santos foi publicado nas redes sociais, amplamente partilhado e, “misteriosamente” desapareceu de todos os locais onde foi partilhado.
O Noticias Online enquanto órgão de comunicação social isento, livre e independente de qualquer poder político ou económico não pode compactuar com as manobras de silenciamento, cada vez mais em voga. Uma das conquistas do Povo Português foi a liberdade de expressão, temos todos de forma geral, os órgãos de comunicação social em particular a obrigação de não permitir que essa liberdade seja retirada aos Portugueses.
Acresce a esta situação o artigo publicado pelo jornal Público no próprio dia 10 de Junho bem como o desenvolvimento publicado hoje pelo Tugaleaks, em ambos os casos os relatos dos atentados à liberdade de imprensa são gravíssimos e não podem ser silenciados ou abafados.
Portugal necessita duma comunicação social corajosa, não dependente de interesses políticos e económicos. Essa é a garantia que damos aos nossos leitores, a coragem de publicar o que os outros têm medo, a isenção, a independência e a frontalidade nos temas que publicamos.
Há 40 anos existia censura mas essa tinha pelo menos a honestidade de se assumir e dar a cara, actualmente assistimos a uma escalada de controlo de opinião que recorre a métodos pouco transparentes e muito pouco éticos.
Este é o motivo que nos leva a publicar na íntegra o texto referido em relação ao qual deixamos aos nossos leitores as conclusões e as dúvidas que julguem pertinentes.
Leonilde Santos“Creio que poucos são os cidadãos portugueses que se interrogam sobre o que se passou ontem com o PR durante as comemorações do 10 de Junho.
Até porque a maioria apenas viu imagens tratadas pelas 3 cadeias de televisão, onde foram cortados os momentos em que supostamente o PR Cavaco Silva teria tido a tal “ocorrência vagal” indicada pelo médico oficial da Presidência.
Isso é propositado para que o povo português não perceba o que se está a passar e a gravidade da situação.
Mas, felizmente há cidadãos atentos que gravam em vídeo estes eventos e sem manipulações nem mentiras, partilham essas imagens para que não restem dúvidas e para que existam provas para memória futura.
Se há já 5 anos eu tive uma suspeita do que estava a acontecer à saúde do actual Presidente da República, ontem eu tive a certeza.Refiro-me a uma ocorrência a que todos assistimos aquando do discurso do PR quanto ao novo Estatuto dos Açores há 5 anos.
Aníbal Cavaco Silva, nesse dia entra hesitante na sala de imprensa e mantém-se durante quase 2 minutos num silêncio confrangedor, mastigando em seco e quase apático até que alguém lhe dá sinal para iniciar o discurso.
Se repararem bem, a expressão do rosto e o vazio total do olhar como quem não percebe onde está nem em que situação se encontra é evidente.
Ora se na altura muitos associaram esta ocorrência ao clima de tensão que se vivia então com as alegadas escutas e vigilâncias à Presidência, ontem houve quem tentasse associar o suposto desmaio às manifestações que ocorriam durante as cerimónias do 10 de Junho.
Se estiverem atentos, vão perceber que a voz de Cavaco Silva se torna arrastada que mostra enorme dificuldade na leitura e na compreensão das palavras e do contexto do discurso mas que nunca chegou a perder os sentidos.
Se repararem bem, ele pára de ler como se as palavras deixassem de lhe fazer sentido, ou deixasse de conseguir ler, hesita, tenta manter o equilíbrio balançando o corpo (perda de noção de espaço/tempo).
Quando o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas se aproxima e o segura ele olha-lhe o rosto e não o reconhece.
Quando os seguranças o ajudam ele está apático (ataxia neurológica) mas nunca perde os sentidos.
Os olhos estão abertos mas sem expressão e estão fixos, como quem fixa um ponto no espaço e se prende a esse ponto perdido no tempo e a mente vazia!
Estes são os sintomas de um evento de ataxia neurológica, um dos muitos sintomas da doença de Alzheimer.
Cavaco Silva denota já uma tremenda dificuldade de se orientar no espaço/temporal, tem dificuldade até mesmo não só na articulação oral como fora dos discursos oficiais começa a demonstrar dificuldade em verbalizar emoções ou de comunicar de forma clara procurando as palavras adequadas porque não se lembra delas além da dificuldade de assumir decisões.
Para os menos atentos ou para quem não conhece os sintomas, tudo isto parece estranho ou é motivo de piadas e anedotas, mas para quem conhece estes sintomas, esta situação reveste-se de uma enorme gravidade.
E é grave não só do ponto de vista pessoal no que toca à dignidade do indivíduo Cavaco Silva mas muito mais grave nas implicações que estão envolvidas no exercício das funções inerentes ao cargo que o indivíduo ocupa.
Cavaco Silva sofre de Alzheimer há vários anos, a doença como devem saber não surge de um dia para o outro, é progressiva.
O irmão dele (que morreu há 4 anos) sofria de esclerose lateral amiotrófica e na família há todo um historial de doenças degenerativas neurológicas que sempre são escondidas do público porque como também sabemos, a ignorância do povo português é abissal e tudo o que é doença neurológica é de imediato associada a doença mental e a doença mental é ainda hoje muito mal percebida e descriminada como se o doente tivesse culpa de ser doente ou pudesse modificar comportamentos ou ter mesmo noção do seu mal.
Infelizmente para este país, quem continua a deter o poder, escolheu Cavaco Silva para PR porque sabia da doença dele e que seria fácil de manobrar.
Sempre o soube, tal como sabia que ele era uma pessoa inflexível quando ainda estava na plena posse das suas faculdades mentais.
Usou essas duas características dele: a casmurrice e a doença que iria progredir para o que estamos a assistir hoje com o fim de poder ir manipulando a ascensão ao poder de PPC, outro que também é facilmente manipulável e demasiado estúpido para não perceber que está a ser usado.
Há quem saiba neste país quem é que tem estado por trás disto tudo, tal como esteve por trás do assassinato de Sá Carneiro e de Adelino Amaro da Costa.
A raposa velha que nunca gostou muito de se por ao sol e prefere trabalhar na sombra, anda agora a preparar (e treinar) a sua sucessora.
“Estava a bela Inês posta em sossego” e a raposa velha veio desassossegá-la!
Enfim, no meio disto tudo, até foi bom que ontem o episódio se desse em público embora tenha sido mais ou menos abafado (como de costume) mas as minhas dúvidas foram todas esclarecidas, embora suspeitasse disto desde esse célebre discurso de há cinco anos.
Quem conheceu Cavaco Silva como eu conheci há 30 anos, percebe isso de imediato.
Quem conhece os sintomas da doença de Alzheimer também percebe o que está a acontecer com Cavaco Silva.
As mudanças são tão evidentes que se tornam confrangedoras.
Continuam a existir nele os traços de arrogância e de inflexibilidade da sua antiga personalidade mas a desorientação, a apatia, as crises de ataxia são cada dia mais frequentes e vai chegar o momento em que não vão poder esconder mais a situação.
Espero sinceramente que tudo isto sirva para numa próxima legislatura se proponha a alteração da Constituição para que esta considere o mecanismo do Impeachment a fim de se evitar este golpe de estado pela via da legalidade mal acautelada!
Observação: Esta nota reflecte apenas e tão só a minha opinião pessoal garantida pela Constituição da República Portuguesa no seu Artigo 37º assim como pelo Artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.”
In: Redacção Noticias Online
quinta-feira, junho 12, 2014
segunda-feira, junho 09, 2014
Copa no Brasil
Eu estou muito animado e, pela primeira vez resolvi decorar a minha rua. Naturalmente que não a preencherei em toda a extensão porque dá muito trabalho e custa caro...
Estou pintando no asfalto a bandeira do Brasil como não poderia deixar de ser. Depois a portuguesa pela minha nacionalidade e porque a seleção montou base aqui em Campinas; pelo mesmo último motivo, a da Nigéria. A da Itália porque também há na família sangue italiano...
Na última fase deste trabalho pintarei o Fuleco (mascote da Copa) e o respectivo símbolo.
sexta-feira, maio 30, 2014
Castanhas
Esta informação vai especialmente para os meus amigos brasileiros,
pois no Brasil as castanhas portuguesas são um dos produtos mais
consumidos no Natal.
A foto mostra um castanheiro no rectângulo vertical e os respectivos frutos, as castanhas, dentro do que chamamos de ouriço protector.
O castanheiro é uma das madeiras nobres em Portugal.
A foto mostra um castanheiro no rectângulo vertical e os respectivos frutos, as castanhas, dentro do que chamamos de ouriço protector.
O castanheiro é uma das madeiras nobres em Portugal.
quinta-feira, maio 22, 2014
Tira-teimas
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta
quarta-feira (21), após acordo entre parlamentares, a chamada Lei da
Palmada.
A proposta proíbe pais e responsáveis legais por crianças e adolescentes de baterem nos menores de 18 anos. Aprovada em caráter terminativo, seguirá diretamente para análise pelo Senado, sem necessidade de votação no plenário da Câmara.
O projeto prevê que os pais que agredirem fisicamente os filhos devem ser encaminhados a cursos de orientação e a tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A matéria não especifica que tipo de advertência pode ser aplicada aos responsáveis. As crianças e os adolescentes agredidos, segundo a proposta, passam a ser encaminhados para atendimento especializado.
O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente para incluir trecho que estabelece que os menores de 18 anos têm o direito de serem "educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante" como formas de correção ou disciplina.
O texto acima é uma compilação parcial de artigo publicado no portal do G1 ( http://g1.globo.com ). O facto é notícia em toda a Imprensa.
Eu penso que a maioria dos deputados que aprovou este projecto, bem como a dos senadores que o votarão a seguir, mereciam, sim, levar muitas palmadas. Se porventura levaram algumas na infância ou na adolescência, ainda foram poucas e se perderam as que não os atingiram. Se tivessem "sofrido" esse tipo de castigo, certamente nem políticos seríam com o rótulo que a maioria porta...
A porta da minha casa, mesmo que não fechada à chave, só se abrirá a estranhos se antes na mesma baterem. E só entrarão se eu o permitir. Assim, o que acontece dentro dela, principalmente no que diz respeito à educação dos meus filhos e netos é de fórum íntimo e a ninguém mais interessa. Naturalmente que, se algo errado ocorra e que ultrapasse os limites da civilização, como eu mesmo faria, poderão entrar sem bater...
Eu, como a maioria dos pais, somos educados e temos plena noção de como educar os nossos filhos. Não podemos admitir que se promulgue uma lei dessa natureza. Certamente, como muitas outras, jamais será cumprida.
O título desta minha crónica, "Tira-teimas", é expressivo e tem muito a ver comigo. Lembrei-me do termo logo que da matéria em questão tive conhecimento.
Desde que me conheço por gente e até ao fim da minha adolescência, o tira-teimas fez parte do cotidiano da minha vida. Era uma correia de couro, de uns 50 centímetros livres, pregada num cabo de madeira. Ficava pendurada na parede atrás da cabeceira da mesa da sala de jantar. Não era exactamente como a da ilustração desta matéria, mas assemelhava-se, pois era um verdadeiro chicote...
Enquanto à mesa sentados, eu e meu irmão não podíamos trocar uma palavra. A hora da refeição era "sagrada". Naturalmente que algumas raras vezes pisávamos o risco desse limite e, sem percebermos de imediato, o tira-teimas queimava as nossas orelhas ou outra parte do corpo onde acertasse.
Outras vezes, quando os meus pais entendíam que as costumeiras palmadas machucavam mais as suas mãos do que a nós próprios, recorríam ao tira-teimas. Confesso que apanhei muito e às vezes sem motivo tão forte para tal. Mas fui assim educado e esse era o método geral de antanho na minha e noutras famílias.
Antes que me esqueça, recordo que na escola primária oficial (dos 7 aos 10 anos), todos os professores tinham uma régua de madeira com a qual castigavam os alunos dando-lhes determinado número de reguadas nas mãos. Escondiam-na quando da visita de algum inspector do Estado. A quantidade de reguadas dependia da gravidade do "delito" e eu cheguei a apanhar uma dúzia em cada mão... No rigoroso Inverno era terrível.
Tudo foi terrível, mas reconheço ter sido parte positiva da minha educação. Naturalmente que não morri por causa de tudo isso e ninguém daqueles tempos condenava ou condena os procedimentos. Hoje muita gente condena e certamente haverá comentários negativos a respeito do que menifesto nesta postagem. Poderei argumentar que se faça uma comparação das gerações, principalmente no que respeita ao comportamento dos alunos com os professores, dos filhos com os pais, enfim.
Tenho 5 filhos e, que eu me lembre, sòmente dei um bofetão num deles já quando adulto. Não tive como evitar e fá-lo-ia de novo hoje perante acto tão grave quanto. Aos outros eu acho que nunca dei uma palmada sequer, mas daria se necessário.
A proposta proíbe pais e responsáveis legais por crianças e adolescentes de baterem nos menores de 18 anos. Aprovada em caráter terminativo, seguirá diretamente para análise pelo Senado, sem necessidade de votação no plenário da Câmara.
O projeto prevê que os pais que agredirem fisicamente os filhos devem ser encaminhados a cursos de orientação e a tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A matéria não especifica que tipo de advertência pode ser aplicada aos responsáveis. As crianças e os adolescentes agredidos, segundo a proposta, passam a ser encaminhados para atendimento especializado.
O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente para incluir trecho que estabelece que os menores de 18 anos têm o direito de serem "educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante" como formas de correção ou disciplina.
O texto acima é uma compilação parcial de artigo publicado no portal do G1 ( http://g1.globo.com ). O facto é notícia em toda a Imprensa.
Eu penso que a maioria dos deputados que aprovou este projecto, bem como a dos senadores que o votarão a seguir, mereciam, sim, levar muitas palmadas. Se porventura levaram algumas na infância ou na adolescência, ainda foram poucas e se perderam as que não os atingiram. Se tivessem "sofrido" esse tipo de castigo, certamente nem políticos seríam com o rótulo que a maioria porta...
A porta da minha casa, mesmo que não fechada à chave, só se abrirá a estranhos se antes na mesma baterem. E só entrarão se eu o permitir. Assim, o que acontece dentro dela, principalmente no que diz respeito à educação dos meus filhos e netos é de fórum íntimo e a ninguém mais interessa. Naturalmente que, se algo errado ocorra e que ultrapasse os limites da civilização, como eu mesmo faria, poderão entrar sem bater...
Eu, como a maioria dos pais, somos educados e temos plena noção de como educar os nossos filhos. Não podemos admitir que se promulgue uma lei dessa natureza. Certamente, como muitas outras, jamais será cumprida.
O título desta minha crónica, "Tira-teimas", é expressivo e tem muito a ver comigo. Lembrei-me do termo logo que da matéria em questão tive conhecimento.
Desde que me conheço por gente e até ao fim da minha adolescência, o tira-teimas fez parte do cotidiano da minha vida. Era uma correia de couro, de uns 50 centímetros livres, pregada num cabo de madeira. Ficava pendurada na parede atrás da cabeceira da mesa da sala de jantar. Não era exactamente como a da ilustração desta matéria, mas assemelhava-se, pois era um verdadeiro chicote...
Enquanto à mesa sentados, eu e meu irmão não podíamos trocar uma palavra. A hora da refeição era "sagrada". Naturalmente que algumas raras vezes pisávamos o risco desse limite e, sem percebermos de imediato, o tira-teimas queimava as nossas orelhas ou outra parte do corpo onde acertasse.
Outras vezes, quando os meus pais entendíam que as costumeiras palmadas machucavam mais as suas mãos do que a nós próprios, recorríam ao tira-teimas. Confesso que apanhei muito e às vezes sem motivo tão forte para tal. Mas fui assim educado e esse era o método geral de antanho na minha e noutras famílias.
Antes que me esqueça, recordo que na escola primária oficial (dos 7 aos 10 anos), todos os professores tinham uma régua de madeira com a qual castigavam os alunos dando-lhes determinado número de reguadas nas mãos. Escondiam-na quando da visita de algum inspector do Estado. A quantidade de reguadas dependia da gravidade do "delito" e eu cheguei a apanhar uma dúzia em cada mão... No rigoroso Inverno era terrível.
Tudo foi terrível, mas reconheço ter sido parte positiva da minha educação. Naturalmente que não morri por causa de tudo isso e ninguém daqueles tempos condenava ou condena os procedimentos. Hoje muita gente condena e certamente haverá comentários negativos a respeito do que menifesto nesta postagem. Poderei argumentar que se faça uma comparação das gerações, principalmente no que respeita ao comportamento dos alunos com os professores, dos filhos com os pais, enfim.
Tenho 5 filhos e, que eu me lembre, sòmente dei um bofetão num deles já quando adulto. Não tive como evitar e fá-lo-ia de novo hoje perante acto tão grave quanto. Aos outros eu acho que nunca dei uma palmada sequer, mas daria se necessário.
terça-feira, maio 20, 2014
segunda-feira, maio 19, 2014
Justiça?
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, investigado na operação
Lava Jato da Polícia Federal, foi liberado da prisão por volta das 16h30
desta segunda-feira (19).
Costa deixou a superintendência da PF em Curitiba após decisão do ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal). Zavascki acatou uma reclamação da defesa do ex-diretor e determinou, além da soltura dos réus da operação Lava Jato, que todos os inquéritos da investigação sejam remetidos ao STF.
In Folha se S. Paulo
Meu comentário:
Reparem no sorriso do cabra safado. Se um inocente é solto, após prisão indevida, ele sairá triste e até revoltado. Neste caso em que se comprovou que o gajo está mais sujo que pau de galinheiro, o sorriso é de gozação. As expressões dizem tudo... Na minha idade não me deveria mais revoltar com essas coisas e deixar para os mais novos se preocuparem. Mas não consigo...
Costa deixou a superintendência da PF em Curitiba após decisão do ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal). Zavascki acatou uma reclamação da defesa do ex-diretor e determinou, além da soltura dos réus da operação Lava Jato, que todos os inquéritos da investigação sejam remetidos ao STF.
In Folha se S. Paulo
Meu comentário:
Reparem no sorriso do cabra safado. Se um inocente é solto, após prisão indevida, ele sairá triste e até revoltado. Neste caso em que se comprovou que o gajo está mais sujo que pau de galinheiro, o sorriso é de gozação. As expressões dizem tudo... Na minha idade não me deveria mais revoltar com essas coisas e deixar para os mais novos se preocuparem. Mas não consigo...
Dadeer di’ak Timor-Leste!
Um especial abraço a todos os Timorenses, meus irmãos de coração, pela comemoração do 12º aniversário da Restauração da Independência
Rodeios
A tragedia no primeiro dia do Rodeio de Hortolândia, justo no aniversario de 23 anos da cidade, chocou a todos!
Estamos indignados com mais esse triste episodio envolvendo Rodeios!
A sensação de revolta tomou conta, principalmente dos ativistas que lutam pelo fim dessa pratica no Brasil!
Por volta de 01:20 na madrugada de sábado, 7 Cavalos que estavam confinados junto com os bois entraram em pânico durante uma estupida queima de fogos, partindo desesperados para a rodovia Campinas - Monte Mor (SP 101), vindo a colidir de frente com veículos que trafegavam a 80 Km por hora, além da morte desses equinos 9 pessoas ficaram feridas sendo 3 em estado grave.
O veiculo que transportava com muita segurança o mascote Beethoven Jr da rede de choperia Giovannetti de Campinas acabou se envolvendo levando o cão a morte.
Diante dessa monstruosa tragedia, o minimo que se espera por parte das autoridades de Hortolândia é que suspenda o evento definitivamente.
"Em Valinhos iremos votar na próxima sessão terça 20/05 ás 18:30 o PL 59/2013 de minha autoria e do Vereador Henrique Conti. Essa propositura protocolada a mais de um ano causou grande polemica no legislativo, toda vez que ia para ordem do dia a votação era adiada, pois recebia pedido de vistas com alegação de duvidas sobre a realização ou não de Rodeio na cidade.
A propositura que proíbe o rodeio e outra de minha autoria que permite o transporte de animais de pequeno porte nos coletivos, só será votada na próxima sessão por conta de uma intervenção que fiz na ultima sessão.
Espero que essa tragedia pelo menos sirva para eximir duvidas e contribua para aprovação do PL, colocando um fim em qualquer possibilidade da pratica de Rodeio em Valinhos.
César Rocha (PV) — em Camara Municipal De Valinhos"
Estamos indignados com mais esse triste episodio envolvendo Rodeios!
A sensação de revolta tomou conta, principalmente dos ativistas que lutam pelo fim dessa pratica no Brasil!
Por volta de 01:20 na madrugada de sábado, 7 Cavalos que estavam confinados junto com os bois entraram em pânico durante uma estupida queima de fogos, partindo desesperados para a rodovia Campinas - Monte Mor (SP 101), vindo a colidir de frente com veículos que trafegavam a 80 Km por hora, além da morte desses equinos 9 pessoas ficaram feridas sendo 3 em estado grave.
O veiculo que transportava com muita segurança o mascote Beethoven Jr da rede de choperia Giovannetti de Campinas acabou se envolvendo levando o cão a morte.
Diante dessa monstruosa tragedia, o minimo que se espera por parte das autoridades de Hortolândia é que suspenda o evento definitivamente.
"Em Valinhos iremos votar na próxima sessão terça 20/05 ás 18:30 o PL 59/2013 de minha autoria e do Vereador Henrique Conti. Essa propositura protocolada a mais de um ano causou grande polemica no legislativo, toda vez que ia para ordem do dia a votação era adiada, pois recebia pedido de vistas com alegação de duvidas sobre a realização ou não de Rodeio na cidade.
A propositura que proíbe o rodeio e outra de minha autoria que permite o transporte de animais de pequeno porte nos coletivos, só será votada na próxima sessão por conta de uma intervenção que fiz na ultima sessão.
Espero que essa tragedia pelo menos sirva para eximir duvidas e contribua para aprovação do PL, colocando um fim em qualquer possibilidade da pratica de Rodeio em Valinhos.
César Rocha (PV) — em Camara Municipal De Valinhos"
Beethoven
Este cão da foto, Beethoven, foi mais uma das vítimas dos rodeios e
dos fogos de artificio, junto com 6 cavalos e 9 pessoas neste final de
semana. Para quem não soube, neste
domingo em Hortolândia/SP, houve uma queima de fogos para “comemorar” o
aniversário da cidade. Quando os fogos estouraram, seis cavalos que
participariam de um rodeio, muito assustados com o barulho das
explosões, conseguiram soltar-se e correram em direção a uma importante
estrada da região. Os 6 cavalos foram atropelados e morreram, provocando
diversos acidentes. Nove pessoas foram hospitalizadas e uma continua em
estado grave na UTI. O cão da foto, figura célebre de um dos famosos restaurantes de Campinas (Geovanetti), foi uma das vítimas que estava
dentro de um dos carros que atropelou um dos cavalos e não resistiu,
morrendo nos braços de uma pessoa.
A organização do rodeio, ao invés de cancelar o evento, apenas lançou
uma nota curta à imprensa, lamentando. No Facebook da produtora do
evento ou dos patrocinadores e até mesmo no site da cidade, nada sobre o
ocorrido. Pessoas se feriram, mortes ocorreram e o Sr. Prefeito Antônio
Meira (PT) permitiu que a festa continuasse sobre tanto sangue.
Rodeio, é isso: sofrimento, dor e mortes. Não frequente, não financie, não contribua e boicote as marcas que patrocinam.
Rodeio, é isso: sofrimento, dor e mortes. Não frequente, não financie, não contribua e boicote as marcas que patrocinam.
sábado, maio 17, 2014
Petição
http://www.alzatuvoz.org/meriam/?fb_action_ids=10202741614315927&fb_action_types=og.recommends
Meriam
Yehya Ibrahim es una mujer con 8 meses de embarazo que podría ser
ejecutada por las autoridades de Sudán. Su crimen fue haberse casado
con un hombre cristiano.
El pasado 11 de mayo Meriam fue declarada culpable de "adulterio" y "apostasía". Aunque ella fue criada como cristiana el hecho de que su padre –con quién no convivió en su infancia- fuera musulmán hace que las autoridades consideren su unión como un grave delito.
Las autoridades religiosas del país han pedido su ejecución en la horca precedida de 100 latigazos. Súmate nuestro llamado y exige al gobierno de Sudán la suspensión de su injusto castigo y su liberación inmediata.
El pasado 11 de mayo Meriam fue declarada culpable de "adulterio" y "apostasía". Aunque ella fue criada como cristiana el hecho de que su padre –con quién no convivió en su infancia- fuera musulmán hace que las autoridades consideren su unión como un grave delito.
Las autoridades religiosas del país han pedido su ejecución en la horca precedida de 100 latigazos. Súmate nuestro llamado y exige al gobierno de Sudán la suspensión de su injusto castigo y su liberación inmediata.
domingo, maio 04, 2014
Culinária alentejana
Ingredientes
a gosto:
alface; coentros; hortelã; cebola;
azeite virgem extra; vinagre; flor de sal; água
engarrafada.
Corte a alface em juliana muito fina, antes de
lavar. À parte pique muito bem os coentros e a hortelã. A
cebola corte-a em tiras fininhas.
Lave a alface e escorra bem
com a ajuda de um centrifugador de saladas.
Depois comece por colocar a alface numa
saladeira, deite o sal e mexa. Seguem-se os coentros, a hortelã, a
cebola, o azeite e água o suficiente para cobrir toda a salada.
Mexa. O vinagre adicione na hora de servir.
Notas:
A alface foi lavada depois de cortada. Assim não murcha e apresenta-se mais viçosa e estaladiça.
A partir do momento em que lhe adiciona o vinagre, a alface
começa a
“cozer” como se diz no Alentejo. No
verão adicio- na-se umas pedrinhas de gelo e a água ou caldo
desta salada é servida bem fresca. Normalmente é servida
para acom-
panhar ensopado de borrego e favas com mouro em
sopas de pão, mas também vai à mesa quando se fazem
assados de borrego, entrecosto no forno, costeletas de
borrego pa-
nadas, pratos de bacalhau, etc..
sábado, maio 03, 2014
Campinas
Resido e trabalho nesta cidade há 38 anos. Tudo o que este vídeo mostra é
verdadeiro e haveria muito mais coisas boas para mostrar. Mas... há
sempre um "mas"; a cidade anda muito mal tratada e é mal administrada há
muitos anos...
sexta-feira, abril 25, 2014
Os cravos vermelhos
Bom
dia Camaradas! Bom dia a todos os Portugueses.
Mais um 25 de Abril se
comemora hoje e, como sempre, aqui vai a minha mensagem:
Apesar de
muitos cravos vermelhos caídos no chão, mantenho um na ponta da minha
metralhadora ligeira. Esse jamais murchará!
terça-feira, abril 22, 2014
Dia do Brasil
Hoje, 22 de Abril, é Dia do Brasil.
Não imagino quantos brasileiros sabem disso... Mas ocorre-me perguntar se algum dos que virão a ler este postagem cantou ou ouviu o Hino Nacional!? Eu não ouvi!
Concordam comigo que o facto de ser obrigatório tocar o Hino antes do início de qualquer jogo de futebol entre times nacionais é um absurdo? Concordam comigo que essa obrigação banaliza um acto que se propõe solene e de profundo sentimento patriótico?
Pois é! Temos aqui uma inversão de valores.
Não imagino quantos brasileiros sabem disso... Mas ocorre-me perguntar se algum dos que virão a ler este postagem cantou ou ouviu o Hino Nacional!? Eu não ouvi!
Concordam comigo que o facto de ser obrigatório tocar o Hino antes do início de qualquer jogo de futebol entre times nacionais é um absurdo? Concordam comigo que essa obrigação banaliza um acto que se propõe solene e de profundo sentimento patriótico?
Pois é! Temos aqui uma inversão de valores.
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